Educação Matemática

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Apresentação 

Programa Educação Matemática

1975:

Criação do Programa de Estudos Pós-Graduados em Matemática.

Década de 1980:

Professores do Departamento de Matemática começam a desenvolver pesquisas em Educação Matemática. 

1987:

Organização do I ENEM (Encontro Nacional de Educação Matemática) com a participação do grupo de professores que vinham desenvolvendo pesquisas na área. 

1987:

Criação da SBEM (Sociedade Brasileira de Educação Matemática) a partir do I ENEM.

1989:

Abertura, no Programa de Pós-Graduação em Matemática, da área de concentração em Educação Matemática.

1994:

Transformação do Programa de Pós-Graduação em Matemática em Programa de Pós-Graduação em Ensino de Matemática.

1994-1997:

Período de consolidação e credenciamento do Programa junto à CAPES.

1998:

Reorganização e reestruturação das atividades de pesquisa que vieram consolidar o Programa de Estudos Pós-Graduados em Educação Matemática da PUC/SP.

2000:

Início da elaboração de Projetos de Doutorado em Educação Matemática e Mestrado Profissional em Ensino de Matemática.

2002:

Aprovação pela CAPES do Doutorado em Educação Matemática e Mestrado Profissional em Ensino de Matemática.

 


Perguntas frequentes

HORÁRIO DOS CURSOS

O Programa de Educação Matemática da PUC/SP oferece duas modalidades de MESTRADO  (MESTRADO ACADÊMICO em Educação Matemática  e MESTRADO PROFISSIONAL em Ensino de Matemática), e DOUTORADO em Educação Matemática.

Os cursos oferecidos tem seus horários fixos no período da tarde, ou seja, das 14h00 às 17h00 e as aulas podem ser ministradas de 2ª a 6ª feiras (de acordo com horário divulgados). Damos a seguir alguns exemplos:

  • As 2ª feiras: São realizados os encontros dos Grupos de Pesquisas de acordo com cada Orientador.
     
  • De 3ª as 6ª feiras: São ministradas as disciplinas referente a cada curso escolhido.

OBS: Os horários das disciplinas poderão ser alterados. Acompanhar quadro Planejamento Acadêmico do semestre.

MENSALIDADES

 

Ano base 2013

Mestrado AcadêmicoMestrado ProfissionalDoutorado
R$ 1750,00 mensais-----------------R$ 2090,57 mensais

O contrato e a conseqüente cobrança de mensalidades é suspenso a partir da entrega dos volumes definitivos da Dissertação ou Tese.

PRAZO DE CONCLUSÃO DO MESTRADO/DOUTORADO

  • O prazo para cumprimento dos créditos e conclusão da Dissertação do Mestrado Acadêmico é de no máximo cinco semestres letivos
  • O prazo para cumprimento dos créditos e conclusão da Dissertação do Mestrado Profissional é de no máximo máximo de cinco semestres letivos
  • O prazo para cumprimento dos créditos e conclusão da Tese de Doutorado é de no máximo oito semestres letivos

Prazos excepcionais serão apreciados pelo Colegiado do Programa, mediante proposta justificada do Orientador.

Para melhor entendimento do funcionamento de cada um dos cursos sugerimos uma breve navegação em nossas página, a seguir apresentamos caminho para cada curso:

Breve apresentação 

Programa Educação Matemática

O Programa de Estudos Pós-Graduados em Educação Matemática tem origem como Programa de Estudos Pós-Graduados em Matemática e iniciou suas atividades em 1975, tendo como área de concentração Teoria dos Números, Álgebra e Análise, sob a coordenação do eminente Professor Doutor Fernando Furquim de Almeida. Até 1990, mais de uma centena de dissertações em Matemática foram concluídas.

As dificuldades relativas ao processo do ensino/aprendizagem da Matemática, agravadas com o movimento da Matemática Moderna, incitou por todo mundo o envolvimento cada vez maior de estudiosos, de diversas áreas do conhecimento, com essa problemática.

No Brasil desde da década de 70, grupos de professores de Matemática desenvolviam estudo com enfoque no ensino, sem que fosse constituída uma área do saber que englobasse tais...

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Linhas de pesquisa 
  1. A Matemática na Estrutura Curricular e Formação de Professores
  2. História, Epistemologia e Didática da Matemática
  3. Tecnologias da Informação e Educação Matemática

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Duração 
Mestrado Profissional: de 18 meses (mín.) a 30 meses (máx.)
Mestrado: de 3 sem. (mín.) a 5 sem. (máx.)
Doutorado: 6 sem. (mín.) a 8 sem. (máx.)
Campus 
Consolação
Situação 
Matrículas abertas
História 

Programa Educação Matemática

O Programa de Estudos Pós-Graduados em Educação Matemática tem origem como Programa de Estudos Pós-Graduados em Matemática e iniciou suas atividades em 1975, tendo como área de concentração Teoria dos Números, Álgebra e Análise, sob a coordenação do eminente Professor Doutor Fernando Furquim de Almeida. Até 1990, mais de uma centena de dissertações em Matemática foram concluídas.

As dificuldades relativas ao processo do ensino/aprendizagem da Matemática, agravadas com o movimento da Matemática Moderna, incitou por todo mundo o envolvimento cada vez maior de estudiosos, de diversas áreas do conhecimento, com essa problemática.

No Brasil desde da década de 70, grupos de professores de Matemática desenvolviam estudo com enfoque no ensino, sem que fosse constituída uma área do saber que englobasse tais estudos. Isso só ocorre na década de 80 com a criação do Programa de Pós-Graduação em Educação Matemática da UNESP/Rio Claro.

A PUC/SP, que sempre teve em sua História posições de vanguarda e tem como princípio desenvolver ensino de qualidade e de forma não dissociada das atividades de pesquisa, envolveu-se na organização brasileira da área da Educação Matemática. Algumas ações foram realizadas por esta Universidade com este objetivo, tais como:

  1. Organizar e sediar o 1º ENEM (Encontro Nacional de Educação Matemática) em 1986;
  2. Criar em 1990 a área de concentração em Didática da Matemática no interior do Programa de Mestrado em Matemática existente;
  3. Transformar o Programa de Mestrado em Matemática em um Programa de Mestrado em Educação Matemática a partir de 1994.

 Desde 1994, momento em que o Mestrado da PUC/SP passou a ter como área de concentração exclusiva a Educação Matemática, cinco e quatro dissertações foram concluídas. A mudança de área de concentração aconteceu num ambiente de muitas análises por parte do corpo docente sobre a estrutura curricular do curso, contando-se para isto com a colaboração de especialistas tanto do Brasil como do exterior, em especial da França. Em 1997 o Programa de Pós-Graduação em Educação Matemática, com o curso de Mestrado Acadêmico foi credenciado pela CAPES.

Em setembro de 1997, por iniciativa do Programa de Estudos Pós Graduados em Educação Matemática da PUC/SP, foi proposto e criado o Grupo de Trabalho "Educação Matemática" na ANPEd- Associação Nacional de Pós-Graduação e Pesquisa em Educação.

Em outubro de 2000, uma nova área de conhecimento denominada Ensino de Ciências e Matemática foi criada junto à CAPES, favorecendo o reconhecimento da comunidade científica brasileira dessas áreas.

Esses avanços contrapõem-se ao fato de que em âmbito nacional até 2001, existia apenas um curso de doutorado em Educação Matemática, na UNESP-Rio Claro e outros poucos, no interior de Programas de Pós Graduação em Educação, como área de concentração o que revela um descompasso com esse crescimento e toda a demanda por investigações de maior fôlego que poderiam estar sendo realizadas por um corpo de pesquisadores já qualificado, Mestres em Educação Matemática. Tal hiato foi tema de discussão no GT de Educação Matemática, na Reunião Anual ANPEd 2000.

Nesse contexto a PUC/SP julgou oportuno a proposição à CAPES de dois cursos novos: mestrado profissionalizante em ensino de matemática e de doutorado em Educação Matemática.

As proposições foram justificadas pelos seguintes pressupostos:

A área de Educação Matemática inclui pesquisas sobre as questões de ensino e de aprendizagem e também sobre o desenvolvimento profissional do professor em sua prática. A vertente de Mestrado Profissionalizante em Ensino pode atender aos anseios de formação de professores que buscam novas formas de atualização, o que nem sempre significa desejo de desenvolver pesquisas acadêmicas. As alternativas de formação continuada comumente oferecidas aos professores dos ensinos fundamental e médio - cursos de pequena duração, desarticulados de sua prática - não têm produzido resultados positivos. Nesse contexto, o Mestrado Profissionalizante em Ensino, organizado com currículo que contemple sua área específica de conhecimento e sua formação didática - pedagógica, foi considerada uma alternativa potencialmente interessante.

 O Mestrado Profissionalizante em Ensino, de acordo com as normas da CAPES, tem caráter de preparação profissional na área docente, focalizando o ensino, a aprendizagem, o currículo, a escola e o sistema escolar. Deve também contribuir efetivamente para a evolução do sistema de ensino, seja pela ação direta em sala de aula, seja pela ação em espaços educativos em que a atuação do professor é fundamental: escola, comunidade, associações científicas etc.

A proposta do Mestrado Profissionalizante em Educação Matemática, no âmbito do Programa de Estudos Pós-Graduados em Educação Matemática da PUC/SP, sustenta-se na experiência acumulada pelo Mestrado Acadêmico em Educação Matemática da PUC/SP e nas ações desenvolvidas no âmbito da formação continuada de professores de Matemática, pelo Centro de Ciências Exatas e Tecnologia da Universidade.

A criação de um curso de Doutorado no Programa de Pós-Graduação em Educação Matemática da PUC/SP, insere-se nesse quadro mais geral da pesquisa em Educação Matemática, além de representar uma conseqüência natural da experiência acumulada de pesquisa dentro da área, evidenciada por 54 dissertações, específicas da área de Educação Matemática, defendidas no Programa até 2001.

Além disso, o aprofundamento das pesquisas em Educação Matemática, em âmbito internacional, com a participação do Programa nos convênios CAPES/COFECUB e com o Conselho Britânico, que resultaram um pós-doutorado e três doutorados (dois em etapa final), além de outras pesquisas, qualificam o Programa de Pós-Graduação em Educação Matemática da PUC/SP a realizar outros intercâmbios e projetos, com maior abrangência e profundidade, através da autonomia relativa característica dos estudos doutorais. Em março de 2002 os projetos dos cursos novos: Mestrado profissionalizante em Ensino de Matemática e de Doutoramento em Educação Matemática foram aprovados pela CAPES.

O Programa de Estudos Pós Graduados em Educação Matemática da PUC-SP, será composto por três curso de Pós Graduação Stricto Sensu, a saber:

Regulamento 

Programa Educação Matemática

Fazer download do regulamento em vigência.

 


Legislação CAPES/CNE

Questões mais freqüentes sobre a Legislação da Pós-Graduação 
Matéria extraída do portal CAPES e CNE

Nesta seção, o visitante encontrará respostas para as perguntas mais freqüentes, relacionadas à legislação da pós-graduação. É recomendável uma navegação criteriosa antes de suscitar questões às Diretorias de Programas e de Avaliação da CAPES, evitando-se a repetição de consultas, sempre prejudicial ao atendimento de abordagens novas. (www.capes.gov.br)

Clicando nos botões à esquerda, o visitante acessará textos integrais específicos da Pós-Graduação que ensejam maior número de consultas.

Para o estudo mais aprofundado das normas que regem a matéria, sugerimos o site do Conselho Nacional de Educação, órgão normativo do Sistema de Educação Nacional.

Da validade dos Mestrados Profissionais.

  • "Mestrado Profissional" é a designação do Mestrado que enfatiza estudos e técnicas diretamente voltadas ao desempenho de um alto nível de qualificação profissional. Esta ênfase é a única diferença em relação ao Acadêmico. Confere, pois, idênticos grau e prerrogativas, inclusive para o exercício da docência, e, como todo programa de Pós-Graduação stricto sensu, tem a validade nacional do diploma condicionada ao reconhecimento prévio do curso (Parecer CNE/CES 0079/2002).

  • Responde a uma necessidade socialmente definida de capacitação profissional de natureza diferente da propiciada pelo Mestrado Acadêmico e não se contrapõe, sob nenhum ponto de vista, à oferta e expansão desta modalidade de curso, nem se constitui em uma alternativa para a formação de mestres segundo padrões de exigência mais simples ou mais rigorosos do que aqueles tradicionalmente adotados pela Pós-Graduação.


Habilitação para o magistério superior

  • A habilitação para o exercício do magistério superior deve ser obtida em programas de Mestrado ou Doutorado (artigo 66 da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional – nº 9.394, de 20/12/96). Mas, havendo escassez de pessoal qualificado é admitida a docência, sem o título stricto sensu (artigo 52, inciso II, da LDB). Todavia, as instituições tendem a contratar mais Mestres e Doutores, porque a qualificação do corpo docente é fator importante na avaliação institucional, quando do credenciamento, ou renovação, além de que, até para lecionar na educação básica, é exigida licenciatura plena.


Qual a diferença entre Mestrado Tradicional (Acadêmico) e Mestrado Profissional?

  • O curso de Mestrado Tradicional diferencia-se do Mestrado Profissional por admitir pessoas com vocação para estudos que exijam maior fundamentação teórica. Não se trata de formar docentes ou pesquisadores, embora nada impeça que mestres exerçam tais atividades; antes, de formar profissionais para o ambiente organizacional capazes de refletir sobre suas práticas e de Ter habilidades interpessoais e intelectuais tais, que lhes permitam analisar situações de seu cotidiano num escopo mais amplo e antecipar-se a elas, tendo como insumo informações vindas da área da administração e de outras áreas do saber, aproveitando a riqueza da multidisciplinariedade.


É possível ministrar aulas em Faculdades com o Mestrado Profissional?

  • Sim, na área de formação do Mestrado. O Mestrado Profissional tem o mesmo valor de titulação que o Mestrado Tradicional.

Corpo Docente 

Programa Educação Matemática

 Corpo Docente Atual

  •  

    Profa. Dra. Ana Lúcia Manrique

     

    E-mail institucional: manrique@pucsp.br

    Resumo de currículo: Possui graduação em Matemática pela Universidade de São Paulo (1987), mestrado em Ensino de Matemática (1994) e doutorado em Educação (Psicologia da Educação), ambos pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (2003) e Pós-Doutorado no Programa de Pós-Graduação em Educação da PUC/RJ (Pós-Doc Júnior CNPq). É professora da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo. Atualmente é vice-coordenação do projeto aprovado no Programa Observatório da Educação do INEP/CAPES intitulado "Processos de constituição da Profissionalidade Docente de futuros professores dos Cursos de Licenciatura em Matemática e Pedagogia: um estudo nas bases de dados do INEP e em memoriais de licenciandos" . Atua como pesquisadora no projeto aprovado no edital dos Institutos Nacionais de Ciência e Tecnologia do MCT/CNPq/FNDCT/CAPES/FAPEMIG/FAPERJ/FAPESP intitulado por "Instituto Nacional de Eletrônica Orgânica (INEO)". Também é pesquisadora no projeto aprovado no edital Ciências Humanas, Sociais e Sociais Aplicadas intitulado "O papel das práticas de licenciatura na constituição da identidade profissional de futuros professores". Pesquisa sobre os seguintes temas: formação de professores, formação de professores de matemática, processos de mudança, formadores de professores, saberes docente, trabalho docente, construção do conhecimento, mapas conceituais e metodologias de pesquisa. (Texto extraído do Currículo Lattes - CNPq)

    Grupo de Pesquisa: Professor de Matemática: Formação, Profissão, Saberes e Trabalho Docente

     

    curriculum lattes

  •  

    Profa. Dra. Barbara Lutaif Bianchini (Vice-Coordenadora)

     

    E-mail institucional: barbara@pucsp.br

    Resumo de currículo: Barbara Lutaif Bianchini concluiu o doutorado em educação (Psicologia da Educação) pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo em 2001. Atualmente é professora associada da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo. Publicou 26 trabalhos em anais de eventos. Possui 1 livro publicado. Participou de 4 eventos no exterior e 39 no Brasil. Orientou 4 trabalhos de Iniciação Cientifica nas áreas de Educação e Matemática. Atua na Área de Matemática e é professora do programa de estudos pós-graduados em Ensino de Matemática da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo. Orienta alunos tanto do curso de mestrado Acadêmico quanto do Mestrado Profissional. Todos os trabalhos desenvolvidos pelos orientandos fazem parte do grupo de pesquisa intitulado grupo de pesquisa em Educação algébrica - GPEA. Em suas atividades profissionais interagiu com 15 colaboradores em co-autorias de trabalhos científicos. Em seu currículo lattes os termos mais frequentes na contextualização da produção cientifica, tecnológica e artístico-cultural são: formação de professores, ensino aprendizagem, ensino de matemática, função, novas tecnologias aplicadas a educação, calculo, números decimais (Texto extraído do Currículo Lattes - CNPq)

    Grupo de Pesquisa: Grupo de Pesquisa em Educação Algébrica - GPEA

     

    curriculum lattes

  •  

    Prof. Dr. Benedito Antonio da Silva

     

    E-mail institucional: benedito@pucsp.br

    Resumo de currículo: Possui Graduação em Matemática pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (1967), Mestrado em Matemática pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (1978) e Doutorado em Matemática pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (1986). Atualmente é professor titular da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, colaborador da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior, - Educação Matemática Pesquisa , consultor ad hoc do Conselho Estadual de Educação e colaborador da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo. Tem experiência na área de Educação Matemática, atuando principalmente em investigações sobre o processo de ensino e aprendizagem das noções do Cálculo, sob o ponto de vista das componentes: saber, aluno e professor dos diferentes níveis de ensino. Participou de workshop sobre os efeitos da utilização da calculadora gráfica TI92 na Univeridade Paris 7. (Texto extraído do Currículo Lattes - CNPq)

    Grupo de Pesquisa: O Elementar e o Superior em Matemática - GPES

     

    curriculum lattes

  •  

    Profa. Dra. Célia Maria Carolino Pires

     

    E-mail institucional: celia@pucsp.br

    Resumo de currículo: Concluiu Mestrado em Matemática pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (1982) e Doutorado em Educação pela Universidade de São Paulo (1995). Atuou como docente em Matemática na Educação Básica e como diretora de escola e supervisora de ensino na rede pública do Estado de São Paulo. Desde 1980, atua no Ensino Superior. É Professora Titular do Departamento de Matemática e Professora do Programa de Estudos Pós Graduados em Educação Matemática. Desenvolve projetos de pesquisa sobre inovações curriculares na Educação Básica e formação de Professores de Matemática. É líder do grupo de pesquisa "Desenvolvimento curricular em Matemática e formação de professores". Participou como elaboradora e coordenadora da equipe de elaboração dos Parâmetros Curriculares Nacionais do Ministério da Educação, para o Ensino Fundamental e Educação de Jovens e Adultos. Recebeu o título de Cavaleiro da Ordem Nacional do Mérito Educativo, Ministério da Educação do Brasil (2002). Recebeu o Prêmio Jabuti, de melhor livro didático da Câmara Brasileira do Livro (1994) e o Prêmio Capes de Teses da Área de Ensino de Ciências e Matemática, como orientadora de tese de doutorado (2006). Foi presidente da Sociedade Brasileira de Educação Matemática (2001/2004) e Presidente da Federação Iberoamericana de Educação Matemática (2003/2004). Foi coordenadora do Curso de Licenciatura em Matemática da PUC/SP (2005/2007). Organizou e coordenou cursos em Programas de Formação de Professores na rede pública de São Paulo. Em 2007/2008 coordenou o Programa de Orientações Curriculares da rede municipal de São Paulo. Foi Coordenadora do Curso de Pós-Graduação em Educação Matemática da PUC/SP no 2o. semestre de 2009. Concebeu e coordenou o Programa de Formação de Formação de Professores em Educação Matemática Profemat, desenvolvido no Estado do Acre. Em 2009/2010 coordenou a elaboração do material da SMESP - Cadernos e Vídeos de apoio e Aprendizagem , relizado junto com a Fundação Padre Anchieta. É consultora do projeto Educação Matemática nos Anos iniciais - EMAI -, na rede pública estadual de São Paulo. É autora de livros didáticos e de formação docente. É membro de corpo editorial de periódicos da área de Ensino. (Texto extraído do Currículo Lattes - CNPq)

    Grupo de Pesquisa: Organização, Desenvolvimento Curricular e Formação de Professores

     

    curriculum lattes

  •  

    Profa. Dra. Celina Aparecida Almeida Pereira Abar

     

    E-mail institucional: abarcaap@pucsp.br

    Resumo de currículo: Possui graduação em Licenciatura e Bacharelado em Matemática pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (1973), Mestrado em Matemática pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (1979) e Doutorado em Lógica Matemática pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (1985). Especialista em Tecnologias Interativas Aplicadas à Educação (PUC/SP-2000); em Design Instrucional para Educação On-Line (UFJF-2007) e em Entornos Virtuales de Aprendizaje (OEI-2010). Professora titular da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo atuando na Graduação, no Programa de Estudos Pós-Graduados em Educação Matemática da PUC/SP e em Curso de Extensão na COGEAE. Coordenadora da Implantação do Curso de Licenciatura em Matemática na Modalidade a Distância da PUC/SP no 1oSem/2009. Coordenadora do Instituto GeoGebra de São Paulo. Tem experiência na área de Educação a Distância, Tecnologia Aplicada à Educação, Webquest e Objetos de Aprendizagem. Trabalhos técnicos on-line: http://www.pucsp.br/~logica, http://www.pucsp.br/tecmem, http://www.pucsp.br/tecmem/Artista, http://www.pucsp.br/tecmem/SalvaraNatureza http://www.pucsp.br/geogebrala http://www.pucsp.br/geogebrasp (Texto extraído do Currículo Lattes - CNPq)

    Grupo de Pesquisa: Tecnologias e Meios de Expressão em Matemática - TecMEM

     

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  •  

    Profa. Dra. Cileda de Queiroz e Silva Coutinho

     

    E-mail institucional: cileda@pucsp.br

    Resumo de currículo: Possui Graduação em Licenciatura Plena em Matemática pela Pontifica Universidade Católica de São Paulo (1979), Graduação em Bacharelado em Matemática pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (1978), Mestrado em Educação Matemática pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (1993) e Doutorado em Didática da Matemática - Université Joseph Fourier - Grenoble I (2001). Atualmente é Professor assistente doutor da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, onde atua no programa de Estudos Pós-Graduados em Educação Matemática. Atua também na Universidade Católica de Santos onde é membro do PROAI, grupo que coordena a Auto-Avaliação Institucional nesta universidade. Tem experiência na área de Matemática, com ênfase em Educação Matemática, atuando principalmente nos seguintes temas: ensino-aprendizagem, didática da estatística, didática das probabilidades. Participa (vice-coordenadora) do grupo de pesquisa Pea-mat, coordenado pelo prof. Dr. Saddo Ag Almouloud, que atualmente desenvolve o projeto PEA-ESTAT, que trata especificamente do Ensino e da Aprendizagem da Estatística (Descritiva, Probabilidade e Inferencial) e da Combinatória, com financiamento da FAPESP. Atual coordenadora do GT12-Ensino de Probabilidade e Estatística, grupo que desenvolve pesquisas sobre Educação Estatística, filiado à Sociedade Brasileira de Educação Matemática - SBEM. (Texto extraído do Currículo Lattes - CNPq)

    Grupo de Pesquisa: Processo de Ensino e Aprendizagem em Matemática - PEAMAT

     

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  •  

    Prof. Dr. Fumikazu Saito

     

    E-mail institucional: fsaito@pucsp.br

    Resumo de currículo: Doutor e Mestre em História da Ciência pelo Programa de Estudos Pós-Graduados em História da Ciência, Pontifícia Universidade Católica de São Paulo. Possui Graduação em Engenharia Elétrica e é Bacharel em Filosofia. Atualmente é professor do Programa de Estudos Pós-Graduados em Educação Matemática da PUC/SP e do Programa de Estudos Pós-Graduados em História da Ciência da PUC/SP, onde realiza Pós-Doutorado em História da Ciência (CESIMA-PUC/SP). Editor executivo do periódico "Circumscribere: International Journal for the History of Science". Tem experiência na área de Filosofia e História da Ciência e da Matemática, História da Ciência e Ensino de Ciência e História da Ciência da Técnica e da Tecnologia, atuando principalmente nos seguintes temas: filosofia natural, magia natural, aparatos e instrumentos científicos, a idéia de experimento e experiência, ciência e matemática no século XVI e XVII. (Texto extraído do Currículo Lattes - CNPq)

    Grupo de Pesquisa: Grupo de Estudo e Pesquisa em História e Epistemologia na Educação Matemática - HEEMa

     

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  •  

    Prof. Dr. Gerson Pastre de Oliveira

     

    E-mail institucional: gpastre@pucsp.br

    Resumo de currículo: Professor do Programa de Estudos Pós-Graduados em Educação Matemática da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC/SP), líder do grupo de pesquisa CNPq Educação e Tecnologia (Edutec), pesquisador do grupo de pesquisa CNPq "Processo de ensino e aprendizagem em Matemática (PEAMAT), Mestre e Doutor em Educação (USP). Seus interesses de pesquisa incluem avaliação da aprendizagem em cursos on-line e tecnologias de informação e comunicação na educação matemática. Atua como docente nas áreas de Ciência da Computação, Educação e Educação Matemática, nos níveis de graduação e pós-graduação, em diversas universidades do Brasil. Atua também como professor-consultor na SITE Educacional, em diversos projetos de EaD. É co-autor dos livros na área de educação e computação, além de diversos artigos publicados em periódicos científicos e em anais de congressos, nacionais e internacionais. E-mail: gepasoli@uol.com.br. (Texto extraído do Currículo Lattes - CNPq)

    Grupo de Pesquisa: Processo de Ensino e Aprendizagem em Matemática - PEAMAT

     

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  •  

    Profa. Dra. Laurizete Ferragut Passos

     

    E-mail institucional: laurizetefer@pucsp.br

    Resumo de currículo: Possui Graduação em Pedagogia, Mestrado em Educação pela Universidade Estadual de Campinas (1990) , Doutorado em Educação pela Universidade de São Paulo (1997) e Pós-Doutorado pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro. Professora aposentada da UNESP e atualmente Professora assistente da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo. Foi coordenadora do GT Formação de Professores da ANPED e atualmente coordenada projeto de pesquisa CAPES/INEP/SECAD -Observatório da Educação. Tem experiência na área de Educação, com ênfase em Formação de Professores, atuando principalmente nos seguintes temas: formação de professores, formação de professores de matemática, trabalho docente, cursos de licenciatura, educação matemática. (Texto extraído do Currículo Lattes - CNPq)

    Grupo de Pesquisa: Professor de Matemática: Formação, Profissão, Saberes e Trabalho Docente

     

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  •  

    Profa. Dra. Maria Cristina Souza de A. Maranhão

     

    E-mail institucional: maranhao@pucsp.br

    Resumo de currículo: Licenciada em Matemática pela Faculdade de Filosofia Ciências e Letras de Santo André, com Mestrado em Matemática pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo e Doutorado em Psicologia da Educação (especialidade Educação Matemática) pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, com estágios no IREM de Paris e IREM de Grenoble (França) graças a auxilio CAPES. Por ocasião do pós doutoramento, em Educação Matemática, realizado entre junho de 2008 e agosto de 2009, na Área de Concentração: Ensino e Práticas Culturais da Faculdade de Educação da Universidade Estadual de Campinas (FE/UNICAMP) juntou-se ao Grupo de Estudo e Pesquisa sobre Formação de Professores de Matemática (GEPFPEM), permanecendo no mesmo até junho de 2010. Desde 1997 é professora da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, onde atuou como vice-chefe do Departamento de Matemática, vice-coordenadora e como coordenadora do Programa de Estudos Pós-Graduados em Educação Matemática da PUC-SP. É lider do Grupo de Pesquisa em Educação Algébrica (GPEA) da PUC-SP, desde 2003. Junto a ele, realiza investigações na linha de pesquisa 'Matemática na Estrutura Curricular e Formação de Professores'. Desde 1994 é assessora de Educação Matemática da Associação Interamericana Escola Experimental Vera Cruz. Nessa instituição, desde 1999 é responsável pela área de Matemática na Educação Infantil e Ensino Fundamental. Entre 2006 e 2009 coordenou o grupo de pesquisa: Educação Matemática nos anos finais do Ensino Fundamental e no Ensino Médio (GT 2 e GT3), da Sociedade Brasileira de Educação Matemática (SBEM). Graças a esta atividade participou da comissão científica organizadora do X Encontro Nacional de Educação Matemática (X ENEM) em 2010, coordenando mesa redonda, sessões coordenadas e minicursos do grupo Ensino e Aprendizagem de Aritmética na Escola Básica. Desta forma, tem experiência na área de Educação Matemática, atuando principalmente nos seguintes setores: educação algébrica; ensino e aprendizagem de aritmética e álgebra; educação básica; formação de professores que ensinam matemática. As pesquisas nesses setores têm abarcado o conhecimento matemático, o pedagógico e o curricular do professor e atingido aspectos cognitivos na formação do conhecimento de estudantes e professores, da Educação Básica e de cursos de Licenciatura. As abordagens de interesse são: pesquisa-ação, pesquisa participante, pesquisa colaborativa e estudos de caso de carater etnografico, embora as orientações atinjam outras. Focalizando o campo da Aritmética e da Álgebra, há três anos tem publicado meta-análises de investigações acadêmicas, bem como pesquisas de caráter etnografico realizadas na Escola Vera Cruz. Estes trabalhos vêm se enriquecendo, pelas abordagens cultural e epistemológica abraçadas nos estudos mais recentes. (Texto extraído do Currículo Lattes - CNPq)

    Grupo de Pesquisa: Grupo de Pesquisa em Educação Algébrica - GPEA

     

    curriculum lattes

  •  

    Profa. Dra. Maria José Ferreira da Silva

     

    E-mail institucional: zeze@pucsp.br

    Resumo de currículo: Possui Graduação em Bacharelado e Licenciatura em Matemática pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (1988), Mestrado em Educação Matemática pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (1997) e Doutorado em Educação Matemática pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (2005). Atualmente é professor da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo onde atua no Programa de Estudos Pós-Graduados em Educação Matemática e na graduação. Tem experiência na área de Matemática, com ênfase em Didática da Matemática, atuando principalmente nos seguintes temas: ensino-aprendizagem, formação de professores de matemática, Cabri Géomètre II, números fracionários e geometria. Participa do grupo de pesquisa Pea-Mat, coordenado pelo Prof. Dr. Saddo Ag Almouloud, que trata dos problemas do ensino e aprendizagem da Matemática, voltados principalmente para a formação de professores, coordenando o projeto Pea-Tic que trata da contribuição de tecnologias na construção de conhecimentos de Geometria, em fase de implantação. (Texto extraído do Currículo Lattes - CNPq)

    Grupo de Pesquisa: Processo de Ensino e Aprendizagem em Matemática - PEAMAT

     

    curriculum lattes

  •  

    Prof. Dr. Saddo Ag Almouloud (Coordenador)

     

    E-mail institucional: saddoag@pucsp.br

    Resumo de currículo: Concluiu o Doutorado em Mathematiques et Applications - Universite de Rennes I em 1992. Assistente Doutor - Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, e assistente Doutor da Fundação Santo Andre. Consultor adhoc da Fundação de Amparo a Pesquisa do Estado de São Paulo, da CAPES, bolsista pesquisador de CNPq, publicou 18 artigos em periódicos especializados e mais de 83 trabalhos em anais de eventos. Possui 5 capítulos de livros e 12 livros publicados. Possui 1 software e mais de 62 itens de produção técnica. Participou de 5 eventos no exterior e mais de 112 no Brasil. Orientou 49 dissertações de mestrado e teses de doutorado na área de Educação Matemática. Entre 1996 e 2010. Participou de pelo menos 80 bancas de defesa de dissertações e doutorados. Coordenou mais de 3 projetos de pesquisa. Atualmente coordena 1 projeto de pesquisa. Atua na área de Educação, com ênfase em Educação Matemática. Foi coordenador do Programa de Estudo Pós-Graduados em Educação Matemática da PUC/SP. Em suas atividades profissionais interagiu com 50 colaboradores em co-autorias de trabalhos científicos. Em seu currículo lattes os termos mais frequentes na contextualização da produção cientifica, tecnológica e artistico-cultural são: ensino-aprendizagem, geometria, educação matemática, matemática, demonstração, ensino básico, formação de professores, geometria dinâmica. (Texto extraído do Currículo Lattes - CNPq)

    Grupo de Pesquisa: Processo de Ensino e Aprendizagem em Matemática - PEAMAT

     

    curriculum lattes

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    Profa. Dra. Sandra Maria Pinto Magina

     

    E-mail institucional: sandra@pucsp.br

    Resumo de currículo: Realizou Pós-Doutoramento na Universidade de Lisboa em 2006. Concluiu o Doutorado em Mathematics Education pela University of London em 1994. Atualmente é professora titular da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo em tempo integral e, ainda, é parcial na Faculdade Campos Elíseos. É líder do grupo de pesquisa REPARE (Reflexão, Planejamento, Ação, Reflexão) em Educação Matemática - REPARE em EdMat. Publicou mais de 15 artigos em periódicos especializados e mais 40 trabalhos em anais de eventos. possui 4 capítulos de livros e 4 livros publicados. Possui, ainda, 23 itens de produção técnica. Participou de mais de 15 eventos no exterior e mais de 35 no Brasil. Fez mais de 50 comunicações científicas em congressos e 10 conferências. orientou mais de 35 dissertações de mestrado e 5 de doutorado, além de ter orientado 1 trabalho de iniciação científica e 2 monografias de especialização nas áreas de Educação e Administração. Supervisionou um estágio de Pós-Doutorado. Recebeu 2 prêmios e/ou homenagens. entre 1995 e 2007. Participou de 9 projetos de pesquisa, sendo que coordenou 5 destes. Atualmente coordena o projeto de pesquisa "(Re)significar as estruturas multiplicativas a partir da formação ação-reflexão-planejamento-ação do professor", financiado pelo CNPq e participa, como pesquisadora, de outros três projetos, dois dos quais financiado pela FAPESB e um pela FAPEMAT. Atua na área de Educação, com ênfase em formação de conceitos. Em suas atividades profissionais interagiu com mais de 50 colaboradores em co-autorias de trabalhos científicos. É parecerista da CAPES, CNPq e FAPESP e dos periódicos JRME (USA) e Quadrante (Portugal). Faz parte do Conselho editorial do periódico Educar em Revista, consultora Ad Hoc do Cadernos de Educação e Editora da RAFI. No seu currículo Lattes os termos mais frequentes na contextualização da produção científica, tecnológica e artistico-cultural são: Ensino Fundamental, formação de conceito, ensino-aprendizagem, Educação Matemática, formação de professor, estudo diagnóstico, estruturas aditivas, Tratamento da Informação e informática educativa. (Texto extraído do Currículo Lattes - CNPq)

    Grupo de Pesquisa: Reflexão, Planejamento, Ação, Reflexão em Educação Matemática - REPARE em EdMat

     

    curriculum lattes

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    Profa. Dra. Silvia Dias Alcântara Machado

     

    E-mail institucional: silviaam@pucsp.br

    Resumo de currículo: Bacharel e Licenciada em Matemática pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (1975), Graduada em Serviço Social pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (1964), diplomada em DEA em Álgebra pela Universidade de Montpellier, França, USTL, (1978), Mestre em Matemática pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (1981) e Doutora em Matemática pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (1986). É professora titular do Departamento de Matemática da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo. Tem experiência na área de Educação, com ênfase em Educação Matemática, atuando principalmente nos seguintes temas: educação matemática, álgebra linear, educação algébrica (inclui na álgebra a teoria elementar dos números). (Texto extraído do Currículo Lattes - CNPq)

    Grupo de Pesquisa: Grupo de Pesquisa em Educação Algébrica - GPEA

     

    curriculum lattes

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    Profa. Dra. Sonia Barbosa Camargo igliori

     

    E-mail institucional: sigliori@pucsp.br

    Resumo de currículo: Realizou estágio de pós doutorado na Université Paris VII, França, de 1995 a 1996. O estágio desenvolveu-se por meio de pesquisa em Didática da Análise em colaboração com Michèle Artigue. Doutorou-se em Matemática pela PUC-SP em 1986, na área de Análise Funcional e teve orientação de Domingos Pisaneli. É professora titular da PUC-SP, desenvolvendo atividades na Graduação, na Licenciatura em Matemática e na Pós Graduação. Atualmente tem colaborado na elaboração de material didático para a disciplina de Cálculo, destinado ao curso de Licenciatura em Matemática modalidade EAD. É professor permanente do Programa de Estudos Pós Graduados em Educação Matemática, tendo sido corrdenadora desse Programa de 1995 a 2005. Foi editora da revista Educação Matemática Pesquisa de 1999 a 2005, passando a partir dessa data compor o comitê editorial dessa Revista. Foi uma das criadoras do GT 19 de Educação Matemática da ANPEd, tendo sido a primeira coordenadora. É membro do GT 4 do "Ensino Superior" da Sociedade Brasileira de Educação Matemática. Desenvolve pesquisa no âmbito do Ensino de Cálculo e em particular sobre o conceito dos números reais. É líder do grupo de pesquisa do CNPq denominado: Do elementar ao superior em Matemática. Até o momento orientou 2 teses de doutorado e coorientou outras duas; orientou 27 dissertações de mestrado sendo 24 em Educação Matemática e 3 em Matemática, e cinco projetos de Iniciação Científica. Tem publicação significativa em anais de eventos nacionais, e 2 publicações em eventos internacionais. Publicou quatro capítulos de livros e um artigo em periódico nacional. Assumiu a função de assessora da Vice-Reitoria Acadêmica da PUC-SP no período de 2004 a 2008. (Texto extraído do Currículo Lattes - CNPq)

    Grupo de Pesquisa: O Elementar e o Superior em Matemática - GPES

     

    curriculum lattes

Docente Participante/Colaborador

 Docentes Visitantes

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    Dr. Michael Otte (UFMT)

     

    curriculum lattes

     

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    Dr. Michel Henry (Université Franche-Comté)

     

     

  •  

    Dr. Raymond Duval (Universidade de Litoral-Lille, França)

     

     

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    Dra. Régine Douady (Universidade Paris VII)

     

     

Corpo Discente 

Programa Educação Matemática

A origem da palavra discente é: "aquele que aprende". Logo o papel do representante discente é representar as pessoas que aprendem. Representar os alunos é um ato sério, difícil e delicado, pois exige falar por outras pessoas, o que elas desejam, o que elas têm receio de falar. Às vezes, o representante discente tem que sintetizar e agrupar idéias comuns, tornando-as uma só voz, de modo a satisfazer um ideal coletivo. Para que isso ocorra é necessário uma participação ativa daqueles que serão representados, pois somente um trabalho em conjunto poderá dar força ao representante para que exerça sua função de modo justo, transparente e eficaz. Os alunos, às vezes, se esquecem que pertencem a uma classe discente de uma instituição de ensino. Esta classe, assim como a dos metalúrgicos, metroviários, tem seus direitos e deveres. Quando seus direitos são violados ou não atendidos seus representantes são mobilizados para levar seus problemas a quem de direito. Espero que estas linhas tenham elucidado o papel da representação discente e espero a participação de todos para que formemos um grupo unido, elevando assim, nossa atividade acadêmica.

Jayme Leme (ex-representante Mestrado Acadêmico)

Representantes

Áreas de concentração e linhas de pesquisa 

Programa Educação Matemática

  •  

    A Matemática na Estrutura Curricular e Formação de Professores

     

    Estudo do papel que a Matemática desempenha na estrutura curricular do ensino elementar e médio e estudo sobre a reorientação da formação do professor de matemática com ênfase nas pesquisas sobre as representações dos professores feitas de sua prática e sobre as relações professor - aluno - saber matemático.

  •  

    História, Epistemologia e Didática da Matemática

     

    Análise da inter-relação entre a epistemologia, história e didática da matemática com vistas à melhor compreensão dos fenômenos ligados ao ensino/aprendizagem da Matemática, às relações entre saberes científicos e escolares e à constituição histórico - cultural da Matemática.

  •  

    Tecnologias da informação e Educação Matemática

     

    Estudo do papel da incorporação de novas técnicas, particularmente, das tecnologias da informação, do uso de computadores no processo de ensino/aprendizagem da Matemática.

Mestrado 

Programa Educação Matemática

  •  

    Mestrado Profissional em Ensino da Matemática

     

    Avaliação CAPES (Triênio 2007/2009): Conceito 4

    O Mestrado Profissional em Ensino, de acordo com as normas da CAPES, tem caráter de preparação profissional na área docente, focalizando o ensino, a aprendizagem, o currículo, a escola e o sistema escolar. Deve também contribuir efetivamente para a evolução do sistema de ensino, seja pela ação direta em sala de aula, seja pela ação em espaços educativos em que a atuação do professor é fundamental: escola, comunidade, associações científicas etc.

    A proposta do Mestrado Profissional em Ensino de Matemática, no âmbito do Programa de Estudos Pós-Graduados em Educação Matemática da PUC/SP, sustenta-se na experiência acumulada pelo Mestrado Acadêmico em Educação Matemática da PUC/SP e nas ações desenvolvidas no âmbito da formação continuada de professores de Matemática, pelo Centro de Ciências Exatas e Tecnologia da Universidade.

  •  

    Mestrado Acadêmico em Educação Matemática

     

    Avaliação CAPES (Triênio 2007/2009): Conceito 5

    A PUC/SP, que sempre teve em sua História posições de vanguarda e tem como princípio desenvolver ensino de qualidade e de forma não dissociada das atividades de pesquisa, envolveu-se na organização brasileira da área da Educação Matemática. Algumas ações foram realizadas por esta Universidade com este objetivo, tais como:

    Organizar e sediar o 1º ENEM (Encontro Nacional de Educação Matemática) em 1986;
    Criar em 1990 a área de concentração em Didática da Matemática no interior do Programa de Mestrado em Matemática existente;

    Transformar o Programa de Mestrado em Matemática em um Programa de Mestrado em Educação Matemática a partir de 1994.

    Desde 1994, momento em que o Mestrado da PUC/SP passou a ter como área de concentração exclusiva a Educação Matemática, cinco e quatro dissertações foram concluídas. A mudança de área de concentração aconteceu num ambiente de muitas análises por parte do corpo docente sobre a estrutura curricular do curso, contando-se para isto com a colaboração de especialistas tanto do Brasil como do exterior, em especial da França. Em 1997 o Programa de Pós-Graduação em Educação Matemática, com o curso de Mestrado Acadêmico foi credenciado pela CAPES.

    Em setembro de 1997, por iniciativa do Programa de Estudos Pós Graduados em Educação Matemática da PUC/SP, foi proposto e criado o Grupo de Trabalho "Educação Matemática" na ANPEd - Associação Nacional de Pós-Graduação e Pesquisa em Educação.

    Em outubro de 2000, uma nova área de conhecimento denominada Ensino de Ciências e Matemática foi criada junto à CAPES, favorecendo o reconhecimento da comunidade científica brasileira dessas áreas. Esses avanços contrapõem-se ao fato de que em âmbito nacional até 2001, existia apenas um curso de doutorado em Educação Matemática, na UNESP/Rio Claro e outros poucos, no interior de Programas de Pós Graduação em Educação, como área de concentração o que revela um descompasso com esse crescimento e toda a demanda por investigações de maior fôlego que poderiam estar sendo realizadas por um corpo de pesquisadores já qualificado, Mestres em Educação Matemática. Tal hiato foi tema de discussão no GT de Educação Matemática, na Reunião Anual ANPEd 2000.

    Nesse contexto a PUC/SP julgou oportuno a proposição à CAPES de dois cursos novos:

    Mestrado Profissional em Ensino de Matemática e de Doutorado em Educação Matemática.

 


Artigo 8º

O Mestrado Profissional em Ensino de Matemática compreende as atividades (num total de 24 créditos) distribuídas como indicado na tabela abaixo:

  1. Parágrafo único. O cumprimento dos créditos em disciplinas deverá ser obtido com a realização de quatro disciplinas obrigatórias, e uma optativa.
     
  2. O estudante do Mestrado Profissional participará de um projeto de investigação e intervenção na prática, projetos esses realizados na própria escola que ele exerce sua prática docente ou de coordenação.

Artigo 9º

  1. O prazo mínimo para o cumprimento dos créditos é de 18 meses, e o prazo máximo é de 30 meses, incluindo a elaboração e apresentação do trabalho final de curso e a Defesa Pública desse trabalho.

Artigo 10º.

  1. O Mestrado em Educação Matemática compreende as seguintes atividades: cinco disciplinas obrigatórias, uma disciplina optativa, duas atividades programadas e a elaboração de dissertação. Créditos Horas atividades
     
  2. Disciplinas 18 1.530 h/a
  3. Atividades Programadas 06 510 h/a
  4. Elaboração e defesa da Dissertação 06 510 h/a
  5. Total 30 2.550 h/a

 Parágrafo 1º.

  1. A disciplina optativa, a critério do orientador, poderá ser cursada em outro Programa da PUC/SP.

 Parágrafo 2º.

  1. A disciplina de capacitação não tem caráter obrigatório e é destinada à preparação de alunos ao exame de ingresso no Programa. Os candidatos que desejarem cursar essa disciplina são matriculados como alunos especiais.

 Parágrafo 3º.

  1. As atividades programadas são destinadas a completar a formação do aluno e são escolhidas de acordo com a vinculação mais próxima à temática da sua dissertação.

 Parágrafo 4º.

  1. A elaboração da dissertação compreende um programa individual de atividades preparado pelo aluno juntamente com o Professor Orientador, cuja execução é por este acompanhada durante um período mínimo de dois semestres letivos.

 Parágrafo 5º.

  1. Cada disciplina e cada atividade programada equivale a três créditos e a elaboração da dissertação equivale a seis. O total de créditos para o mestrado acadêmico é, portanto, de trinta, sendo dezoito em disciplinas, seis em atividades programadas e seis na elaboração da dissertação.

 Artigo 11º.

  1. O Mestrado em Educação Matemática tem duração mínima de três semestres e máxima de cinco semestres letivos.
Disciplinas 

Programa Educação Matemática

2013

Calendário Reuniões do Colegiado para 2013

Horário e Salas de Reuniões dos Grupos (2ª feiras)

Mestrado Acadêmico  

Download da grade de disciplinas

SALAS 07 e 08: Prédio 3 – 2º andar
SALA 14: Prédio 2 – 2º andar
SALAS 16 e 17: Prédio 2 – 1º andar
SALA 18: Prédio 2 – Térreo

  •  

    Atividade Programada I

     

    Dia/semana: 2ª feira

    Horário: 14 às 17h

    Sala: 7

    Prof(a).: Maria Cristina S. A. maranhão

  •  

    Atividade Programada II

     

    Dia/semana: 2ª feira

    Horário: 14 às 17h

    Sala: 8

    Prof(a).: Cileda de Queiroz e Silva Coutinho

  •  

    Didática da Matemática I

     

    Dia/semana: 3ª feira

    Horário: 14 às 17h

    Sala: 16

    Prof(a).: Maria José Ferreira da Silva

  •  

    Metodologia da Pesquisa

     

    Dia/semana: 3ª feira

    Horário: 14 às 17h

    Sala: 17

    Prof(a).: Sonia Barbosa Camargo Igliori

  •  

    Estudos Complementares

     

    Dia/semana: 4ª feira

    Horário: 14 às 17h

    Sala: 18

    Prof(a).: Celina Ap. Almeida Pereira Abar

  •  

    Teorias da Aprendizagem

     

    Dia/semana: 4ª feira

    Horário: 14 às 17h

    Sala: 14

    Prof(a).: Barbara Lutaif Bianchini

  •  

    Didática da Matemática II

     

    Dia/semana: 5ª feira

    Horário: 14 às 17h

    Sala: 17

    Prof(a).: Silvia Dias Alcântara Machado

Doutorado  

Download da grade de disciplinas

SALA P6: Prédio 1 – 2º andar
SALA 14: Prédio 2 – 2º andar
SALA15: Prédio 2 – 1º Andar
SALA 16: Prédio 2 – 1º andar

  •  

    Atividades Programadas I

     

    Dia/semana: 2º feira

    Horário: 14 às 17h

    Sala: 14

    Prof(a).: Celina Aparecida Almeida Pereira Abar

  •  

    Seminário Avançado I

     

    Dia/semana: 3º feira

    Horário: 14 às 17h

    Sala: 15

    Prof(a).: Benedito Antonio da Silva

  •  

    Seminário Avançado II

     

    Dia/semana: 4ª feira

    Horário: 14 às 17h

    Sala: 15

    Prof(a).: Célia Maria Carolino Pires

  •  

    Atividades Programadas II

     

    Dia/semana: 5ª feira

    Horário: 14 às 17h

    Sala: 15

    Prof(a).: Barbara Lutaif Bianchini

  •  

    Teorias da Educação Matemática

     

    Dia/semana: 5ª feira

    Horário: 14 às 17h

    Sala: P6

    Prof(a).: Saddo Ag Almouloud

 


2012

Mestrado Acadêmico  

Estruturas do 1º semestre de 2012

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    ATIVIDADES PROGRAMADAS I

     

    Professor(a): Profa. Dra. Sonia Barbosa Camargo Igliori

    Resumo:

    A Atividade Programada I tem por alvo incentivar e acompanhar a participação dos alunos em atividades que visam à formação do pesquisador. Como por exemplo: qualificação e/ou defesa de dissertações e tese do Programa preferencialmente aquelas na temática de pesquisa dos alunos; envio de artigo e ou pôster para o evento de produção discente promovido pelo Programa; desenvolvimento de atividades que propicie o conhecimento das revistas científicas nacionais e internacionais da área; e a participação de eventos promovidos pelo Programa.

    Bibliografia Básica: Textos escolhidos conforme os temas de investigação dos alunos.

  •  

    DIDÁTICA DA MATEMÁTICA I

     

    Professor(a): Prof. Dr. Gerson Pastre de Oliveirai

    Resumo:

    O curso pretende discutir temas relacionados à didática, com foco em processos, fenômenos e métodos correlatos, de forma a fornecer elementos para a construção de reflexões ligadas à prática docente e à investigação de caráter científico na área. Com tais propósitos, são apresentados textos que permitam integrar teorias e propostas investigativas em Educação Matemática, de modo a favorecer o pensamento e as discussões sobre as idéias relativas à didática sob o ponto de vista de suas articulações com o ensino de Álgebra, Geometria e Teoria dos Números, bem como as possibilidades abertas pelas tecnologias digitais, a convergência das mesmas com as chamadas "tecnologias tradicionais" e a articulação destas propostas a partir de uma abordagem que estimula a discussão, a reflexão-ação e a pesquisa.

    Bibliografia Básica:

    1. ALMOULOUD, S. A. Fundamentos da didática da matemática. Curitiba: Editora UFPR, 2007.
    2. BROUSSEAU, G. Introdução ao estudo das situações didáticas: conteúdo e métodos de ensino. São Paulo: Ática, 2009.
    3. BORBA, M.C; MALHEIROS, A.P.S; ZULLATO, R.B.A. Educação a distância online. Belo Horizonte: Autêntica, 2008.
    4. CHEVALLARD, Y. La transposition didactique. Grenoble: La Pensée Sauvage Editions, 1991.
    5. D´AMORE, B. Elementos da didática da Matemática. São Paulo: Livraria da Física, 2007.
    6. LÉVY, P. Tecnologias da Inteligência. São Paulo: Editora 34, 1993.
    7. MACHADO, S.D.A. (org.). Educação Matemática: uma (nova) introdução. São Paulo: EDUC, 2008.
    8. OLIVEIRA, G.P. Transposição didática: aportes teóricos e novas práticas. In: WITTER, G.P; FUJIWARA, R. Ensino de Ciências e Matemática: análise de problemas. São Paulo: Ateliê Editorial, 2009.
    9. OLIVEIRA, G.P. Generalização de padrões, pensamento algébrico e notações:o papel das estratégias didáticas com interfaces computacionais. Educação Matemática Pesquisa, São Paulo, v. 10, n. 2, pp. 295-312, 2008
    10. OLIVEIRA, G.P; ARAÚJO, P.B. Lugares geométricos: uma abordagem com o software GeoGebra. Anais do XXII Seminário de Investigação em Educação Matemática. Lisboa: Universidade de Lisboa, 2011.
    11. PAIS, Luiz C. Ensinar e aprender matemática. Belo Horizonte: Autêntica, 2006.
    12. PARRA, C; SAIZ, I.(org). Didática da Matemática: reflexões pedagógicas. Porto Alegre: ArtMed, 2001
    13. ZAZKIS, R; LILJEDAHAL, P. Generalization of patterns: the tension between algebraic thinking and algebraic notation. Educational Studies in Mathematics, n. 49, pp. 379-402, 2002.
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    DIDÁTICA DA MATEMÁTICA II

     

    Professor(a): Profa. Dra. Sonia Barbosa Camargo Igliori

    Resumo:

    A disciplina tem por alvo o estudo didático da Matemática desenvolvido nos primeiros anos universitários evidenciando as ideias subjacentes à Matemática do Ensino Básico, tornando-as explicitas e aprofundando-as. Essas ideias são chamadas por David Tall (1991) de pensamento matemático avançado (AMT). Dentre essas ideias serão tratadas a Lógica Matemática, a concepção de Função, a concepção de Estrutura Algébrica, os paradigmas que influenciam o fazer matemático e pedagógico.

    Bibliografia Básica:

    1. CHEVALLARD, Y. BOSCH, M. GASCÓN, J. Estudar Matemática. O elo perdido entre o ensino e a aprendizagem. Artmed Editora, Porto Alegre. 2001.
    2. CURY, H.N. Pesquisas em análise de erros no ensino superior: retrospectiva e novos resultados. Educação Matemática no Ensino Superior. Pesquisas e Debates. FROTA, M.C.R. e NASSER, L. (org). (p.223236) SBEM. 2009
    3. IGLIORI, S.B.C. Considerações sobre o ensino do cálculo e um estudo sobre os números reais. Educação Matemática no Ensino Superior. Pesquisas e Debates.FROTA, M.C.R. e NASSER, L. (org). (p.11-26) SBEM. 2009.
    4. MAMONA, J. DOWNS AND MARTIN. DOWNS, N. Advanced mathematical thinking and the role of mathematical struture. HandBook of International Research in Mahematics Education. 2ª edtion. Edited by lyn D. English; associated editors. 2. Routledge. New York and London. 2008.
    5. NARDI, E. Amongst Mathematicians: Teaching and Learning Mathematics at University Level. NY: Springer Science. 340p 2008..
    6. ROGALSKI, M.; ROBERT .A. POUYANNE, N. Carrefours entre Analyse Algèbre e Géométrie Colection CAPES/Agrégation. Ellipses Edition, Paris. 2001.
    7. TALL, D. Advanced Mathematical Thinking. Dordrecht: Ed. Kluwer.1991.
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    ESTUDOS COMPLEMENTARES

     

    Professor(a): Profa. Dra. Ana Lúcia Manrique

    Resumo:

    O objetivo dessa disciplina é o de apresentar problemas matemáticos que serão explorados por modelos que explicitem desenvolvimentos de idéias essenciais da matemática. Os modelos buscarão desenvolver habilidades analíticas e de resolução de problemas, no sentido de procurar quais são as hipóteses envolvidas e quais as ferramentas que podem ser utilizadas, propondo um tratamento matemático para as situações propostas. Partir-se-á de situações envolvendo conceitos básicos de contagem, permutação e combinação, para problemas recorrentes e de caminho mínimo. Também serão trabalhadas situações que apresentem modelos envolvendo conceitos de Cálculo de uma variável, de Cálculo Numérico e de Programação Linear.

    Bibliografia Básica:

    1. CLÁUDIO, D. N., MARINS, J. M. Cálculo Numérico Computacional. Ed. Atlas. 1994.
    2. HILLIER, F. S., LIEBERMAN, G. J., Introduction to operations research. McGraw-Hill. 2005.
    3. GERSTING, J. L. Fundamentos matemáticos para a Ciência da Computação. LTC. 2004.
    4. STEWART, J. Cálculo. 6. ed. Editora Pioneira, 2009. Vol.1.
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    FUNDAMENTOS DA DIDÁTICA DA MATEMÁTICA

     

    Professor(a): Prof. Dr. Saddo Ag Almouloud

    Resumo:

    O curso se propõe a construir um primeiro cenário da Educação Matemática, a partir da análise de seus campos de investigação, de sua articulação com outras ciências e das principais referências de pesquisa internacionais e nacionais. Para isso, serão desencadeados estudos sobre teorias e investigações na área de Educação Matemática, buscando compreender contribuição das mesmas para a melhoria das aprendizagens dos alunos nos diversos níveis de ensino e a formulação de algumas práticas em sala de aula baseadas nessas investigações.

    Discutirá temas como:

    1. Pesquisa em Educação Matemática: concepções e perspectivas, história e perspectivas atuais,
    2. Principais tendências de pesquisa em Educação Matemática (Didática da Matemática, Psicologia da Educação Matemática, etc.),
    3. A implicação das pesquisas nos processos de organização curricular.
    4. Apresentação de um quadro geral da Didática da Matemática francesa, destacando a abordagem antropológica do Didático, a Teoria das Situações Didáticas, contrato didático, a noção de registros de representação semiótica etc.

    Bibliografia Básica:

    1. ALMOULOUD, Saddo Ag, Fundamentos da Didática da Matemática, Curitiba: Editora UFPR, 2010
    2. BISHOP, A. J., CLEMENTS, K., KEITEL, C., KILPATRICK, J., LABORDE, C., International Handbook Of Mathematics Education, Kluwer, 1996.
    3. BICUDO, MARIA A. V.(Org.) Pesquisa em Educação Matemática: concepções e perspectivas. Rio Claro: Editora UNESP, 1999.
    4. GODINO, Juan D. Perspectiva de la didática de las matemáticas como disciplina científica, in http:///www.uger.es/local/jgodino, acessado em 20/02/2005.
    5. DOUADY, R. Jeux de cadre et dialectique outil-objet. Recherche en Didactique des Mathématiques. La Pensée Sauvage, vol. 7.2, p. 5-31, 1986.
    6. DUVAL, R. Semiosis et pensée humaine. Peter Lang, 1995.
    7. FREUDENTHAL, H. Problemas mayores de la educacion Matematica. Versão em espanhol: Alejandro López Yánez. Dordrecht/Holanda: Reidel Publishing Company, 1981.
    8. GROUWS, D. A. (ed) Handbook of Research on Mathematics Teaching and Learning. USA: Macmillan Publishing Company, 1992.
    9. MACHADO, Silvia A. Dias e al. Educação Matemática: Uma introdução. 2ª Ed., EDUC: São Paulo 2008.
    10. MACHADO, S. (Org.). Aprendizagem em matemática. Registros de representação semiótica. Campinas: Papirus, 2003.
    11. PIRES, C. M. C. Currículos de Matemática: da concepção linear à idéia de rede. FTD. São Paulo. 2000.

     

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    METODOLOGIA DE PESQUISA

     

    Professor(a): Profa. Dra. Laurizete Ferragut Passos

    Resumo:

    A disciplina aborda questões gerais da pesquisa em Educação Matemática. Focaliza a problemática educativa a partir da pluralidade de abordagens e dos diferentes modos de focalizá-la. Discute a relação entre os processos instrumentais- técnicas e metodologias – de investigação, os referenciais teóricos e as concepções epistemológicas que lhe servem de pressupostos. Apresenta os diferentes modos de pesquisar, como os estudos qualitativos e quantitativos, o estudo de caso, a pesquisa do tipo survey, pesquisa-ação, pesquisa colaborativa, história de vida. Aborda ainda diferentes métodos de coleta de dados como entrevista, depoimento, grupo focal, observação. Discute diferentes perspectivas de análise de dados. Discute a questão ética na pesquisa. Centra-se na elaboração e discussão dos projetos de dissertação dos mestrandos.

    Bibliografia Básica:

    1. Araújo, J. L.;Borba (org) Pesquisa Qualitativa em Educação Matemática. Belo Horizonte:Autêntica, 2004.
    2. Bogdan, R.: Biklen, S. Nove questões frequentes sobre pesquisa qualitative. In Bogdan, R.:Biklen, S. Investigação Qualitativa em Educação uma introdução à teoria e aos métodos. Porto:Porto Editora, 1994.
    3. COSTA, Sérgio Francisco. O pesquisador e a estatística. Estudos em avaliação educacional, FCC: São Paulo, nº 16, p. 37-42, jul./dez. 1997.
    4. Fiorentini, D.; Lorenzato, S. Investigação em Educação Matemática: percursos teóricos e metodológicos. Campinas:Autores Associados, 2009.
    5. Flick, U. Pesquisa Qualitativa. Porto Alegre: Artmed, 2004.
    6. Kilpatrick, J. Fincando estacas: uma tentativa de demarcar a Educação Matemática como campo profissional e científico. Zetetiké, Campinas:Cempem- FE-Unicamp, v.4, n. 5, p. 99-12-, jan-jun. 1996.
    7. Lankshear, C.; Knobel, M Introdução à pesquisa como investigação quantitativa. In Lankshear, C; Knobel, M. Pesquisa Pedagógica do projeto à implementação. Porto Alegre:Artmed, 2008.
    8. Laville, C., Dionne, J. A construção do saber. Porto Alegre: Artmed, 1999.
    9. Lincoln, Y; Guba, E. Paradigmatic controversies, contradictions and emerging confluences. IN Guba, E. The Paradigm Dialog.London: Sage publications, 2004.
    10. May, T. Surveys sociais: do desenho à análise. In Pesquisa Social questões, métodos e processos. Porto Alegre:Artmed Editora, 2004.
    11. Ponte, J. P. P. Estudo de Caso em Educação Matemática. Bolema, n. 25, 2006, p. 105-132.
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    TEORIAS DA APRENDIZAGEM

     

    Professor(a): Profa. Dra. Sandra Maria Pinto Magina

    Resumo:

    Esta disciplina visa a estudar as contribuições do construtivismo para a Educação Matemática, tendo como principais pilares Piaget e Vygotsky, no que tange ao entendimento da formação e desenvolvimento de conceito. Sabemos que filosoficamente os dois partem de correntes distintas e, portanto necessário se faz estudar sobre as Teorias do Conhecimento do ponto de vista da Filosofia. Aqui nos deteremos apenas nas correntes que tratam da sua possibilidade e origem. No que tange a parte da Psicologia, achamos essencial que o aluno conheça, mesmo que sem maior profundidade, as teorias cognitivistas que buscam explicar o pensamento humano por caminhos diferente do que faz o Construtivismo. Desta forma apresentaremos um leque maior de possibilidades, tais como as teorias de Ausubel e de Vergnaud para que o estudante tenha subsídio para avaliar criticamente os construtos teóricos do construtivismo.

    Bibliografia Básica:

    1. DUVAL, Raymond. Registro de Representações Semióticas e Funcionamento Cognitivo da Compreensão em Matemática, In MACHADO, Silvia Dias Alcântara (Org.) Aprendizagem em Matemática: Registro de Representação Semiótica. Campinas SP: Papirus, 2003. p. 11-33
    2. HESSEN, J. Teoria do Conhecimento. São Paulo: Martins Fonte., 2003.
    3. MOREIRA, M., A.; MASINI, E. F.; SALZANO, M. A Aprendizagem Significativa. Brasília: Moraes, 2002
    4. MORO, Maria Lucia. Construtivismo e Educação Matemática. Educação Matemática Pesquisa, vol. 11 No 1, pp.117-144
    5. PIAGET, J & INHELDER, B. A Psicologia da Criança. São Paulo: Bertrand Brasil, 1995
    6. PIAGET.J. Epistemologia genética. São Paulo: Martins Fontes, 2002
    7. VERGNAUD. Epistemology and Psycology of Mathematics Education. Em NESHER e KILPATRIK, Mathematics and Cognition, Londres, Cambridge Press1990.
    8. VERGNAUD, G. Teoria dos Campos Conceituais. In: Brun,J. (dir.) Didactica das Matemáticas. Lisboa: Ed. Instituto Piaget,2001
    9. VYGOSTSKY, L. S. A Construção do Pensamento e da linguagem. Tradução de Bezerra, P. São Paulo: Martins Fontes, 2001
    10. VYGOSTSKY A formação Social da Mente. São Paulo: Martins Fontes, 1987

Mestrado Profissional  

ESTRUTURA ANTIGA (ingressantes do 2º semestre de 2002 ao 2º semestre de 2010)

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    TÓPICOS DE CÁLCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL

     

    Professor(a): Profa. Dra. Barbara Lutaif Bianchini

    Resumo:

    O curso tem como objetivo ampliar o aprendizado do Cálculo visando o desenvolvimento do professor de matemática dos diferentes níveis de ensino. O ensino de Cálculo Diferencial e Integral vem recebendo grande atenção nas pesquisas nacionais e internacionais. No Brasil esta disciplina tem um índice de reprovação de cerca de 80%. Nas universidades esta disciplina figura como obrigatória para vários cursos, entre eles citamos os de Ciência da Computação, Matemática, Física, Química, Engenharias, Arquitetura, Farmácia e Economia. Antes de 1970 uma introdução ao Cálculo Diferencial e Integral fazia parte do currículo escolar no ensino médio, mas mesmo assim a situação de fracasso nas universidades também existia. Hoje, alguns livros didáticos do ensino médio apresentam os tópicos sobre limites e derivada. Ao trabalhar os tópicos de Conjuntos Numéricos, Funções reais, Derivada e Integral visamos, sobretudo:

    1. discutir a ordem dos conteúdos proposta nos livros didáticos segundo teorias de aprendizagem,
    2. discutir o papel da história da matemática,
    3. discutir o papel das tecnologias nos processos de ensino e aprendizagem do Cálculo,
    4. discutir as relações, caso existam, entre os conteúdos ensinados na Licenciatura de Matemática em Cálculo Diferencial e Integral e os tópicos de matemática do ensino fundamental e médio. Principalmente a noção de infinito e do continuum.

    Busca-se, ainda, contribuir para uma postura crítica e maior autonomia da prática docente.

    Bibliografia Básica:

    Sugerimos que cada aluno traga pelo menos dois livros de Cálculo, um que tenha utilizado na graduação e outros. Abaixo deixamos apenas indicações de livros.

    1. CARAÇA, Bento de Jesus. Conceitos fundamentais da matemática. 6.ed. Lisboa: Gradiva, 2005.295p.
    2. STEWART, J. Cálculo, Volume I, Pioneira Thomson, 2003.
    3. THOMAS, G. B. Cálculo. vol. 1. Addison Wesley, São Paulo, 2003.

NOVA ESTRUTURA (ingressantes a partir do 1º semestre de 2011)

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    FORMAÇÃO DE PROFESSORES E DESENVOLVIMENTO CURRICULAR EM MATEMÁTICA

     

    Professor(a): Profa. Dra. Célia Maria Carolino Pires

    Resumo:

    A disciplina busca propiciar aos mestrandos oportunidades de: investigar os processos de desenvolvimento curricular, analisando a trajetória do ensino de Matemática na organização curricular brasileira e as atuais propostas de ensino; identificar e analisar variáveis que intervêm na formulação de propostas curriculares e discutir como as diretrizes veiculadas por documentos oficiais são traduzidas na prática dos professores em sala de aula e nos livros didáticos; estudar como se dá a relação entre processos de formação de professores e os processos de mudança, inovação e desenvolvimento curricular; identificar processos de formação inicial e continuada de professores de Matemática, em cursos de Licenciatura e em projetos de formação continuada e sua relação com as recentes pesquisas relativas á formação de professores; analisar criticamente mudanças na formação de professores em decorrência das demandas atuais do sistema educacional brasileiro.

    Bibliografia Básica:

    1. PIRES, C. M. C. . Educação Matemática e sua influência no processo de organização e desenvolvimento curricular no Brasil. Bolema. Boletim de Educação Matemática (UNESP. Rio Claro. Impresso), v. 1, p. 1, 2008.
    2. PIRES, C. M. C. . Perspectivas construtivistas e organizações curriculares: um encontro com as formulações de Martin Simon. Educação Matemática Pesquisa, v. 11, p. 145-166, 2009.
    3. PIRES, C. M. C. . Implementação de inovações curriculares em matemática e embates com concepções, crenças e saberes de professores: breve retrospectiva histórica de um problema a ser enfrentado. Unión (San Cristobal de La Laguna), v. 12, p. 53-72, 2007.
    4. PIRES, C. M. C. . Formulações basilares e reflexões sobre a inserção da Matemática no currículo visando a superação do binômio máquina e produtividade. Educação Matemática Pesquisa, São Paulo, v. 6, p. 29-61, 2004.
    5. TRALDI JÚNIOR, Armando ; PIRES, C. M. C. . Grupo colaborativo e o desenvolvimento profissional de formadores de professores de Matemática.. Zetetike (UNICAMP), v. 17, p. 10-20, 2008.
    6. SHULMAN, L. Renewing the Pedagogy of Teacher Education: the impact of subject-specific conceptions of teaching. In: Monteiro Mesa: Las didácticas en la formactión del professorado. Santiago de Compostela. Tórculoedicións, 1992.
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    INTRODUÇÃO À METODOLOGIA DE PESQUISA

     

    Professor(a): Prof. Dr. Gerson Pastre de Oliveira

    Resumo:

    Esta disciplina tem por alvo o estudo das questões epistemológicas suscitadas pelo conhecimento científico, na diversidade dos seus domínios, dos seus métodos e dos seus objetivos enfatizando a pesquisa na formação e no trabalho do docente, analisando os diferentes instrumentos de coleta de dados e textos teóricos. Busca preparar o estudante para a argumentação lógica e científica; e para a elaboração de seu trabalho de investigação.

    Bibliografia Básica:

    1. ESTRELA, A. TEORIA E PRÁTICA DE OBSERVAÇÃO DE CLASSES: UMA ESTRATÉGIA DE FORMAÇÃO DE PROFESSORES.
    2. PORTO. PORTO EDITORA. 2008.
    3. FIORENTINI. D.; LORENZATO. S. Investigação em Educação Matemática: Percursos teóricos e metodológicos. Campinas: Editora Autores Associados, 2006.
    4. PEREIRA, J. E. D.; ZEICHENER, K.M. A pesquisa na formação e no trabalho do docente. Belo Horizonte: Autêntica, 2002.
      Orientações Técnicas – referências bibliográficas, citações, notas, resumos. Texto-base:UFPR Normas para Apresentação de Documentos Científicos. Curitiba: Editora UFPR, 2000.
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    PROJETO DE INVESTIGAÇÃO E INTERVENÇÃO SOBRE PRÁTICA DOCENTE

     

    Professor(a): Profa. Dra. Sandra Maria Pinto Magina

    Resumo:

    Objetivos

    Propiciar ao mestrando oportunidades de:

    1. Analisar, investigar e propor intervenções em diferentes aspectos da prática docente, vivenciando processos da utilização aplicada dos conhecimentos teóricos dos quais se apropria no curso e o exercício de inovação, com a valorização da experiência profissional.
    2. Exercer uma prática profissional avançada e transformadora de procedimentos e ser divulgador de conhecimentos da área de Educação Matemática para a sociedade, atendendo demandas específicas e realidades diversas no contexto nacional, regional ou local.
    3. Formular propostas para o desenvolvimento de pesquisa colaborativas junto a professores das escolas e que contribuam tanto para o desenvolvimento profissional do mestrando como dos professores.

    Conteúdos / atividades curriculares:

    Elaboração de projetos de investigação e intervenção da prática docente em seus diferentes aspectos e em diferentes níveis da escolaridade – educação básica e ensino superior, escolhido pelo mestrando. Discussão dos projetos de investigação, produção e instrumentos de coleta de dados sobre o ambiente escolar em que o projeto será desenvolvido, elaboração de materiais que serão utilizados no desenvolvimento do projeto e instrumentos de acompanhamento e avaliação. Apresentação de relatório que poderá ser utilizados no trabalho de conclusão do curso.

    Bibliografia Básica:

    1. BORRALHO, A.; MONTEIRO, C.; ESPADEIRO, R. (Org.). A Matemática na Formação do Professor. Portugal: Sociedade Protuguesa de Ciência de Educação. 2005
    2. SCHÖN, D. Educando o Professional Reflexivo. Trad. Roberto Costa. Porto Alegre: Artmed, 2000.
    3. ALTET, M.; PAQUAY, L., e PERRENOUD, P. A profissionalização dos formadores de professores. Porto Alegre: Artmed, 2003.
    4. BARBIER, R. A pesquisa-ação. Brasília: Plano, 2002.
    5. FIORENTINI, D.; LORENZATO,S. Investigação em Educação Matemática. Campinas:.Autores Associados, 2006
    6. FIORENTINI, D.; NACARATO, A. Cultura, Formação e Desenvolvimento Profissional de Professores que Ensinam Matemática.São Paulo: Musa, 2005.
    7. MORIN (2000): Os sete saberes necessários à educação do futuro. Tradução: Catarina Eleonora F. da Silva e Jeanne Sawaya. 2.ª ed. São Paulo: Cortez.
    8. NÓVOA, A. Professores Imagens do Futuro Presente. Lisboa: Educa, 2009
    9. PONTE, J. P.; BROCARDO, j.; OLIVEIRA, H. Investigações Matemáticas na Sala de Aula. Belo Horizonte: Autêntica, 2003
    10. PONTE, J. P. Didacticas Específicas e Construção do Conhecimento Profissional in TAVARES, J.; PEREIRA, A.; PEDRO, A.P.; e SÁ, H. (Eds.) Investigar e Formar em Educação: Actas do IV Congresso da SPCE, Porto: SPCE 1999, pp. 59-72
    11. YIN, R. Estudo de Caso. Trad. Daniel Grassi – 3ª ed. Porto Alegre: Bookman, 2005
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    TÓPICOS DE MATEMÁTICA BÁSICA

     

    Professor(a): Profa. Dra. Celina Aparecida Almeida Pereira Abar

    Resumo:

    Objetivos

    Subsidiar a formação crítica do professor-pesquisador quanto aos conteúdos de Matemática desenvolvidos na Educação Básica. Fornecer elementos para o desenvolvimento de conteúdos de Matemática trabalhados na Educação Básica com o uso da tecnologia.

    Fornecer elementos tanto para aprofundar seus conhecimentos específicos da Matemática da Escola Básica, assim como os conhecimentos pedagógicos desses conteúdos e os respectivos conhecimentos pedagógicos tecnológicos.

    Ementa

    Estudos de questões relativas ao ensino e à aprendizagem da Matemática da Escola Básica em seus diversos campos: Geometria, Grandezas e Medidas, Álgebra, Números e Operações e Tratamento da Informação.

    Bibliografia Básica:

    1. BRASIL Ministério da Educação. Secretaria de Educação Fundamental. Parâmetros Curriculares Nacionais: Matemática. Brasília: Ministério da Educação/Secretaria da Educação Fundamental. 1998.
    2. _____. Secretaria de Educação Média e Tecnologia. Parâmetros Curriculares Nacionais para o Ensino Médio: Ciências da Natureza e Matemática. Brasília: Ministério da Educação/Secretaria da Educação Média e Tecnologia. 1999.
    3.  _____. Secretaria de Educação Média e Tecnologia. PCN+ Ensino Médio: Orientações Educacionais Complementares aos Parâmetros Curriculares Nacionais. Brasília: Ministério da Educação/Secretaria da Educação Média e Tecnologia. 2002.
    4. _____. Secretaria de Educação Média e Tecnologia. Orientações Educacionais Complementares aos Parâmetros Curriculares para o Ensino Médio: Ciências da Natureza, Matemática e suas TecnologiasBrasília: Ministério da Educação/Secretaria da Educação Média e Tecnologia. 2006.
    5. BARBOSA, J. L. M. Geometria Euclidiana Plana. Coleção do Professor de Matemática, Sociedade Brasileira de Matemática. Rio de Janeiro: IMPA/VITAE, 1995.
    6. CARVALHO, P. C. P. Introdução à Geometria Espacial. Coleção do Professor de matemática, Sociedade Brasileira de Matemática. Rio de Janeiro: IMPA/VITAE, 1993.
    7. COELHO, S. P., MILIES, C. P., Números: uma introdução à matemática, São Paulo: Edusp, 2000.
    8. COXFORD, A. F.; SHULTE, A. P. (orgs.). As idéias da álgebra. National Council of Teachers of Mathematics, Tradução de H. H. Domingues, São Paulo: Editora Atual. 1995.
    9. NOVAES, D. V.; COUTINHO, C. Q. S. Estatística para formação profissional. São Paulo: Editora Atlas. 2009.

     

    Complementar:

    1. CHEVALLARD, Y. et all. Estudar Matemáticas. O elo perdido entre o ensino e a aprendizagem. Artmed Editora Ltda, Porto Alegre, 2001
    2. CUOCO, Albert A. & CURCIO, Frances R. (eds) The roles of representation in School Mathematics. Yearbook. Reston, Virginia: NCTM. 2001.
    3. GRUPO ARZAQUIEL. Ideas e actividades para enseñar algebra. Coleccion Matemáticas, Cultura y Aprendizaje, Madrid: Editorial Sinteses, 1993.
    4. MEYER, P. L. Probabilidade, Aplicações à Estatística. São Paulo: Livros Técnicos e Científicos, 1976.
    5. MORGADO, A. C. et al. Análise combinatória e Probabilidade. Coleção do Professor de Matemática, Sociedade Brasileira de Matemática. Rio de Janeiro: IMPA/VIATE, 1991.
    6. KOEHLER, M. J., & MISHRA, P. Technological pedagogical content knowledge: A framework for teacher knowledge. Teaches College Record, 108(6), 1017-1054. 2006.http://punya.educ.msu.edu/publications/journal_articles/mishra-koehler-tcr2006.pdf  
    7. KOEHLER, M. J., & MISHRA, P. Introducing TPCKIn J. A. Colbert, K. E. Boyd, K. A. Clark, S. Guan, J. B. Harris, M. A. Kelly & A. D. Thompson (Eds.), Handbook of Technological Pedagogical Content Knowledge for Educators (pp. 1-29). New York: Routledge. 2008. http://punya.educ.msu.edu/presentations/AERA2008/MishraKoehler_AERA2008.pdf
    8. SHULMAN, L. S. Those Who Understand: Knowledge Growth in Teaching. Education Researcher, [s.i], v. 15, n. 2, p.4-14, fev. 1986.
    9. UNIVERSIDADE ESTADUAL DE CAMPINAS - UNICAMP (São Paulo). Coleção de Recursos Educacionais M3: Matemática Multimídias. Disponível em: http://www.m3.ime.unicamp.br/portal/ . Acesso em: 15 janeiro 2012.

    Nos textos trabalhados em cada tópico estarão expecificadas as respectivas referências.

    Dissertações, teses e artigos diversos na área de Educação Matemática que versem sobre atividades dos diversos campos de Matemática da Escola Básica.


O desenvolvimento das atividades da disciplina Tópicos de Matemática Básica (1º. Semestre de 2012) norteia-se nas indicações dos Parâmetros Curriculares Nacionais — PCN que são referências para os Ensinos Fundamental e Médio (Escola Básica) de todo o país, não possuem caráter de obrigatoriedade e podem ser adaptados às peculiaridades locais.

Os PCN estão disponíveis no site do MEC no endereço:
http://portal.mec.gov.br/index.php?option=com_content&view=article&id=12657%3Aparametros-curriculares-nacionais-5o-a-8o-series&catid=195%3Aseb-educacao-basica&Itemid=859

Metodologia:

Por meio de um trabalho presencial e a distância com o uso do ambiente virtual Moodle, esta disciplina pretende realizar discussões teóricas em fóruns e atinentes ao ensino e aprendizagem da Matemática da escola básica. Tais discussões serão abalizadas por leituras de textos de referência e atividades desenvolvidas semanalmente em cada tópico. Além disso, pretende promover experiências com o uso de softwares, de dispositivos e interfaces como computador, calculadora e lousa digital, devidamente contextualizados em um processo intensivo de interação.

Doutorado  

Estruturas do 1º semestre de 2012

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    ATIVIDADES PROGRAMADAS I

     

    Professor(a): Profa. Dra. Célia Maria CarolinoPires

    Resumo:

    Ementa

    Atividades Programadas I têm como objetivo estimular a produção bibliográfica e técnica do aluno de doutorado, promovendo sua inserção na comunidade de pesquisa de sua área. Em Atividades Programadas I os doutorandos terão contacto com as formas de produção bibliográfica e técnica qualificadas pela área de conhecimento.

    Avaliação: a avaliação dessa atividade curricular está relacionada ao planejamento e cumprimento de atividades, organizadas em diferentes categorias, que serão pontuadas pelo professores responsável, mediante a apresentação de relatório e cópia atualizada do Curriculum Lattes.

    Quadro de atividades, por categorias, dentre as quais os doutorandos elegem pelo menos uma de cada categoria e totalizam a pontuação de acordo com critérios apresentados pelo docente responsável. 

    Categoria

    Atividade

    1Comunicação em evento internacional da área, com íntegra da comunicação em Anais
    Comunicação em evento nacional da área, com íntegra da comunicação em Anais
    Comunicação em evento regional/local da área, com íntegra da comunicação em Anais

    2

    Participação em grupo de pesquisa do Programa, atestada pelo orientador,
    Participação em grupos interinstitucionais ou internacionais de pesquisa, atestada pelo coordenador da pesquisa
     Apresentação em Encontro de Pesquisa do Programa, com publicação na Revista de Produção Discente

    3

    Resenha crítica publicada em veículo nacional e/ou internacional
    Autoria, tradução ou organização de livro
    Autoria, tradução ou organização de capítulo de livro

    4

    Participação certificada em cursos da área de pesquisa extra-Programa
    Docência de curso na área de pesquisa
    Palestras  ou conferências proferidas  na área de pesquisa
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    ATIVIDADES PROGRAMADAS II

     

    Professor(a): Profa. Dra. Laurizete Ferragut Passos

    Resumo:

    A disciplina visa estimular o processo de escrita e de autoria no sentido de a disciplina contribuir para o aluno avançar na sua forma de relação com o conhecimento. Também permitirá identificar os periódicos e congressos científicos da área com a referida análise dos critérios de relevância e qualidade e visando o encaminhamento da produção do aluno. Produzir artigo com tema relevante e qualidade compatível com as exigências da área e do curso de Pós-Graduação e com acompanhamento do professor responsável durante a duração da disciplina.

    Bibliografia Básica:

    1. BURSZTYN, M.; DRUMMOND, J. A.; NASCIMENTO, E. P. Como escrever (e publicar) um trabalho científico. Rio de Janeiro:Garamond, 2010.
    2. BOGDAN, R.; BIKLEN, S. Redação da Investigação IN Investigação Qualitativa em Educação – uma introdução à teoria e aos métodos. Porto:Porto Editora: 1994.
    3. VOLPATO, S. Bases teóricas da Redação Científica – porque seu artigo foi negado. São Paulo: Cultura Acadêmica, 2010.
    4. ____________ Método Lógico para Redação Científica. São Paulo: Cultura Acadêmica, 2010.
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    SEMINÁRIO AVANÇADO I

     

    Professor(a): Prof. Dr. Benedito Antonio da Silva

    Resumo: A disciplina visa a examinar a contribuição das pesquisas sobre as Tecnologias da Informação e Educação Matemática, examinar e analisar as tendências teórico-metodológicas presentes na construção deste campo de conhecimento a partir de estudos e revisões da produção na área. Os seminários darão ênfase à discussão comum dos textos analisados e a exercícios de exposição de temas, determinados por parte dos participantes, com possíveis conexões com os projetos em desenvolvimento. O ambiente Moodle permitirá a leitura detalhada de textos, a discussão e exposição de pesquisas afins, ligadas aos interesses dos participantes em vista de uma publicação conjunta no diálogo com o professor. Oficinas práticas serão desenvolvidas com o uso de alguns softwares livres como Winplot, Geogebra, Wiris e outros com suporte das teorias pesquisadas.

    Bibliografia Básica:

    Orquestração de ensino na presença de ferramentas tecnológicas.

    1. Cathy N. Davidson e David Theo Goldberg (2009) The Future of Learning Institutions in a Digital Age. The MIT Press.
    2. Harris, J., Mishra, P., & Koehler, M. (2009). Teachers' technological pedagogical content knowledge and learning activity types: Curriculum-based technology integration reframed. Journal of Research on Technology in Education, 41(4), 393-416.
    3. Pascal Béguin (2003). Design as a mutual learning process between users and designers. Interacting with Computers, 15(5), 709-730. Elsevier B.V.
    4. Pierre Rabardel. (2002). People and Technology a cognitive approach to contemporary instruments (Traduzido por Heidi Wood).
    5. Pierre Rabardel. (2003). From artefact to instrumentInteracting with Computers, Volume 15, Issue 5, October 2003, Pages 641-645.
    6. Romero Tori.(2010). Educação sem distância: as tecnologias interativas na redução de distâncias em ensino e aprendizagem. São Paulo:Editora Senac.
    7. Vani Moreira Kenski.(2007). O novo ritmo da informação. Campinas, SP:Papirus.

    Práticas matemáticas, aprendizagem e tecnologias

    1. Celia Hoyles, Jean-Baptiste Lagrange (Eds.). (2010) Mathematics education and technology: Rethinking the terrain. The 17th ICMI Study. Berlin: Springer
    2. David Tall e Ed Dubinsky. (1991) Advanced Mathematical Thinking and the Computer, in Tall D. O. (ed.), Advanced Mathematical Thinking, Kluwer: Holland, 231-248.
    3. Louc Trouche (2005). Des artefacts aux instruments, une approche pour guider et intégrer les usages des  outils de calcul dans l'enseignement des mathématiques.In Actes de l'Université d'été de Saint-Flour  "Le calcul sous toutes ses formes" (pp. 265-290). Saint-Flour.

       

    4. Lyn D. English. (Org) (2008). Handbook of international research in mathematics education. Lawrence Erlbaum Associates, Publishers.
    5. ZDM Mathematics Education (2010) Vol. 42, No. 7, November. Ed. G. Kaiser. DOI 10.1007/s11858-010-0285-2.
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    SEMINÁRIO AVANÇADO II

     

    Professor(a): Profa. Dra. Silvia Dias Alcântara Machado

    Resumo:

    Tema: Desenvolvimento de projetos e pesquisa em Educação Matemática

    Ementa: A disciplina tem por pretensão examinar e analisar projetos e pesquisas de Educação Matemática especificamente, contextualizando-os na área de Ciências Humanas em geral como também na área das Ciências Exatas quando couber. Esse exame e análise dos projetos e pesquisas focalizam suas estruturas, objetivos e questões e seus  embasamentos teórico-metodológicos, possibilitando a percepção das atuais tendências presentes na construção deste campo de conhecimento a partir de balanços e revisões da produção na área.

    Bibliografia Básica:

    1. BICUDO, M. A. V. Pesquisa em Educação Matemática: Concepções e Perspectivas. SP: Editora da UNESP, 1999.
    2. BICUDO, M.A.V. ; BORBA, M.C. Educação Matemática: pesquisa em movimento. SP: Cortez, 2004
    3. BORBA, M.C.; ARAUJO, J.L. Pesquisa Qualitativa em Educação Matemática. BH: Autentica, 2004.
    4. CRESWELL, J. W. – Projeto de pesquisamétodos qualitativo, quantitativo e misto. Tradução Lopes, M.; 3 ed. – Porto Alegre: Artmed, 2010
    5. DENZIN,N.K.; LINCOLN, Y.S. O Planejamento da Pesquisa Qualitativa Teorias e Abordagens .tradução Netz, S.R. – Porto Alegre:Artmed,2006
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    TEORIAS DA EDUCAÇÃO MATEMÁTICA

     

    Professor(a): Prof. Dr. Saddo Ag Almouloud

    Resumo:

    A disciplina tem por alvo possibilitar ao doutorando refletir sobre a questão da teoria na Educação Matemática. Para tanto os estudos ocorrem em duas perspectivas: uma primeira direcionada a estudos filosóficos sobre a conceituação de disciplina científica, e uma segunda direcionada à discussão sobre a concepção de teorias da Educação Matemática propriamente ditas.

    Bibliografia Básica:

    1. ALMOULOUD, Saddo Ag. Fundamentos da didática da matemática, Curitiba: editora da UFPR, 2007.
    2. BROUSSEAU, Guy. La théorie des situations didactiques. Textes rassemblés et préparés par Nicolas Balacheff, Martin Cooper, Rosamund Sutherland, Virginia Warfield. Recherches en didactiques des mathématiques. Grenoble: La Pensée Sauvage Éditions, 1998.
    3. CHICK, H. L. e VINCENT, J. L. (Eds). RF04: Theories of Mathematics Education. Proceedings in the 29h Conference of the International Groups for the Psicology of Mathematics Education, Vol. 1, PP. 170-202 Melbourne: PME. 2005. 
    4. BIEHLER, R, et al. Didatics of Mathematics as a Scientific Discipline. Klewr Academic Publishers. . London. 1994.
    5. IGLIORI, S. B. C. et al. A Educação Matemática: uma área de conhecimento em consolidação. O Papel da constituição de um grupo de trabalho dessa área na ANPEd. Anais da Reunião Anual da ANPEd. 
    6. POPPER, K. Conjecturas e Refutações. O desenvolvimento do conhecimento científico. Ed. Arco de Almedina. Coimbra. 2006.
    7. SRIMANA Bharath  & ENGLISH Lyn (editors) . Teories of Mathematics Education . Seeking new frontiers. Advances in Mathematics Education. Verlag Berlin Heidelberg: Springer, 2010.
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    TÓPICOS DA HISTÓRIA E FILOSOFIA DA MATEMÁTICA

     

    Professor(a): Prof. Dr. Fumikazu Saito

    Resumo:

    Os seminários e as leituras dirigidas nesta disciplina têm por objetivo introduzir às atuais temáticas da história e filosofia da matemática. Além das discussões sobre a natureza do conhecimento matemático e seu desenvolvimento historicamente situado, esta disciplina busca fornecer subsídios para que o estudante possa situar epistemologicamente seu projeto, contribuindo para sua reflexão crítica e formação de pesquisador.

    Bibliografia Básica:

    1. BACHELARD, G. A formação do espírito científico: contribuição para uma psicanálise do conhecimento. Rio de Janeiro: Contraponto, 1996. p. 7-28.
    2. BACHELARD, G. O racionalismo aplicado. Rio de Janeiro: Zahar, 1977. p. 7-40.
    3. BROMBERG, C.; SAITO, F. A história da matemática e a história da ciência. In BELTRAN, M. H. R.; SAITO, F.; TRINDADE, L. dos S. P. (Org.). História da Ciência: Tópicos atuais. São Paulo: Ed. Livraria da Física;CAPES, 2010. p. 47-71.
    4. COHEN, I. B. The Triumph of Numbers: How counting shaped modern life. New York; London: W. W. Norton, 2005.
    5. COMTE, A. Primeira Lição: exposição da finalidade deste curso, ou considerações gerais sobre a natureza e a importância da filosofia positiva". In: Curso de Filosofia Positiva. Discurso Preliminar sobre o conjunto do positivismo. Catecismo positivista. São Paulo: Nova Cultural, 1991. p. 3-20.
    6. CROWE, M. Tem "laws" concerning patterns of change in the history of mathematics. In: GILLIES, D. Revolutions in Mathematics. Oxford; New York: Clarendon Press, 1995. p. 15-20.
    7. DAUBEN, J. Conceptual revolutions and the history of mathematics: two studies in the growth of knowledge (1984); Appendix (1992): revolutions revisited. In: GILLIES, D. Revolutions in Mathematics. Oxford; New York: Clarendon Press, 1995. p. 49-82.
    8. FAUVEL, J; GRAY, J. (Org.). The History of Mathematics: A Reader. London: Macmillan, 1987.
    9. HOYRUP, J. Philosophy: Accident, Epiphenomenon, or Contributory Cause of the Changing Trends of Mathematics – A Sketch of the Development from the Twelfth Through the Sixteenth Century. In: In measure, number, and weight: studies in mathematics and culture. Albany: State University of New York Press, 1994, p. 123-171.
    10. HOYRUP, J. Platonism or Archimedism: On the Ideology and Self-Imposed Model of Renaissance Mathematicians (1400 to 1600). In: In measure, number, and weight: studies in mathematics and culture. Albany: State University of New York Press, 1994, p. 203-223
    11. KUHN, T. S. A estrutura das revoluções científicas. 5ª ed. São Paulo: Perspectiva, 1997.
    12. KUHN, T. S. Reflexões sobre meus críticos. In: O caminho desde a estrutura: Ensaios filosóficos, 1970-1993, com uma entrevista autobiográfica. São Paulo: Ed. da UNESP, 2006. p. 155-216.
    13. MASTERMAN, M. A natureza do paradigma. In: LAKATOS, I.; MUSGRAVE, A. A crítica e o desenvolvimento do conhecimento.São Paulo: Cultrix; Ed; da USP, 1979. p. 72-108.
    14. MEHRTENS, H. T. S. Kuhn's theories and mathematics: a discussion paper on the "new historiography" of mathematics (1976); Appendix (1992): revolution reconsidered. In: GILLIES, D. Revolutions in Mathematics. Oxford; New York: Clarendon Press, 1995. p. 21-48.
    15. MANCOSU, P. Philosophy of Mathematics and Mathematical Practice in the Early Seventeenth Century. In: Philosophy of Mathematics and Mathematical Practice in the Seventeenth Century. New York; Oxford, 1996. p. 8-33.
    16. SCHLICK, M. Positivismo e Realismo. In: SCHILICK, M; CARNAP, R.; POPPER, K. R. Coletânea de textos. Org. de P. Mariconda. São Paulo: Abril Cultural, 1975. p. 45-70.
    17. SILVA, J. J. da. Filosofias da matemática. São Paulo: Ed. UNESP/FAPESP, 2007.
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2011

Mestrado Acadêmico  

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Estruturas do 2º semestre de 2011

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    ATIVIDADES PROGRAMADAS I

     

    Professor(a): Profa. Dra. Sonia Barbosa Camargo Igliori

    Resumo:

    Textos escolhidos conforme os temas de investigação dos alunos.

    Bibliografia Básica:

    Textos escolhidos conforme os temas de investigação dos alunos.

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    ATIVIDADES PROGRAMADAS II

     

    Professor(a): Profa. Dra. Cileda de Queiroz e Silva Coutinho

    Resumo:

    Esta disciplina tem por alvo acompanhar os alunos na produção de artigos a serem apresentados em eventos (por exemplo, anpedinha e ebrapem), assessorando-os quando necessário, em colaboração com os respectivos orientadores. Não se trata de orientar quanto ao conteúdo, mas quanto ao que se deve apresentar em um trabalho científico segundo as normas do evento escolhido. Ao final do semestre, os alunos devem encaminhar um relatório de atividades contendo: participação em eventos, proposição e/ou apresentação de trabalho em evento, com documentação comprobatória e cópia do artigo enviado, assim como preenchimento do relatório CAPES para produção discente. Tal relatório será repassado aos respectivos orientadores.

    Bibliografia Básica:

    1. BURSZTYN, M.; DRUMMOND, J. A.; NASCIMENTO, E. P. Como escrever (e publicar) um trabalho científico. Rio de Janeiro:Garamond, 2010.
    2. BOGDAN, R.; BIKLEN, S. Redação da Investigação IN Investigação Qualitativa em Educação – uma introdução à teoria e aos métodos. Porto:Porto Editora: 1994.
    3. VOLPATO, S. Bases teóricas da Redação Científica – porque seu artigo foi negado. São Paulo: Cultura Acadêmica, 2010.
    4. ____________ Método Lógico para Redação Científica. São Paulo: Cultura Acadêmica, 2010.
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    DIDÁTICA DA MATEMÁTICA I

     

    Professor(a): Prof. Dr. Gerson Pastre de Oliveirai

    Resumo:

    O curso tem por objetivo discutir temas relacionados à didática, com foco em processos, fenômenos e métodos correlatos, de forma a fornecer elementos para a construção de reflexões ligadas à prática docente e à investigação de caráter científico na área. Para tal são apresentados textos que permitam integrar teorias e propostas investigativas em Educação Matemática, de modo a favorecer o pensamento e as discussões sobre as ideias relativas à didática sob o ponto de vista de suas articulações com o ensino de Álgebra, Geometria e Teoria dos Números. Assim como levar em conta as possibilidades abertas pelas tecnologias digitais, a convergência das mesmas com as chamadas "tecnologias tradicionais" e a articulação entre elas a partir de uma abordagem que estimule a discussão, a reflexão-ação e a pesquisa.

    Bibliografia Básica:

    1. ALMOULOUD, S.  A. Fundamentos da didática da matemática. Curitiba: Editora UFPR, 2007.
    2. BROUSSEAU, G. Introduçãoao estudo das situações didáticas: conteúdo e métodos de ensino. São Paulo: Ática, 2009.
    3. BORBA, M. C; MALHEIROS, A. P. S; ZULLATO, R. B. A. Educação a distância online. Belo Horizonte: Autêntica, 2008.
    4. CHEVALLARD, Y. La transposition didactique. Grenoble: La Pensée Sauvage Editions, 1991.
    5. D´AMORE, B. Elementos da didática da Matemática. São Paulo: Livraria da Física, 2007.
    6. LÉVY, P. Tecnologias da Inteligência. São Paulo: Editora 34, 1993.
    7. MACHADO, S. D. A. (org.). Educação Matemática: uma (nova) introdução. São Paulo: EDUC, 2008.
    8. OLIVEIRA, G. P. Transposição didática: aportes teóricos e novas práticas. In: WITTER, G. P; FUJIWARA, R. Ensino de Ciências e Matemática: análise de problemas. São Paulo: Ateliê Editorial, 2009.
    9. OLIVEIRA, G. P. Generalização de padrões, pensamento algébrico e notações:o papel das estratégias didáticas com interfaces computacionais. Educação Matemática Pesquisa, São Paulo, v. 10, n. 2, pp. 295-312, 2008
    10. OLIVEIRA, G.P; ARAÚJO, P. B. Lugares geométricos: uma abordagem com o software GeoGebra. Anais do XXII Seminário de Investigação em Educação Matemática. Lisboa: Universidade de Lisboa, 2011.
    11. PAIS, Luiz C. Ensinar e aprender matemática. Belo Horizonte: Autêntica, 2006.
    12. PARRA, C; SAIZ,  I .(org). Didática da Matemática: reflexões pedagógicas. Porto Alegre: ArtMed, 2001
    13. ZAZKIS, R; LILJEDAHAL, P. Generalization of patterns: the tension between algebraic thinking and algebraic notation. Educational Studies in Mathematics, n. 49, pp. 379-402, 2002.
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    DIDÁTICA DA MATEMÁTICA II

     

    Professor(a): Profa. Dra. Silvia Dias Alcântara Machado

    Resumo:

    A disciplina tem por alvo o estudo didático da Matemática desenvolvido nos primeiros anos universitários evidenciando as ideias subjacentes à Matemática do Ensino Básico, tornando-as explicitas e aprofundando-as. Essas ideias são chamadas por David Tall (1991) de pensamento matemático avançado (AMT). Dentre essas ideias serão tratadas a Lógica Matemática, a concepção de Função, a concepção de Estrutura Algébrica, os paradigmas que influenciam o fazer matemático e pedagógico, tudo isso permeado pela análise de artigos científicos sobre tais temas.

    Bibliografia Básica:

    1. LEGRAND, M. "Circuit" ou les règles du debat mathématique In: ARTIGUE, M et alorgs. Enseigner Autrement les Mathématiques em DEUG a première année. Paris: Ed. CIIU.1990. p. 129-164
    2. NARDI, E. Amongst Mathematicians: Teaching and Learning Mathematics at University Level. NY: Springer Science. 2008. 340p.
    3. PAVANELLO, R; NOGUEIRA, C. Avaliação em Matemática: Algumas Considerações. Estudos em Avaliação Educacional, S. Paulo, v. 17, n. 33, jan./abr. 2006.
    4. TALL, D. Advanced Mathematical Thinking. Dordrecht: Ed. Kluwer.  1991.
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    ESTUDOS COMPLEMENTARES

     

    Professor(a): Profa. Dra. Ana Lúcia Manrique

    Resumo:

    Objetivo

    O objetivo dessa disciplina é o de apresentar problemas matemáticos que serão explorados por modelos que explicitem desenvolvimentos de idéias essenciais da matemática. Os modelos buscarão desenvolver habilidades analíticas e de resolução de problemas, no sentido de procurar quais são as hipóteses envolvidas e quais as ferramentas que podem ser utilizadas, propondo um tratamento matemático para as situações propostas. Partir-se-á de situações envolvendo conceitos básicos de contagem, permutação e combinação, para problemas recorrentes e de caminho mínimo. Também serão trabalhadas situações que apresentem modelos envolvendo conceitos de Cálculo de uma variável, de Cálculo Numérico e de Programação Linear. As discussões procurarão abordar questões referentes à avaliação, dinâmicas de sala de aula e novas tecnologias

    Bibliografia Básica:

    1. BISHOP, A. J. (org.) Didactics of Mathematics as a scientific discipline. Kluwer Academic Publishers, 2002.
    2. BRUNER, J. S. A cultura da educação. Porto Alegre: Artmed Editora, 2001.
    3. CLÁUDIO, D. N., MARINS, J. M. Cálculo Numérico Computacional. Ed. Atlas. 1994.
    4. HILLIER, F. S., LIEBERMAN, G. J., Introduction to operations research. McGraw-Hill. 2005.
    5. GERSTING, J. L. Fundamentos matemáticos para a Ciência da Computação. LTC. 2004.
    6. PERRENOUD, P. A pedagogia na escola das diferenças. Fragmentos de uma sociologia do fracasso. Porto Alegre: Artmed Editora, 2001.
    7. PERRENOUD, P. Pedagogia diferenciada. Das intenções à ação. Porto Alegre: Artes Médicas Sul Editora, 2000.
    8. STEWART, J. Cálculo. 6. ed. Editora Pioneira, 2009. Vol.1.
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    FUNDAMENTOS DA DIDÁTICA DA MATEMÁTICA

     

    Professor(a): Prof. Dr. Antonio Carlos Brolezzi

    Resumo:

    A proposta da disciplina é construir um primeiro cenário da Educação Matemática, a partir da análise de seus campos de investigação, de sua articulação com outras ciências e das principais referências de pesquisa internacionais e nacionais. Nesse quadro amplo pretende-se iniciar pela discussão de temas que localizem e demarquem o campo da Educação Matemática, apontando as suas diversas tendências, permitindo que o estudante se situe dentro deste campo interdisciplinar. Nessa direção, abordar-se-á: o construtivismo em sua origem com Piaget e Vygostky, a teoria dos campos conceituais de Vergnaud, a teoria das situações de Brousseau e as representações semióticas de Duval.

    Bibliografia Básica:

    1. AG ALMOULOUD Saddo. Fundamentos da Didática da Matemática. Curitiba: UFPR, 2007
    2. BIEHLER, R. e outros (Eds.), Didactics of Mathematics as a Scientific Discipline. Dordrecht: Kluwer Academic Publishers, 2002.
    3. ENGLISH, I. (Ed.),  Handbook of International Research in Mathematics Education. Mahwah: Lawrence Erlbaum Associates, 2002
    4. KILPATRICK, Jeremy. Fincando estacas: uma tentativa de demarcar a educação matemática como campo profissional e científico. Zetetiké, v.4, n.5, p.99-120,jan./jun. 1996.
    5. MACHADO, Silvia. D. A. (Org.) et AL... Educação Matemática: Uma (nova) introdução. 3ª. ed. São Paulo: EDUC, 2008.
    6. SILVA, C. M. S. ; MARCILINO, O. T. ; SANTOS-WAGNER, V. M. P. ; FOERSTE, E. . Metodologia da Pesquisa em Educação do Campo. 2009. ANEXO A - Texto 1: SILVA, C. M. S. da. SANTOS-WAGNER, V. M. Considerações para os iniciantes em pesquisas em Educação Matemática e Educação do Campo
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    METODOLOGIA DE PESQUISA

     

    Professor(a): Profa. Dra. Laurizete Ferragut Passos

    Resumo:

    A disciplina aborda questões gerais da pesquisa em Educação Matemática. Focaliza a problemática educativa a partir da pluralidade de abordagens e dos diferentes modos de focalizá-la. Discute a relação entre os processos instrumentais- técnicas e metodologias – de investigação, os referenciais teóricos e as concepções epistemológicas que lhe servem de pressupostos. Apresenta os diferentes modos de pesquisar, como os estudos qualitativos e quantitativos, o estudo de caso, a pesquisa do tipo survey, pesquisa-ação, pesquisa colaborativa, história de vida. Aborda ainda diferentes métodos de coleta de dados como entrevista, depoimento, grupo focal, observação. Discute diferentes perspectivas de análise de dados. Discute a questão ética na pesquisa. Centra-se na elaboração e discussão dos projetos de dissertação dos mestrandos.

    Bibliografia Básica:

    1. Araújo, J. L.;Borba (org) Pesquisa Qualitativa em Educação Matemática. Belo Horizonte:Autêntica, 2004.
    2. Bogdan, R.: Biklen, S. Nove questões frequentes sobre pesquisa qualitative. In Bogdan, R.:Biklen, S. Investigação Qualitativa em Educação uma introdução à teoria e aos métodos. Porto:Porto Editora, 1994.
    3. COSTA, Sérgio Francisco. O pesquisador e a estatística. Estudos em avaliação educacional, FCC: São Paulo, nº 16, p. 37-42, jul./dez. 1997.
    4. Fiorentini, D.; Lorenzato, S. Investigação em Educação Matemática: percursos teóricos e metodológicos. Campinas:Autores Associados, 2009.
    5. Flick, U. Pesquisa Qualitativa. Porto Alegre: Artmed, 2004.
    6. Kilpatrick, J. Fincando estacas: uma tentativa de demarcar a Educação Matemática como campo profissional e científico. Zetetiké, Campinas:Cempem- FE-Unicamp, v.4, n. 5, p. 99-12-, jan-jun. 1996.
    7. Lankshear, C.; Knobel, M Introdução à pesquisa como investigação quantitativa. In Lankshear, C; Knobel, M. Pesquisa Pedagógica do projeto à implementação. Porto Alegre:Artmed, 2008.
    8. Laville, C., Dionne, J. A construção do saber. Porto Alegre: Artmed, 1999.
    9. Lincoln, Y; Guba, E. Paradigmatic controversies, contradictions and emerging confluences. IN Guba, E. The Paradigm Dialog.London: Sage publications,  2004.
    10. May, T. Surveys sociais: do desenho à análise. In Pesquisa Social questões, métodos e processos. Porto Alegre:Artmed Editora, 2004.
    11. Ponte, J. P. P. Estudo de Caso em Educação Matemática. Bolema, n. 25, 2006, p. 105-132.
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    TEORIAS DA APRENDIZAGEM

     

    Professor(a): Profa. Dra. Sandra Maria Pinto Magina

    Resumo:

    Esta disciplina visa a estudar as contribuições do construtivismo para a Educação Matemática, tendo como principais pilares Piaget e Vygotsky, no que tange ao entendimento da formação e desenvolvimento de conceito. Sabemos que filosoficamente os dois partem de correntes distintas e, portanto necessário se faz estudar sobre as Teorias do Conhecimento do ponto de vista da Filosofia. Aqui nos deteremos apenas nas correntes que tratam da sua possibilidade e origem. No que tange a parte da Psicologia, achamos essencial que o aluno conheça, mesmo que sem maior profundidade, as teorias cognitivistas que buscam explicar o pensamento humano por caminhos diferente do que faz o Construtivismo. Desta forma apresentaremos um leque maior de possibilidades, tais como as teorias de Ausubel e de Vergnaud para que o estudante tenha subsídio para avaliar criticamente os construtos teóricos do construtivismo.

    Bibliografia Básica:

    1. DUVAL, Raymond. Registro de Representações Semióticas e Funcionamento Cognitivo da Compreensão em Matemática, In MACHADO, Silvia Dias Alcântara (Org.) Aprendizagem em Matemática: Registro de Representação Semiótica. Campinas SP: Papirus, 2003. p. 11-33
    2. HESSEN, J. Teoria do Conhecimento. São Paulo: Martins Fonte., 2003.
    3. MOREIRA, M., A.; MASINI, E. F.; SALZANO, M.  A Aprendizagem Significativa. Brasília: Moraes, 2002
    4. MORO, Maria Lucia. Construtivismo e Educação Matemática. Educação Matemática Pesquisa, vol. 11 No 1, pp.117-144
    5. PIAGET, J & INHELDER, B. A Psicologia da Criança. São Paulo: Bertrand Brasil, 1995
    6. PIAGET.J. Epistemologia genética. São Paulo: Martins Fontes, 2002
    7. VERGNAUD. Epistemology and Psycology of Mathematics Education. Em NESHER e KILPATRIK,  Mathematics and Cognition, Londres, Cambridge Press1990.
    8. VERGNAUD, G. Teoria dos Campos Conceituais. In: Brun,J. (dir.) Didactica das Matemáticas. Lisboa: Ed. Instituto Piaget,2001
    9. VYGOSTSKY, L. S. Construção do Pensamento e da linguagem. Tradução de Bezerra, P. São Paulo: Martins Fontes, 2001
    10. VYGOSTSKY A formação Social da Mente. São PauloMartins Fontes, 1987

 

Estruturas do 1º semestre de 2011

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    ATIVIDADES PROGRAMADAS II

     

    Professor(a): Profa. Dra. Cileda de Queiroz e Silva Coutinho

    Resumo:

    Esta disciplina tem por alvo acompanhar os alunos na produção de artigos a serem apresentados em eventos (por exemplo, anpedinha e ebrapem), assessorando-os quando necessário, em colaboração com os respectivos orientadores. Não se trata de orientar quanto ao conteúdo, mas quanto ao que se deve apresentar em um trabalho científico segundo as normas do evento escolhido. Ao final do semestre, os alunos devem encaminhar um relatório de atividades contendo: participação em eventos, proposição e/ou apresentação de trabalho em evento, com documentação comprobatória e cópia do artigo enviado, assim como preenchimento do relatório CAPES para produção discente. Tal relatório será repassado aos respectivos orientadores.

    Bibliografia Básica:

    1. BURSZTYN, M.; DRUMMOND, J. A.; NASCIMENTO, E. P. Como escrever (e publicar) um trabalho científico. Rio de Janeiro:Garamond, 2010.
    2. BOGDAN, R.; BIKLEN, S. Redação da Investigação IN Investigação Qualitativa em Educação – uma introdução à teoria e aos métodos. Porto:Porto Editora: 1994.
    3. VOLPATO, S. Bases teóricas da Redação Científica – porque seu artigo foi negado. São Paulo: Cultura Acadêmica, 2010.
    4. ____________ Método Lógico para Redação Científica. São Paulo: Cultura Acadêmica, 2010.
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    DIDÁTICA DA MATEMÁTICA I

     

    Professor(a): Prof. Dr. Antonio Carlos Brolezzi

    Resumo:

    O curso tem como proposta refletir sobre processos didáticos e fenômenos que esses originam buscando o entendimento dos mesmos tendo em vista a pesquisa na área e a prática em sala de aula. Com foco nos níveis Fundamental e Médio busca-se apresentar reflexões acerca das interrelações entre os elementos teóricos advindos dos diferentes domínios do saber matemático escolar bem como desses com os fundamentos de outras disciplinas educacionais básicas. A disciplina apresenta textos e teorias nas áreas do ensino de Geometria, Álgebra, Números e Estatística, tendo em vista a promoção da reflexão acerca das práticas da educação matemática, em particular do uso de tecnologias e atividades de pesquisa em sala de aula.

    Bibliografia Básica:

    1. ALMOULOUD, S. A. . A geometria na escola básica: que espaços e formas tem hoje?. In: VII Encontro Paulista de Educação matemática, 2004, São Paulo. VII EPEM -Resumos. São Paulo: SBEM-São Paulo, 2004.http://www.sbempaulista.org.br/epem/anais/mesas_redondas/mr21-Saddo.doc
    2. BROLEZZI, A. C. Princípio de Cavalieri e o Cálculo de Volumes (2003) Fundação Vanzolini, São Paulo
    3. BROLEZZI, A. C. Contar e medir na origem dos números. (2007) http://www.ime.usp.br/~brolezzi/publicacoes/teses/brolezzidr.pdf
    4. BROLEZZI, A. C. Problemas e criatividade: uma breve introdução São Paulo: Factash Editora, 2008
    5. GRAHAM, Alan. Developing Thinking in Statistics. London: The Open University, 2006
    6. GRAVINA, Maria Alice. Geometria Dinâmica na escola. Texto de minicurso SIMMI'2009 – UFG http://www.catalao.ufg.br/mat/simmi/simmi2009/arquivos/MC10.pdf
    7. JOHNSTON-WILDER, Sue & MASON, John. Developing Thinking in Geometry. London: The Open University, 2006
    8. LINDQUIST, M. M. & SHULTE, A. P. (Ed.) (1998) Aprendendo e ensinando Geometria, Ed. Atual
    9. MASON, John, GRAHAM, Alan & JOHNSTON-WILDER, Sue. Developing Thinking in Algebra. London: The Open University, 2007
    10. São Paulo (SP). Secretaria Municipal de Educação. Diretoria de Orientação Técnica. Orientações curriculares : expectativas de aprendizagens e orientações didáticas para Educação Infantil / Secretaria Municipal de Educação – São Paulo: SME / DOT, 2007. 152p. http://portalsme.prefeitura.sp.gov.br/Documentos/BibliPed/EdInfantil/OrientaCurriculares_ExpectativasAprendizagens_ OrientaDidaticas.pdf
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    DIDÁTICA DA MATEMÁTICA II

     

    Professor(a): Profa. Dra. Silvia Dias Alcântara Machado

    Resumo:

    A disciplina tem por alvo o estudo didático da Matemática desenvolvido nos primeiros anos universitários evidenciando as ideias subjacentes à Matemática do Ensino Básico, tornando-as explicitas e aprofundando-as. Essas ideias são chamadas por David Tall (1991) de pensamento matemático avançado (AMT). Dentre essas ideias serão tratadas a Lógica Matemática, a concepção de Função, a concepção de Estrutura Algébrica, os paradigmas que influenciam o fazer matemático e pedagógico, tudo isso permeado pela análise de artigos científicos sobre tais temas.

    Bibliografia Básica:

    1. DORIER, J. L. On The Teaching of Linear Algebra. Dordrecht: Ed. Kluwer. 2000. 288p.
    2. LEGRAND, M. "Circuit" ou les règles du debat mathématique In: ARTIGUE, M et alorgs. Enseigner Autrement les Mathématiques em DEUG a première année. Paris: Ed. CIIU.1990. p. 129-164
    3. NARDI, E. Amongst Mathematicians: Teaching and Learning Mathematics at University Level. NY: Springer Science. 2008. 340p.
    4. PAVANELLO, R; NOGUEIRA, C. Avaliação em Matemática: Algumas Considerações. Estudos em Avaliação Educacional, S. Paulo, v. 17, n. 33, jan./abr. 2006.
    5. TALL, D. Advanced Mathematical Thinking. Dordrecht: Ed. Kluwer.  1991.
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    ESTUDOS COMPLEMENTARES

     

    Professor(a): Profa. Ana Lúcia Manrique

    Resumo:

    A disciplina visa a apresentar conceitos de matemática, explorando modelos que explicitem desenvolvimentos de idéias essenciais do Cálculo e da Álgebra Linear. Os modelos buscarão desenvolver habilidades analíticas e de resolução de problemas, no sentido de procurar quais são as hipóteses envolvidas e quais as ferramentas que podem ser utilizadas, propondo um tratamento matemático para as situações propostas. Partir-se-á de situações envolvendo conceitos básicos de contagem, permutação e combinação, para problemas recorrentes e de caminho mínimo. Também serão trabalhadas situações que envolvam modelos resolvidos com conceitos do Cálculo de uma variável – derivada e integral –, de Cálculo Numérico – interpolação, ajuste de funções, integração numérica e equações diferenciais ordinárias – e de Programação Linear – método gráfico e simplex.

    Bibliografia Básica:

    1. STEWART, J. Cálculo. 6. ed. Editora Pioneira, 2009. Vol.1.
    2. CLÁUDIO, D. N., MARINS, J. M. Cálculo Numérico Computacional. Ed. Atlas. 1994.
    3. HILLIER, F. S., LIEBERMAN, G. J., Introduction to operations research. McGraw-Hill. 2005.
    4. GERSTING, J. L. Fundamentos matemáticos para a Ciência da Computação. LTC. 2004.
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    FUNDAMENTOS DA DIDÁTICA DA MATEMÁTICA

     

    Professor(a): Profa. Dra. Sandra Maria Pinto Magina

    Resumo:

    A proposta da disciplina é construir um primeiro cenário da Educação Matemática, a partir da análise de seus campos de investigação, de sua articulação com outras ciências e das principais referências de pesquisa internacionais e nacionais. Nesse quadro amplo pretende-se iniciar pela discussão de temas que localizem e demarquem o campo da Educação Matemática dentro da ciência, apontando as suas diversas tendências, permitindo que o estudante se situe dentro deste campo interdisciplinar. Nessa direção, abordar-se-á: o construtivismo e a Educação Matemática, a teoria das Situações, o desenvolvimento da criança na perspectiva da Educação Matemática, as representações semióticas e o funcionamento cognitivo para compreender a Matemática, culminando com a Abordagem Instrumental proposta por Rabardel.

    Bibliografia Básica:

    1. AG ALMOULOUD Saddo. Fundamentos da Didática da Matemática. Curitiba: UFPR, Cap. II: A Teoria das Situações Didaticas, 2007
    2. BASSANEZI, R. C. ensino-aprendizagem com Modelagem Matemática, 3ª ed. São Paulo: Contexto, 2006.
    3. BHARATH Sriraman; LYN English. Theories of Mathematics Education: Seeking New Frontiers (Advances in Mathematics Education). Nova York: Springer, 2009
    4. BIEHLER, Rolf; SCHOLZ, Roland; STRABER, Rudolf; WINKELMANN, Bernard. Didactics of Mathematics as a Scientific Discipline. Nova York: Kluwer Academic Publishers, 2002.
    5. KILPATRICK, Jeremi. Fincando estacas: uma tentativa de demarcar a educação matemática como campo profissional e científico. Zetetiké, v.4, n.5, p.99-120,jan./jun. 1996.
    6. MACHADO, Silvia. D. A. (Org.) ; FRANCHI, Anna (Org.) ; SILVA, Benedito A. da (Org.) ; FREITAS, José Luiz Magalhaes de (Org.) ; PAIS, Luis. C. (Org.) ; MARANHAO, Maria Cristina S. de A (Org.) ; DAMM, Regina F. (Org.) ; IGLIORI, Sonia B C. (Org.) . Educação Matemática: Uma (nova) introdução. 3ª. ed. Sao Paulo: EDUC, 2008. v. 1. 250 p.
    7. NUNES, Terezinha; CAMPOS, Tânia; MAGINA, Sandra; BRYANT, Peter. Educação Matemática: Números e Operação. São Paulo: Cortez. pp.9-45 e pp.169-204. 2005.
    8. PONTE, João. P. Didacticas Específicas e Construção do Conhecimento Profissional in TAVARES, J.; PEREIRA, A.; PEDRO, A.P.; e SÁ, H. (Eds.) Investigar e Formar em Educação: Actas do IV Congresso da SPCE,Porto: SPCE1999, pp. 59-72
    9. PONTE, João. P. Da formação ao desenvolvimento profissional, Actas do ProMat 98 (pp. 27-44) Lisboa:APM
    10. SILVA, Circe; SANTOS-WAGNER, Vânia dos. . O que um iniciante deve saber sobre a pesquisa em educação matemática? Disponível em: http://www.4shared.com/get/hb9m7vBE/Silva_Wagner_-_O_que_um_inici.html;jsessionid=A8CAAA1734BE2BBEE81C9EB97973A8EC.dc216
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    METODOLOGIA DE PESQUISA

     

    Professor(a): Profa. Dra. Laurizete Ferragut Passos

    Resumo:

    A disciplina aborda questões gerais da pesquisa em Educação Matemática. Focaliza a problemática educativa a partir da pluralidade de abordagens e dos diferentes modos de focalizá-la. Discute a relação entre os processos instrumentais- técnicas e metodologias – de investigação, os referenciais teóricos e as concepções epistemológicas que lhe servem de pressupostos. Apresenta os diferentes modos de pesquisar, como os estudos qualitativos e quantitativos, o estudo de caso, a pesquisa do tipo survey, pesquisa-ação, pesquisa colaborativa, história de vida. Aborda ainda diferentes métodos de coleta de dados como entrevista, depoimento, grupo focal, observação. Discute diferentes perspectivas de análise de dados. Discute a questão ética na pesquisa. Centra-se na elaboração e discussão dos projetos de dissertação dos mestrandos.

    Bibliografia Básica:

    1. Araújo, J. L.;Borba (org) Pesquisa Qualitativa em Educação Matemática. Belo Horizonte:Autêntica, 2004.
    2. Bogdan, R.: Biklen, S. Nove questões frequentes sobre pesquisa qualitative. In Bogdan, R.:Biklen, S. Investigação Qualitativa em Educação uma introdução à teoria e aos métodos. Porto:Porto Editora, 1994.
    3. COSTA, Sérgio Francisco. O pesquisador e a estatística. Estudos em avaliação educacional, FCC: São Paulo, nº 16, p. 37-42, jul./dez. 1997.
    4. Fiorentini, D.; Lorenzato, S. Investigação em Educação Matemática: percursos teóricos e metodológicos. Campinas:Autores Associados, 2009.
    5. Flick, U. Pesquisa Qualitativa. Porto Alegre: Artmed, 2004.
    6. Kilpatrick, J. Fincando estacas: uma tentativa de demarcar a Educação Matemática como campo profissional e científico. Zetetiké, Campinas:Cempem- FE-Unicamp, v.4, n. 5, p.99-12-, jan-jun. 1996.
    7. Lankshear, C.; Knobel, M Introdução à pesquisa como investigação quantitativa. In Lankshear, C; Knobel, M. Pesquisa Pedagógica do projeto à implementação. Porto Alegre:Artmed, 2008.
    8. Laville, C., Dionne, J. A construção do saber. Porto Alegre: Artmed, 1999.
    9. Lincoln, Y; Guba, E. Paradigmatic controversies, contradictions and emerging confluences. IN Guba, E. The Paradigm Dialog.London: Sage publications,  2004.
    10. May, T. Surveys sociais: do desenho à análise. In Pesquisa Social questões, métodos e processos. Porto Alegre:Artmed Editora, 2004.
    11. Ponte, J. P. P. Estudo de Caso em Educação Matemática. Bolema, n. 25, 2006, p. 105-132.
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    TEORIAS DA APRENDIZAGEM

     

    Professor(a): Profa. Dra. Sandra Maria Pinto Magina

    Resumo:

    Esta disciplina visa a estudar as contribuições do construtivismo para a Educação Matemática, tendo como principais pilares Piaget e Vygotsky, no que tange ao entendimento da formação e desenvolvimento de conceito. Sabemos que filosoficamente os dois partem de correntes distintas e, portanto necessário se faz estudar sobre as Teorias do Conhecimento do ponto de vista da Filosofia. Aqui nos deteremos apenas nas correntes que tratam da sua possibilidade e origem. No que tange a parte da Psicologia, achamos essencial que o aluno conheça, mesmo que sem maior profundidade, as teorias cognitivistas que buscam explicar o pensamento humano por caminhos diferente do que faz o Construtivismo. Desta forma apresentaremos um leque maior de possibilidades, tais como as teorias de Ausubel e de Vergnaud para que o estudante tenha subsídio para avaliar criticamente os construtos teóricos do construtivismo.

    Bibliografia Básica:

    1. DUVAL, Raymond. Registro de Representações Semióticas e Funcionamento Cognitivo da Compreensão em Matemática, In MACHADO, Silvia Dias Alcântara (Org.) Aprendizagem em Matemática: Registro de Representação Semiótica. Campinas SP: Papirus, 2003. p. 11-33
    2. HESSEN, J. Teoria do Conhecimento. São Paulo: Martins Fonte., 2003.
    3. MOREIRA, M., A.; MASINI, E. F.; SALZANO, M.  A Aprendizagem Significativa. Brasília: Moraes, 2002
    4. MORO, Maria Lucia. Construtivismo e Educação Matemática. Educação Matemática Pesquisa, vol. 11 No 1, pp.117-144
    5. PIAGET, J & INHELDER, B. A Psicologia da Criança. São Paulo: Bertrand Brasil, 1995
    6. PIAGET.J. Epistemologia genética. São Paulo: Martins Fontes, 2002
    7. VERGNAUD. Epistemology and Psycology of Mathematics Education. Em NESHER e KILPATRIK,  Mathematics and Cognition, Londres, Cambridge Press1990.
    8. VERGNAUD, G. Teoria dos Campos Conceituais. In: Brun,J. (dir.) Didactica das Matemáticas. Lisboa: Ed. Instituto Piaget,2001
    9. VYGOSTSKY, L. S. Construção do Pensamento e da linguagem. Tradução de Bezerra, P. São Paulo: Martins Fontes, 2001
    10. VYGOSTSKY A formação Social da Mente. São PauloMartins Fontes, 1987
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Mestrado Profissional  

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Estruturas do 2º semestre de 2011

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    TEORIA E PRÁTICA NA EDUCAÇÃO MATEMÁTICA

     

    Professor(a): Profa. Dra. Barbara Lutaif Bianchini

    Resumo:

    Objetivos

    Proporcionar ao aluno uma formação básica em Educação da Matemática permitindo–lhe enfrentar novos desafios da Educação; Fornecer condições favoráveis à sua formação científica no campo da Educação da Matemática, tanto como formador, quanto como futuro pesquisador na área de Educação Matemática; Desenvolver metodologias de construção e de análise de situações-problema para sala de aula.

     Ementa

    Entende-se "Educação Matemática" como uma área de conhecimento que tem por objetivo estudar e investigar os problemas relativos ao ensino e a aprendizagem da Matemática, bem como propor ações fundamentadas para resolver, pelo menos parcialmente, esses problemas. Neste sentido, o curso se propõe a estudar os pressupostos teórico-metodológicos do desenvolvimento profissional do professor sob a dimensão da Educação Matemática  e suas múltiplas perspectivas na pesquisa e no ensino e aprendizagem da matemática, a partir da análise de seus campos de investigação, de sua articulação com outras ciências e das principais referências de pesquisa internacionais e nacionais.   Será estudado o papel da pesquisa em Educação Matemática e suas influencias na prática pedagógica do professor de matemática. Nesse quadro amplo situará a produção e os projetos de pesquisa em andamento do Programa de Pós Graduação em Educação Matemática da PUC/SP. Serão discutidos temas como: Pesquisa em Educação Matemática: concepções e perspectivas, história e perspectivas atuais; Principais tendências de pesquisa em Educação Matemática (Didática da Matemática, Psicologia da Educação Matemática, etc.); a implicação das pesquisas nos processos de organização curricular, a Teoria das Situações Didáticas.

    Bibliografia Básica:

    1. ALMOULOUD, Saddo Ag. Fundamentos da Didática da Matemática. Curitiba: Editora UFPR, 2007.
    2. BROUSSEAU, G. Introdução ao estudo da teoria das situações didática: conteúdos e métodos de ensino. São Paulo: Ática, 2008.
    3. BRUN, J. Didáctica das Matemáticas. Coleção: Horizontes Pedagógicos. Lisboa: Instituto Piaget, 1996.
    4. CURY, H. N. Análise de erros: o que podemos aprender com as respostas dos alunos. Belo Horizonte: Autêntica, 2007.
    5. MACHADO, S. (Org.). Aprendizagem em matemática.. 8a. ed. Campinas: Papirus, 2011.
    6. MACHADO, S. A. D. [et al]. Educação Matemática: Uma (nova) introdução. 3. ed. Revista. São Paulo:  EDUC, 2008.
    7. PONTE, J. P. Investigar a nossa própria prática – em refletir e investigar sobre a prática profissional – organização: GTI – Grupo de Trabalho de Investigação Portugal:  Associação de Professores de Matemática, 2002.
    8. URSINI, S et al. Enseñanza del Álgebra elemental:uma propuesta alternativa. México: Trillas, 2005.
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    TECNOLOGIAS DE INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO NA EDUCAÇÃO MATEMÁTICA

     

    Professor(a): Profa. Dra. Celina Aparecida Almeida Pereira Abar

    Resumo:

    Esta disciplina tem por alvo fornecer elementos para que os alunos construam o aprendizado referente à inserção e uso das Tecnologias de Informação e Comunicação no processo de ensino-aprendizagem de Matemática nos níveis fundamental, médio e superior. Para tanto, por meio de um trabalho desenvolvido presencialmente e a distância, pretende realizar discussões teóricas em fóruns e atinentes ao uso das tecnologias na Educação em geral, e na Educação Matemática em particular. Tais discussões estão abalizadas por leituras de textos de referência em cada tópico desenvolvido semanalmente. Além disso, pretende promover experiências com o uso desoftwares, de dispositivos e interfaces como computador, calculadora e lousa digital devidamente contextualizados, em uma estratégia pedagógica que considere as pessoas, estudantes e professores de Matemática, em um processo intensivo de interação.

    Bibliografia Básica:

    1. ABAR, C. A. A. P. Auto-formação do professor de Matemática pelo uso das tecnologias de informação e comunicação. Tecnologias e Educação Matemática. Lisboa: Sociedade Portuguesa de Ciências da Educação, 2008.
    2. FROTA, M. C. R.; BORGES, O. Perfis de entendimento sobre o uso de tecnologias na Educação Matemática. In: Anais da 27ª reunião anual da Anped. Caxambu, nov.2004. CD-ROM.
    3. KENSKI, V. M. Educação e tecnologias: o novo ritmo da informação. Campinas: Papirus, 2008.
    4. LÉVY, P. Tecnologias da Inteligência. São Paulo: Editora 34, 1993.
    5. OLIVEIRA, G. P. Transposição didática: aportes teóricos e novas práticas. In: WITTER, Geraldina P; FUJIWARA, Ricardo (Orgs). Ensino de Ciências e Matemática: análise de problemas. v.1. São Paulo: Ateliê Editorial, 2009.
    6. OLIVEIRA, G. P. Generalização de padrões, pensamento algébrico e notações: o papel das estratégias didáticas com interfaces computacionaisEducação Matemática Pesquisa, 2008, v.10, n.2.
    7. PONTE, J. P; CANAVARRO, P. Matemática e novas tecnologias. Lisboa: Universidade Aberta, 1997.

    Artigos da revista ZDM42B

ESTRUTURA ANTIGA (ingressantes do 2º semestre de 2002 ao 2º semestre de 2010)

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    AUTOFORMAÇÃO PELO USO DAS TECNOLOGIAS DA INFORMAÇÃO E DA COMUNICAÇÃO - TIC

     

    Professor(a): Prof. Gerson Pastre de Olveira

    Resumo:

    Esta disciplina tem como finalidade a apropriação, pelo professor mestrando, de conhecimentos básicos necessários de recursos de novas tecnologias que lhes permitam utilizá-los em sua própria formação e sua prática docente. Para tanto, serão programadas sessões de estudo a serem desenvolvidas nos laboratórios de Informática e a distância com o uso de softwares específicos para cada tema trabalhado, uso da Internet, uso de objetos de aprendizagem e uso de calculadoras. Todas as sessões de estudos terão referencial teórico subjacente aos temas trabalhados objetivando a discussão em fóruns sobre o entendimento de como as tecnologias da informação e comunicação (TIC) podem auxiliar o processo de ensino e aprendizagem da Matemática e suas implicações na prática docente. As atividades serão desenvolvidas tanto individualmente como em grupo.

    Bibliografia Básica:

    1. BELLONI, M. L. Educação a Distância. Campinas: Editores Associados, 1999.
    2. BORBA, M. C. Calculadoras Gráficas e Educação Matemática, Série Reflexão e Educação Matemática, Rio de Janeiro: MEM/USU, Ed. Art. Bureau, 6. 1999.
    3. DISESSA A., HOYLES, C. NOSS, R. Computers for Exploratory Learning, Springer-Verlag, 1995
    4. LÉVY, P. A Inteligência Coletiva: Por uma Antropologia do Ciberespaço (2ª ED) São Paulo: Edições Loyola, 1999.
    5. NOSS, R, HOYLES, C. Windows on Mathematical Meanings, Dordrecht: Kluwer. 1996.
    6. SCHATTSCHNEIDER, D., KING, J. (eds) Geometry Turned On: Dynamic Software in Learning, Teaching and Research  The Mathematical Association of America. 1998
    7. TINSLEY, D., JOHNSON, D. C., (eds) Information and Communications Technologies in School Mathematics, Chapman & Hall, 1998.
    8. VALENTE, J. A., (Org.) O computador na sociedade do conhecimento,  Campinas SP: UNICAMP/NIED, 1999.
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    DIDÁTICA DA MATEMÁTICA E PRÁTICA DOCENTE SUPERVISIONADA

     

    Professor(a): Profa. Dra. Cileda de Queiroz e Silva Coutinho

    Resumo:

    Nesta disciplina pretende-se trabalhar com algumas das teorias didáticas que podem embasar a pesquisa sobre sala de aula (materiais didáticos, situações de aprendizagem, prática docente e desenvolvimento profissional, etc). Os alunos serão convidados à leitura de dissertações que versem sobre esses temas e das quais apresentarão resenhas, elaborarão sequências para aprendizagem de conteúdos escolhidos em aula, fazendo análise didática das mesmas, e essas serão as atividades principais do curso. Exemplos de teorias que serão abordadas: Teoria das Situações Didáticas, Teoria dos Registros de Representações Semióticas, Teoria Antropológica do Didático, particularmente as organizações praxeológicas, Trajetórias Hipotéticas de Aprendizagem e Níveis de Mobilização dos Conhecimentos. Para o componente Prática, os alunos serão orientados a observar a aplicação de uma sequência didática em uma turma a ser escolhida por eles, analisando a prática docente, embasados por leituras (artigos e uma das dissertações das quais farão a resenha). Dessa forma, pretende-se garantir a articulação entre os dois componentes, Didática e Prática.

    Bibliografia Básica:

    1. BRUN, J. (dir). Didactica das Matemáticas. Maria José Figueiredo (trad). Editora Instituto Piaget.
    2. GASCÓN, J. (2003). A necessidade de utilizar modelos em Didática das Matemáticas. In Educação Matemática Pesquisa, v.5, n.2.
    3. PIRES, C. M. C. (2009). Perspectivas construtivistas e organizações curriculares: um encontro com as formulações de Martin Simon. In Educação Matemática Pesquisa, v. 11, n. 1, disponível emhttp://revistas.pucsp.br/index.php/emp/article/view/2136/1660
    4. PONTE, J. P. (2008). Investigar a nossa própria prática: Uma estratégia de formação e de construção do conhecimento profissional. PNA - Revista de Investigación en Didáctica de la Matemática, 2(4), 153-180. Disponível em http://www.educ.fc.ul.pt/docentes/jponte/docs-pt/04-Ponte-Corunha.pdf
    5. ROBERT A. (1998). Outils d'analyse des contenus mathématiques à enseigner au lycée et àl' université. In Recherches en Didactiques des Mathématiques, 18/2, 139-190. (Traduzido por Coutinho, C. Q. S e Silva, M. J. F., para fins acadêmicos)
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    GRUPO DE ESTUDO: METODOLOGIA DE PESQUISA E ANÁLISE DE PESQUISAS EM EDUCAÇÃO MATEMÁTICA

     

    Professor(a): Prof. Dr. Fumikazu Saito

    Resumo:

    Esta disciplina tem por objetivo fornecer subsídios para elaboração de projeto de pesquisa relacionado com a futura dissertação e desenvolver competência para trabalhar colaborativamente de tal modo a desenvolver uma postura crítica de análise na área de Educação Matemática.

    Bibliografia Básica:

    1.  BICUDO, M. A. V., org. Pesquisa em Educação Matemática: concepções e perspectivas. São Paulo: Ed. da UNESP, 1999.
    2.  D'AMBROSIO, U. Da realidade à ação: reflexões sobre educação e matemática. 5ª ed. São Paulo/Campinas: Summus/Ed. Unicamp, 1986.
    3.  _____. Educação Matemática: da teoria à prática. Campinas: Papirus, 1996.
    4.  Educação Matemática Pesquisa: Revista do Programa de Estudos Pós-Graduados em Educação Matemática/Pontifícia Universidade Católica de São Paulo. São Paulo: Educ, 1999-2008.
    5.  KELLY, A. & R. Lesh, orgs. Handbook of Research Design in Mathematics and Science Education. Hillsdale: Lawrence Erlbaum Assoiates, 2000.
    6.  MACHADO, S. D. A. (org.). Educação matemática: uma (nova) introdução. São Paulo: Educ, 2008.
    7.  SIERPINSKA, A. & J. Kilpatrick, orgs. Mathematics Education as a Research Domain: A Search for Identity: An ICMI Study. Dordrecht/Boston/London: Kluwer Academic Publishers, 1997, 2 vols.
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    INTRODUÇÃO À FILOSOFIA E À HISTÓRIA DA MATEMÁTICA

     

    Professor(a): Prof. Dr. Fumikazu Saito

    Resumo:

    Esta disciplina propõe-se analisar e refletir sobre as potencialidades didáticas e pedagógicas da história da matemática. Busca-se introduzir o estudante na problemática histórica e epistemológica da construção do conhecimento matemático, seu objeto e sua articulação com o ensino. Para tanto, procura-se apontar para as principais etapas do desenvolvimento do pensamento matemático, a partir de episódios temáticos significativos da História da Matemática, desde a antiguidade até o presente.

    Bibliografia Básica:

    1. ALBERTI, L. B. Matemática lúdica. Org. de P. Souffrin e trad. de A. Telles. Rio de Janeiro, Jorge Zahar, 2006.
    2. ARISTÓTELES. The Works of Aristotle. Org. de W. D. Ross. Chicago/Londres, Encyclopaedia Britannica, 1952, 2 vols (Col. Great Books of the Western World, Vol. 8-9).
    3. BICUDO, M. A. V. (org.). Pesquisa em Educação Matemática: Concepções e Perspectivas. São Paulo: Ed. UNESP, 1999.
    4. DE BONI, L. A. Filosofia Medieval: textos. Porto Alegre: EDIPUCRS, 2000.
    5. DESCARTES, R. Obras escolhidas. 3a ed. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 1994.
    6. EUCLIDES. Elementos. Trad. e Introd. I. Bicudo. São Paulo: Ed. da UNESP, 2009.
    7. HILBERT, D. Fundamentos da geometria. Ed. de A. J. Franco de Oliveira. Lisboa, Gradiva, 2003.
    8. MONGELLI, L. M. org. Trivium & Quadrivium: As artes liberais na Idade Média. Cotia, Íbis, 1999.
    9. PLATÃO. A república. Trad. de M. H. da R. Pereira. 8ª ed. Lisboa, Fundação Calouste Gulbenkian, 1996.
    10. POINCARÉ, H. Ensaios Fundamentais. Rio de Janeiro: Contraponto/PUCRIO, 2008.
    11. RUSSELL, B. Introdução à filosofia da matemática. Trad. de M. L. X. de A. Borges. Rio de Janeiro: Zahar, 2007.
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    TÓPICOS DE CÁLCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL

     

    Professor(a): Profa. Dra. Barbara Lutaif Bianchini

    Resumo:

    O curso tem como objetivo ampliar o aprendizado do Cálculo visando o desenvolvimento do professor de matemática dos diferentes níveis de ensino. O ensino de Cálculo Diferencial e Integral vem recebendo grande atenção nas pesquisas nacionais e internacionais.  No Brasil esta disciplina tem um índice de reprovação de cerca de 80%. Nas universidades esta disciplina figura como obrigatória para vários cursos, entre eles citamos os de Ciência da Computação, Matemática, Física, Química, Engenharias, Arquitetura, Farmácia e Economia.  Antes de 1970 uma introdução ao Cálculo Diferencial e Integral fazia parte do currículo escolar no ensino médio, mas mesmo assim a situação de fracasso nas universidades também existia. Hoje, alguns livros didáticos do ensino médio apresentam os tópicos sobre limites e derivada. Ao trabalhar os tópicos de Conjuntos Numéricos, Funções reais, Derivada e Integral visamos, sobretudo:

    1. discutir a ordem dos conteúdos proposta nos livros didáticos segundo teorias de aprendizagem,
    2. discutir o papel da história da matemática,
    3. discutir o papel das tecnologias nos processos de ensino e aprendizagem do Cálculo,
    4. discutir as relações, caso existam, entre os conteúdos ensinados na Licenciatura de Matemática em Cálculo Diferencial e Integral e os tópicos de matemática do ensino fundamental e médio.  Principalmente a noção de infinito e do continuum.

    Busca-se, ainda, contribuir para uma postura crítica e maior autonomia da prática docente.

    Bibliografia Básica:

    Sugerimos que cada aluno traga pelo menos dois livros de Cálculo, um que tenha utilizado na graduação e outros. Abaixo deixamos apenas indicações de livros.

    1. CARAÇA, Bento de Jesus. Conceitos fundamentais da matemática. 6.ed. Lisboa: Gradiva, 2005.295p.
    2. STEWART, J. Cálculo, Volume I, Pioneira Thomson, 2003.
    3. THOMAS, G. B. Cálculo. vol. 1. Addison Wesley, São Paulo, 2003.
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    TÓPICOS DE GEOMETRIA

     

    Professor(a): Prof. Dr. Gerson Pastre de Oliveira

    Resumo:

    Esta disciplina tem como finalidade a apropriação, pelo professor mestrando, de conhecimentos relativos à Geometria Euclidiana Plana no que diz respeito a axiomas, teoremas e definições, bem como aos aspectos didáticos relacionados a estes temas na Escola Básica. Mais especificamente, esta disciplina pretende discutir questões didáticas e de conteúdo relativas aos axiomas de incidência e ordem, de medição de segmentos e de ângulos. Da mesma forma, deve refletir sobre temas como congruência, teorema do ângulo externo, axioma das paralelas, semelhança de triângulos e transformações geométricas.

    Bibliografia Básica:

    1. ALVES, S. & GALVÃO, M. E. E. L. Um estudo geométrico das transformações elementares. São Paulo: Instituto de Matemática e Estatística da USP, 1996.
    2. BARBOSA, J. M. B. Geometria euclidiana plana. 9. ed. Coleção do Professor de Matemática. Rio de Janeiro: SBM, 2006.
    3. FONSECA, M. C. F. R. et al. O ensino de geometria na escola fundamental: três questões para a formação do professor dos ciclos iniciais. 2. ed. Belo Horizonte: Autêntica, 2005.
    4. LIMA, E. L. Isometrias. Coleção do Professor de Matemática, Sociedade de Matemática. Rio de Janeiro: IMPA/VITAE, 1998.

NOVA ESTRUTURA (ingressantes a partir do 1º semestre de 2011)

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    FORMAÇÃO DE PROFESSORES E DESENVOLVIMENTO CURRICULAR EM MATEMÁTICA

     

    Professor(a): Profa. Dra. Célia Maria Carolino Pires

    Resumo:

    A disciplina busca propiciar aos mestrandos oportunidades de: investigar os processos de desenvolvimento curricular, analisando a trajetória do ensino de Matemática na organização curricular brasileira e as atuais propostas de ensino; identificar e analisar variáveis que intervêm na formulação de propostas curriculares e discutir como as diretrizes veiculadas por documentos oficiais são traduzidas na prática dos professores em sala de aula e nos livros didáticos; estudar como se dá a relação entre processos de formação de professores e os processos de mudança, inovação e desenvolvimento curricular; identificar processos de formação inicial e continuada de professores de Matemática, em cursos de Licenciatura e em projetos de formação continuada e sua relação com as recentes pesquisas relativas á formação de professores; analisar criticamente mudanças na formação de professores em decorrência das demandas atuais do sistema educacional brasileiro.

    Bibliografia Básica:

    1. PIRES, C. M. C. . Educação Matemática e sua influência no processo de organização e desenvolvimento curricular no Brasil. Bolema. Boletim de Educação Matemática (UNESP. Rio Claro. Impresso), v. 1, p. 1, 2008.
    2. PIRES, C. M. C. . Perspectivas construtivistas e organizações curriculares: um encontro com as formulações de Martin Simon. Educação Matemática Pesquisa, v. 11, p. 145-166, 2009.
    3. PIRES, C. M. C. . Implementação de inovações curriculares em matemática e embates com concepções, crenças e saberes de professores: breve retrospectiva histórica de um problema a ser enfrentado. Unión (San Cristobal de La Laguna), v. 12, p. 53-72, 2007.
    4. PIRES, C. M. C. . Formulações basilares e reflexões sobre a inserção da Matemática no currículo visando a superação do binômio máquina e produtividade. Educação Matemática Pesquisa, São Paulo, v. 6, p. 29-61, 2004.
    5. TRALDI JÚNIOR, Armando ; PIRES, C. M. C. . Grupo colaborativo e o desenvolvimento profissional de formadores de professores de Matemática.. Zetetike (UNICAMP)>, v. 17, p. 10-20, 2008.>
    6. SHULMAN, L. Renewing the Pedagogy of Teacher Education: the impact of subject-specific conceptions of teaching. >In: Monteiro Mesa: Las didácticas en la formactión del professorado. >Santiago de Compostela. Tórculoedicións, 1992.
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    INTRODUÇÃO À METODOLOGIA DE PESQUISA

     

    Professor(a): Prof. Dr. Armando Traldi Junior

    Resumo:

    Esta disciplina tem por alvo o estudo das questões epistemológicas suscitadas pelo conhecimento científico, na diversidade dos seus domínios, dos seus métodos e dos seus objetivos enfatizando a pesquisa na formação e no trabalho do docente, analisando os diferentes instrumentos de coleta de dados e textos teóricos. Busca preparar o estudante para a argumentação lógica e científica; e para a elaboração de seu trabalho de investigação.

    Bibliografia Básica:

    1. ESTRELA, A. TEORIA E PRÁTICA DE OBSERVAÇÃO DE CLASSES: UMA ESTRATÉGIA DE FORMAÇÃO DE PROFESSORES. PORTO. PORTO EDITORA. 2008.
    2. FIORENTINI. D.; LORENZATO. S. Investigação em Educação Matemática: Percursos teóricos e metodológicos. Campinas: Editora Autores Associados, 2006.
    3. PEREIRA, J. E. D.; ZEICHENER, K.M. A pesquisa na formação e no trabalho do docente. Belo Horizonte: Autêntica, 2002.
    4. Orientações Técnicas – referências bibliográficas, citações, notas, resumos. Texto-base:UFPR Normas para Apresentação de Documentos Científicos. Curitiba: Editora UFPR, 2000.
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Doutorado  

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Estruturas do 2º semestre de 2011

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    ATIVIDADES PROGRAMADAS I - TURMA A

     

    Professor(a): Profa. Dra. Célia Maria CarolinoPires

    Resumo:

    A disciplina "Atividades programadas (I)" tem como finalidade alavancar a pesquisa e a produção intelectual dos doutorandos, pela realização de três atividades, preferencialmente uma de cada grupo, dentre as listadas a seguir, sendo que é obrigatória pelo menos uma do Grupo 1. 

    Grupo 1

    Comunicação em evento nacional e/ou internacional.

    Pôster em evento nacional e/ou internacional.
    Resenha crítica em veículo nacional e/ou internacional.
    Autoria, tradução ou organização de livro ou capítulo de livro.

    Grupo 2

    Participação em grupo de pesquisa do Programa.
    Apresentação em Seminário de Pesquisa do Programa.
    Presença qualificada em colóquios de pesquisa.
    Participação certificada em cursos da área de pesquisa.

    Grupo 3

    Consultoria/ assessoria na sua área de pesquisa.
    Docência em curso na sua área de pesquisa.
    Participação em projetos institucionais na sua área de pesquisa.
    Palestras  ou conferências na sua área de pesquisa.

    As atividades referidas no quadro devem ser feitas ao longo do 2º semestre de 2011 e a entrega do relatório no dia 28/11/2011. Além do cumprimento dessas atividades, os doutorandos devem participar de reuniões para debate de temas atuais, de acordo com cronograma de encontros quinzenais. Neste semestre estes debates serão subsidiados pelos seguintes textos:

    1. Keitel, Christine e Kilpatrick, Jeremy. Racionalidade e irracionalidade dos estudos comparativos internacionais.
    2. Ball, Stephen. Profissionalismo, gerencialismo e performatividade. http://www.scielo.br/pdf/cp/v35n126/a02n126.pdf. http://www.apm.pt/apm/revista/educ55/educ55_10.htm
    3. Ponte, João Pedro . Pesquisar para compreender e transformar a nossa própria prática. http://www.educ.fc.ul.pt/docentes/jponte/artigos-por-temas.htm
    4. Pires, Célia Maria Carolino. Formulações basilares e reflexões sobre a inserção da matemática no currículo, visando à superação do binômio máquina e produtividade. Educação Matemática Pesquisa. Volume 6 - nº 2 - 2004
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    ATIVIDADES PROGRAMADAS I - TURMA B

     

    Professor(a): Profa. Dra. Sandra Maria Pinto Magina

    Resumo:

    A proposta desta atividade é propiciar um espaço de discussão que contribua para demarcar o cenário da Educação Matemática, a partir de sua articulação com outras ciências, em especial a psicologia. Nesse quadro amplo pretende-se iniciar pela discussão de temas que localizem e demarquem o campo da Educação Matemática e, na sequência, abordar o construtivismo e sua relação com o campo da Educação Matemática. A partir de então, as atividades voltar-se-ão para promover discussões teórico-metodológicas em que se privilegiará o entendimento sobre os elementos básicos da pesquisa, em geral, e da Educação Matemática em particular.

    Bibliografia Básica:

    1. BIEHLER, Rolf; SCHOLZ, Roland; STRABER, Rudolf; WINKELMANN, Bernard. Didactics of Mathematics as a Scientific Discipline. Nova York: Kluwer Academic Publishers, 2002.
    2. CHIZZOTTI, Antônio. Pesquisa em Ciências Humanas e Sociais. São Paulo: Cortez. 5ª ed., 2001.
    3. KILPATRICK, Jeremi. Fincando estacas: uma tentativa de demarcar a educação matemática como campo profissional e científico. Zetetiké, v.4, n.5, p.99-120,jan./jun. 1996.
    4. MARCONI, Marina de A. & LAKATOS, Eva M. Fundamentos de Metodologia Científica. São Paulo: Atlas. 6ª ed., 2007
    5. MORO, Maria Lucia. Construtivismo e Educação Matemática. Educação Matemática Pesquisa, vol. 11 No 1, pp.117-144
    6. NUNES, Terezinha; CAMPOS, Tânia; MAGINA, Sandra; BRYANT, Peter. Educação Matemática: Números e Operação. São Paulo: Cortez. pp.9-45 e pp.169-204. 2005.
    7. OLIVEIRA, Silvio L. Tratado de Metodologia Científica. São Paulo: Pioneira.  2ª ed. 2002.
    8. RUDIO, Franz V. Introdução ao Projeto de Pesquisa Científica. Petrópolis: Vozes. 35ª ed., 2008.
    9. SEVERINO, Antônio J. Metodologia do Trabalho Científico. São Paulo: Cortez. 22ª ed., 2002
    10. SILVA, Circe; SANTOS-WAGNER, Vânia dos. . O que um iniciante deve saber sobre a pesquisa em educação matemática? Disponível em: http://www.4shared.com/get/hb9m7vBE/Silva_Wagner_-_O_que_um_inici.html;jsessionid=A8CAAA1734BE2BBEE81C9EB97973A8EC.dc216
    11. YIN, Robert K. Estudo de Caso: Planejamento e Métodos. Porto Alegre: Bookman. 3ª Ed. 2005.
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    ATIVIDADES PROGRAMADAS II

     

    Professor(a): Profa. Dra. Laurizete Ferragut Passos

    Resumo:

    A disciplina visa estimular o processo de escrita e de autoria no sentido de a disciplina contribuir para o aluno avançar na sua forma de relação com o conhecimento. Também permitirá identificar os periódicos e congressos científicos da área com a referida análise dos critérios de relevância e qualidade e visando o encaminhamento da produção do aluno. Produzir artigo com tema relevante e qualidade compatível com as exigências da área e do curso de Pós-Graduação e com acompanhamento do professor responsável durante a duração da disciplina.

    Bibliografia Básica:

    1. BURSZTYN, M.; DRUMMOND, J. A.; NASCIMENTO, E. P. Como escrever (e publicar) um trabalho científico. Rio de Janeiro:Garamond, 2010.
    2. BOGDAN, R.; BIKLEN, S. Redação da Investigação IN Investigação Qualitativa em Educação – uma introdução à teoria e aos métodos. Porto:Porto Editora: 1994.
    3. VOLPATO, S. Bases teóricas da Redação Científica – porque seu artigo foi negado. São Paulo: Cultura Acadêmica, 2010.
    4. ____________ Método Lógico para Redação Científica. São Paulo: Cultura Acadêmica, 2010.
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    SEMINÁRIO AVANÇADO I

     

    Professor(a): Prof. Dr. Benedito Antonio da Silva

    Resumo:

    A disciplina visa a examinar a contribuição das pesquisas sobre as Tecnologias da Informação e Educação Matemática, examinar e analisar as tendências teórico-metodológicas presentes na construção deste campo de conhecimento a partir de estudos e revisões da produção na área. Os seminários darão ênfase à discussão comum dos textos analisados e a exercícios de exposição de temas, determinados por parte dos participantes, com possíveis conexões com os projetos em desenvolvimento. O ambiente Moodle permitirá a leitura detalhada de textos, a discussão e exposição de pesquisas afins, ligadas aos interesses dos participantes em vista de uma publicação conjunta no diálogo com o professor. Oficinas práticas serão desenvolvidas com o uso de alguns softwares livres como Winplot, Geogebra, Wiris e outros com suporte das teorias pesquisadas.

    Bibliografia Básica:

    Orquestração de ensino na presença de ferramentas tecnológicas

    1. Cathy N. Davidson e David Theo Goldberg (2009) The Future of Learning Institutions in a Digital Age. The MIT Press.
    2. Harris, J., Mishra, P., & Koehler, M. (2009). Teachers' technological pedagogical content knowledge and learning activity types: Curriculum-based technology integration reframed. Journal of Research on Technology in Education, 41(4), 393-416.
    3. Pascal Béguin (2003). Design as a mutual learning process between users and designers. Interacting with Computers, 15(5), 709-730. Elsevier B.V.
    4. Pierre Rabardel. (2002). People and Technology a cognitive approach to contemporary instruments (Traduzido por Heidi Wood).
    5. Pierre Rabardel. (2003). From artefact to instrumentInteracting with Computers, Volume 15, Issue 5, October 2003, Pages 641-645.
    6. Romero Tori.(2010). Educação sem distância: as tecnologias interativas na redução de distâncias em ensino e aprendizagem. São Paulo:Editora Senac.
    7. Vani Moreira Kenski.(2007). O novo ritmo da informação. Campinas, SP:Papirus.

    Práticas matemáticas, aprendizagem e tecnologias

    1. Celia Hoyles, Jean-Baptiste Lagrange (Eds.). (2010) Mathematics education and technology: Rethinking the terrain. The 17th ICMI Study. Berlin: Springer
    2. David Tall e Ed Dubinsky. (1991) Advanced Mathematical Thinking and the Computer, in Tall D. O. (ed.), Advanced Mathematical Thinking, Kluwer: Holland, 231-248.
    3. Louc Trouche (2005). Des artefacts aux instruments, une approche pour guider et intégrer les usages des  outils de calcul dans l'enseignement des mathématiques.In Actes de l'Université d'été de Saint-Flour  "Le calcul sous toutes ses formes" (pp. 265-290). Saint-Flour.
    4. Lyn D. English. (Org) (2008). Handbook of international research in mathematics education. Lawrence Erlbaum Associates, Publishers.
    5. ZDM Mathematics Education (2010) Vol. 42, No. 7, November. Ed. G. Kaiser. DOI 10.1007/s11858-010-0285-2.
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    SEMINÁRIO AVANÇADO II

     

    Professor(a): Profa. Dra. Maria Cristina Souza de Albuquerque Maranhão

    Resumo:

    Esta disciplina objetiva discutir questões sobre os projetos doutorais, que devem seguir as linhas de pesquisa do Programa de Estudos Pós-Graduados em Educação Matemática. Tais questões emergem na socialização de ideias sobre as produções dos estudantes realizadas com base em textos da bibliografia. Assim, em princípio, abordam-se questões relacionadas aos pressupostos ou concepções subjacentes às pesquisas dos estudantes, à sua relevância e justificativa, à sua perspectiva teórica, aos seus procedimentos de pesquisa, à sua abordagem teórico-metodológica. Nesse processo, propiciam-se auto-questionamentos e reflexões compartilhadas sobre: a coerência dos projetos, a clareza no emprego de vocabulário científico, a adequação e aprofundamento na argumentação e fundamentação de ideias, a coesão entre frases e entre blocos dos textos dos projetos dos estudantes e sua forma de apresentação.

    Bibliografia Básica:

    1. CRESWELL, John W. Projeto de pesquisa: métodos qualitativo, quantitativo e misto. Tradução de Magda França Lopes. 3 ed. Porto Alegre: Artmed, 2010.
    2. DENZIN, Norman K.; LINCOLN, Yvonna S. e Colaboradores. O Planejamento da pesquisa qualitativa - teorias e abordagens. 2. ed. Tradução de Sandra Regina Netz. Porto Alegre: Artmed, 2006.
    3. FLICK, Uwe. Introdução à pesquisa qualitativa. Tradução de Joice Elias Costa. 3a ed. Porto Alegre: Artmed, 2009
    4. LAVILLE, Christian; DIONNE,Jean. A construção do saber. Tradução de Heloisa Monteiro e Francisco Settineri. Porto Alegre: Artmed; Belo Horizonte: Editora UFMG, 1999.
    5. MARTINS, Joel; BICUDO, Maria Aparecida Viggiani. A pesquisa Qualitativa em Psicologia – fundamentos e recursos básicos. São Paulo: Centauro Editora, 2005.
    6. Outros textos poderão ser indicados durante o curso.
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    TÓPICOS DA HISTÓRIA E FILOSOFIA DA MATEMÁTICA

     

    Professor(a): Prof. Dr. Fumikazu Saito

    Resumo:

    Os seminários e as leituras dirigidas nesta disciplina têm por objetivo introduzir às atuais temáticas da história e filosofia da matemática. Além das discussões sobre a natureza do conhecimento matemático e seu desenvolvimento historicamente situado, esta disciplina busca fornecer subsídios para que o estudante possa situar epistemologicamente seu projeto, contribuindo para sua reflexão crítica e formação de pesquisador.

    Bibliografia Básica:

    1. BACHELARD, G. A formação do espírito científico: contribuição para uma psicanálise do conhecimento. Rio de Janeiro: Contraponto, 1996. p. 7-28.
    2. BACHELARD, G. O racionalismo aplicado. Rio de Janeiro: Zahar, 1977. p. 7-40.
    3. BROMBERG, C.; SAITO, F. A história da matemática e a história da ciência. In BELTRAN, M. H. R.; SAITO, F.; TRINDADE, L. dos S. P. (Org.). História da Ciência: Tópicos atuais. São Paulo: Ed. Livraria da Física;CAPES, 2010. p. 47-71.
    4. COHEN, I. B. The Triumph of Numbers: How counting shaped modern life. New York; London: W. W. Norton, 2005.
    5. COMTE, A. Primeira Lição: exposição da finalidade deste curso, ou considerações gerais sobre a natureza e a importância da filosofia positiva". In: Curso de Filosofia Positiva. Discurso Preliminar sobre o conjunto do positivismo. Catecismo positivista. São Paulo: Nova Cultural, 1991. p. 3-20.
    6. CROWE, M. Tem "laws" concerning patterns of change in the history of mathematics. In: GILLIES, D. Revolutions in Mathematics. Oxford; New York: Clarendon Press, 1995. p. 15-20.
    7. DAUBEN, J. Conceptual revolutions and the history of mathematics: two studies in the growth of knowledge (1984); Appendix (1992): revolutions revisited. In: GILLIES, D. Revolutions in Mathematics. Oxford; New York: Clarendon Press, 1995. p. 49-82.
    8. FAUVEL, J; GRAY, J. (Org.). The History of Mathematics: A Reader. London: Macmillan, 1987.
    9. HOYRUP, J. Philosophy: Accident, Epiphenomenon, or Contributory Cause of the Changing Trends of Mathematics – A Sketch of the Development from the Twelfth Through the Sixteenth Century. In: In measure, number, and weight: studies in mathematics and culture. Albany: State University of New York Press, 1994, p. 123-171.
    10. HOYRUP, J. Platonism or Archimedism: On the Ideology and Self-Imposed Model of Renaissance Mathematicians (1400 to 1600). In: In measure, number, and weight: studies in mathematics and culture. Albany: State University of New York Press, 1994, p. 203-223
    11. KUHN, T. S. A estrutura das revoluções científicas. 5ª ed. São Paulo: Perspectiva, 1997.
    12. KUHN, T. S. Reflexões sobre meus críticos. In: O caminho desde a estrutura: Ensaios filosóficos, 1970-1993, com uma entrevista autobiográfica. São Paulo: Ed. da UNESP, 2006. p. 155-216.
    13. MASTERMAN, M. A natureza do paradigma. In: LAKATOS, I.; MUSGRAVE, A. A crítica e o desenvolvimento do conhecimento.São Paulo: Cultrix; Ed; da USP, 1979. p. 72-108.
    14. MEHRTENS, H. T. S. Kuhn's theories and mathematics: a discussion paper on the "new historiography" of mathematics (1976); Appendix (1992): revolution reconsidered. In: GILLIES, D. Revolutions in Mathematics. Oxford; New York: Clarendon Press, 1995. p. 21-48.
    15. MANCOSU, P. Philosophy of Mathematics and Mathematical Practice in the Early Seventeenth Century. In: Philosophy of Mathematics and Mathematical Practice in the Seventeenth Century. New York; Oxford, 1996. p. 8-33.
    16. SCHLICK, M. Positivismo e Realismo. In: SCHILICK, M; CARNAP, R.; POPPER, K. R. Coletânea de textos. Org. de P. Mariconda. São Paulo: Abril Cultural, 1975. p. 45-70.
    17. SILVA, J. J. da. Filosofias da matemática. São Paulo: Ed. UNESP/FAPESP, 2007.

 

Estruturas do 1º semestre de 2011

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    ATIVIDADES PROGRAMADAS II

     

    Professor(a): Profa. Dra. Laurizete Ferragut Passos

    Resumo:

    A disciplina visa estimular o processo de escrita e de autoria no sentido de a disciplina contribuir para o aluno avançar na sua forma de relação com o conhecimento. Também permitirá identificar os periódicos e congressos científicos da área com a referida análise dos critérios de relevância e qualidade e visando o encaminhamento da produção do aluno. Produzir artigo com tema relevante e qualidade compatível com as exigências da área e do curso de Pós-Graduação e com acompanhamento do professor responsável durante a duração da disciplina.

    Bibliografia Básica:

    1. BURSZTYN, M.; DRUMMOND, J. A.; NASCIMENTO, E. P. Como escrever (e publicar) um trabalho científico. Rio de Janeiro:Garamond, 2010.
    2. BOGDAN, R.; BIKLEN, S. Redação da Investigação IN Investigação Qualitativa em Educação – uma introdução à teoria e aos métodos. Porto:Porto Editora: 1994.
    3. VOLPATO, S. Bases teóricas da Redação Científica – porque seu artigo foi negado. São Paulo: Cultura Acadêmica, 2010.
    4. ____________ Método Lógico para Redação Científica. São Paulo: Cultura Acadêmica, 2010.
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    SEMINÁRIO AVANÇADO I – (TURMA A)

     

    Professor(a): Prof. Dr. Benedito Antonio da Silva

    Resumo:

    A proposta da disciplina é o estudo em duas frentes: A Educação Matemática firmando-se como área de conhecimento e, por outro lado, a discussão de temas candentes presentes na história da matemática e seus reflexos no ensino. Em relação à primeira, busca-se traçar um panorama da natureza e do estágio atual, bem como das questões chaves e tendências das pesquisas realizadas em Educação Matemática. Na segunda frente analisam-se temas como: a questão do rigor na matemática grega, a complementaridade entre a intuição e a lógica, o desenvolvimento histórico-epistemológico de conceitos como a incomensurabilidade, o infinito, o discreto e o contínuo.

    Bibliografia Básica:

    1. Niss, Mogens.  Key issues in research on Mathematical Education in Proceedings of the ninth Internacional Congress on Mathematical Education. Kluwer Academic Pblishers. Tokyo, 2000.
    2. ___________Aspects of the nature and state of research in Mathematics Education in Educacional Studies in Mathematics. v40, 1999.
    3. Kilpatrick, Jeremy. A history of research in mathematics Educational in Handbook of research on mathematics teaching and learning, 1992.
    4. Ávila, Geraldo. Arquimedes, o rigor e o método in Matemática Universitária, nº 4, p.27-44. SBM, Rio de Janeiro, 1986.
    5. Poincaré, Henry. A intuição e a lógica in O valor da Ciência, p.13-25. Contraponto Editor. Rio de Janeiro, 1995.
    6. Netz,Reviel  & Noel William. O Codex Arquimedes. Edições 70 Ltda. Lisboa, 2007.
    7. Courant, R.; Robbins, H. O que é matemática. Editora Ciência Moderna Ltda. Rio de Janeiro. 2000.
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    SEMINÁRIO AVANÇADO I – (TURMA B) – UEPA

     

    Professor(a): Profa. Dra. Celina Aparecida Almeida Pereira Abar

    Resumo:

    A disciplina visa a examinar a contribuição das pesquisas sobre as Tecnologias da Informação e Educação Matemática, examinar e analisar as tendências teórico-metodológicas presentes na construção deste campo de conhecimento a partir de estudos e revisões da produção na área. Os seminários darão ênfase à discussão comum dos textos analisados e a exercícios de exposição de temas, determinados por parte dos participantes, com possíveis conexões com os projetos em desenvolvimento. O ambiente Moodle permitirá a leitura detalhada de textos, a discussão e exposição de pesquisas afins, ligadas aos interesses dos participantes em vista de uma publicação conjunta no diálogo com o professor. Oficinas práticas serão desenvolvidas com o uso de alguns softwares livres como Winplot, Geogebra, Wiris e outros com suporte das teorias pesquisadas.

    Bibliografia Básica:

    Orquestração de ensino na presença de ferramentas tecnológicas.

    1. Cathy N. Davidson e David Theo Goldberg (2009) The Future of Learning Institutions in a Digital Age. The MIT Press.
    2. Harris, J., Mishra, P., & Koehler, M. (2009). Teachers' technological pedagogical content knowledge and learning activity types: Curriculum-based technology integration reframed. Journal of Research on Technology in Education, 41(4), 393-416.
    3. Pascal Béguin (2003). Design as a mutual learning process between users and designers. Interacting with Computers, 15(5), 709-730. Elsevier B.V.
    4. Pierre Rabardel. (2002). People and Technology a cognitive approach to contemporary instruments (Traduzido por Heidi Wood).
    5. Pierre Rabardel. (2003). From artefact to instrumentInteracting with Computers, Volume 15, Issue 5, October 2003, Pages 641-645.
    6. Romero Tori.(2010). Educação sem distância: as tecnologias interativas na redução de distâncias em ensino e aprendizagem. São Paulo:Editora Senac.
    7. Vani Moreira Kenski.(2007). O novo ritmo da informação. Campinas, SP:Papirus.

    Práticas matemáticas, aprendizagem e tecnologias

    1. Celia Hoyles, Jean-Baptiste Lagrange (Eds.). (2010) Mathematics education and technology: Rethinking the terrain. The 17th ICMI Study. Berlin: Springer
    2. David Tall e Ed Dubinsky. (1991) Advanced Mathematical Thinking and the Computer, in Tall D. O. (ed.), Advanced Mathematical Thinking, Kluwer: Holland, 231-248.
    3. Louc Trouche (2005). Des artefacts aux instruments, une approche pour guider et intégrer les usages des  outils de calcul dans l'enseignement des mathématiques.In Actes de l'Université d'été de Saint-Flour  "Le calcul sous toutes ses formes" (pp. 265-290). Saint-Flour.
    4. Lyn D. English. (Org) (2008). Handbook of international research in mathematics education. Lawrence Erlbaum Associates, Publishers.
    5. ZDM Mathematics Education (2010) Vol. 42, No. 7, November. Ed. G. Kaiser. DOI 10.1007/s11858-010-0285-2.
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    SEMINÁRIO AVANÇADO II – (TURMA A)

     

    Professor(a): Profa. Dra. Maria Cristina Souza de Albuquerque Maranhão

    Resumo:

    Esta disciplina visa à discussão de questões emergentes dos projetos doutorais, principalmente as relacionadas à adequação e coerência do planejamento das investigações dos estudantes. Buscar-se-á espaço para discussões acerca da relevância e justificativa das pesquisas em andamento, de suas questões, sua abordagem teórica e teórico-metodológica, do armazenamento de dados e alternativas de interpretação das informações colhidas. Na apresentação das produções dos estudantes, para apreciação dos colegas e do professor, propiciar-se-á auto-questionamentos e reflexões compartilhadas.

    Bibliografia Básica:

    1. CRESWELL, John W. Projeto de pesquisa: métodos qualitativo, quantitativo e misto. Tradução de Magda França Lopes. 3 ed. Porto Alegre: Artmed, 2010.
    2. DENZIN, Norman K.; LINCOLN, Yvonna S. e Colaboradores. O Planejamento da pesquisa qualitativa - teorias e abordagens. 2. ed. Tradução de Sandra Regina Netz. Porto Alegre: Artmed, 2006.
    3. FLICK, Uwe. Introdução à pesquisa qualitativa. Tradução de Joice Elias Costa. 3a ed. Porto Alegre: Artmed, 2009
    4. LAVILLE , Christian; DIONNE,Jean. A construção do saber. Tradução de Heloisa Monteiro e Francisco Settineri. Porto Alegre: Artmed; Belo Horizonte: Editora UFMG, 1999.
    5. SILVERMAN, David. Interpretação de dados qualitativos. Tradução de Magda França Lopes. 3a Ed. Porto Alegre: Artmed, 2009
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    SEMINÁRIO AVANÇADO II – (TURMA B) – UEPA

     

    Professor(a): Prof. Dr. Saddo Ag Almouloud

    Resumo:

    Este seminário visa à discussão de questões teórico-metodológicas emergentes dos projetos em andamento, principalmente às relacionadas ao planejamento da pesquisa, ao armazenamento dos dados e às alternativas de interpretação das informações colhidas. Os alunos disporão, ainda, de um espaço para apresentação oral de seus projetos para a apreciação dos colegas e do professor, buscando criar espaço para auto-questionamentos e reflexões compartilhadas. A condução do Seminário terá por objetivo estudar a adequação e a coerência entre a questão da pesquisa, a fundamentação teórica, a linha metodológica adotada e os instrumentos e procedimentos de coleta e análise de dados.

    Bibliografia Básica:

    1. MOROZ, Melania, GIANFALDONI, Monica Helena T. A.  O processo de pesquisa: iniciação, Brasília: Plano Editora, 2002, 109 p. Série Pesquisa em Educação, 2
    2. CHIZZOTTI, Antonio. Pesquisa experimental e pesquisa qualitativa. Pesquisa em Ciências Humanas e Sociais, São Paulo: Cortez, 9ª edição, 2008.
    3. BARBIER, R.: A pesquisa-ação, Tradução de Lucie Didio. Brasilia: Liber Livro Editora, Série Pesquisa em Educação, v. 3, 2004
    4. VIANA, Heraldo Marelim. A observação, Brasília: Plano editora, 2003 (Série Pesquisa em educação, 5)
    5. SZYMANSKI, Heloisa (org), RAMALHO DE ALMEIDA, Laurinda & BRANDINI,  Regina Célia Almeida Rego, A entrevista na pesquisa em Educação: a prática reflexiva. Brasilia: Liber Livro Editora, 2004, 84 p. (Série Pesquisa em Educação, 4)
    6. ANDRÉ, Marli (org.), O papel da pesquisa na formação e na prática dos professores. Papirus, 2001.
    7. SEVERINO, Antonio Joaquim. Metodologia do trabalho científico. 22 ed. São Paulo: Cortez, 2002, 335 p.
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    TEORIAS DA EDUCAÇÃO MATEMÁTICA

     

    Professor(a): Prof. Dr. Saddo Ag Almouloud

    Resumo:

    A disciplina tem por alvo possibilitar ao doutorando refletir sobre a questão da teoria na Educação Matemática. Para tanto os estudos ocorrem em duas perspectivas: uma primeira direcionada a estudos filosóficos sobre a conceituação de disciplina científica, e uma segunda direcionada à discussão sobre a concepção de teorias da Educação Matemática propriamente ditas.

    Bibliografia Básica:

    1. ALMOULOUD, Saddo Ag. Fundamentos da didática da matemática, Curitiba: editora da UFPR, 2007.
    2. BROUSSEAU, Guy. La théorie des situations didactiques. Textes rassemblés et préparés par Nicolas Balacheff, Martin Cooper, Rosamund Sutherland, Virginia Warfield. Recherches en didactiques des mathématiques. Grenoble: La Pensée Sauvage Éditions, 1998.
    3. CHICK, H. L. e VINCENT, J. L. (Eds). RF04: Theories of Mathematics Education. Proceedings in the 29h Conference of the International Groups for the Psicology of Mathematics Education, Vol. 1, PP. 170-202 Melbourne: PME. 2005. 
    4. BIEHLER, R, et al. Didatics of Mathematics as a Scientific Discipline. Klewr Academic Publishers. . London. 1994. 
    5. IGLIORI, S. B. C. et al. A Educação Matemática: uma área de conhecimento em consolidação. O Papel da constituição de um grupo de trabalho dessa área na ANPEd. Anais da Reunião Anual da ANPEd. 
    6. POPPER, K. Conjecturas e Refutações. O desenvolvimento do conhecimento científico. Ed. Arco de Almedina. Coimbra. 2006. 
    7. SRIMANA Bharath  & ENGLISH Lyn (editors) . Teories of Mathematics Education . Seeking new frontiers. Advances in Mathematics Education. Verlag Berlin Heidelberg: Springer, 2010.
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    TÓPICOS DA HISTÓRIA E FILOSOFIA DA MATEMÁTICA

     

    Professor(a): Prof. Dr. Antonio Carlos Brolezzi

    Resumo:

    A disciplina apresenta uma visão de conjunto da Filosofia da Matemática, tendo em vista algumas das principais questões da história da matemática. Além das discussões sobre a natureza do pensamento matemático, envolvendo as correntes filosóficas como positivismo, logicismo, construtivismo, naturalismo, formalismo, intuicionismo etc, estudam-se tópicos de História da Matemática importantes para discutir questões historiográficas e epistemológicas e algumas relações entre História da Ciência e História da Matemática e entre História e Educação Matemática. Pretende-se que os alunos possam, a partir dessas reflexões, melhor situar epistemologicamente as bases teórico-metodológicas que utilizam em pesquisas sobre Educação Matemática.

    Bibliografia Básica:

    1. ANGLIN, W. S. Matemática e História. Tradução: Carlos Roberto Vianna. Revisão: Maria Laura M. Gomes. In: História & Educação Matemática, v. 1, nº 1, p. 12-21, 2001- Revista da Sociedade Brasileira de História da Matemática.
    2. BACHELARD, G. "A formação do espírito científico: contribuição para uma psicanálise do conhecimento" – tradução Estela dos Santos Abreu – Rio de Janeiro: Contraponto, 1996.
    3. BROLEZZI, A. C. A Arte de Contar: Uma introdução ao estudo do valor didático da História da Matemática. Dissertação de Mestrado. Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo, 1991.
    4. GOLDSTEIN, R. Incompletude: A prova e o paradoxo de Kurt Gödel. São Paulo: Companhia das Letras, 2008
    5. GUENDELMAN, Constanza Kaliks. O conceito de douta ignorância de Nicolau de Cusa em uma perspectiva pedagógica. São Paulo, Dissertação de Mestrado FEUSP, 2009,
    6. IGLIORI, S. "A noção de obstáculo epistemológico e a educação matemática." In: Educação Matemática – uma introdução. Machado, S. (org.). São Paulo: Ed. PUC-SP, 1999.
    7. KUHN, T. A estrutura das revoluções científicas. São Paulo: Perspectiva, 2007
    8. MARSHAAL, Maurice. Bourbaki: a secret society of mathematicians. Providence, Rhode Island: AMS, 2006
    9. MOTTA, C. D. V. B. História da Matemática na Educação Matemática: Espelho ou Pintura? Santos: Communicar, 2006.
    10. PIAGET, J. Lógica e conhecimento científico. Porto, Livraria Civilização, 1980. 
    11. RUSSELL, Bertrand. Introdução à Filosofia Matemática. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Ed., 2007
    12. SHAPIRO, S. (Ed.) The Oxford Handbook of Philosophy of Mathematics and Logic. Oxford: Oxford University Press, 2004.
    13. SILVA, C. M. S. A Matemática Positivista e sua difusão no Brasil. Vitória: EDUFES, 1999
    14. SILVA, Jairo José da. Filosofias da Matemática. São Paulo, Editora UNESP, 2007.
    15. ZÚÑIGA, A. R. Polemicas de método em la historia de la ciência y las matemáticas. In: Memórias Tercer Congreso Nacional de Matemáticas, p 423-431. San Jose, Costa Rica, 1990.
Doutorado 

Programa Educação Matemática

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    Doutorado em Educação Matemática

     

    Avaliação CAPES (Triênio 2007/2009): Conceito 5

    A criação de um curso de Doutorado no Programa de Pós-Graduação em Educação Matemática da PUC-SP, insere-se nesse quadro mais geral da pesquisa em Educação Matemática, além de representar uma conseqüência natural da experiência acumulada de pesquisa dentro da área, evidenciada por 54 dissertações, específicas da área de Educação Matemática, defendidas no Programa até 2001.

    O aprofundamento das pesquisas em Educação Matemática, em âmbito internacional, foi realizado com a participação do Programa nos convênios CAPES/COFECUB e com o Conselho Britânico, que resultaram em um pós-doutorado e três doutorados, além de outras pesquisas, o que qualifica o Programa de Pós-Graduação em Educação Matemática da PUC/SP a realizar outros intercâmbios e projetos, com maior abrangência e profundidade, através da autonomia relativa característica dos estudos doutorais.

 


Artigo 12º.

  1. O Doutorado em Educação Matemática compreende as atividades num total de:

Parágrafo 1º.

  1. Uma das disciplinas poderá, a juízo do orientador, ser cursada fora do Programa.

Parágrafo 2º.

  1. A elaboração da tese compreende um programa individual de atividades preparadas juntamente com o Professor Orientador, cuja execução é por este acompanhada durante um período mínimo de três semestres.

Artigo 13º.

  1. O Doutorado tem duração mínima de seis semestres e máxima de oito semestres.

Artigo 14º.,

  1. Além de cumprir as atividades previstas, e antes da defesa da dissertação do Mestrado Acadêmico, ou do trabalho final do Mestrado Profissional, ou tese de Doutorado, o aluno deverá submeter-se a Exame de Qualificação, dentro das exigências estabelecidas pelo Colegiado do Programa.

Artigo 15º.

  1. A proficiência em língua estrangeira é obrigatória para o aluno do mestrado acadêmico (uma língua estrangeira: francês, inglês ou espanhol), e do doutorado, (duas línguas estrangeiras: francês, inglês ou espanhol).

Parágrafo 1º.

  1. A proficiência em inglês, francês ou espanhol será atestada mediante apresentação de certificado de instituições reconhecidas ou por meio de exames específicos realizados pelo Setor de Vestibulares e Concurso (PUC/SP) para esse fim, ou ainda por aprovação em cursos específicos oferecidos pela COGEAE PUC/SP.

Parágrafo 2º.

  1. O prazo de comprovação de proficiência em língua estrangeira é de no máximo um ano a partir da data de entrada do candidato no Programa.
Grupos de pesquisa certificados pelo CNPq 

Programa Educação Matemática

Grupo de Estudo e Pesquisa em História e Epistemologia na Educação Matemática – HEEMa  

  • IDENTIFICAÇÃO DOS PESQUISADORES:

    Nome: Prof. Dr. Fumikazu Saito (Coordenador)

    Professora Convidada: Dra. Marisa da Silva Dias (Docente UNESP)

    Endereço para acessar CV: http://lattes.cnpq.br/2277519967315262

    LINHA(S) DE PESQUISA(S):

    História, Epistemologia e Didática da Matemática

    Link para o site: http://www.heema.org

    SOBRE O GRUPO:

    Os seminários propostos por este grupo têm por objetivo a reflexão e a discussão de aspectos epistemológicos ligados à história do ensino de matemática e à formação de professores de matemática.

    Os encontros são semanais, às segundas-feiras, das 14h00 às 16h00 (local à definir). O grupo propõe-se a desenvolver atividades de seminários com professores do Programa e convidados. As atividades serão abertas a todos os estudantes, professores e interessados em discutir e refletir sobre questões voltadas à História e Epistemologia da Matemática na Educação Matemática.

    A dinâmica prevê a leitura antecipada de textos que serão discutidos em cada encontro. Estes textos encontram-se na pasta, “História Epistemologia e Edmat”, no xerox.

     

    Projeto(s) de Pesquisa em andamento:

    Fumikazu Saito. “História da Matemática e Ensino: as matemáticas nos séculos XVI e XVII”

Grupo de Pesquisa em Educação Algébrica – GPEA  

  • IDENTIFICAÇÃO DOS PESQUISADORES:

    Nome: Silvia D. A. Machado (líder) - professora do PEPGEM - PUC-SP

    E-mail: silviaam@pucsp.br

    Endereço para acessar CV: http://lattes.cnpq.br/0703515682211878

     

    Nome: M. Cristina S.A. Maranhão (líder) - professora do PEPGEM - PUC-SP

    E-mail: maranhao@pucsp.br

    Endereço para acessar CV: http://lattes.cnpq.br/5437471599501189

     

    Nome: Barbara Lutaif Bianchini - professora do PEPGEM - PUC-SP

    E-mail: barbara@pucsp.br

    Endereço para acessar CV: http://lattes.cnpq.br/2660310999149810

    LINHA(S) DE PESQUISA(S):

    A Matemática na Estrutura Curricular e Formação de Professores e História, Epistemologia e Didática da Matemática

    Link para o site: http://www.pucsp.br/gpea

    SOBRE O GRUPO:

    Histórico do grupo de pesquisa

     

    O Grupo de Pesquisa em Educação Algébrica, GPEA, teve sua origem no Grupo O Elementar e o Superior em Matemática - GPES. Em 2002 o grupo GPES contava com seis pesquisadores: Sonia Igliori e Silvia Machado (líderes), Benedito A da Silva, Cristina Maranhão, Anna Franchi e Sonia Coelho, além de vários estudantes da Pós-Graduação em Educação Matemática. Dado o grande número de participantes do grupo e o fato Cristina Maranhão, Silvia Machado e Sonia Coelho pesquisarem principalmente assuntos relacionados à Educação Algébrica, essas últimas decidiram formar um novo grupo de pesquisa, elaborando para tanto, um projeto. O projeto direcionador das pesquisas do novo grupo, elaborado por Cristina Maranhão, Silvia Machado e Sonia Coelho “Qual a Álgebra a ser ensinada na formação do professor de matemática?” foi apresentado e discutido nos seguintes congressos internacionais: CERME 3, no CIAEM e no SIPEM, em 2003. Em 2003 as doutoras Bárbara Bianchini e Leila Puga agregaram-se ao Programa de Pós-Graduação em Educação Matemática, época em que vieram colaborar com o grupo e os projetos de Educação Algébrica..

    Atualmente os doutores-pesquisadores do grupo são: Cristina Maranhão, Silvia Machado, Barbara Bianchini e Adriana Camejo. Fazem parte do grupo também os mestrandos, alguns mestres e doutorandos orientados pelos  três primeiros pesquisadores citados.

     

    Projetos em andamento (6) (atualizados em outubro de 2010)

     

    1. O que se entende por Álgebra do ponto de vista Epistemológico e Didático? (2003-atual)

    1. Objetivo:
      Investigar o que se entende por Álgebra do ponto de vista epistemológico e didático nos planos: institucional, acadêmico e histórico-epistemológico.
       
    2.  Produção científica
      1. Teses defendidas: Marilene Ribeiro Resende (2007) e Alessandro J. Ribeiro (2007).
      2. Duas orientações em andamento
         
    3. 23 artigos:
       
      1. MACHADO, S. D. A.; MARANHÃO, M. C. S. A.; COELHO, S. P. What algebra should be taught in preservice teachers'courses? In: Anais do CERME 3. Itália. 2003.
      2. COELHO, S. P.; MACHADO, S. D. A.; MARANHÃO, M. C. S. A. Qual a álgebra a ser ensinada em cursos de Formação de professores de matemática? . In: Anais do II SIPEM. Santos. 2003
      3.  MARANHAO, M. C. S. A.; MACHADO, S. D. A.; COELHO, S. P. Projeto: O que se entende por Álgebra? In: Anais do VIII ENEM. Recife. 2004
      4.  MACHADO, S. D. A.; CARVALHO, M. T. A lógica elementar da matemática e o Ensino Superior. In: Anais do V S.E.M. ,Chivilcoy. 2003
      5.  MACHADO, S. D. A.; CARVALHO, M. T. A lógica elementar da matemática e o ensino superior. Educação Matemática Pesquisa. Educ. v 7, p. 31-62. 2005
      6.  MACHADO, S.D.A. O papel da notação algébrica no desenvolvimento do pensamento algébrico. In: Anais do X ENEM. Salvador. 2010.
      7.  RESENDE, M. R.. A Teoria Elementar dos Números: um saber a ensinar no contexto da matemática discreta. In: Anais do XIV ENDIPE- 2008. p. 1-14
      8.  _______. Buscando significados para a Teoria dos Números como saber a ensinar na licenciatura em matemática. In: Anais do IX ENEM 2007
      9.  _______. Re-significando a disciplina Teoria dos Números na formação do professor de matemática na licenciatura. In: Anais da 30ª Reunião ANPED 2007. p. 1-17
      10.  _______. A disciplina teoria dos números nos cursos de licenciatura em matemática. In: Anais VII CONESUL, 2006, Águas de Lindóia.
      11.  _______. O que nos revelam os livros didáticos sobre o ensino da teoria dos números na formação inicial do professor de matemática. In: Anais do SIPEM- III 2006. p. 1-20.
      12.  _______. A Teoria dos Números no currículo de licenciatura em matemática e nos currículos da Educação Básica, na visão de pesquisadores da área. In: Anais do III CIEM 2005, Canoas.
      13.  _______. Pode a Teoria dos Números Contribruir na Formação do Professor de Matemática da Educação Básica? In: Anais do VIII EBRAPEM, 2004. p. 1-7
      14.  _______. Teoria dos Números: presente ou ausente na formação do professor da educação básica? In: Anais do XII ENDIPE 2004. p. 1104-1110
      15.  RIBEIRO, A. J. ; MACHADO, S. D. A. Buscando investigar os significados para equação, In: Anais do XI EBEM. Salvador. 2005.
      16.  RIBEIRO, A. J. ; MACHADO, S. D. A. Equações e seus multisignificados: potencialidades para a construção do conhecimento matemático. Zetetiké,v.17, n.31 – jan/jun, 2009, p. 85-104.
      17.  RIBEIRO, A. J. . Os Multisignificados de Equação: possibilidades para a formação do professor de Matemática. In: Anais do IX EPES 2008. v. Único. p. 652-663.
      18.  RODRIGUESV. C. S. O ensino e aprendizagem de álgebra abstrata na graduação em Matemática.In: Anais do X ENEM, 2010.
      19.  ________. Concepções de Equação no Ensino de Matemática possibilidades para a formação de professores. In: Anais do Fórum Paulista de Formação do Professor de Matemática. Itatiba, 2007
      20.  ________. A Noção de Equação nos livros didáticos: investigando diferentes significados. In: Anais do IX ENEM, Belo Horizonte, 2007. v. Único
      21.  ________. Investigando a noção de equação: um estudo desenvolvido sob a luz da Transposição Didática. In: Anais do IV CIEM, Canoas 2007. v. Único.
      22.  ________. Discutindo a Noção de Equação: uma Análise Considerando as Idéias da Transposição Didática. In:  Anais do III SIPEM, 2006
      23.  ________. Equação: noção matemática ou paramatemática.  Unión (San Cristobal de La Laguna), 2008.

     


    2. A Teoria Elementar dos Números no Ensino Básico e Licenciatura  (2003-atual)

    1. Objetivo:
      Investigar o estatuto que a Teoria Elementar dos Números tem nos campos institucional, docente e discente.
       
    2. Produção cientifica:
      - 11 dissertações:
      MA: Silvio Barbosa de Oliveira (2005); Eduardo Sad da Costa (2007); Wagner Marcelo Pommer (2008); Francisco M. S Junior (2009); Joice D’Almeida (2010); Rogério Osvaldo Chaparim (2010).  MP: Renata Siano Gonçalves (2007), Darice Lascala Padrão (2008),James Ernesto Mazzanti (2008), Juliana de Lima Gregorutti (2009), Mariucha Baptista de Paula (2010)

      - 19 artigos:
      1.  MACHADO, S. D. A. O estudo dos números inteiros visando uma cabeça bem-feita. In: Anais do XIV ENDIPE. Porto Alegre. 2008.
      2.  ________. O estudo dos números inteiros como atividade transversal no Ensino Básico. In: Anais do IV CIEM. Canoas. 2007
      3.  MACHADO, S. D. A.; BARBOSA, S. A equação diofantina linear e o livro didático de Matemática do ensino médio. In: Anais do VII CONESUL. Águas de Lindóia. 2006
      4.  BARBOSA, S.; MACHADO, S. D. A. O livro didático de matemática do ensino médio contempla as equações diofantinas lineares? In Anais do III SIPEM. Águas de Lindóia. 2006
      5.  POMMER, W. M.; MACHADO, S. D. A.. É possível abordar as equações diofantinas lineares no Ensino Médio através de situações motivadoras? Evento Internacional, 2008, São Paulo.
      6.  POMMER, W. M.. É possível a alunos de Ensino Médio explicitar conhecimentos sobre equações diofantinas lineares? In: XI EBRAPEM, 2007, Curitiba.
      7.  POMMER, W. M.; MACHADO, S. D. A.. A utilização de conhecimentos sobre as equações diofantinas lineares para a resolução de situações matemáticas contextualizadas em temas da Microeconomia. In: IV Mostra de Pesquisa em Educação PUC/SP, 2006, São Paulo.
      8.  DA COSTA, E. S. A Teoria Elementar dos Números é acionada como ferramenta de resolução de problemas por professores do Ensino Médio? . In: Anais do IX EBRAPEM. São Paulo, 2005.
      9.  OLIVEIRA, S. B.; As equações diofantinas lineares estão presentes no livro didático de Matemática para o Ensino Médio? In:  IX EBRAPEM  2005, São Paulo.
      10.  D’ALMEIDA, J. A Teoria Elementar dos Números na rede pública do Estado de São Paulo. In: Anais do X ENEM, Recife, 2010.
      11.  SILVA JUNIOR, F. M. S.; MACHADO, S. D. A. Cadernos do professor de matemática do 1º ano do ensino médio sob o olhar da teoria elementar dos números. In:  Anais do V CIEM. Canoas. 2010.
      12.  XAVIER, C. M. S.; BIANCHINI, B. L.. A matemática na formação de uma aluna de um curso técnico de enfermagem: a relação do sujeito com o conhecimento matemático. In:  Anais do III SIPEM. Águas de Lindóia, 2006
      13.  ________. As concepções do enfermeiro-professor sobre os objetos matemáticos razão e proporção em um curso técnico de enfermagem (nível médio). In: Anais do VII CONESUL, 2006, Águas de Lindóia.
      14.  BIANCHINI, B. L.; XAVIER, C. M. S. Razão e proporção: descompassos entre teoria e prática? In: Anais do XI EBEM 2005.
      15.  GONÇALVES, R. S. Aplusix - Um software para o ensino e aprendizagem da álgebra. In: IX - EGEM (Encontro Gaucho de Educação Matemática), 2006, Caxias do Sul.
      16.  GREGORUTTI, J. L.; BIANCHINI, B. L. Critérios de divisibilidade: estudo por meio de uma sequência didática. In: XII EBRAPEM, 2008, Rio Claro. Caderno de Resumos. Rio Claro, 2008.
      17.  GREGORUTTI, J. L.; BIANCHINI, B. L. Noções de Divisibilidade: estudo por meio de uma Seqüência Didática. In: Anais do IX EPEM. São Carlos: UFSC, 2009. v. 1. p. 1-4.
      18.  PAULA, M. B. Razão e proporção: uma análise curricular e didática da nova proposta implantada pelo Governo do Estado de São Paulo no ano de 2008. In: Encontro de Produção Discente em Educação Matemática da PUCSP 2008.
      19. GREGORUTTI, J. L. Construção dos Critérios de Divisibilidade com alunos de 5° série do Ensino Fundamental por meio de Situações de Aprendizagem. Um dia de reflexão: Encontro de Professores e Pesquisadores. PUC/SP. 2010.

     


    3. Expressões, equações e inequações: pesquisa, ensino e aprendizagem (2006-atual)

    1. Objetivo:
      Realizar sínteses de pesquisas e investigações sobre práticas educativas relativas às expressões equações e inequações, nos planos curricular, didático e cognitivo.
       
    2. Produção científica:
      1. 14 dissertações: 
        MA: Gerson Fontalva (2006); Marcelo Melo (2007); João José de Melo (2007); Adriano de Moraes Martins; Marcos Nagamachi; Lucimar Hessel (2010); Tais Castro (2009); MP: Sueli Saldanha (2006); Margarete Clara (2007) José Anísio Daniel (2007); Salete Rodrigues (2008); Rosana A. C. Vaz (2008); Márcia Miranda (2009), Juliana Thais Beltrame (2009).
      2. 3 orientações em andamento
      3. 23 artigos:
        1.  MARANHÃO, M. C. S. A. Projeto de pesquisa: expressões, equações e inequações. XII CIAEM, 2007, Santiago de Querétaro. 2007.
        2.  __________. Expressões, Equações e Inequações pesquisa, ensino e aprendizagem. Anais do IX ENEM, Recife, 2007.
        3.  __________. Espaços Formativos em uma escola básica e conhecimentos didáticos sobre números inteiros de professores dos anos iniciais do ensino fundamental. Educação Matemática Pesquisa. , v.1, p. 35 - 50, 2009.
        4.  __________. Uma meta-análise de pesquisas sobre o pensamento proporcional Anais do X ENEM, Salvador 2010.
        5.  MACHADO, S. D. A.; MARANHÃO, M. C. S. A. Uma meta-análise de pesquisas sobre o pensamento proporcional. Educar em Revista (Impresso), 2010.
        6.  TAVARESD.; MARANHÃOM. C. S. A. Sistemas Lineares no 8º ano Anais do SHIAM II. Campinas, 2008.    
        7.  NAGAMACHI M. Equações no Ensino Médio: uma síntese das dissertações e teses entre 1998 a 2006Anais da II Jornada Nacional de Educação Matemática e XV Jornada Regional de Educação Matemática Passo Fundo: Universidade de Passo Fundo, 2008.
        8.  ____________.Uma síntese das pesquisas da cidade de São Paulo  realizadas sobre o tema ensino-aprendizagem de equações no período de 1998  a 2004. EBRAPEM, 2007, Curitiba.
        9.  VAZ, R. A. C.; BIANCHINI, B. L. Análise de Questões de Matemática, sob a ótica dos níveis de mobilização de conhecimentos e dos registros de representação semiótica. IX EPEM, 2008, Bauru.
        10.  DANIEL, J. A.; BIANCHINI, B. L. Sofware APLUSIX: uma experiência com equações algébricas de 1 grau. Anais do IV CIEM. Canoas, 2007.
        11.  BELTRAME, J. T.; BIANCHINI, B. L. Concepções da Álgebra nos Livros Didáticos: a necessidade de uma inter-relação para o desenvolvimento do pensamento algébrico. In: XIII EBRAPEM, 2008, Rio Claro. Caderno de Resumos. Rio Claro, 2008.
        12.  BELTRAME, J. T.; VITA, A. C. A escolha do livro didático: motivação para uma reflexão sobre a atividade algébrica. In: Anais do IX EPEM, 2008, Bauru.
        13.  RODRIGUES, S. Produtos Notáveis: um estudo com o auxílio do programa APLUSIX. Encontro de Produção Discente em Educação Matemática da PUC-SP. 2008.
        14.  VAZ, R. A. C.; BIANCHINI, B. L. SARESP/2005: Uma análise de questões de matemática do 8 ano do ensino fundamental, sob a ótica dos níveis de mobilização dos conhecimentos e dos registros de representação semiótica. In: Anais VI CIBEM. Puerto Montt: Universidad de los Lagos, 2009. v. 1. p. 493-498.
        15.  RODRIGUES, S.; BIANCHINI, B. L. Produtos Notáveis: um estudo com o auxílio do programa APLUSIX. In: Anais VI CIBEM Puerto Montt : Universidad de los Lagos, 2009. v. 1. p. 610-615.
        16.  BELTRAME, J. T.; BIANCHINI, B. L. A Álgebra Nos Livros Didáticos: Um Estudo das Concepções Algébricas e Usos das Variáveis no 7º ano do Ensino Fundamental. In: Anais do IX EPESE, São Carlos. UFSC, 2009. v. 1. p. 1-8.
        17.  DANIEL, J. A.; BIANCHINI, B. L. Uma experiência com equações algébricas de 1º grau utilizando o software APLUSIX. In: Anais IX EPESE, UFSC., 2009. v. 1. p. 1-10.
        18.  BELTRAME, J. T.; GREGORUTTI, J. L.; BIANCHINI, B. L. A noção de Equação do 2º grau nos Livros Didáticos: uma análise sobre a utilização da História da Matemática como recurso didático. In: Anais do VIII Seminário Nacional de História da Matemática, Belém do Pará: Sociedade Brasileira de História da Matemática, 2009. v. 1. p. 1-12.
        19.  BELTRAME, J. T.; BIANCHINI, B. L. O modelo 3UV e o ensino da álgebra: uma análise do livro didático. In: X ENEM, 2010, Salvador.
        20.  RAVAZI, F. R. Análise dos usos da variável presentes na introdução à Álgebra da Proposta Curricular do Estado de São Paulo do Ensino Fundamental II de 2008 e 2009. III Produção discente da PUC/SP.  2010 - Modalidade pôster.
        21.  BELTRAME, J. T. Ensino da Álgebra: uma análise do livro didático utilizando O Modelo 3UV. Um dia de reflexão: Encontro de Professores e Pesquisadores. PUC/SP. 2010.
        22.  FILHO, J. P. V. Concepções algébricas e as manifestações da linguagem algébrica em dissertações e teses brasileiras sobre Ensino e Aprendizagem com Modelagem Matemática no Ensino Fundamental e Médio nas duas últimas décadas (1990-2009). III Produção Discente PUC/SP- Comunicação - 2010.
        23.  BIANCHINI, B. L. O modelo 3UV no ensino de Matemática. In: Anais do V CIEM 2010 - ULBRA Canoas/RS · Brasil.
        24.  
      4. ·         5 livros e/ou capítulos de livros
        1.  MARANHÃO, M. C. S. A. (org.) O livro Educação Matemática nos anos finais do Ensino Fundamental e no Ensino Médio - pesquisas e perspectivas: processo de elaboração In: Educação Matemática nos anos finais do Ensino Fundamental e no Ensino Médio - pesquisas e perspectivas. 1ª ed. São Paulo: Musa, 2009, v.1, p. 9-11.
        2.  __________. Síntese sobre relações no tempo em pesquisas In: Educação Matemática nos anos finais do Ensino Fundamental e no Ensino Médio - pesquisas e perspectivas. 1ª ed. São Paulo: Musa, 2009, v.1, p. 251-276.
        3.  PIRES, C. C., MARANHÃO, M. C. S. A. Memória do Grupo GT2-3 da SBEM In: Educação Matemática nos anos finais do Ensino Fundamental e no Ensino Médio - pesquisas e perspectivas. 1ª ed. São Paulo: Musa, 2009, v.1, p. 14-17.
        4.  MARANHÃOM. C. S. A.; PIRES, C. C.; FREITAS, J. L. M.; ORTIGÃO, M. I. R.; GRANDO, N. I. ; MACHADO, S. D. A.. Educação Matemática nos anos finais do ensino fundamental e no ensino médio. São Paulo: Musa, 2009, v.1. p. 279.
        5.  MARANHÃO, M. C. S. A.; MACHADO, S. D. A. O grupo GT2-3 da SBEM: interesses recentes In: Educação Matemática nos anos finais do Ensino Fundamental e no Ensino Médio - pesquisas e perspectivas. 1ª ed. São Paulo:Musa, 2009, v.1, p. 11-13.

     


    4. Em busca de situações propicias para a aprendizagem de conceitos básicos de Álgebra Linear (2007- atual)

    1. Objetivo:
      O projeto visa a dar continuidade a outro anteriormente concluído em 2006: “Sobre o desenvolvimento da noção de base de um espaço vetorial”. Focaliza a investigação sobre o ensino e a aprendizagem de Álgebra Linear em cursos de ciências exatas e afins.
       
    2.  Produção científica
      1. 4 dissertações: 
        MA: Joelma Iamac Nomura (2008); Eneias A. Prado (2010). MP: Carla dos Santos Moreno Battaglioli (2008); Lauro de Camargo Júnior (2010)
         
      2. 13 artigos:
        1. MACHADO, S.; BIANCHINI, B; MARANHAO, M. C.: GPEA's researches about the meta resources in teaching and learning the notion of basis of a vector space. 15-th Conference of the International Linear Algebra Society. México. 2008.
        2.  BIANCHINI, B. L.; NOMURAJ. I. Álgebra Linear: contextos reais na formação do engenheiro. Anais do VIII Encontro de Pesquisa em Educação da Região Sudeste. Vitória. 2007.
        3.  NOMURA, J. I.; BIANCHINI, B. L. Álgebra Linear: relações entre os ciclos básico e profissionalizante na Engenharia Elétrica. Anais do IX ENEM. Belo Horizonte  2007.
        4.  BATTAGLIOLI, C. S. M.; BIANCHINI, B. L. O registro gráfico dos sistemas lineares com três equações e três incógnitas na segunda série do ensino médio. Anais do IX EPEM. São Paulo 2008.
        5.  PRADO, E. A. Base de um Espaço Vetorial: uma Proposta de Trabalho. In: XIII Encontro Brasileiro de Estudantes de Pós-Graduação em Educação Matemática, 2009. Anais do XIII EBRAPEM, Goiânia, 2009.
        6.  PRADO, ENEIAS. A.; Machado, S.D.A. Sugestão de Aprimoramento de uma Decomposição Genética do Conceito de Base de um Espaço Vetorial. Anais do IX Encontro de Pesquisa em Educação da Região Sudeste, 2009, São Carlos.
        7.  NOMURA, J. I.; BIANCHINI, B. L. Como sobrevivem as diferentes noções de Álgebra Linear nos cursos de Engenharia Elétrica. In: VI Congresso Iberoamericano de Educación Matemática, 2009, Puerto Montt. VI CIBEM. Puerto Montt: Un. Lagos, 2009. v. 1. p. 781-786.
        8.  BATTAGLIOLI, C. S. M.; BIANCHINI, B. L. Os sistemas lineares com três equações e três incógnitas e os registros de representação semiótica algébrico e gráfico. In: IX Encontro de Pesquisa em Educação da Região Sudeste, 2009, São Carlos. Anais do IX EPRSE. São Carlos: UFSC, 2009. v. 1. p. 1-17.
        9.  NOMURA, J. I.; BIANCHINI, B. L. Entendendo por que e como deve ser lecionada a disciplina Álgebra Linear em uma graduação de Engenharia Elétrica. In: IV Seminário Internacional de Pesquisa em Educação Matemática, 2009, Taguatinga. Anais do IV SIPEM. Recife: SBEM, 2009. v. 1. p. 1-18.
        10.  BATTAGLIOLI, C. S. M.; BIANCHINI, B. L. O registro gráfico dos sistemas lineares com três equações e três incógnitas na segunda série do ensino médio. In: VIII Reunión de Didáctica de la Matemática del Cono Sul, 2009, Asunción, Paraguay. Anais da VIII CONESUL, 2009. v. 1. p. 1-6.
        11.  NOMURA, J. I. Um estudo sobre conceitos de Álgebra Linear em um curso de Engenharia na perspectiva da Teoria APOS. In: X ENEM - Salvador -BA, julho de 2010.
        12.  NOMURA, J. I. Esquemas Cognitivos e Mente Matemática: uma proposta de ensino da Álgebra Linear nas Engenharias à luz da Teoria APOS. III Produção Discente PUC/SP- Comunicação - 2010.
        13.  JORDÃO, A. L. I. Representação gráfica e interpretação geométrica dos Sistemas Lineares com auxílio do software Winplot. III Produção discente da PUC/SP.  2010 - Modalidade pôster.
           
      3.  ·         Capitulo de Livro: 
        GRANDE, A. L.; BIANCHINI, B. L. Análise de livros didáticos de álgebra linear quanto às noções de independência e dependência linear usando como referencial teórico os registros de representação semiótica. In: Maria Clara Rezende Frota; Lilian Nasser. (Org.). Educação Matemática no Ensino Superior: Pesquisas e Debates. Recife: Sociedade Brasileira de Educação Matemática, 2009, v. 5, p. 111-126.

     


    5. A aprendizagem de álgebra com a utilização de ferramentas  tecnológicas (2008- atual)

    1. Objetivo:
      Este projeto tem como objetivo investigar a contribuição das ferramentas tecnológicas para o ensino e a aprendizagem de Álgebra.
       
    2. Produção científica
    3. Tese: Custódio Thomaz Kerry Martins (2010)
    4. Dissertações: MP: Ariovaldo Guinther (2009)
    5. 4 orientações em andamento
    6. 8 artigos.
      1. PIZYSIEZNIG, A. H. A introdução da calculadora no desenvolvimento da aprendizagem de divisibilidade na 5ª serie do Ensino Fundamental. Anais do V CIEM. Canoas. 2010.
      2.  MARTINS, C. T. K.; BIANCHINI, B. L. A noção de movimento e a elaboração de algoritmos: primeiras análises das observações dos alunos em atividade. In: IX Encontro de Pesquisa em Educação da Região Sudeste, 2009, São Carlos. Anais do IX Encontro de Pesquisa em Educação da Região Sudeste. São Carlos: Universidade Federal de São Carlos, 2009. v. 1. p. 1-10.
      3.  GUINTHER, A.; BIANCHINI, B. L. A participação dos pais no cenário escolar: a visão dos mesmos a respeito do uso da calculadora em sala de aula. In: IX Encontro de Pesquisa em Educação da Região Sudeste, 2009, São Carlos. Anais do IX Encontro de Pesquisa em Educação da Região Sudeste. São Carlos: Universidade Federal de São Carlos, 2009. v. 1. p. 1-12.
      4.  GUINTHER, A. Calculadoras nas aulas de Matemática: perspectivas de pais de alunos. In: Anais do VI CIBEM (Congresso Iberoamericano de Educación Matemática)  Puerto Montt : Universidad de Los Lagos, 2009. v. 1. p. 644-645.
      5.  THEODORO, C. M. Uma análise da disciplina Teoria Elementar dos Números da Licenciatura em Matemática na modalidade a distância. III Produção discente da PUC/SP. 2010- Modalidade pôster.
      6.  SOUZA, Y. C. de Uma Proposta de Critérios para Análise de softwares de álgebra e um Tutorial/Manual para orientação de Professores da escola Básica DE COMO escolher softwares para uso em suas aulas. III Produção discente da PUC/SP.  2010 - Modalidade pôster.
      7.  ABAR, C. A. A. P. e BIANCHINI, B. L. A plataforma WIRIS: uma tecnologia para o ensino e aprendizagem de conteúdos matemáticos. In: Anais do V CIEM 2010 - ULBRA Canoas/RS · Brasil.
    7.   ·         3 Livros e capítulo de livro
      1.  MARTINS, Custódio Thomaz Kerry; RODRIGUES, Milton. Algoritmos elementares C++. 1. ed. São Paulo: LCTE, 2006. v. 1. 128 p.
      2.  MARTINS, Custódio Thomaz Kerry; RODRIGUES, Milton. Estudo de Algoritmos - Soluções em C++. 1. ed. São Bernardo do Campo - SP: Edição do autor, 2008. v. 1. 255 p.
      3.  BIANCHINI, B. L.; MACHADO, S. D. A. A sensibilização do professor do ensino fundamental para o uso da calculadora em sala de aula. IN: GROENWALD, C. e ROSA, M. (orgs) Educação Matemática e Calculadoras: Teoria e Prática. Canoas. Ed.ULBRA, 2010.

     


    6. Estudos sobre aritmética e álgebra nas perspectivas epistemológica e cultural (2009 – atual)

    1.  Objetivo:
      O projeto pretende reexaminar investigações sobre aritmética e álgebra, com lentes epistemológica e cultural, para mais bem compreender as concepções de atores escolares (da escola básica e universitários) no assunto e promover aprofundamentos em sua formação. Desenvolverá também pesquisas nas perspectivas epistemológica e cultural, com a participação ou colaboração de atores escolares, além de mestrandos, doutorandos, ou pos doutorandos. Tem diversas publicações a ele associadas.
       
    2.  Produção científica
      1. 2 orientações em andamento

     

    PROJETOS DE PESQUISA CONCLUÍDOS  (6)

     

    Sobre o desenvolvimento da noção de base de um espaço vetorial. (2002-2006)

    1.  Objetivo:
      Investigar os recursos-meta utilizados por professores de Álgebra Linear, livros didáticos vídeos, softwares para a apresentação  da noção de base de um espaço vetorial, para levantar aqueles com potencialidade de se tornarem “alavancas-meta”, termo cunhado por Dorier, paraa compreensão dos estudantes.
       
    2.  Produção cientifica:
      1. 5 Dissertações defendidas:
        MA: Claudia Araujo (2002); Zoraide Padredi (2003); André Lucio Grande (2006); Carlos Eduardo da Silva (2005) e Luis Carlos Oliveira (2005).
         
      2.  12 Artigos
        1. 1. PADREDI, Z. L. N. A metamatemática no discurso do professor de álgebra linear. Anais do VII EBRAPEM, Campinas. 2002.
        2. 2. OLIVEIRA, L. C. B. Desenvolvimento da noção de base em uma sala de aula. Anais do VII EBRAPEM, Campinas. 2002.
        3.  3. MACHADO, S. D. A.MARTINS, J. Após um primeiro curso de Álgebra Linear, como o licenciando concebe um espaço vetorial? Anais do II SIPEM, Santos. 2003.
        4.  4. PADREDI, Z. L. N.; MACHADO, S. D. A. A influência da formação do professor na utilização de recursos-meta em Álgebra Linear. Anais do EBEM. Bahia. 2004
        5.  5. _________________ As alavancas-meta no discurso do professor de Álgebra Linear. Anais do VII EPEM. São Paulo. 2004
        6.  6. MACHADO, S. D. A. Educação Matemática no Ensino Superior. VIII ENEM. Recife, 2004.
        7.  7. SILVA, C. E. A álgebra linear no curso de ciências da computação. Anais do IX EBRAPEM, 2004.
        8.  8. SILVA, C. E.; MACHADO, S. D. A. Profissionais da ciência da computação e a álgebra linear. Anais CIBEM 5. Porto. 2005
        9.  9. BIANCHINI, B. L.; GRANDEA. L. A noção de dependência linear e os registros de representação semiótica. Anais do XI EBEM, 2005.
        10.  10. GRANDEA. L. Os registros de representação semiótica nos livros didáticos de álgebra linear. Anais do X EBRAPEM, 2005.
        11.  11. GRANDE, A. L.; BIANCHINI, B. L. Os registros de representação semiótica nos livros didáticos de álgebra linear nas noções de independência linear. Anais do III SIPEM, Águas de Lindoia. 2006
        12.  12. CASSAPULA, L.; MARTINI, A. M.; BIANCHINI, B. L. Trabalho nos Anais do XV Encontro de IC, PUC SP, 2006.

     


    O Teorema Fundamental da Aritmética e o cotidiano escolar (2003-2005)

    1.  Objetivo:
      Investigar aspectos procedimentais e conceituais de estudantes e professores de matemática quando defrontados com situações que envolvem o Teorema Fundamental da Aritmética.
       
    2. Produção cientifica:
      MACHADO, S. D. A.: MARANHÃO, M. C. S. A.; COELHO, S. P. Como é utilizado o teorema fundamental da aritmética por atores do Ensino Fundamental. Atas do V CIBEM, Porto, 2005.

     


    Panorama das dissertações do Programa de Estudos Pós-graduados em Educação Matemática da PUC-SP (2003-2006)

    1.  Objetivo:
      Realizar um Estado da Arte das dissertações do Programa de Estudos Pós-graduados em Educação Matemática da PUC-SP, a fim de fornecer elementos para a indicação de teorias, práticas e temas privilegiados, para subsidiar encaminhamentos, políticas, decisões necessárias ao aperfeiçoamento da produção discente e docente.
       
    2.  Produção cientifica
      1. 3 Dissertações MA: Luciane Oliveira (2003), Eliane Oliveira (2003) Benedito Junho (2003).
      2. 3 Artigos
        1.  OLIVEIRA, L. P.; MACHADO, S. D. A. Trabalho apresentado. Anais da 53ª SBPC, 2001
        2.  JUNHO, B. A. P.Trabalho apresentado . Anais do IX EBRAPEM, 2004
        3.  MACHADO, S. D. A.; MARANHÃO, M. C. S. A. Relação entre a composição do corpo docente e a produção discente na primeira década do Programa de Educação Matemática da PUC SP. Educação Matemática em Revista. SBEM., v.13, s.20, p. 3-9. 2006.

     


    O que se entende por Álgebra do ponto de vista Curricular e Didático? (2003- 2009)

    1.  Objetivo:
      Investigar o que se entende por Álgebra nos planos: curricular, didático e cognitivo.
       
    2. Produção cientifica
      1. 3 Teses: Auriluci Figueiredo (2007); Mercedes B. Q. Carvalho e Adriana Camejo Silva (2009)
      2. 1 Dissertações: MA: Maria Helena da Silva (2006)
      3. 38 Artigos:
        1.  MARANHÃO, M. C. S. A.; CAMEJO SILVA, A.; MACHADO, S. D. A. Relatos em torno do cálculo de um aluno do 2º ano do Ensino Fundamental. Zetetiké. Ed.Unicamp. v 16, s.29, p. 156-169, 2008
        2.  __________. Olhares de professores sobre a produção de alunos de 1ª serie do ensino fundamental. Educação Matemática em Revista. SBEM. v1, p.9-16.2007.
        3.  MARANHÃO, M. C. S. A.; CAMEJO SILVA, A. Alunos das series iniciais operam com inteiros negativos... Professoras polivalentes percebem isso? Anais do III SIPEM III. Águas de Lindoia, 2006.
        4.  MARANHÃO, M. C. S. A.; SENTELHAS, M. S. B. O jogo do alvo para a numeração no ensino infantil. In: XI CIAEM, 2003, Blumenau.  Anais da XI CIAEM. Blumenau 2003.
        5.  __________. Lacunas no ensino e aprendizagem de numeração. 26 ANPED, Poços de Caldas, 2006.
        6.  __________. Propostas  curriculares, planejamentos de ensino, práticas de classe e conhecimentos de alunos do Ensino Infantil sobre adição. Educação Matemática Pesquisa, São Paulo, v. 4, n. 2, p. 10-41, 2004.
        7.  MARANHÃOM. C. S. A.; CARVALHO, M. B. Q. O que os professores dos anos iniciais ensinam sobre números. Perspectivas da Educação Matemática: Revista do Programa de Mestrado em Educação Matemática da UFMS. , v.1, p.7 - 28, 2009.
        8.  CAMEJO SILVA, A.; MARANHÃO, M. C. S. A.; MIRANDA, M. R. Ideias de professoras dos anos iniciais sobre números racionais. Anais do IV SIPEM, Taguatinga, 2009.
        9.  FIGUEIREDO, A C; MARANHÃO, M. C. S. A. Concepções de Educação Algébrica encontradas em um curso de Licenciatura em Matemática. Anais VII Cone Sul, 2006, Lindoia.
        10.  CAMEJO, A.; MARANHÃO, M. C. S. A. Formação do pedagogo para o ensino da matemática. Anais do VII Cone Sul, 2006, Lindoia.
        11.  _________. Formação de professor polivalente para o ensino da matemática. In: IV Mostra de Pesquisa em Educação, 2006, São Paulo. Anais da IV Mostra. São Paulo, 2006.
        12.  FIGUEIREDO, A; MARANHÃO, M. C. S. A. Álgebra elementar em um 1º ano de licenciatura em matemática: dificuldades e concepções. Anais da IV Mostra São Paulo, 2006.
        13.  MARANHÃO, M. C. S. A. Visões sobre aulas de numeração na Educação Infantil. In: Sérgio Junqueira. (Org.). Mesas Redondas do VII ENDIPE. 1 ed. Curitiba: Editora Universitária Champagnant, 2005, v. 5, p. 201-214.
        14.  _________. Integração de Atividades de Pesquisa de Atores da Escola Básica e da Universidade: um exemplo. Anais do IX ENEM. Recife, 2007.
        15.  CAMEJO SILVA, A.; AROMA, W. Formação inicial do professor polivalente para o ensino da matemática. Anais VIII EPEM 2006, São Paulo.
        16.  CAMEJO SILVA, A. Formação inicial do professor polivalente para o ensino da matemática. X EBRAPEM MG, 2006.
        17.  HAMAZAKI, A. C.. O Ensino e a Aprendizagem de Geometria: o quadrilátero tomado como exemplo p/ a elaboração de proposta de Atividades Complementares, na Formação Inicial do Professor de Matemática. VIII EPEM, 2006.
        18.  MIRANDA, M. R. Webquest: uma possibilidade de aprendizado cooperativo com recursos da internet. Fórum Mundial de Educação Alto Tietê, 2007, Mogi das Cruzes.
        19.  ________. Função exponencial: um introdução ao estudo do crescimento e decrescimento com a utilização de um software gráfico. 2º Simpósio de Ciências Exatas e Tecnologia, 2007, Mogi das Cruzes.
        20.  CARVALHO, M. B. Q.; SARRAF, C. Números e Letras. Processos de aprendizagem nos  anos iniciais. Direcional Educador, v. 1, p. 12-16, 2008.
        21.  CARVALHO, M. B. Q Resolvendo problemas e fazendo matemática. Direcional Educador, v. 42, p. 24-24, 2008.
        22.  ________. O registro como instrumento de avaliação da prática docente.. Pátio- Revista Pedagógica, Porto Alegre, v. ano IX, n. 34, p. 33-36, 2005.
        23.  ________. Os fundamentos do ensino da Matemática e o curso de  Pedagogia. Revista de Educação PUC-Campinas, Campinas, v. 1, n. 18, p.  07-16, 2005.
        24.  ________. Contrato Didático. relação entre professor, aluno e conteúdo. Páginas abertas, São Paulo, v. ano 30, n. 25, p. 18-19, 2005.
        25.  ________. Material Dourado. Possibilidade de aprendizagem. PROVE- Projeto de valorização do educador e melhoria da qualidade de ensino, São Paulo, v. Ano 3, n. 4, p. 39-40, 2005.
        26.  ________. O que não sabemos sobre o que nossos alunos sabem?  Direcional Educador, São Paulo, p. 29 - 29, 01 nov. 2008.
        27.  ________. Tabuada é para decorar ou não? Direcional Educador, São Paulo, p. 29-29, 01 out. 2008.
        28.  ________. A escrita numérica das crianças. Direcional Educador, São Paulo, p. 33-33, 01 set. 2008.
        29.  ________ A escola ensina suas crianças a contar? Direcional Educador, São Paulo, p. 9-9, 01 ago. 2008.
        30.  ________ A calculadora como instrumento didático. Anais Sapiens 2008. Recife, 2008.
        31.  ________ Conhecimentos didáticos sobre o conteúdo matemático em cursos de Pedagogia. In: Congresso Nacional de Educação Matemática, 2008, Ijuí- RS. A gestão da sala de aula. Perspectivas, pesquisas e desafios. Ijui, 2008.
        32.  ________. Pedagogia e os conteúdos matemáticos. A formação do professor dos anos inicias e educação infantil. IX ENEM  2007, Belo Horizonte.
        33.  ________ O trabalho com a matemática nas séries iniciais do ensino fundamental. XIII ENDIPE 2006, Recife.
        34.  ________Registros como prática docente. Anais do Congresso Atual de Práticas Educativas. Recife: CFPA- Centro de Formação, Pesquisa e Assessoria. v. 1. p. 53-60.
        35.  ________ Mapas conceituais, os caminhos da aprendizagem. In: Congresso Atual de Práticas Educativas, 2006, Recife. Anais do Congresso Atual de Práticas Educativas. Recife 2006.
        36.  ________ Formação de Professores em Serviço. O trabalho com a matemática nas séries inicias do ensino fundamental. XIII ENDIPE, Recife, 2006.
        37.  FIGUEIREDO, A. C. As visões de Álgebra em um Curso de Licenciatura de Matemática. VIII EBRAPEM, Londrina, 2004.
        38.  BIANCHINI, B. L.; SILVA, M H. Aprender e ensinar matemática no ensino fundamental segundo os conceitos espontâneos e científicos de Liev Semionovich Vigotski. Anais do XI EBEM, 2005.
      4. ·         18 Livros e capítulos de Livros
        1.  MARANHÃO, M. C. S. A. e MERCADANTE, S. (Orgs.). Sala de Aula: um espaço de pesquisa em matemática. 1. ed. São Paulo: Vera Cruz Edições, 2006. v. 1. 78 p.
        2.  _________. Que pesquisa se faz na escola?. In: Maranhão e Mercadante (orgs) Sala de Aula: um espaço de pesquisa em matemática. 1 ed. São Paulo: Vera cruz Edições, 2006, v. 1, p. 11-14.
        3.  __________. Projeto de Integração de Matemática: retrospectiva do período de 1994 a 2004. In: Maranhão e Mercadante. (Orgs.). Sala de Aula: um espaço de pesquisa em matemática. 1 ed. São Paulo: Vera Cruz Edições, 2006, v. 1, p. 19-30.
        4.  MARANHÃO, M. C. S. A.; IGLIORI, S. B. C.. Registros de Representação e Números Racionais. In: Silvia Dias Alcântara Machado. (Org.). Aprendizagem em Matemática: Registros de Representação Semiótica. 1 ed.  São Paulo: Papirus Editora, 2003, v. 1, p. 57-70.
        5. MARANHÃO, M. C. S. A.. Atividades essenciais para o conceito e significado de número na Educação Infantil. In: Regina Maria Pavanello. (Org.). Matemática nas séries iniciais do ensino fundamental: a pesquisa e a sala de aula. Coleção SBEM. São Paulo: SBEM, 2004, v. 2, p. 49-68.
        6.  CARVALHO, M. B. Q. Aprendendo a contar. Guia Prático para Professores de  Educação Infantil, v. 1, p. 1-2, 2008.
        7.  ________. Problemas? Mas que problemas?! Estratégias de resolução de problemas matemáticos em sala de aula. 3a. ed. Petrópolis: Vozes, 2005. v. 1. 70 p.
        8.  ________. Registrar as aulas de matemática e repensar a prática docente. Formação de professores polivalentes. In: Carvalho, M.. (Org.). Ensino Superior. Reflexões sobre a prática docente. 01 ed. São Paulo: Musa Editora, 2008, v. 01, p. 95-106.
        9.  ________. Matemática no ensino fundamental de nove anos. In: Giuliano Tierno. (Org.). A criança de 6 anos. 1a ed. São Paulo: Meca Ltda, 2008, v. 1, p. 101-116.
        10.  ________. Escola, espaço de formação de professores. In: Mercedes Carvalho. (Org.). Ensino Fundamental. Práticas docentes nas séries iniciais. 1a ed. Petrópolis: Vozes, 2006, v. 1, p. 13-18. 
        11.  ________. Brincando com números: Cálculo Mental. Guia Prático para  Professores da Educação Infantil, São Paulo, p. 0 - 0, 01 nov. 2008.
        12.  ________. Aprendendo a contar com jogos. Guia Prático para professores de educação Infantil, São Paulo, p. 9 - 9, 01 out. 2008.
        13.  ________. Análise combinatória. Guia Prático para Professores da Educação Infantil, São Paulo, p. 01 - 01, 01 jul. 2008.
        14.  ________. Contagem e a calculadora. Guia Prático para Professores de Educação Infantil, São Paulo, p. 1 - 1, 01 jun. 2008.
        15.  ________. Geometria. Guia Prático para professores de Educação Infantil, São Paulo, p. 1 - 2, 01 maio 2008.
        16.  ________. Problemas matemáticos. Especial Guia Prático para professores - Alfabetização, São Paulo, p. 26 - 27, 01 abr. 2008. 
        17.  CARVALHO, M. B. Q.(Org.). Ensino Superior. Reflexões sobre práticas docentes. 01. ed. São Paulo: Musa Editora, 2008. v. 01. 160 p.
        18.  ________. Ensino Fundamental. Práticas docentes nas séries iniciais. 2a. ed. Petrópolis: Vozes, 2006. v. 1. 119 p.
      5. ·         1 Entrevistas OLIVA, L; MARANHÃO, M. C. S. A. Entrevista: Os rumos da educação matemática. Direcional Educador, São Paulo, p. 18 - 23, 01 mar. 2008.

     


     Sobre a observação de regularidades e generalização de padrões: uma atividade transversal (2005-2010)

    1.  Objetivo:
      Investigar o estatuto da observação de regularidades e generalização de padrões nos níveis institucional, docente e discente.
       
    2. Produção científica
      1. 9 Dissertações: MA: Elisângela Perez (2006); M. Margarida Almeida (2006); Juliana G. Santos (2008); Cesar A. S. Carvalho (2008); Renato Silvestre (2009); Cristiane Ferreira (2009); Marcelly Mingorancia (2010). MP: Lucimeire Aquino (2008); Sebastião Archilia (2008).
         
      2. 11 Artigos
        1. MACHADO, S. D. A.; ALMEIDA, M. M. M. A generalização de padrão sob o ponto de vista de um professor de matemática do Ensino Fundamental. Revista: Perspectivas da Educação Matemática. Ed. UFMS. v.1, n.1. p.41-54.2008
        2.  MACHADO, S. D. A.; MARANHÃO, M. C. S. A. A generalização de padrões nos PCN e sua ressonância entre professores de matemática. Anais do IV CIEM. Canoas. 2007
        3. CARVALHO, C. A. S; MACHADO, S. D. A.; Contribuição da observação de padrões para o desenvolvimento da competência e da habilidade do aluno relacionadas à generalização algébrica. Anais do IV CIEM. Canoas. 2007
        4.  CARVALHO, C. A. S. Observação e generalização de padrões e o trabalho com progressões aritméticas. Anais do XII EBRAPEM, Rio Claro, 2008.
        5.  _________. Generalizações e Progressões Aritméticas: uma experiência com alunos do Ensino Médio. Anais do VIII EPG, São José dos Campos. 2008.
        6.  _________. A percepção da generalidade no trabalho com padrões em Álgebra. Anais do IX ENEM, Belo Horizonte, 2007
        7.  SANTOS, J. G.; MACHADO, S. D. A. Uma pesquisa colaborativa visando observação e generalização de padrões por alunos da 5ª serie. Anais do IV CIEM. Canoas. 2007.
        8.  SANTOS, J. G.. A Observação e Generalização de Padrões Investigada por Professores em Formação Continuada. Anais do XI EBRAPEM, UFPR, 2007.
        9.  ________. Observação e generalização de padrões: um tema para alunos e professores. Anais do Congreso Ibero-americano de Educación Matemática, 2009, Puerto Montt.
        10.  MACHADO, S. D. A. O aluno de quinta serie é capaz de perceber e descrever regularidade em um padrão? Revista PROVE. Ano 5.nº 5. p 17-19. Novembro de 2006.
          1.  SANTOS, D. O. Uma professora de matemática faz pesquisa na oitava série. Revista PROVE.
        11. Ano 6.nº 6. p 19-20. Novembro de 2007. 
      3. ·         Capitulo de Livro MACHADO, S. D. A.; PRADO, E. A.; SILVA, M. I.; IZZO, C. V.; COSTA, J. M.; OLIVEIRA, R. N.  Oficina de matemática-ciclo 1. In: Olgair Gomes Garcia i. (Org.). PROVE LIVROS 5. São Paulo: Loyola, 2008, v. 5, p. 40-47.

     


    Concepções acerca de Relações (2006 - 2010)

    1. Objetivo:
      O projeto tem por objetivo investigar significados atribuídos a relações por estudantes e por professores do ensino básico.
       
    2. Produção científica
      1. 6 Dissertações defendidas:
        MA: Luciane Martinelli (2005); Luciana Lage (2006); Janaina Lage Souza (2006).MPUmberto Silva (2007); Alexandre de Paula Silva (2008), Cláudia Vicente de Souza (2010).
         
      2. 14 Artigos
        1.  MARANHÃO, M. C. S. A.; SENTELHAS, M. S. B. Jogo das caixas: desenvolvendo ideias fundamentais da Matemática no ensino infantil. Anais do II SIPEM, 2003. Santos.
        2.  MARANHÃO, M. C. S. A.; SOARES, E.; IGLIORI, S. B. C. Significados atribuídos a relações em problemas de ordenação. Anais do II SIPEM, 2003. Santos.
        3.  MARANHÃO, M. C. S. A.; SENTELHAS, M. S. B.; MARTINELLI, L. Relações de Ordem no Tempo - Um Estudo No Ensino Médio. Anais do VII  EPEM  2005. p. 1-10.
        4.  MARANHÃO, M. C. S. A.; MACHADO, S.D. A.; MARTINELLI, L. Ordering Relations in High School. Proceedings of the Third International Conference on the teaching of Mathematics at the undergraduate level. Istambul, 2006.
        5.  BIANCHINI, B. L.; PUGA, L. Z. Inter-relação do ensino-aprendizagem do conceito de função em ambientes presencial e virtual. Memórias do Simposium Iberoamericano de Educación, Cibernética e Informática, 2005. Orlando.
        6.  _________. Revelando concepções de alunos sobre o conceito de função numa plataforma de ensino em EaD. Anais do V CIBEM. Porto, 2005.
        7.  _________. Conceito de função em ambientes de ensino e aprendizagem presencial e virtual. Anais do V CIBEM. Porto, 2005.
        8.  _________. Tecnologias no ensino superior em um contexto matemático. Anais do TecEduc@ation 2005. São Paulo
        9.  SANTOS, A. T. C.; BIANCHINI, B. L. Função Logarítmica: uma abordagem por meio de uma seqüência didática utilizando ambientes computacionais. In: Anais do IX EPEM. São Carlos: UFSC, 2009. v. 1. p. 1-9.
        10.  SANTOS, A. T. C.; BIANCHINI, B. L. O Pensamento Matemático Avançado e o Ensino de Funções Exponenciais. In: III SHIAM Seminário de Histórias e Investigações de/em Aulas de Matemática - Julho 2010 - Publicação Caderno de Resumos- ISSN: 2176-1884 - Faculdade de Educação Unicamp, Campinas, 2010.
        11.  SANTOS, A. T. C.; BIANCHINI, B. L. Um estudo da Função Quadrática e o Pensamento Matemático Avançado. In: Anais do X ENEM - SALVADOR, 2010.
        12.  SANTOS, A. T. C. Função Logarítmica: uma abordagem por meio de uma sequência didática utilizando ambientes computacionais.In:  II Produção Discente em Educação Matemática PUC-SP, 2009. Modalidade Pôster.
        13.  SANTOS, A. T. C., BIANCHINI, B. L. Análise de situação-problema envolvendo potências para o estudo da função exponencial. In: Anais do V CIEM 2010 - ULBRA Canoas/RS - Brasil.
        14.  SOUZA, C. V. de A função exponencial no caderno do professor de 2008 da Secretaria do Estado de São Paulo, Análise de atividades realizadas por alunos da 2ª série do Ensino Médio. In: Anais do X ENEM - Salvador, 2010.

     

    Última Atualização: 09/11/2010

O Elementar e o Superior em Matemática - GPES  

  • IDENTIFICAÇÃO DOS PESQUISADORES:

    Coordenadores: Benedito Antonio da Silva

    LINHA(S) DE PESQUISA(S):

    A Matemática na Estrutura Curricular e Formação de Professores e História, Epistemologia e Didática da Matemática

    SOBRE O GRUPO:

    O tema principal deste grupo de pesquisa é o processo de Ensino e Aprendizagem do Cálculo. O Cálculo Diferencia e Integral, em geral nosso país é disciplina curricular do ensino superior. No entanto, seus conceitos fundamentais, como limite, derivada e integral se sustentam em conceitos elementares como o conceito de função, de número, e outros. Assim este grupo de pesquisa se interessa tanto por tem questões relacionadas ao processo de ensino e aprendizagem do ensino básico, quanto ao do ensino superior. Em especial se interessa pelos fenômenos desse processo da passagem do ensino básico para o ensino superior. Além disso, o grupo tem realizado pesquisas que tem no professor seu alvo principal.

    O projeto em desenvolvimento sob a supervisão de Benedito Antonio da Silva é: “Componentes do processo de ensino e aprendizagem do Cálculo: saber, aluno e professor”. As quatro principais vertentes envolvendo o ensino e a aprendizagem do Cálculo – o aluno ingressante nos curso de exatas, o professor da universidade, o professor da educação básica e as dificuldades dos próprios conteúdos tratados na disciplina – constituem um inesgotável manancial de questões a serem investigadas a fim de se refletir sobre sua realidade para que, uma vez conhecendo-se melhor os fatos sobre ela, mais instrumentalizado se estará para examiná-la e questioná-la, na tentativa de identificar os elementos que a compõem.

    Os projetos em desenvolvimento sob a supervisão de Sonia Barbosa Camargo Igliori são:

    1. “A axiomatização da aritmética e o conceito de número”

    1. Objetivos:
      1. Investigar novos métodos de introduzir o conceito de número e novas maneiras de responder a questão: “O que é um número?”
      2. Investigar temas da epistemologia e do pensamento matemático em geral, como o problema do pensamento relacional.
      3. Desenvolver novas maneiras de construir conceitos matemáticos, como números (por exemplo, a construção de Conway)
      4. Estabelecer evidências de que há duas culturas diferentes para a Matemática (construção de teorias versus resolução de problemas) e buscar explicações de como elas se relacionam entre si.
      5. Evidenciar a complementaridade do método axiomático e o método de modelos, tendo por entendimento que não é viável contentar-se com uma introdução axiomática dos números porque com ela não há como tratar os problemas de aplicação.

     


    2. “A modelagem no Ensino do Cálculo”

    1. Objetivos:
      1. Investigar novas abordagens para o ensino do Cálculo.
      2. Investigar modelos de fenômenos em que o Cálculo dá sustentação, para o ensino do Cálculo nos cursos em que ele é uma ferramenta.
      3. Dar significado aos conceitos do Cálculo por meio da modelagem.

     


    3. Projetos em desenvolvimento de interesse dos dois coordenadores

    1. “Um panorama das pesquisas elaboradas pelo grupo”
      1. Objetivos:
      2. Sistematizar os resultados das pesquisas desenvolvidas nos 15 anos de existência.

     

    Dissertações e teses em andamento:

     

    1. Orientadas pelo professor Benedito Antonio da Silva

    1. O estudo de funções na educação básica e superior;
    2. A transição da educação básica para o ensino superior, no que se refere ao Cálculo Diferencial e Integral;
    3. Questões relativas ao ensino/aprendizagem das noções de limite, derivada  e de integral;
    4. Estudo do teorema fundamental do Cálculo.
    5. A transição do estudo de funções de uma para duas variáveis.
    6. A quadratura do círculo e a gênese do número p.

     


    2. Orientadas pela professora Sonia Barbosa Camargo Igliori:

    1. O caráter analógico do senso numérico humano e as implicações no processo de ensino e aprendizagem da Matemática;
    2. A modelagem no ensino de Cálculo
    3. O conceito de número real no ensino
    4. O estruturalismo como formador de correntes teóricas em diversas
    5. Estilos cognitivos segundo Krutetskii
    6. O trabalho coletivo em Educação Matemática: da cooperação a colaboração

     


    Temáticas de interesse:

    1. Ensino e aprendizagem das noções fundamentais do Cálculo de uma ou duas variáveis: números reais, função, limite, derivada, integral.
    2. O processo do ensino e aprendizagem pode ser investigado tendo a perspectiva do estudante ou a do professor.
    3. Epistemologia histórica das noções fundamentais do Cálculo.
    4. Registros de representação das noções fundamentais do Cálculo.
    5. Análise de livros didáticos.
    6. Utilização de tecnologias (calculadora, computador) para ensino das noções fundamentais do Cálculo.
    7. Passagem do ensino médio para o superior.

Desenvolvimento Curricular Em Matemática E Formação De Professores 

IDENTIFICAÇÃO DOS PESQUISADORES:

 

  • Nome: Profa. Dra. Célia Maria Carolino Pires

    E-mail: celia@pucsp.br

    Endereço para acessar CV: http://lattes.cnpq.br/9434245879107726

    LINHA(S) DE PESQUISA(S):

    A Matemática na Estrutura Curricular e Formação de Professores

    SOBRE O GRUPO:

    Histórico do grupo de pesquisa

    O grupo de pesquisa “Desenvolvimento Curricular em Matemática e Formação de Professores” organizou-se em 2000 com a finalidade de desenvolver pesquisas sobre o processo de organização, desenvolvimento e implementação de currículos e sua relação com o processo de formação e de atuação de professores. O grupo focaliza currículos de Matemática da Educação Básica e da Educação Superior e procura contribuir para a construção de conhecimentos numa área que ainda é pouco explorada na Educação Matemática. Tem como líder de pesquisa a Profa. Dra. Célia Maria Carolino Pires que o coordena desde 2000.

    Projetos de pesquisa

    Dos  projetos de pesquisa desenvolvidos pelo grupo há quatro concluídos e três em andamento,  indicados no Quadro I a seguir:
    Quadro I: Projetos de Pesquisa do Grupo "Desenvolvimento Curricular em Matemática e Formação de Professores".  


    Projeto

    Período

    D

    MA

    MP

    • Inovações Curriculares nos Ensinos Fundamental e Médio.

    2000/
    2008

    1

    9

    11

    • Formação de Professores de Matemática.

     

    2000/
    2008

    2

    9

    5

    • Construção de Trajetórias Hipotéticas de Aprendizagem e implementação de inovações curriculares em Matemática no Ensino Médio.

    2007/
    2011

    6

    4

    10

    • O Currículo de Matemática na Educação de Jovens e Adultos: dos intervenientes à prática em sala de aula.

    2010/
    2013

    1

    3

    0

    • Pesquisas comparativas sobre organização e desenvolvimento curricular na área de Educação Matemática, em países da América Latina.

    2009/
    Atual

    6

    0

    0

    • A aprendizagem significativa e conhecimentos prévios: investigando o currículo de matemática, em uma perspectiva construtivista.

    2011/
    atual

    0

    1

    2

    • Organização Curricular e Formação de Professores que ensinam Matemática em diferentes níveis e modalidades de ensino.

    2011/
    atual

    3

    0

    0

    • Relações entre professores e materiais que apresentam o Currículo de Matemática:um campo emergencial

    2012/
    atual

    5

    2

    1

    Total

    77

    24

    28

    29

     I. Inovações Curriculares nos Ensinos Fundamental e Médio

    As investigações do projeto “Inovações Curriculares nos Ensinos Fundamental e Médio” incluíram análises sobre a trajetória da Matemática na organização curricular brasileira para estas etapas da escolaridade e as atuais propostas de ensino de Matemática, focalizando variáveis que intervêm na formulação de propostas curriculares. Procuraram discutir também de que modo as diretrizes veiculadas por documentos oficiais são traduzidas na prática dos professores em sala de aula e nos livros didáticos, e analisar o currículo como “práxis”.  Cotejaram propostas curriculares com questões de vestibulares do Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM). Dentre os autores que orientaram os debates no interior do Grupo destacaram-se: Bishop (1999), Doll Jr. (2002), Sacristán (2000), Machado (2001), Pires (2000, 2002) e Rico (2004). Foram concluídas neste Projeto uma tese de doutorado e dezoito dissertações de mestrado, sendo sete do acadêmico e onze do profissional.

    II. Formação de Professores de Matemática

    Concomitantemente outros componentes do Grupo de Pesquisa dedicaram-se a investigar os processos de formação inicial e continuada de professores de Matemática, em cursos de Licenciatura e em projetos de formação continuada. Tinham como objetivos identificar mudanças implementadas nessa formação em decorrência das demandas atuais do sistema educacional brasileiro e verificar em que medida a construção das diferentes competências profissionais de um professor de Matemática são estimuladas ao longo desses processos de formação, analisando as propostas de atividades curriculares que propiciem ao futuro professor de Matemática, um conhecimento da Educação Matemática, de suas motivações, dos conteúdos de suas investigações, das implicações e resultados sobre o ensino e a aprendizagem da Matemática. O conjunto dessas dissertações e teses trouxe contribuições para a compreensão da trajetória histórica dos cursos de formação inicial e continuada de professores para ensinar Matemática, tanto professores polivalentes como especialistas. Permitiu ainda evidenciar as características do conhecimento do professor que ensina Matemática e estimular a reflexão sobre os conhecimentos do professor, considerados essenciais, como também a influência de crenças, de concepções e de atitudes do docente. Dentre os autores que orientaram os debates no interior do grupo destacaram-se: Schön (2000), Tardif (2000), Ball (1991), Ponte (1998), Elbaz (1983), Perrenoud (1999), Garcia (1999), Shulman (1987), Fiorentini (2003), Alarcão (2003), Serrazina (2001) e Llinares (1994). Foram concluídas duas teses de doutorado e quatorze dissertações de mestrado, sendo nove do acadêmico e cinco do profissional.
    Os resultados dos trabalhos realizados pelo Grupo foram divulgados em congressos e por meio da publicação de artigos e livros. A tese de doutorado “Re-significar a demonstração nos currículos da educação básica e na formação de professores de matemática” de Ruy Pietropaolo recebeu o Prêmio Capes de Teses. Animados com os resultados, consideramos interessante dar prosseguimento ao trabalho do Grupo, desta vez organizando um projeto que tivesse por finalidade desenvolver propostas de apoio à inovação curricular na área de Matemática, considerando alguns princípios apresentados nas Diretrizes e Parâmetros Curriculares para o Ensino Médio.

    III. Construção de Trajetórias Hipotéticas de Aprendizagem e implementação de inovações curriculares em Matemática no Ensino Médio,

    A partir de 2007, foi proposto e desenvolvido um projeto com o objetivo de construir, para diferentes expectativas de aprendizagem do ensino médio, Trajetórias Hipotéticas de Aprendizagem (THA), que consistem de objetivos para a aprendizagem dos estudantes, de tarefas matemáticas que serão usadas para promovê-la e do levantamento de hipóteses sobre esse processo de aprendizagem, segundo Simon (1995). O projeto contribuiu para o conhecimento sobre as aprendizagens dos alunos do Ensino Médio em tarefas que envolviam resolução de problemas, investigação, uso de tecnologias, abordagens interdisciplinares e aplicações de conceitos e procedimentos matemáticos às situações do cotidiano em outras áreas de conhecimento. Alunos de doutorado e mestrado desenvolveram pesquisas sobre organização e desenvolvimento curricular na área de Matemática e de formação de professores de Matemática de Ensino Médio, da rede pública estadual de São Paulo. Dentre os autores que orientaram os debates no interior do grupo destacam-se: Simon (1995), Bishop (1999), Doll Jr. (2002), Sacristán (2000), Pires (2000, 2002) e Rico (2004).
    Por suas características esse projeto vem contribuiu decisivamente para a constituição de um grupo de pesquisa mais colaborativo entre seus componentes. Os desafios de acompanhar o desenvolvimento curricular em salas de aula, com professores de ensino médio, os levou a compartilhar dúvidas, preocupações e a se envolver não apenas com sua pesquisa, mas também com os trabalhos de todo o grupo. Seus resultados foram divulgados em congressos e por meio da publicação de artigos e livros.

    IV. O Currículo de Matemática na Educação de Jovens e Adultos: dos intervenientes à prática em sala de aula.

    De 2010 a 2013 foi desenvolvido o projeto "O Currículo de Matemática na Educação de Jovens e Adultos: dos intervenientes à prática em sala de aula".  O objetivo foi o de investigar o currículo de Matemática relacionado à Educação de Jovens e Adultos (EJA), considerando os diferentes intervenientes curriculares (Sacristán, 2000), como documentos oficiais, material didático, avaliação, planejamento escolar e do professor, e o currículo em ação dessa modalidade de ensino. As questões diretrizes das investigações realizadas foram: Quais são as pesquisadas já realizadas, no Brasil, relacionada a EJA e a Educação Matemática? Qual é a Matemática que está sendo ensinada para os estudantes na modalidade EJA? Quais são as recomendações dos documentos oficiais para o ensino da Matemática nessa modalidade? Os materiais didáticos desenvolvidos para EJA estão de acordo com as recomendações oficiais?
    Para realização da pesquisa foi composto um grupo colaborativo (Boavida e Ponte, 1998) formado por estudantes de mestrado e doutorado. Foram concluídas neste Projeto uma tese de doutorado e três dissertações de mestrado.

    V. Pesquisas comparativas sobre organização e desenvolvimento curricular na área de Educação Matemática, em países da América Lati

    Em 2009, iniciou-se esse projeto com a finalidade desenvolver análises comparativas sobre Currículos de Matemática para a Educação Básica em países latino americanos. Considerando possíveis similaridades o projeto tem como meta envolver Argentina,  Brasil, Chile, Paraguai, Peru, Uruguai e Venezuela, entre outros países, e buscar soluções para problemas desafiadores traduzidos por questões tais como: Que Matemática está sendo proposta a ser ensinada a crianças e jovens de países latino-americanos neste início de milênio? Que pressupostos norteiam os documentos curriculares em países latino-americanos? Como se dá o processo de implementação curricular nesses países? Que currículos estão de fato sendo realizados em sala de aula? São objetivos dos proponentes do Projeto de Pesquisa (1) identificar aspectos comuns e especificidades dos currículos de Matemática organizados em cada um desses países e as formas de organização; (2) buscar dados que evidenciem a adesão ou a rejeição dos professores de Matemática às orientações curriculares prescritas nos documentos oficiais; (3) buscar dados referentes aos currículos que realmente se efetivem nas salas de aula; (4) identificar semelhanças e diferenças entre materiais didáticos utilizados nesses países. Tres pesquisas de doutorado foram concluídas e três estão em andamento.

    VI. A aprendizagem significativa e conhecimentos prévios: investigando o Currículo de Matemática, em uma perspectiva construtivista.

    Desde 2011, vem sendo desenvolvido um projeto com o objetivo de levantar e analisar implicações curriculares apresentadas pelos conhecimentos prévios dos estudantes, em relação a conceitos e procedimentos matemáticos. Toma como ponto de partida a concepção ausubeliana segundo a qual a aprendizagem significativa é o processo pelo qual uma nova informação recebida pelo sujeito interage com uma estrutura de conhecimento específica, orientada por conceitos relevantes, os conceitos subsunçores ou conceitos incorporadores, integradores, inseridores, âncoras determinantes do conhecimento prévio que ancora novas aprendizagens. Dois trabalhos de Mestrado Profissional foram concluídos nesse projeto e um mestrado acadêmico está em desenvolvimento.

    VII. Organização Curricular e Formação de Professores que ensinam Matemática em diferentes níveis e modalidades de ensino.

    Também iniciado em 2011, esse projeto tem como objetivo desenvolver pesquisas centradas na formação de docentes que ensinam Matemática em diferentes níveis e modalidades de ensino. Organiza-se me continuidade a projeto desenvolvido no Grupo, intitulado Formação de Professores de Matemática , que também investigou processos de formação inicial e continuada de professores de Matemática, buscando identificar mudanças implementadas na formação em decorrência das demandas do sistema educacional brasileiro e verificar em que medida a construção das diferentes competências profissionais de um professor de matemática são estimuladas ao longo desses processos de formação. Busca evidenciar as características do conhecimento do professor que ensina matemática e estimular a reflexão sobre os conhecimentos do professor, considerados essenciais e, também, sobre a influência de crenças e de concepções do professor. Três doutorados estão em andamento neste projeto, um com conclusão prevista para 2013 e outros dois com conclusão prevista para 2014.

    VIII. Relações entre professores e materiais que apresentam o Currículo de Matemática: um campo emergencial

    A proposta deste projeto teve inicio em 2012 e busca realizar estudos sobre materiais que apresentam o currículo de Matemática, como foco na relação que o professor estabelece com eles.  Esse tema tem se mostrado um campo de investigação a ser explorado, uma vez que as pesquisas sobre currículos prescritos de Matemática evidenciam  que, embora eles possam expressar propostas interessantes e inovadoras,  parecem ter dificuldades de se incorporarem à prática dos professores em sala de aula.
    Os currículos moldados pelos professores e efetivamente praticados em sala de aula são uma realidade pouco conhecida.  Embora existam pesquisas sobre o assunto, elas ainda são isoladas e não configuram um campo de investigação.. Como professores organizam o currículo? Que materiais utilizam? Como priorizam as tarefas que propõem a seus alunos? Como os professores se relacionam com materiais que explicitam o currículo prescrito?

    ALGUMAS PUBLICAÇÕES DO GRUPO

    SILVA, M. A. DA ; PIRES, C. M. C. . Organização curricular da matemática no ensino médio: a recursão como critério. Ciência e Educação (UNESP. Impresso), v. 19, p. 1-20, 2013.
    PIRES, C. M. C. ; Gonçalves, H.J.L ; Monteiro, A.C. ; Dias. A.L.B. . Marcas e Trajetórias da Educação Profissional no Brasil: 'Primeiros Quatrocentos' Anos de História do Brasil (1500 A 1900).. Revista Iluminart, v. 10, p. 7, 2013.
    PIRES, C. M. C. ; Gonçalves, H.J.L ; Monteiro, A.C. ; Dias. A.L.B. . Marcas e Trajetórias da Educação Profissional no Brasil: Das Escolas de Aprendizes Artífices à Reforma Capanema.. Revista Iluminart, v. 10, p. 23-42, 2013.
    PIRES, C. M. C. ; Gonçalves, H.J.L ; Monteiro, A.C. ; Dias. A.L.B. . Marcas e Trajetórias da Educação Profissional no Brasil: Dos Anos 60 ao Surgimento dos Institutos Federais.. Revista Iluminart, v. 10, p. 43-59, 2013.

    PIRES, C. M. C. . Pesquisas comparativas sobre organização e desenvolvimento curricular na área de Educação Matemática, em países da América Latina.. Educação Matemática Pesquisa (Online), v. 15, p. 513-542, 2013.
    PIRES, C. M. C. ; SILVA, M. A. DA . Desenvolvimento Curricular em Matemática no Brasil: trajetórias e desafios.. Quadrante (Lisboa), v. XX, p. 11, 2012.
    PIRES, C. M. C. ; Dias, M.O. . Estudo comparativo dos currículos de Matemática do Ensino Fundamentl entre Brasile Paraguai.. Revista de Ciência e Tecnologia, v. 2, p. 13, 2012.
    PIRES, C. M. C. . Reflexões que precisam ser feitas sobre o Uso dos Chamados Materiais Concretos para a Aprendizagem em Matemática.. Boletim GEPEM (Online), v. 61, p. 1-17, 2012.
    PIRES, C. M. C. ; SILVA, M. A. DA . Quais os objetivos para o ensino de Matemática? Algumas reflexões sobre os pontos de vista de professores. Unión (San Cristobal de La Laguna), v. 31, p. 21-44, 2012.
    SANTANA, K.C.L ; PIRES, C. M. C. . A proporcionalidade no livro de EJA sob a perspectiva de um Currículo Enculturador1. REVISTA DE PRODUÇÃO DISCENTE EM EDUCAÇÕ MATEMÁTICA, v. 1, p. xx-xx, 2012.
    JANUÁRIO, G. ; PIRES, C. M. C. . Currículo de Matemática da Educação de Jovens e Adultos: um olhar para o Caderno do Professor. REVISTA DE PRODUÇÃO DISCENTE EM EDUCAÇÃO MATEMÁTICA, v. 1.1, p. XX-XX, 2012.
    PIRES, C. M. C. ; TRALDI JÚNIOR, Armando ; Januário, G. ; Santana, K.C.L ; Athias, M. F. . Grupo de Pesquisa Organização, Desenvolvimento Curricular e Formação de Professores em Matemática: trajetórias, perspectivas e desafios.. REMATEC. Revista de Matemática, Ensino e Cultura (UFRN), v. 1, p. 11, 2011.
    PIRES, C. M. C. . Saberes pedagógicos e saberes específicos na formação de professores que ensinam Matemática. Unión (San Cristobal de La Laguna), v. 25, p. 31-42, 2011.
    PIRES, C. M. C. . Reflexões sobre o Estágio Supervisionado a partir da implementação de um curso de Licenciatura em Matemática, na modalidade Educação a Distância.. Perspectivas da Educação Matemática, v. 4, p. 84-97, 2011.
    PIRES, C. M. C. ; DUTOIT, R. . Educação Matemática nas escolas dos povos da floresta: formação de professores dos anos iniciais.. Educação Matemática Pesquisa (Impresso), v. 13 no., p. 291-312, 2011.
    OLIVEIRA, Emílio Celso de ; PIRES, C. M. C. . Uma reflexão acerca das competências leitoras e das concepções e crenças sobre práticas de leitura. Bolema. Boletim de Educação Matemática (UNESP. Rio Claro. Impresso), v. 37, p. 1-5, 2010.
    PIRES, C. M. C. . Perspectivas construtivistas e organizações curriculares: um encontro com as formulações de Martin Simon.. Educação Matemática Pesquisa, v. 11, p. 145-166, 2009.
    PIRES, C. M. C. ; Beranger,M . O fenômeno do mal estar docente: o caso do professor de Matemática.. Revemat : Revista Eletrônica de Educação Matemática, v. 4.7, p. 67-89, 2009.
    PIRES, C. M. C. . Educação Matemática e sua influência no processo de organização e desenvolvimento curricular no Brasil.. Bolema. Boletim de Educação Matemática (UNESP. Rio Claro. Impresso)http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/images/curriculo/jcr.gif, v. 1, p. 1, 2008.
    CURI, E. ; PIRES, C. M. C. . Pesquisas sobre a formação do professor que ensina matemática por grupos de pesquisa de instituições paulistanas. Educação Matemática Pesquisa, v. 10, p. 151-189, 2008.
    PIRES, C. M. C. . Formação de professores uma preocupação internacional e nacional.. Leituras Contemporâneas, v. 1, p. 9-17, 2008.
    TRALDI JÚNIOR, Armando ; PIRES, C. M. C. . Grupo colaborativo e o desenvolvimento profissional de formadores de professores de Matemática.. Zetetike (UNICAMP), v. 17, p. 10-20, 2008.
    PIRES, C. M. C. . Implementação de inovações curriculares em matemática e embates com concepções, crenças e saberes de professores: breve retrospectiva histórica de um problema a ser enfrentado.. Unión (San Cristobal de La Laguna), v. 12, p. 53-72, 2007.
    PIRES, C. M. C. . Diálogos entre pesquisadores inseridos em grupos que investigam a formação de professores que ensinam Matemática.. Horizontes (Bragança Paulista), v. 24, p. 87-101, 2006.

    PIRES, C. M. C. . Orientações Curriculares para a Educação Básica: qual o caminho?. Revista de Educação (Campinas), Campinas, v. 18, p. 25-34, 2005.
    PIRES, C. M. C. . A Educação Matemática no Brasil. Unión (San Cristobal de La Laguna), Espanha, v. 3, p. 53-72, 2005.
    PIRES, C. M. C. . Formulações basilares e reflexões sobre a inserção da Matemática no currículo visando a superação do binomio máquina e produtividade.. Educação Matemática Pesquisa, São Paulo, v. 6, p. 29-61, 2004.
    PIRES, C. M. C. . O que o Exame Nacional de Cursos de Matemática está avaliando? Analisando alguns aspectos das cinco primeiras edições do ENEM. Educação Matemática em Revista (São Paulo), São Paulo, v. 14, p. 11-18, 2003.
    PIRES, C. M. C. . Reflexões sobre os Cursos de Licenciatura em Matemática. Educação Matemática em Revista (São Paulo), São Paulo, v. Ano 9, p. 44-56, 2002.
    PIRES, C. M. C. . Universidade viva: a formação continuada de professores de Matemática da PUC/SP.. Educação Matemática em Revista (São Paulo), São Paulo, v. 9/10, p. 58-61, 2001.
    PIRES, C. M. C. . Novos Desafios para os Cursos de Licenciatura em Matemática. Educação Matemática em Revista (São Paulo), São Paulo, v. Ano 7, n.No. 8, p. 10-15, 2000.

Processo de Ensino e Aprendizagem em Matemática – PEAMAT  

  • IDENTIFICAÇÃO DOS PESQUISADORES:

    Nome: Prof. Dr. Saddo Ag Almouloud

    Endereço para acessar CV: http://lattes.cnpq.br/9168215683139657

     

    Nome: Profa. Dra. Cileda de Queiroz e Silva Coutinho

    Endereço para acessar CV: http://lattes.cnpq.br/4594644657798556

     

    Nome: Profa. Dra. Maria José Ferreira da Silva

    Endereço para acessar CV: http://lattes.cnpq.br/9339055052599639

     

    Nome: Prof. Dr. Gerson Pastre de Oliveira

    Endereço para acessar CV: http://lattes.cnpq.br/2450562716628916

    LINHA(S) DE PESQUISA(S):

    1) A Matemática na Estrutura Curricular e Formação de Professores

    2) Tecnologias da Informação e Educação Matemática

    Link para o site: http://www.pucsp.br/pensamentomatematico/

    SOBRE O GRUPO:

    Os objetivos de PEA-MAT

     

    As investigações propostas por este grupo têm como eixo temático o estudo do processo de formação e desenvolvimento de conceitos segundo os paradigmas da Educação Matemática.Partimos de uma interrogação sobre o que se passa em classe, segundo os pontos de vista do aluno, do professor e do ambiente no qual deverá se desenrolar o processo a ser estudado. Estamos assim interessados em pesquisar fenômenos didáticos ligados ao processo de ensino e aprendizagem de conceitos e estratégias quando estes estão relacionados a um objeto matemático: Quais os processos para a construção do conceito? Quais as concepções espontâneas do sujeito-aprendiz? Como estas concepções evoluem? Quais destas concepções espontâneas do sujeito-aprendiz? Como estas concepções evoluem? Quais destas concepções podem constituir obstáculos1 para a aprendizagem? Como tratar estes obstáculos? Estes questionamentos serão abordados segundo as perspectivas: Formação e evolução de conceitos; Avaliação do processo de ensino e aprendizagem; Erros e concepções; Processo de construção de modelos. Investigaremos assim no campo da didática de conteúdos. Citaremos por exemplo a Didática da Álgebra, da Geometria, da Estatística, etc, todas como subdomínio da Didática da Matemática. Estas investigações serão desenvolvidas por meio de pesquisas que compreendem: a) Aspectos teóricos. Trata-se do estudo de questões de base formuladas no quadro da análise de situações de sala de aula: desenvolvimento de modelos teóricos em didática (modelagem ou modelização dos procedimentos do aluno e/ou do professor), elaboração de conceitos de base em Didática da Matemática e controle de sua eficácia para a compreensão de fenômenos de ensino e aprendizagem. b) Aspectos experimentais. As pesquisas teóricas não podem prescindir de estudos experimentais. A sala de aula é o campo privilegiado de trabalho do pesquisador em Educação Matemática quando o objetivo é o controle de hipóteses didáticas ou ainda a avaliação de inovações pedagógicas.

     

    Projeto(s) de Pesquisa em andamento:

     

    1) PROCESSO DE ENSINO E APRENDIZAGEM ENVOLVENDO RACIOCÍNIO ESTATÍSTICO E PROBABILÍSTCO – PEA-ESTAT

    Os conteúdos relacionados ao bloco Tratamento de Informações (PCN, 1997), indicados como parte integrante do currículo da escola básica, ainda não possuem pesquisas suficientes. Coutinho (2002) estudou aspectos institucionais do ensino de Probabilidade e observou que as situações propostas por autores de livros didáticos limitam-se à eqüiprobabilidade, conforme orientações dos PCN, porém fonte de obstáculo, segundo pesquisas internacionais. Neste sentido, o trabalho de Coutinho (2001) indicou a possibilidade da introdução à probabilidade por situações aleatórias não equiprováveis; Miguel (2005) mostrou a importância do enfoque axiomático em probabilidade; Miguel e Magina (2003) apresentaram um estudo sobre as estratégias de solução de problemas combinatórios com professores em início de formação, identificando elementos que influenciam o grau de dificuldade dos problemas. Buscaremos responder, com esse projeto, as seguintes questões: Quais fatores influenciam o processo de ensino e aprendizagem envolvendo o raciocínio dedutivo em matemática, particularmente aqueles ligados ao raciocínio estocástico? Quais fatores devem nortear a formação inicial e continuada dos professores no que diz respeito à prova e demonstração nesta área? Que contribuições para a formação dos conceitos relacionados ao Tratamento da Informação podem ser identificadas com o uso de ambiente informatizado? Será feito, inicialmente, um estudo diagnóstico das concepções de professores em exercício no Ensino Fundamental e de suas práticas; com os resultados obtidos, pretende-se que eles construam seqüências didáticas e as apliquem aos seus alunos, analisando os resultados obtidos.

     


    2) O PENSAMENTO MATEMÁTICO: FORMAÇÃO DE UM NÚCLEO DE ENSINO E APRENDIZAGEM E DE PESQUISA

    O projeto visa estabelecer um núcleo de formação de professores em uma escola da rede pública estadual, associando a formação de um núcleo de pesquisa sobre ensino e aprendizagem da Matemática do Ensino Fundamental. O projeto está organizado em sub-projetos, de acordo com os campos contemplados: Números, Álgebra, Geometria, Tratamento da Informação, Formação de Professores das séries iniciais. Existem ainda temas transversais: ensino a distância, uso de novas tecnologias, demonstração, formação de professores e formação do aluno. Os demais projetos do grupo são desenvolvidos dentro deste projeto maior, formando assim um grande espectro de abrangência dos trabalhos por nós desenvolvidos, buscando assim contribuir com o desenvolvimento das pesquisas na Educação Matemática.

     

    Publicações:

     

    1) "Fundamentos da Didática da Matemática", Saddo Ag Almouloud, Editora UFPR.

    2) "Investigando saberes de professores do Ensino Fundamental com enfoque em números fracionários para a quinta-série", Maria José Ferreira da Silva, Blucher Acadêmico.

Professor de Matemática: Formação, Profissão, Saberes e Trabalho Docente  

  • IDENTIFICAÇÃO DOS PESQUISADORES:

    Nome: Laurizete Ferragut Passos

    E-mail: laurizet@terra.com.br

    Endereço para acessar CV: http://lattes.cnpq.br/1852839499967790

    Nome: Ana Lúcia Manrique

    E-mail: manrique@pucsp.br

    Endereço para acessar CV: http://lattes.cnpq.br/0510953419404742

    LINHA(S) DE PESQUISA(S):

    A Matemática na Estrutura Curricular e Formação de Professores

    SOBRE O GRUPO:

    Histórico do grupo de pesquisa

     

    O Grupo de Pesquisa foi criado em 2005, com seus pesquisadores já participando de outros grupos do Programa de Estudos Pós-Graduados em Educação Matemática. O Grupo concentra seus estudos e pesquisa nos processos de aprendizagem da docência e nas questões relativas à constituição da identidade e da profissionalidade, dos saberes e do trabalho dos professores de Matemática. As investigações têm sido desenvolvidas no âmbito de projetos adequados à linha de pesquisa: Matemática na Estrutura Curricular e Formação de Professores. Os projetos abarcam os temas das pesquisas dos estudantes de mestrado, doutorado e iniciação científica. Algumas das investigações em andamento e que passam a configurar-se dentro deste grupo de pesquisa já produziram relatórios parciais e apresentações - palestras e mesas redondas em eventos científicos.

    Alunos Pesquisadores:

    1. Aristeu Alvarenga Lasso
    2. Denise Filomena Bagne Marquesin
    3. Dimas Cássio Simão
    4. Ednaldo José Leandro
    5. Elza da Silva Campos
    6. Iracema de Miranda Oliveira
    7. Ivete Cevallos Soares
    8. José Eduardo Roma
    9. Josimar de Sousa
    10. Júlio César Guimarães Queiroz
    11. Levi de Oliveira Souza
    12. Marcos de Miranda Paranhos
    13. Mirna Yshimine Komatsu
    14. Sandra de Fátima Tavares Rodrigues Tonon
    15. Sandra Regina Lima dos Santos Silva
    16. Silverio Domingos Ribeiro
    17. Sonia Maria da Silva Junqueira
    18. Tânia de Lima
    19. Váldina Gonçalves da Costa
    20. Vanderlei Sanches Oddi

    Projetos em andamento - resumo

     

    1. FORMADORES DE PROFESSORES DE MATEMÁTICA: CONCEPÇÕES, SABERES E PRÁTICAS DOCENTES – Coordenação Ana Lúcia Manrique – Projeto em andamento Fapesp
    2. Processos de constituição da Profissionalidade Docente de futuros professores dos Cursos de Licenciatura em Matemática e Pedagogia: um estudo nas bases de dados do INEP e em memoriais de licenciandos – Coordenação Laurizete Ferragut Passos e Ana Lúcia Manrique – Projeto submetido ao Observatório da Educação CAPES/INEP
    3. Alunos de Cursos de Licenciatura em Matemática: um levantamento nos dados do INEP – Coordenação Laurizete Ferragut Passos – Projeto de Iniciação Científica proposto à PUC-SP
    4. O ESTÁGIO EM CURSOS DE FORMAÇÃO INICIAL DE PROFESSORES: QUE REFLEXÃO? QUE CONHECIMENTOS? – Coordenação Ana Lúcia Manrique e Laurizete Ferragut Passos – Projeto submetido ao CNPq

     

    Projetos em andamento - Detalhamento

     

    2005 – atual

     O trabalho docente do professor formador- Edital Universal 2006- 47937/2006

    1. Descrição: O projeta objetiva conhecer o professor formador que atua nos cursos de licenciatura e analisar as condições em que desenvovlve seu trabalho. Coordenação do projeto - Marli André e vice coordenação LAurizete Ferragut Passos.
    2. Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.
      Alunos envolvidos: Graduação ( 2) / Especialização ( 2) / Doutorado ( 2) .
    3. Integrantes: MARLI ANDRÉ - Coordenador / Ana Lúcia Manrique - Integrante / MArinelma Garanhani - Integrante / Marcia de Souza Hobold - Integrante / Laurizete Ferragut Passos - Integrante.
    4. Financiador(es): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Auxílio financeiro

     2007 – Atual

     FORMADORES DE PROFESSORES DE MATEMÁTICA: CONCEPÇÕES, SABERES E PRÁTICAS DOCENTES

    1. Descrição: Este projeto de pesquisa pretende investigar concepções, saberes e práticas de professores formadores de um curso de Licenciatura em Matemática de uma instituição de ensino superior do Estado de São Paulo. Os objetivos pretendidos incluem descrever e caracterizar o trabalho desenvolvido por professores formadores de disciplinas de Matemática e de Educação Matemática de um curso de Licenciatura em Matemática; investigar as relações dos professores formadores dessa instituição de ensino superior com os saberes; e identificar em que condições esses docentes realizam seu trabalho. Para o levantamento de dados realizaremos análise em documentos disponibilizados pela instituição de ensino superior, tais como projeto pedagógico do curso, planos de ensino e atas de reuniões; entrevistas com professores formadores e o coordenador do curso de Licenciatura em Matemática; e observações de aulas ministradas pelos professores formadores. A análise será realizada considerando três dimensões: a externa, a interna e a relacional. A externa terá seu foco na instituição de ensino superior, considerando as condições para a realização do trabalho do professor formador; a interna caracterizará o professor formador, suas ações e seu papel de formador; e a dimensão relacional explicitará as relações com os saberes e o trabalho dos professores formadores.
    2. Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.
    3. Alunos envolvidos: Mestrado acadêmico ( 1) / Mestrado profissionalizante ( 4) .
    4. Integrantes: Aristeu Alvarenga Lasso - Integrante / Iracema de Miranda Oliveira - Integrante / Jediane Teixeira de Souza - Integrante / Léia Fernandes Perentelli - Integrante / Mirna Ushimine Komatsu - Integrante / Ana Lúcia Manrique - Coordenador.
      Financiador(es): Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo - Auxílio financeiro.
    5. Número de produções C, T & A: 6 / Número de orientações: 5.

    Publicações do grupo de pesquisa

     

    1. PASSOS, Laurizete Ferragut ; Oliveira . Professores não habilitados e os Programas Especiais de Formação de Professores: a tábua de salvação ou a descaracterização da profissão?. Revista Diálogo Educacional (PUCPR), v. 8, p. 105-135, 2008.
    2. PASSOS, Laurizete Ferragut . O trabalho do professor formador e o contexto institucional: desafios e contribuições para o debate. Educação & Linguagem, v. 15, p. 99-116, 2007.
    3. PASSOS, Laurizete Ferragut . A relação professor-pesquisador: conquistas, repercussões e embates da pesquisa colaborativa. Horizontes (Bragança Paulista), v. 25, p. 55-62, 2007.
    4. PASSOS, Laurizete Ferragut . Abordagens colaborativas de pesquisa: revisão de estudos e das tendências temáticas dos ENDIPEs. In: Eggert, E.;Traversini, C.; Peres, E.;Bonin, I.. (Org.). Trajetórias e processos de ensinar e aprender:didática e formação de professores. 1 ed. Porto Alegre: ediPUCRS, 2008, v. 1, p. 268-287.
    5. PASSOS, Laurizete Ferragut . O trabalho docente do professor formador e as novas faces de sua profissionalização. In: Silva, A.M.; Melo, M.M.O.. (Org.). Educação, Questões Pedagógicas e Processos Formativos: compromisso com a inclusão social. Recife: Bagaço, 2007, v. 1, p. 213-230.
    6. PASSOS, Laurizete Ferragut . A FORMAÇÃO CONTINUADA DE PROFESSORES E OS DESFIOS DOS PROJETOS DE COLABORAÇÃO ESCOLA-UNIVERSIDADE. In: Luciane Maria Schlindwen; Angel Pino. (Org.). Estética e Pesquisa:formação de professores. 1 ed. Itajaí: Ed. Univali: Ed. Maria do Cais, 2006, v. 2, p. 185-200.
    7. MANRIQUE, A. L. ; ANDRÉ, Marli . Relações com saberes na formação de professores. In: Adair Mendes Nacarato; Maria Auxiliadora Vilela Paiva. (Org.). A formação do professor que ensina matemática. 1 ed. Belo Horizonte: Autêntica, 2006, v. 1, p. 133-147.
    8. MANRIQUE, A. L. . Questões curriculares acerca da licenciatura em matemática. In: Amândia Maria de Borba; Cássia Ferri; Verônica Gesser. (Org.). Currículo e Avaliação Investigações e Ações. 1 ed. Vale do Itajaí: Editora da Univali; Editora Maria do Cais, 2006, v. 3, p. 139-148.
    9. MANRIQUE, A. L. ; LUDKE, M. . O ESTÁGIO EM CURSOS DE LICENCIATURA: QUE REFLEXÃO? QUE CONHECIMENTOS?. In: VII SEMINÁRIO REDESTRADO NUEVAS REGULACIONES EN AMÉRICA LATINA, 2008, Buenos Aires. VII SEMINÁRIO REDESTRADO NUEVAS REGULACIONES EN AMÉRICA LATINA. Buenos Aires : Redestrado - CLACSO, 2008. p. 1-19.
    10. MANRIQUE, A. L. ; LASSO, A. A. . CHANGES IN EXPECTATIONS OF STUDENTS DOING A MATHEMATICS TEACHER TRAINING PROGRAM ABOUT THE TEACHING PROFESSION. In: 11th ICME, the International Congress on Mathematical Education, 2008, Monterrey - Mexico. 11th ICME, the International Congress on Mathematical Education. Mexico : ICME, 2008. p. 1-7.
    11. MANRIQUE, A. L. ; LASSO, A. A. . Estudo das expectativas de alunos de Licenciatura em Matemática sobre trabalho docente. In: XIV Encontro Nacional de Didática e Prática de Ensino, 2008, Porto Alegre. XIV Encontro Nacional de Didática e Prática de Ensino. Porto Alegre : PUC/RS, 2008. p. 1-13.
    12. MANRIQUE, A. L. . FORMAÇÃO DE PROFESSORES A DISTÂNCIA: A ESCRITA REVELANDO O DESENVOLVIMENTO PROFISSIONAL. In: VIII Congresso Estadual Paulista sobre formação de educadores, 2007, Lindóia. Modos de ser educador: artes e técnicas, ciências e políticas. São Paulo : UNESP, 2007. v. 1. p. 1-8.
    13. PASSOS, Laurizete Ferragut ; MANRIQUE, A. L. . O PROFESSOR FORMADOR E SEU TRABALHO NA FORMAÇÃO INICIAL. In: VIII Congresso Estadual Paulista sobre formação de educadores, 2007, Lindóia. Modos de ser educador: artes e técnicas, ciências e políticas. São Paulo : UNESP, 2007. v. 1. p. 1-8.
    14. PASSOS, Laurizete Ferragut ; MANRIQUE, A. L. . O professor formador hoje: dimensões e condições de seu trabalho. In: VII Colóquio sobre questões curriculares/ III Colóquio Luso Brasileiro sobre questões curriculares, 2007, Braga. VII Colóquio sobre questões curriculares/ III Colóquio Luso Brasileiro sobre questões curriculares. Braga : Universidade do Minho, 2007. v. 1. p. 3540-3547.
    15. MANRIQUE, A. L. . Memoriais na formação de professores: refletindo sobre experiências vivenciadas. In: VIII Encontro de Pesquisa em Educação da Região Sudeste - ANPEDINHA, 2007, Vitória. VIII Encontro de Pesquisa em Educação da Região Sudeste - Desafios da Educação Básica - A Pesquisa em Educação. Vitória : Programa de Pós-Graduação em Educação da UFES, 2007. v. 1. p. 1-13.

Reflexão, Planejamento, Ação, Reflexão em Educação Matemática - REPARE em EdMat  

  • IDENTIFICAÇÃO DOS PESQUISADORES:

    Nome: Profa. Dra. Sandra Maria Pinto Magina

    Endereço para acessar CV: http://lattes.cnpq.br/8948168068305523

    LINHA(S) DE PESQUISA(S):

    1) A Matemática na Estrutura Curricular e Formação de Professores

    2) Tecnologia da Informação e Educação Matemática.

    SOBRE O GRUPO:

    OBJETIVO

    Este grupo de pesquisa tem por objetivo investigar os processos de ensino e aprendizagem da Matemática, desde a Educação Infantil até o Ensino Superior. O interesse particular do grupo centra-se em pesquisas sobre números e operações (estruturas aditiva e multiplicativa) e sobre a Tecnologia da Informação, estudando tanto os aspectos relativos ao aluno quanto ao professor e, ainda, os aspectos que dizem respeito às ferramentas de ensino (tecnológicas, manipulativas e didáticas).

    Dentro dessas duas áreas de interesse, o grupo tem por objetivos específicos, desenvolver pesquisas que enfoquem:

    1. Formação e desenvolvimento de conceitos;
    2. Investigação de diferentes metodologias de ensino;
    3. Elaboração e testagem de ferramentas de ensino;
    4. Crença, concepção e competência na aprendizagem de conceitos;
    5. Crença, concepção e competência no ensino de conceitos.

     

    FUNDAMENTOS TEÓRICOS

    Tendo como ponto de partida as contribuições de Shon (1992) para a formação de um professor capaz de ser reflexivo, em que ele sugere um triplo movimento – o conhecimento na ação, reflexão na ação e reflexão sobre a ação –  bem como, a reflexão sobre a sua própria prática (PONTE, 1998, 2002) nosso grupo de pesquisa estende e amplia o alcance dessa idéia, não apenas para a formação do professor, inicial e continuada, bem como para a formação do aluno. Assim propomos um movimento, delineado em formato de espiral, em que a ação, a reflexão e o planejamento de novas ações se sucedem e se influenciam mutuamente, como mostra a figura abaixo.

     

    Projeto(s) de Pesquisa em andamento:

     

    1. (Re)significar as estruturas multiplicativas a partir da formação ‘ação-reflexão-planejamento-ação.
      Coordenadora: Sandra Magina. Participantes: Eurivalda Santana, Irene Cazorla, Aparecido dos Santos, Vera Lucia Merlini. Financiamento: CNPq (em julgamento)
       
    2. Um estudo sobre o domínio das Estruturas Aditivas nas séries iniciais do Ensino Fundamental no Estado da Bahia.
      Coordenação: Eurivalda Santana. Participantes: Sandra Magina, aléxis Teixeira, Dina da Silva Correa, Tânia Gusmão. Financiamento: FAPESB
       
    3. AVALE.
      Coordenador: José Cláudio Faria. Participantes: Sandra Magina, Irene Cazorla, Veronica Yumi Kataoka, Marcelo Silva de Oliveira, Tânia Gusmão. Financiamento: FAPESB

    Temos por premissa, em consonância com as idéias de Vergnaud (1990), que o conhecimento emerge a partir da resolução de problemas. Isto é, a partir da ação do sujeito sobre a situação. Porém, entendemos que essa ação precisa de uma reflexão para que não se torne apenas uma competência adquirida, mas sim, se caminhe na direção da formação e desenvolvimento do conceito.

    De fato, Vergnaud é enfático ao afirmar que para a formação de um conceito é necessário interagir com ele numa diversidade de situações. Por outro lado, uma situação, por mais simples que ela se apresente, envolve vários conceitos. Assim, não faz sentido referir-se à formação de conceito, mas sim na formação de um campo conceitual, cuja apropriação requer o domínio de diversos conceitos de naturezas diferentes (Vergnaud, 1983, 1988, 1994, 1996).

    Em síntese, podemos nos referir a um campo conceitual como sendo um conjunto de problemas ou situações cuja análise e tratamento requerem vários tipos de conceitos, procedimentos e representações simbólicas, os quais encontram-se em estreita conexão uns com os outros.

    A teoria dos “Campos Conceituais” fornece elementos para a análise das dificuldades dos alunos e constitui, para nós, uma ferramenta poderosa para a construção de situações-problema. Isto porque ela apresenta um quadro coerente para o estudo do desenvolvimento e da aprendizagem de competências complexas (MAGINA, S. et al., 2001; MAGINA, S. e CAMPOS, T., 2004).

     


    Participantes:

    Nome

    Titulação

    Categoria

    Instituição

    Irene Maurício CazorlaDoutoraPesquisadoraUniversidade Estadual de Santa Cruz – UESC/BA
    Sonia VasquezDoutoraPesquisadoraUniversidade Católica do Chile - Villarica
    Pierina ZanoccoMestrePesquisadoraUniversidade Católica do Chile - Santiago
    Josefa Sonia P. da FonsecaDoutoraPesquisadoraFaculdade Campos Elíseos – FCE e PUC-SP
    Alécio DamicoDoutorPesquisadorFundação Santo André
    Rosana LimaMestrePesquisadoraFaculdade de Mauá -- FAMA
    Francisco José B. BezerraMestrePesquisadorFaculdade Campos Elíseos – FCE
    Luzia Aparecida PalaroDoutoraPesquisadoraUFMT
    Cileda Queiroz CoutinhoDoutoraPesquisadoraPUC-SP
    Maria Jose Ferreira da SilvaDoutoraPesquisadoraPUC-SP
    Maria Inêz MiguelDoutoraPesquisadoraPUC-SP

    Alunos

    Aparecido dos SantosMestreAluno Dr.PUC-SP
    Vera Lúcia MerliniMestreAluna Dr.PUC-SP
    Gabriela S. BarbosaMestreAluna Dr.PUC-SP
    Aida Carvalho VitaMestreAluna Dr.PUC-SP
    Eurivalda SantanaMestreAluna Dr.PUC-SP
    Otávio Y. Yamanaya Aluno MaPUC-SP
    Claudemir Nogueira Aluno MPPUC-SP
    Ana Paula Leite Aluna MPPUC-SP
    Adriana Pagan Aluna MPPUC-SP

Tecnologias e Meios de Expressão em Matemática – TecMEM  

  • IDENTIFICAÇÃO DOS PESQUISADORES:

    Nome: Celina A. A. P. Abar

    Endereço para acessar CV: http://lattes.cnpq.br/3477699398066713

    LINHA(S) DE PESQUISA(S):

    Tecnologias da Informação e Educação Matemática

    Link para o site: http://www.pucsp.br/tecmem/

    SOBRE O GRUPO:

    O objetivo do grupo é formar uma cultura de investigação e pesquisa, envolvendo questões sobre as relações recíprocas entre práticas matemáticas, aprendizagem e tecnologias e a orquestração de ensino na presença de ferramentas tecnológicas.

    Os três focos que interligam as pesquisas do grupo são:

    1. cenários de aprendizagem;
    2. micromundos matemáticos e
    3. inserção das tecnologias na educação matemática.

    Entende-se por cenários de aprendizagem ambientes tecnológicos que servem para criar a realidade visual ou a atmosfera do ambiente onde ocorre a ação educativa: a apresentação e a realização.

    Um dos elementos de um cenário de aprendizagem é um micromundo matemático, elaborado para permitir o acesso a uma variedade de objetos e relações com as quais os usuários interagem para construir e manipular novos e mais complexos objetos e relações. Desta forma ele se desenvolve conforme o crescimento do conhecimento do usuário. A idéia de micromundo é que as trajetórias de aprendizagem sejam controladas pelos aprendizes e não pelo computador.

    Uma abordagem usada para analisar cenários de aprendizagem e micromundos matemáticos, neste grupo, é por meio da sua inserção no contexto da educação matemática e na prática docente permitindo o aprimoramento contínuo de seus designs.

    O projeto em desenvolvimento pelo grupo “Tecnologias Digitais na Educação Matemática – TecDEM”  (Grupo credenciado pelo CNPq) tem como objetivo principal desenvolver ambientes de aprendizagem com o uso de tecnologias digitais que possam subsidiar a prática docente da matemática no ensino básico e superior.

    Os cenários de aprendizagem desenvolvidos pelo projeto TecDEM permitirão a criação de um laboratório experimental de aprendizagem on-line que servirá como espaço de permanente pesquisa e interação para os educadores matemáticos e seus respectivos alunos.

    A cultura de pesquisa desenvolvida no Grupo TecMEM favorece seus elementos a participarem e publicarem trabalhos, individuais ou em grupos, em eventos e congressos nacionais e internacionais.

Centros e Núcleos 

Programa Educação Matemática

Em atualização.

Pesquisas dos Docentes 

Programa Educação Matemática

Em atualização.

Pesquisas Concluídas 

Programa Educação Matemática

Em atualização.

Publicações 

Programa Educação Matemática

Publicação Docente

 

Publicação Discente

 

Informações com os Autores via e-mail

Processo Seletivo 

Programa Educação Matemática

Inscrição e Seleção

Artigo 16º.

  1. Podem candidatar-se ao Mestrado Profissional em Ensino de Matemática, professores que lecionam Matemática nos níveis fundamental, médio e superior,
  2. Coordenadores do Ensino Fundamental e Ensino Médio, Coordenadores de Ensino Superior.
  3. Podem inscrever-se como candidatos ao Mestrado Acadêmico em Educação Matemática, os graduados em Matemática ou em outras áreas afins (a juízo do Colegiado do Programa). Podem inscrever-se como candidatos ao Doutorado em Educação Matemática, os portadores do título de Mestre em Educação Matemática, ou em outras áreas afins (a juízo do Colegiado do Programa).

Parágrafo único.

  1. Os professores e coordenadores devem estar em exercício de suas funções.

Seleção e Admissão

Artigo 17º.

  1. O Programa abrirá semestralmente 30 vagas, no máximo, para o Mestrado Profissional em Ensino de Matemática, 20 vagas, no máximo, para o Mestrado Acadêmico em Educação Matemática e 12 vagas no máximo para o Doutorado em Educação Matemática, podendo este número ser redimensionado de acordo com análise do Colegiado do Programa.

Artigo 18º.

A seleção de candidatos ao Mestrado Profissional em Ensino de Matemática será feita pelo Colegiado do Programa, baseada nos seguintes requisitos:

  1. entrevista;
  2. análise de documentação;

Artigo 19º

A seleção de candidatos ao Mestrado Acadêmico em Educação Matemática, será feita pelo Colegiado do Programa, baseada nos seguintes requisitos:

  1. entrevista;
  2. prova de conteúdo matemático.

Artigo 20º.

A seleção de candidatos ao Doutorado em Educação Matemática será feita pelo Colegiado do Programa, baseada nos seguintes requisitos:

  1. análise do Curriculum Vitae do candidato;
  2. análise do Projeto de Pesquisa;
  3. entrevista

Artigo 21º

  1. Poderão ser aceitos, nos cursos do Programa, na qualidade de alunos especiais, portadores de diploma universitário, conforme prevê o artigo 45 do regimento do Setor do Pós Graduação da PUC/SP.
Formulários e Documentos 

Programa Educação Matemática

Os formulários deverão estar devidamente preenchidos e assinados, e deverão ser  entregues na secretaria do Programa do aluno.


Espaço Alunos

Srs. Alunos

Neste espaço, estão as informações que são de extrema importância para o seu desempenho durante o curso. Para tanto mantenha-se atualizado.

Mestrado Acadêmico, Mestrado Profissional e Doutorado

 

MANTENHA-SE ATUALIZADO!!!

Bolsas 

Programa Educação Matemática

Comunicado

A portaria nº 19, de 29 de maio de 2003 da CAPES, prevê a modificação para a aposentadoria compulsória nos requisitos para concessão de bolsa do Programa de Suporte à Pós-Graduação de Instituições de Ensino Particulares - PROSUP.

O Presidente da CAPES, no uso das atribuições conferidas pelo artigo 20, inciso II, do Estatuto aprovado pelo Decreto nº 4.631, de 21 de março de 2003, e visando substituir a aposentadoria voluntária pela aposentadoria compulsória nos requisitos de concessão de bolsa, resolve:

  • Art. 1º Revoga-se inciso VII do Artigo 10 do Regulamento aprovado pela Portaria CAPES nº 65, de 11 de novembro de 2002, substituindo-se pelo seguinte:
  • IX - carecer, quando da concessão da bolsa, do exercício laboral por tempo não inferior a 10 (dez) anos para obter aposentadoria compulsória.
  • Art. 2º Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação no Diário Oficial da União.

 

O Programa conta com as seguintes modalidades de Bolsa de Estudos:

1. CAPES (Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior) e CNPq (Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico);

  • O número é limitado, não correspondendo à demanda.
  • Os interessados devem preencher requerimento de solicitação na Secretaria do Programa. A seleção é realizada por Comissão do Programa, composta por dois docentes e um representante discente. Os períodos variam em função da oferta disponível. As normas estão disponíveis nos quadros de aviso do Programa.

2. FAPESP (Fundação de Amparo e à Pesquisa do Estado de São Paulo);

  • Apenas alunos que possuam projeto de pesquisa estruturado, têm possibilidades de solicitar bolsa da FAPESP, com a intermediação do orientador.

Apenas alunos regulares, aprovados em processo de seleção aos cursos, têm direito à solicitação de bolsa de estudos.

Avaliação da Capes 
Triênio 2007/2009 - Mestrado - Conceito 5 / Doutorado - Conceito 5 / Mestrado Profissional - Conceito 4
Coordenação e vice-coordenação 
  • Coordenador 
    Prof. Dr. Saddo Ag Almouloud

  • Vice-coordenadora 
    Profa. Dra. Barbara Lutaif Bianchini

Revistas 

Programa Educação Matemática

Revista Educação Matemática Pesquisa

ISSN 1516-5388

A revista Educação Matemática Pesquisa, do Programa de Estudos Pós-Graduados em Educação Matemática da PUC-SP, de regularidade quadrimestral, pretende constituir-se num espaço de divulgação de pesquisas científicas da área.

O projeto editorial da revista prioriza artigos científicos, inéditos no Brasil, da área de Educação Matemática. Mais particularmente os relacionados às linhas de pesquisa do Programa: A Matemática na Estrutura Curricular e Formação de Professores; História, Epistemologia e Didática da Matemática e, também, Tecnologias da Informação e Didática da Matemática. A prioridade dada às linhas descritas não é extensiva aos referenciais teóricos, ao contrário, procura-se contemplar a diversidade.

Serão acolhidos, também, artigos que favoreçam o diálogo entre Educação Matemática e áreas afins, como a Matemática, a Epistemologia, a Psicologia Educacional, a Filosofia, a História da Matemática e História das Disciplinas, entre outras.

A seleção dos artigos faz-se mediante a aprovação de dois pareceristas do conselho editorial ou ad hoc. Os pareceres serão enviados aos autores.

Os artigos são apresentados sempre na versão original, com resumos bilingües (português e inglês ou francês).

O projeto editorial prevê, ainda, que os volumes da revista contenham uma ou mais modalidades como: análises ou relatos de pesquisa; comunicações (ciclo de palestras, conferências...); entrevistas, depoimentos ou resenhas científicas.

Em cada número serão apresentados os títulos das dissertações e teses produzidas no Programa, no semestre de edição.


Editores

  • Cileda de Queiroz e Silva Coutinho
  • Sonia Barbosa Camargo Igliori

Colaboradores

Informações para publicação de artigos poderão ser obtidas com Cileda de Queiroz e Silva Coutinho ou Sonia Barbosa Camargo Igliori.

Revista eletrônica

Para aquisição ou informações acesse o site Sistema Eletrônico de Editoração de Revistas ou mande e-mail para revistaedmat@pucsp.br


Correspondência:

Revista do Programa de Estudos Pós-Graduados em Educação Matemática
Rua Marquês de Paranaguá, 111 - CEP 01303-050 - Consolação - São Paulo
fone: (0--11) 3124.7200 ramal 7210 - fax: (0--11) 3159.0189 - revistaedmat@pucsp.br
expediente: de 2ª a 6ª feira das 10h30min às 12h e das 13h45min às 17h30min

Ver o Conselhos Executivo / Científico  

Editores

  1. Sonia Barbosa Camargo Igliori
  2. Cileda de Queiroz e Silva Coutinho

Conselho Executivo

  1. Armando Traldi Junior
  2. Celina Aparecida Almeida Pereira Abar
  3. Cileda de Queiroz e Silva Coutinho
  4. Fumikazu Saito
  5. Gerson Pastre de Oliveira
  6. Maria Cristina Souza de Albuquerque Maranhão

Conselho Editorial

  1. Ana Lúcia Manrique
  2. Armando Traldi Junior
  3. Barbara Lutaif Bianchini
  4. Benedito Antonio da Silva
  5. Célia Maria Carolino Pires
  6. Celina Aparecida Almeida Pereira Abar
  7. Cileda de Queiroz e Silva Coutinho
  8. Fumikazu Saito
  9. Gerson Pastre de Oliveira
  10. Laurizete Ferragut Passos
  11. Maria Cristina Souza de Albuquerque Maranhão
  12. Maria José Ferreira da Silva
  13. Saddo Ag Almouloud
  14. Sandra Maria Pinto Magina
  15. Silvia Dias Alcântara Machado
  16. Sonia Barbosa Camargo Igliori

Conselho Científico

  1. Adair Mendes Nacarato (USF)
  2. Beatriz D'Ambrosio (Indianapolis University, EUA)
  3. Celi Lopes (UNICSUL)
  4. Cesar Augusto Amaral Nunes (FAP/USP)
  5. Circe da Silva Dynnikov (UFES)
  6. Dario Fiorentini (UNICAMP)
  7. Gilda de La Roque Palis (PUC/RJ)
  8. Isabelle Block (BORDEAUX)
  9. Josep Garcon (Universitat Autónoma de Barcelona)
  10. Lourdes De La Rosa Onuchic (UNESP/RC)
  11. Luiz Ricco (Universidade de Granada)
  12. Maria Elizabeth Bianconcini Trindade M. P. de Almeida (PUC/SP)
  13. Maria Trigueros (Instituto Tecnológico Autónomo de México)
  14. Marilena Bittar (UFMS)
  15. Michel Henry (Besançon)
  16. Nilson José Machado (FE/USP)
  17. Raymond Duval (Université Lille, França)
  18. Ricardo Cantoral (Departamento de Matemática Educativa en Cinvestav)
  19. Roberto Nardi (UNESP/BAURU)
  20. Sérgio Nobre (UNESP/RC)
  21. Vinício Macedo Santos (FE/USP)

 

Educação Matemática Pesquisa conta com o trabalho de pareceristas ad hoc.

Egressos 

Programa Educação Matemática

Para acessar todos os egressos, clique aqui

Dissertações e teses defendidas 

Programa Educação Matemática

Para acessar todas as Dissertações e Teses defendidas, clique aqui

 

Produtos Mestrado Profissional

 

2012  

  • ALENCAR, Sergio Vicente

     

    Orientador(a): Dra. Celina Aparecida Almeida Pereira Abar 

    Resumo

    Título: "A gênese instrumental na integração com o GEOGEBRA: proposta de uma oficina para professores de Matemática"

    Linha de Pesquisa: Tecnologias da Informação e Educação Matemática

  • AMORIM, Sandra Regina Correa 

     

    Orientador(a): Dra. Maria José Ferreira da Silva 

    Resumo

    Título: "Números inteiros: panorama de pesquisas produzidas de 2001 a 2010"

    Linha de Pesquisa: A Matemática na Estrutura Curricular e Formação de Professores; Tecnologias da Informação e Educação Matemática.

  • SILVA, Edson Rodrigues da 

     

    Orientador(a): Dra. Maria José Ferreira da Silva 

    Resumo

    Título: "Uma proposta para o ensino da noção de taxa de variação instantânea no Ensino Médio"

    Linha de Pesquisa: A Matemática na Estrutura Curricular e Formação de Professores; Tecnologias da Informação e Educação Matemática.

2011  

  • ALVES, Antonio Fernando Silveira 

     

    Orientador(a): Dr. Armando Traldi Junior

    Resumo

    Título: "Um Estudo das Atividades Propostas em um Curso de Licenciatura em Matemática, na Disciplina de Introdução ao Cálculo Diferencial e Integral, na Modalidade a Distância"

    Linha de Pesquisa: A Matemática na Estrutura Curricular e Formação de Professores 

  • BAILO, Fernanda Roberta Ravazi

     

    Orientador(a): Dra. Barbara Lutaif Bianchini

    Resumo

    Título: "Análise dos usos da variável presentes no Caderno do aluno na introdução à Álgebra da Proposta Curricular do Estado de São Paulo do Ensino Fundamental II de 2008 a 2009"

    Linha de Pesquisa: A Matemática na Estrutura Curricular e Formação de Professores 

  • BRUCKI, Cristina Maria

     

    Orientador(a): Dra. Sonia Barbosa Camargo Igliori

    Resumo

    Título: "O uso de Modelagem no ensino de função exponencial"

    Linha de Pesquisa: A Matemática na Estrutura Curricular e Formação de Professores

  • CASSIARI, Edna Ribeiro 

     

    Orientador(a): Dra. Maria José Ferreira da Silva 

    Resumo

    Título: "Potencialidades e fragilidades na implementação do "caderno do professor" e "caderno do aluno" da rede Estadual de São Paulo"

    Linha de Pesquisa: A Matemática na Estrutura Curricular e Formação de Professores

  • CASTRO, Edson Eduardo

     

    Orientador(a): Dra. Barbara Lutaif Bianchini

    Resumo

    Título: "Um estudo exploratório das relações funcionais e suas representações no 3º ciclo do Ensino Fundamental"

    Linha de Pesquisa: A Matemática na Estrutura Curricular e Formação de Professores 

  • JORDÃO, Ana Lúcia Infantozzi

     

    Orientador(a): Dra. Barbara Lutaif Bianchini

    Resumo

    Título: "Um estudo sobre a resolução algébrica e gráfica de sistemas lineares 3x3 no 2º ano do Ensino Médio"

    Linha de Pesquisa: Tecnologias da Informação e Educação Matemática 

  • MAZIERO, Lieth Maria 

     

    Orientador(a): Dr. Saddo Ag Almouloud 

    Resumo

    Título: "Quadriláteros: construções geométricas com o uso de régua e compasso"

    Linha de Pesquisa: A Matemática na Estrutura Curricular e Formação de Professores

  • MENDONÇA, Luciane 

     

    Orientador(a): Dr. Armando Traldi Junior

    Resumo

    Título: "Trajetória hipotética de aprendizagem: análise combinatória"

    Linha de Pesquisa: A Matemática na Estrutura Curricular e Formação de Professores

  • REIS, Adinilson Marques 

     

    Orientador(a): Dr. Gerson Pastre de Oliveira

    Resumo

    Título: "Uma proposta dinâmica para o ensino de função afim a partir de erros dos alunos no primeiro ano do Ensino Médio"

    Linha de Pesquisa: Tecnologias da Informação e Educação Matemática

  • SILVA, Alan de Carlo Antonio 

     

    Orientador(a): Dr. Armando Traldi Junior

    Resumo

    Título: "Resolução de Problemas: metanálise das dissertações produzidas no Programa de Estudos Pós-Graduados em Educação Matemática da PUC/SP"

    Linha de Pesquisa: A Matemática na Estrutura Curricular e Formação de Professores

2010  

  • ALMEIDA, Talita Carvalho Silva de 

     

    Orientador(a): Dra. Maria José Ferreira da Silva 

    Resumo

    Título: "Sólidos Arquimedianos e Cabri 3D: um estudo por meio de truncaduras baseadas no renascimento"

    Linha de Pesquisa: Tecnologia da Informação e Educação Matemática

  • ALVES, Washington José Santos 

     

    Orientador(a):Dra. Maria José Ferreira da Silva

    Resumo

    Título: "O impacto da olimpíada de matemática em alunos da escola pública"

    Linha de Pesquisa: A Matemática na Estrutura Curricular e Formação de Professores

  • AMARAL, Fábio Muniz do 

     

    Orientador(a): Maria José Ferreira da Silva

    Resumo

    Título: "Validação de sequência didática para (re)construção de conhecimentos estatísticos por professores do ensino fundamental"

    Linha de Pesquisa: A Matemática na Estrutura Curricular e Formação de Professores

  • ARAÚJO, Péricles Bedretchuk 

     

    Orientador(a): Dr. Gerson Pastre de Oliveira 

    Resumo

    Título: "Situações de aprendizagem: a circunferência, a mediatriz e uma abordagem com o Geogebra"

    Linha de Pesquisa:Tecnologia da Informação e Educação Matemática

  • ATAYDE, Alan Florêncio de 

     

    Orientador(a): Dr. Armando Traldi Junior 

    Resumo

    Título: "A abordagem de noção de função nos livros didáticos: possibilidades de investigação, exploração, problema e exercícios"

    Linha de Pesquisa: A Matemática na Estrutura Curricular e Formação de Professores

  • CARVALHO, Regiane Perea 

     

    Orientador(a): Dra. Ana Lúcia Manrique 

    Resumo

    Título: "A literatura infantil e a matemática: um estudo com alunos de 5 e 6 anos de idade da educação infantil"

    Linha de Pesquisa:A Matemática na Estrutura Curricular e Formação de Professores

  • EVANGELISTA , Mitchell Christopher Sombra

     

    Orientador(a): Dra. Celina Aparecida A. P. Abar 

    Resumo

    Título: "As transformações osimétricas no GEOGEBRA com a motivação etnomatemática

    Linha de Pesquisa: Tecnologia da Informação e Educação Matemática

  • FERNANDES, Ricardo Uchoa

     

    Orientador(a): Dr. Gerson Pastre de Oliveira 

    Resumo

    Título: "Estratégias pedagógicas com uso de tecnologias para o ensino de trigonometria na circunferência"

    Linha de Pesquisa: Tecnologia da Informação e Educação Matemática

  • FERRAZ, Marcelo Cardoso

     

    Orientador(a): Dra. Maria José Ferreira da Silva

    Resumo

    Título: "Prisma e pirâmide: um estudo didático de uma abordagem computacional"

    Linha de Pesquisa: Tecnologia da Informação e Educação Matemática

  • JUNIOR, Roberto Meconi 

     

    Orientador(a): Dr. Gerson Pastre de Oliveira 

    Resumo

    Título: "Estratégias pedagógicas com uso de tecnologias na formação de professores: matrizes e determinantes"

    Linha de Pesquisa: Tecnologia da Informação e Educação Matemática

  • MORENO, Marcelo Marcos Bueno 

     

    Orientador(a): Dra. Cileda de Queiroz e Silva Coutinho

    Resumo

    Título: "Ensino e Aprendizagem de Estatística com Ênfase na Variabilidade: um estudo com alunos de um curso de Licenciatura em Matemática"

    Linha de Pesquisa: A Matemática na Estrutura Curricular e Formação de Professores

  • ORDEM, Jacinto 

     

    Orientador(a): Dr. Saddo Ag Almouloud 

    Resumo

    Título: "Prova e demonstração em geometria: uma busca da organização matemática e didática em livros didáticos de 6ª a 8ª séries de Moçambique"

    Linha de Pesquisa: História, Epistemologia e Didática da Matemática

  • PAULA, Mariucha Baptista de 

     

    Orientador(a): Dra. Barbara Lutaif Bianchini 

    Resumo

    Título: "Proporcionalidade: uma análise do caderno do professor - 7º ano (antiga 6ª série) - da proposta implementada pela Secretaria de Educação do Estado de São Paulo no ano de 2008"

    Linha de Pesquisa:História, Epistemologia e Didática da Matemática

  • RIBEIRO, Silvério Domingos

     

    Orientador(a): Dra. Ana Lúcia Manrique 

    Resumo

    Título: "As pesquisas sobre o ensino da estatística e da probabilidade no período de 200 a 2008"

    Linha de Pesquisa: A Matemática na Estrutura Curricular e Formação de Professores

  • ROSENBAUM, Luciane Santos 

     

    Orientador(a): Dr. Armando Traldi Junior 

    Resumo

    Título: "Uma trajetória hipotética de aprendizagem sobre funções trigonométricas numa perspectiva construtivista"

    Linha de Pesquisa: A Matemática na Estrutura Curricular e Formação de Professores

  • SANTOS, Rosana Perleto dos 

     

    Orientador(a): Dra. Maria José Ferreira da Silva 

    Resumo

    Título: "As dificuldades e possibilidades de professores de Matemática ao utilizarem o software geogebra em atividades que envolvem o Teorema de Tales"

    Linha de Pesquisa: Tecnologia da Informação e Educação Matemática

  • SILVA, Junior Teodoro da 

     

    Orientador(a): Dr. Gerson Pastre de Oliveira

    Resumo

    Título: "O uso reconstrutivo do erro na aprendizagem de simetria axial: uma abordagem a partir de estratégias pedagógicas com uso de tecnologias"

    Linha de Pesquisa: Tecnologia da Informação e Educação Matemática

  • SOUZA, Levi de Oliveira 

     

    Orientador(a): Dra. Ana Lúcia Manrique 

    Resumo

    Título: "Motivações para a escolha da licenciatura em matemática e pedagogia: um estudo com alunos da PUC/SP e UFMT"

    Linha de Pesquisa: A Matemática na Estrutura Curricular e Formação de Professores

  • VITOLO, José Manoel - 

     

    Orientador(a): Dr. Armando Traldi Junior 

    Resumo

    Título: "Noções introdutórias a idéia de função: uma trajetória hipotética de aprendizagem"

    Linha de Pesquisa: A Matemática na Estrutura Curricular e Formação de Professores

  • ZUCCO, José 

     

    Orientador(a): Dra. Sonia Barbosa Camargo Igliori

    Resumo

    Título: "Funções Monotônicas: alunos da 3ª série do Ensino Médio frente às Olimpíadas de Matemática das Escolas Públicas"

    Linha de Pesquisa:A Matemática na Estrutura Curricular e Formação de Professores

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Informações Gerais

 

Data limite para entrega dos volumes de Dissertação, Trabalho Final e Tese para alunos em término de curso, sem necessidade de efetuar matrícula:

  1. PARA O 1º SEMESTRE – 27 DE JANEIRO DE 2014 (sem necessidade de efetuar matrícula para o 1º semestre)
  2. PARA O 2º SEMESTRE – DATA A DEFINIR (sem necessidade de efetuar matrícula para o 2º semestre)
  • LOCAL DE ENTREGA:

     

    Secretaria de Processamento de Dissertações e Teses
    Rua Ministro de Godói, 969- 4º andar 

  • HORÁRIO DE ATENDIMENTO

     

    DE 2ª A 6ª- FEIRA - DAS 9:00h ÀS 20:30h.

 

Mais Informações

 

Normas para efetuar depósito 

Para efetuar o depósito da Dissertação/Tese/Trabalho Final, o aluno deverá apresentar:

  1. Relatório de encaminhamento de dissertação/tese/trabalho final - preenchido e assinado pelo orientador e autorizado pela Coordenação do Programa (Formulário existente no site da PRPG - Secretaria Acadêmica - Pós-Graduação Monte Alegre)

  2. Formulário CAPES - produção discente – preenchido por não bolsistas e bolsistas.

  3. Formulário de Verificação de Processo – retirado pelo aluno na WEB ou na Secretaria Setorial de Pós-Graduação. Obs.: o aluno deverá solicitar verificação de processo no prazo mínimo de 48 horas de antecedência da data prevista para o depósito dos exemplares da dissertação/tese.

  4. Termo de Autorização - preenchido e assinado para publicação eletrônica da tese ou dissertação na Biblioteca Digital da PUC/SP.

  5. CD contendo texto completo (em conformidade com a cópia impressa).

ATENÇÃO: VERIFICAR NORMAS PARA EFETUAR DEPÓSITO

  1. Entrega de teses e dissertações em formato eletrônico - Portaria nº 13/2006 do MEC
  2. Normas para depósito de teses e dissertações para Defesa Pública, conforme Ato do Pró-Reitor de Pós-Graduação nº 06/2009
  3. Procedimentos para realização de despesas com Bancas Examinadoras de defesas de Dissertações e Teses, conforme Ato do Pró-Reitor de Pós-Graduação nº 03-2010
  4. Orientações para formatação da dissertação/tese
Intercâmbios 

Programa Educação Matemática

 

 

 

 

Convênios 

Programa Educação Matemática

UEPA - Universidade do Estado do Pará

Doutorado Interinstitucional em Educação Matemática (DINTER)

A PUC-SP em parceria com a UEPA (Universidade do Estado do Pará), iniciou em janeiro de 2010 DOUTORADO Interinstitucional em Educação Matemática (DINTER).

Acessar o site: http://www.uepa.br

Eventos Anteriores 

Programa Educação Matemática

SEMINÁRIO III

QUESTÕES RELEVANTES PARA A FORMAÇÃO DE PROFESSORES DE MATEMÁTICA REVELADAS PELA PESQUISA EM SALA DE AULA

TEMA: FORMAÇÃO DE PROFESSORES

Profª. Drª. MARIA MANUELA DAVID (UFMG)

DATA: 05 de MAIO DE 2014

HORARIO: DAS 14H0 ÀS 16H00

LOCAL: AUDITORIO DA FACULDADE DE CIENCIAS EXATAS E TECNOLOGIA – PUC/SP – Campus consolação.

Descrição: O objetivo desta apresentação é mostrar algumas possibilidades que a análise da atividade matemática em sala de aula oferece no sentido de informar e embasar a discussão da configuração dos saberes profissionais docentes e da formação do professor. Os exemplos selecionados vêm de um conjunto de estudos sobre visualização nas aulas de matemática do Ensino Fundamental, tanto da geometria como da álgebra.

A análise desses exemplos está apoiada na perspectiva da chamada terceira geração da Teoria da Atividade, que ressalta a importância das tensões e contradições, como motores para a modificação e expansão dos sistemas de atividades. Tiram-se implicações para a formação do professor de matemática, estreitamente articuladas com (e melhor informadas por) aquilo que acontece ou deixa de acontecer em termos de aprendizagem e de ensino na sala de aula da escola.

 


Eventos anteriores realizados pelo Programa de Educação Matemática

2014 

Seminário II:

    • 31/03/2014

       

      Formação de Professores e Educação Matemática

       

      Profa. Dra. Célia Maria Carolino Pires – PUC/SP

    • 26/02/2014 a 24/03/2014

       

      PESQUISADOR VISITANTE DO EXTERIOR MARC BAILLEUL (Instituto Universitário de Formação de Professores (IUFM) da Universidade de Caen Basse-Normandie – França)

       

      Atividades de 26/02/2014 a 24/03/2014.

       

      Acesse a programação

2013  

2012  

  • UM DIA DE REFLEXÃO: encontro de professores e pesquisadores

     

    29/09/2012

    Para impressão de seu certificado, aguarde informações. (publicado em 02/10/12)

2010  

  • Jornada - III ENCONTRO DE PRODUÇÃO DISCENTE EM EDUCAÇÃO MATEMÁTICA DA PUC-SP

     

    Realizada em: 25/10/2010 (seg)

    Local: Campus Marquês de Paranaguá

    Cronograma:

    10h: Abertura
    11h: Apresentação de pôsteres de estudantes e confraternização
    12h: Almoço
    14h: Sessões Coordenadas
    16h: Encerramento

    Saiba mais

  • UM DIA DE REFLEXÃO: encontro de professores e pesquisadores

     

    Realizada em: 23/10/2010

    Para impressão de seu certificado clique aqui. (publicado em 02/12)

  • III Encontro Produção Discente

     

    Realizada em: 25/10/2010

    Para impressão de seu certificado clique aqui. (publicado em 02/12)

  • PALESTRA: "Análise da trajetória das Reformas Curriculares de Matemática e suas implicações para a formação de professores da Educação Básica".

     

    Profa. Dra. Barbara Nakayama.

    Realizada em: 18/10/2010

    Para impressão de seu certificado clique aqui. (publicado em 03/12)

  • PALESTRA: "Ensino de Matemática: currículo e formação de professores"

     

    Profa. Dra. Lucíola Licínio de Castro Paixão.

    Realizada em: 06/10/2010

    Participantes para imprimir seu certificado clique aqui. (publicado em 13/10)

  • PALESTRA: "Ideias Matemáticas na História e Culturas Africanas"

     

    Prof. Dr. PAULUS GERDES (Vice-President for Southern Africa, African Academy of Sciences
    Centro de Estudos Moçambicanos e de Etnociência (CEMEC), Universidade Pedagógica, C.P. 915, Maputo, Moçambique)

    Realizada em: 27/09/2010

    Organização: Grupo de Pesquisa PEA-MAT - Participantes para imprimir seu certificado clique aqui. (publicado em 28/09)

  • PALESTRA: "Abordagens Empíricas em Educação Matemática"

     

    Profa. Dra. Érica Valéria Alves (Universidade Federal de Alfenas - MG)

    Realizada em: 10/05/2010

    Organização: Grupo de Pesquisa PEA-MAT

    Certificados da Palestra da Profa. Dra. Érica Valéria AlvesImprima aqui.

  • EVENTO

     

    Prof. Dr. Michael de Villiers (University of KwaZulu-Natal, South Africa)

    Realizado no período de 19 a 29/04/2010.

    Organização: Grupo de Pesquisa TecMEM

    Certificados da Palestra do Prof. Dr. Michael VillersImprima aqui.

2009  

  • II Encontro de Produção Discente em Educação Matemática PUC/SP

     

    Realizada em: 16 de novembro de 2009

    ver fotos

2008  

  • PALESTRA: "Formação em estatística: questões didáticas e pedagógicas".

     

    Prof. Dr. Jean-Claude REGNIER (Université Lumière Lyon2)

    Realizada em: 05/12/2008

  • PALESTRA: "Dos instrumentos técnicos aos instrumentos psicológicos: bengalas intelectuais ou ajudas para a conceptualização em matemática"

     

    Profa. Dra. Nadja Maria ACIOLY-RÉGNIER (Université Lumière Lyon2)

    Realizada em: 04/12/2008

  • PALESTRA: "Usos inovadores de TICs em contextos presenciais e a distância"

     

     Profa. Dra. Vani Moreira Kenski (FE/USP)

    Promovido pelo Grupo de Pesquisa "Tecnologias e Meios de Expressão em Matemática – TecMEM"

    Realizada em: 10/11/2008

  • Encontro de Produção Discente em Educação Matemática da PUC-SP

     

    Promovido pelo Programa de Educação Matemática da PUC/SP

    Realizado em: 08/11/2008.

    Campus Marquês de Paranaguá.

  • SEMINÁRIOS "Teoria APOS de Dubinski e pesquisas realizadas com esse referencial"

     

    Profa. Dra. Maria Trigueros  - ITAN (México) / CINVESTAV

    Promovido pelo Grupo de Pesquisa em Educação Algébrica - GPEA

    Realizado do período de 21 a 31/10/08

  • PALESTRA: "A teoria 3UV na sala de aula de Matemática"

     

    Profa. Dra. Maria Trigueros - ITAN (México) / CINVESTAV

    Promovido pelo Grupo de Pesquisa em Educação Algébrica - GPEA

    Realizado em: 22/10/08

  • CONFERÊNCIA: "Grandes momentos da História da Matemática"

     

    Prof. Dr. Gilberto Garbi (autor de livros didático)

    Realizado em: 02/10/2008

 

Seminários

  • Tema: "Prova e demonstração"

     

    Profs. Drs. Cileda de Queiroz e Silva Coutinho  e  Saddo Ag Almouloud (PUC/SP)

    Realizado em 29/02/2008

    Arquivo da apresentação zipado

  • Tema: "Educação Estatística"

     

    Profa. Dra. Lisbeth Cordani (USP)

    Realizado em 28/02/2008

    Arquivo da apresentação em pdf

  • Tema: "Educação Algébrica na Escola Básica"

     

    Profas. Dras. Silvia Machado, Bárbara Bianchini e Maria Cristina Maranhão (PUC/SP)

    Realizado em 27/02/2008

  • Tema: "Educação Algébrica na Escola Básica"

     

    Prof. Marcelo Cestari Lellis (Autor de Livros Didáticos)

    Realizado em 26/02/2008

    Arquivo da apresentação em pdf

  • Tema: "Ensino do Cálculo"

     

    Profs. Drs. Benedito Antonio da Silva, Sonia Barbosa Camargo Igliori (PUC/SP)

    Profa. Dra. Marisa da Silva Dias (CEETPS)

    Realizado em 21/02/2008

    Arquivo da apresentação em pdf

  • Tema: "Investigações sobre Currículos de Matemática"

     

    Profa. Dra. Célia Maria Carolino Pires (PUC/SP)

    Realizado em 20/02/2008

    Arquivo da apresentação em pdf

  • Tema: "Pesquisas sobre Currículos: redes, mapas, tesouros"

     

    Prof. Dr. Nilson José Machado (FE/USP)

    Realizado em 19/02/2008

    Arquivo da apresentação em pdf

  • Tema: "Possibilidades das Tecnologias na Educação Matemática. E os limites?"

     

    Profas. Dras. Sônia Pitta Coelho  e  Celina Ap. Almeida Pereira Abar (PUC/SP)

    Realizado em 15/02/2008

  • Tema: "Tecnologias de Informação Aplicadas à Educação"

     

    Prof. Dr. César Augusto Amaral Nunes (USP)

    Realizado em 14/02/2008

    Arquivo da apresentação em powerpoint

  • Tema: "Formação de Professores e Conhecimento Profissional"

     

    Profa. Dra. Patrícia Albieri (Pesquisadora FAPESP)

    Realizado em 13/02/2008

  • Tema: "Pesquisas sobre Formação de Professores"

     

    Profas. Dras. Laurizete Ferragut Passos  e  Ana Lúcia Manrique (PUC/SP)

    Realizado em 12/02/2008

2007  

  • Mesa Redonda sob o tema: "Teologia e Interdisciplinaridade"

     

    Debatedores: Prof. Dr. Ubiratan D'Ambrosio (Programa de Educação Matemática), Prof. Dr. João Décio Passos (Vice-Reitor Comunitário) e Prof. Dr. Afonso Soares (Chefe do Departamento de Teologia)

    Realizado em 18/10/2007

  • Palestra com o Prof. Dr. Ricardo Nemirovsky da State University of San Diego

     

    Programação do Projeto LOVE ME  Lab/ Tidia Ae Fapesp - Pós/EDMAT

  • Titulo: "Imaginação Matemática na Aprendizagem da Matemática" ("Mathematical Imagination in the learning of mathematics")

     

    Realizado em 06/08/2007

  • Palestra: "Discutindo a pesquisa para reconhecer indicadores de criatividade na formação dos professores e para a análise de programas de formação. O valor da cultura, o cotidiano e as conexões com a matemática escolar"

  • Título: Para um desenvolvimento criativo via a Matemática

     

    Prof. Dr. Joaquim Gimenez (Universidade de Barcelona - Espanha)

    Realizado em 26 março de 2007

2005  

  • Mesa Redonda: "Metodologia de Pesquisa na área de Formação de Professores de Matemática"

     

    Profa. Dra. MARLI ANDRÉ (Professora do Programa de Pós-Graduação em Psicologia da Educação da PUC/SP)
    Prof. Dr. DARIO FIORENTINI (Professor do Programa de Pós-Graduação em Educação da UNICAMP)
    Realizado em 06/06/2005

  • Conferência: "Tópicos sobre a Teoria das Situações de G. Brousseau"

     

    Profa. Dra. Isabelle Bloch (Professora da IUFM d'Aquitaine (Institut Universitaire de Formation des Maitres)
    Realizado em 24/05/2005

  • Conferência: "Primeiros elementos algebrizados do "Cálculo" no ensino médio, no ensino de Análise na Universidade; qual transição, quais perspectivas"?

     

    Profa. Dra. Isabelle Bloch (Professora da IUFM d'Aquitaine (Institut Universitaire de Formation des Maitres)
    Realizado em 23/05/2005

  • Conferência Satélite ICMI Study 15: "A Formação e o desenvolvimento Profissional de Professores de Matemática"

     

    Prof. Dr. Arthur Powell (Rutgers University, Estados Unidos)
    Profa. Dra. Ruhama Even (Weizmann Institute)
    Realizado em14/05/2005

  • Conferência: "Metodologia de Pesquisa e História Oral: possibilidades para área de Educação Matemática e Formação de Professores"

     

    Prof. Dr. Antonio Vicente Marafioti Garnica (Professor do Programa de Pós-Graduação da UNESP/RC)
    Realizado em 12/05/2005

  • Palestra: "Tomando uma visão anti-essencialista sobre tecnologia na Educação Matemática: uma nova perspectiva"

     

    Profa. Dra. Abigail Fregni Lins (Professora da Universidade Cruzeiro do Sul - UNICSUL)
    Realizado em 21/03/2005

    Veja mais

  • Palestra: "Relação entre a Metodologia de Ensino de Resolução de Problema e o conceito de Matemática Experimental: alguns exemplos em nível de Ensino Básico"

     

    Profa. Dra. Yuriko Yamamoto Baldin (Professora da Universidade Federal de São Carlos - UFSCar)
    Realizado em 28/02/2005

2004  

  • Palestra: "Aliança sinérgica entre Epistemologia e Didática da Matemática no estudo da álgebra elementar e seus símbolos"

     

    Profa. Dra. Caroline Bardini (Dourado pela Universidade de Paris VII - Pós-Doutorando na Universidade de Melbourne)
    Realizado em 23/08/2004

    Veja mais

  • Palestra: "Inteligência Artificial no Ensino"

     

    Prof. Dr. Pedro Luiz Aparecido Malagutti (Professor da Universidade Federal de São Carlos - UFSCar)
    Realizado em 13/08/2004

  • Seminário: "O papel da reflexão na construção do conhecimento matemático e na mudança das práticas"

     

    Profa. Dra. Lurdes Serrazina (Professora da Escola Superior de Educação de Lisboa)
    Realizado em 04/08/2004

  • Seminário: "Reflexão e práticas reflexivas"

     

    Profa. Dra. Lurdes Serrazina (Professora da Escola Superior de Educação de Lisboa)
    Realizado em 03/08/2004

  • Palestra: "Investigações sobre Currículos de Matemática"

     

    Prof. Dr. Luis Rico (Professor da Universidade de Granada - Espanha)
    Realizado em 07/06/2004

  • Conferência: "Desenvolvimento cognitivo através dos três Mundos da Matemática"

     

    Prof. Dr. David Tall (Professor in Mathematical Thinking Mathematics Education Research Centre University of Warwick - Reino Unido)
    Realizado em 24/05/2004

  • Conferência: "Modelo Teórico dos Campos Semântico"

     

    Prof. Dr. Rômulo Campos Lins (Professor da UNESP/RC)
    Realizado em 17/05/2004

  • Conferência: "Numeracy" em adultos do Reino Unido: Políticas Públicas e práticas pessoais"

     

     

    Prof. Dr. Stefano Pozzi (Professor Pesquisador do Ministério da Educação do Reino Unido)
    Realizado em 19/04/2004

     

  • Palestra: "Investigar, Ensinar e Aprender"

     

    Prof. Dr. João Pedro da Ponte (Professor da Universidade de Lisboa - Portugal)
    Realizado em 23/03/2004

  • Conferência:"O começo de uma bela amizade? Sobre a frágil, porém crucial, relação entre Matemáticos e Pesquisadores em Educação matemática"

     

    Profa. Dra. Elena Nardi (Professora da University of East Anglia - Reino Unido)
    Realizado em 08/03/2004

2003  

  • Palestra: "Uma introdução ao uso de modelos matemáticos em Economia"

     

    Danilo Camargo Igliori (University of Cambridge - Inglaterra)
    Realizado em 18/08/2003

  • Palestra: "Pós-Graduação em Educação Matemática"

     

    Profa. Dra. Beatriz D'Ambrosio (Professora da School of Education - Indiana University - Indianapolis)
    Realizado em 28/06/2003

  • Conferência: "O ensino e aprendizagem de frações"

     

    Profa. Dra. Terezinha Nunes (Professora da Universidade de Brooks - Oxford - Inglaterra)
    Realizado em 29/05/2003

  • Conferência: "Um itinerário de estudos em Educação Matemática"

     

    Prof. Dr. Vinício de Macedo Santos (Professor da Faculdade de Educação da USP)
    Realizado em 25/02/2003

 


Eventos Nacionais e Internacionais

2012  

Estaduais

 


Nacionais

  • IV JORNADA NACIONAL DE EDUCAÇÃO MATEMÁTICA / XVII JORNADA REGIONAL DE EDUCAÇÃO MATEMÁTICA

     

    Local: Universidade de Passo Fundo - Passo Fundo - RS
    Data: 6 a 9 de maio de 2012
    Maiores Informações: jem@upf.br

 


Internacionais

  • VISEUMAT 2012

     

    Local: Escola Superior de Tecnologia e Gestão - Viseu - Portugal 
    Data: 11 de fevereiro de 2012 
    Maiores Informações: http://www.prof2000.pt/users/apmviseu/

  • 12º SIMPOSIO DE EDUCACIÓN MATEMÁTICA - 12º SEM

     

    Local: Centro Regional de Chivilcoy - Buenos Aires - Argentina 
    Data: 08 a 11 de maio de 2012 
    Maiores Informações: http://www.edumat.org.ar/12sem

  • III SIMPÓSIO INTERNACIONAL DE PESQUISA EM EDUCAÇÃO  MATEMÁTICA - III SIPEMAT

     

    Local: Faculdade 7 de setembro - Fortaleza - CE 
    Data: 26 a 29 de junho de 2012 
    Maiores Informações: http://ocs.virtual.ufc.br/index.php/sipemat/sipemat2012

  • 26ª  REUNIÓN LATINOAMERICANA DE MATEMÁTICA EDUCATIVA

     

    Local: Universidade Federal de Ouro Preto (UFOP) - Ouro Preto - MG 
    Data: 24 a 28 de julho de 2012 
    Maiores Informações: http://www.relme26.ufop.cead.br/

  • V SEMINÁRIO INTERNACIONAL DE PESQUISA EM EDUCAÇÃO M ATEMÁTICA - V SIPEM 

     

    Local: Hotel Vale Real - Petropólis - RJ - Brasil 
    Data: 28 a 31 de outubro de 2012 
    Maiores Informações: http://www.sbem.com.br/index.php?op=Noticias&cod=234

  • 2ª ESCOLA DE VERÃO DE GEOMETRIA E TOPOLOGIA

     

    Local: Universidade Federal de São Carlos - São Carlos - SP 
    Data: 30 de janeiro a 03 de fevereiro de 2012 
    Maiores Informações: http://www.dm.ufscar.br/profs/lobos/EVGT2012/

  • V JORNADA DE EQUAÇÕES DIFERENCIAIS PARCIAIS - VJEDP

     

    Local: Universidade Federal de São Carlos - São Carlos - SP 
    Data: 13 a 15 de fevereiro de 2012 
    Maiores Informações: http://www.dm.ufscar.br/eventos/V_JEDP_2012/Home.php

  • XVIII SIMPOSIO INTERNACIONAL DE MÉTODOS MATEMÁTICOS APLICADOS A LAS CIENCIAS

     

    Local: Centro de Investigación  Pura y Aplicada - San José - Costa Rica 
    Data: 21 a 24 de fevereiro de 2012 
    Maiores Informações: http://www.cimpa.ucr.ac.cr/simmac/

  • II COLÓQUIO DE MATEMÁTICA DA REGIÃO SUL

     

    Local: Universidade Estadual de Londrina (UEL) - Londrina - SC 
    Data: 24 a 28 de abril de 2012 
    Maiores Informações: http://www.sbm.org.br/docs/chamada_minicursos_regiao_sul.pdf

  • VI SEMANA DA MATEMÁTICA DA UFF 

     

    Local: Universidade Federal Fluminense - Niterói - RJ 
    Data: 08 a 12 de maio de 2012 
    Maiores Informações: http://www.uff.br/semanadamatematica/

  • X ENCONTRO REGIONAL DE MATEMÁTICA APLICADA E COMPUTACIONAL R6 - X ERMAC 

     

    Local: Universidade Federal Fluminense - Niterói - RJ 
    Data: 10 a 11 de maio de 2012 
    Maiores Informações: http://www.uff.br/ermac2012/

  • XVII ESCOLA DE GEOMETRIA DIFERENCIAL

     

    Local: Manaus - AM 
    Data: 11 a 20 de julho de 2012 
    Maiores informações: http://www.impa.br/opencms/pt/eventos/store/evento_1207

  • IV CONGRESSO LATINOAMERICANO DE MATEMÁTICOS

     

    Local: Universidade Nacional de Córdoba - Córdoba - Argentina 
    Data: 06 a 10 de agosto de 2012 
    Maiores Informações: http://www.famaf.unc.edu.ar/clam2012/

  • XXXIV CONGRESSO NACIONAL DE MATEMÁTICA APLICADA E COMPUTACIONAL - XXXIV CNMAC

     

    Local: Centro de Convenções do Hotel Magestic - Águas de Lindóia - SP 
    Data: 17 a 21 de setembro de 2012 
    Maiores Informações: http://www.cnmac2012.org.br/

  • ICNAAM 2012 - INTERNATIONAL CONFERENCE OF NUMERICAL MATHEMATICS 2012

     

    Local: Kypriotis Hotels - Kos - Grécia
    Data: 19 a 25 de setembro de 2012
    Maiores Informações: http://www.icnaam.org/ANALYSIS

 


Outros eventos

  • IV ENCONTRO NACIONAL DE APRENDIZAGEM SIGNIFICATIVA 

     

    Local: Universidade de Pernambuco - Garanhuns - PE 
    Data: 28 de maio a 02 de junho de 2012 
    Maiores Informações: http://www.ioc.fiocruz.br/4enas2012/

  • 18º CONGRESSO DE LEITURA DO BRASIL - 18º COLE 

     

    Local: Faculdade de Educação da UNICAMP - Campinas - SP 
    Data: 16 a 20 de julho de 2012 
    Maiores Informações: http://blog-alb.blogspot.com/p/18-cole.html

  • 64ª REUNIÃO ANUAL DA SBPC 

     

    Local: Universidade Federal do Maranhão (UFMA) - São Luis - MA 
    Data: 22 a 27 de julho de 2012 
    Maiores Informações: http://www.sbpcnet.org.br/saoluis/home/

  • XVI ENCONTRO NACIONAL DE DIDÁTICA E PRÁTICAS DE ENS  INO - XVI ENDIPE

     

    Local: Faculdade de Educação da UNICAMP - Campinas - SP 
    Data: 23 a 26 de julho de 2012 
    Maiores Informações: http://www.endipe2012.com.br/

  • 35ª REUNIÃO ANUAL DA ASSOCIAÇÃO NACIONAL DE PÓS-GRA DUAÇÃO E PESQUISA EM EDUCAÇÃO (ANPEd)

     

      Local: a definir 
    Data: Outubro de 2012 
    Maiores Informações: http://www.anped.org.br/novo_portal/

2010  

Outros Eventos

  • 1º CONGRESSO INTERNACIONAL DE EDUCAÇÃO DA COSTA DO DESCOBRIMENTO

     

    Local: Náutico Praia Hotel & Convention Center – Porto Seguro - BA

    Data: 14 a 17 de abril de 2010

    Maiores Informações: http://www.ciecodes.com.br/

  • XXII CONGRESSO NACIONAL DE PÓS-GRADUANDOS

     

    Local: Universidade Federal do Rio de Janeiro – Rio de Janeiro – RJ

    Data: 15 a 18 de abril de 2010

    Maiores Informações: http://www.anpg.org.br/gera_noticia.php?codigo=198&tipo=1

  • 1º SEMINÁRIO DE ENSINO DE FÍSICA E DE MATEMÁTICA: práticas docentes inovadoras

     

    Local: Centro Universitário Franciscano (UNIFRA) – Santa Maria – RS

    Data: 15 a 16 de abril de 2010

    Maiores Informações: http://www.unifra.br/eventos/simposioensino2010/eventos.asp

  • XV ENCONTRO NACIONAL DE DIDÁTICA E PRÁTICA DE ENSINO – XV ENDIPE

     

    Local: Universidade Federal de Minas Gerais – Belo Horizonte - MG

    Data: 20 a 23 de abril de 2010

    Maiores Informações: http://www.fae.ufmg.br/endipe/index.php

  • V SEMANA DA MATEMÁTICA DA UFF

     

    Local: Universidade Federal Fluminense – Niterói - RJ

    Data: 11a 15 de maio de 2010

    Maiores Informações: http://www.uff.br/semanadamatematica/

  • I FEIRA NACIONAL DE MATEMÁTICA

     

    Local: Universidade Regional de Blumenau (FURB) – Blumenau - SC

    Data: 30 de junho a 02 de julho de 2010

    Maiores Informações: http://www.ifc-riodosul.edu.br/secao/feiramatematica/

  • 8th INTERNATIONAL CONFERENCE ON TEACHING STATISTICS – ICOTS8

     

    Local: Liubliana – Eslovênia

    Data: 11 a 16 de julho de 2010

    Maiores Informações: http://icots8.org/

  • 62ª REUNIÃO ANUAL DA SBPC

     

    Local: Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) – Natal - RN

    Data: 25 a 30 de julho de 2010

    Maiores Informações: http://www.sbpcnet.org.br/natal/home/

  • IV CONGRESSO INTERNACIONAL DE PESQUISA (AUTO)BIOGRÁFICA - IV CIPA

     

    Local: Faculdade de Educação da USP (FEUSP) – São Paulo - SP

    Data: 26 a 29 de julho de 2010

    Maiores Informações: http://www.ivcipa.fe.usp.br/

  • CONGRESO IBEROAMERICANO DE EDUCACIÓN

     

    Local: Centro Cultural General San Martín – Bueno Aires - Argentina

    Data: 13 a 15 de setembro de 2010

    Maiores Informações: http://www.metas2021.org/congreso/

  • V BIENAL DA SOCIEDADE BRASILEIRA DE MATEMÁTICA

     

    Local: Universidade Federal da Paraíba (UFPB) – João Pessoa – Paraíba

    Data: 18 a 22 de setembro de 2010

    Maiores Informações: http://www.mat.ufpb.br/~bienalsbm/

  • I COLÓQUIO DE MATEMÁTICA DA REGIÃO NORTE

     

    Local: Universidade Federal do Pará – Belém - PA

    Data: 20 a 24 de setembro de 2010

    Maiores Informações: http://www.ufpa.br/sbmnorte/coloquio/

  • IV SEMINÁRIO INTERNACIONAL DE PESQUISA E ESTUDOS QUALITATIVOS

     

    Local: Universidade Estadual Paulista (UNESP) – Rio Claro - SP

    Data: 09 a 11 de outubro de 2010

    Maiores Informações: http://www.sepq.org.br/IVsipeq/default.asp

  • 33ª REUNIÃO ANUAL DA ASSOCIAÇÃO NACIONAL DE PÓS-GRADUAÇÃO E PESQUISA EM EDUCAÇÃO (ANPEd)

     

    Local: Caxambu - MG

    Data: 17 a 20 de outubro de 2010

    Maiores Informações: http://www.anped.org.br/inicio.htm

  • XIII SEMANA DE MOBILIZAÇÃO CIENTÍFICA – XIII SEMOC

     

    Local: Universidade Católica do Salvador (UCSal) – Salvador - BA

    Data: 18 a 22 de outubro de 2010

    Maiores Informações: http://www.ucsal.br/pesquisa/semoc/home.asp

  • 5º COLÓQUIO INTERNACIONAL SOBRE ANÁLISE ESTATÍSTICA IMPLICATIVA

     

    Local: Universidade de Palermo – Palermo - Itália

    Data: 05 a 07 de novembro de 2010

    Maiores Informações: http://sites.univ-lyon2.fr/asi5/

  • IV ENCONTRO ANÁLISE MATEMÁTICA E APLICAÇÕES - IV ENAMA

     

    Local: Universidade Federal do Pará – Belém - PA

    Data: 10 a 12 de novembro de 2010

    Maiores Informações: http://www.enama.org/index4.php

Expediente 

Secretaria: EDMAT - Educação Matemática
Telefone: (11) 3124-7200 - ramal 7210 - Fax. (11) 3159-0189
E-mail: edmat@pucsp.br
Endereço: Rua Marquês de Paranaguá, 111 - Prédio 1 - 2º andar - Consolação - 01303-050 - São Paulo - SP - Brasil
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