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PERMANÊNCIA E PÓS-PERMANÊNCIA DE JOVENS NEGRAS E NEGROS NO ENSINO SUPERIOR

caminhos para a equidade étnico-racial

Marcus Vinicius Bomfim (org.)
Myrt Thânia de Souza Cruz (org.)
Pedro Javier Aguerre Hughes (org.)

Este livro registra simbolicamente um longo e coletivo processo de lutas e reflexões sobre a universidade como um locus de produção do conhecimento, do diálogo, democrático e plural. Assim deveria ser. Assim será. Que ele chegue às mãos de gestores do campo da educação e administrativos, às diversas comunidades docentes e discentes, como um elemento reflexivo sobre a questão da permanência preta nas universidades e além. Que alcance as mentes de todas e todos que, envolvidas(os) nas políticas institucionais das universidades – públicas, privadas, confessionais –, encorajam o encaminhamento da mudança e o aperfeiçoamento do ambiente e das relações das comunidades acadêmicas Brasil afora.


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NUVENS & REDES

Fernando José de Almeida (org.)
Maria Elizabeth B. de Almeida (org.)
Maria da Graça Moreira da Silva (org.)

“Quem tece as redes? Os fios das redes não são soltos ou justapostos. Unem-se e separam-se por nós. Não necessariamente para nós. Num desenho mágico, os fios se enredam e os nós organizam o todo. Os nós definem as distâncias, os momentos das uniões, as dimensões quadráticas das zonas de escape. Definem os volumes e os pesos que suportarão seus fios”. Este livro de ensaios, nascidos de pesquisas e aulas, busca explicitar as tantas dimensões humanas que podem brotar da análise das redes, trazendo à reflexão estratégias políticas e pedagógicas para a compreensão e melhor participação no mundo enredado que estamos vivendo.


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DE WUHAN A PERDIZES

Trajetos educativos

Fernando José de Almeida (org.)
Maria Elizabeth B. de Almeida (org.)
Maria da Graça Moreira da Silva (org.)

Este livro é um modo muito próprio da academia, de fazer o que ela tem de mais relevante em sua tarefa: trazer o pensamento vivo, os diagnósticos das questões postas pela pandemia da covid-19, as perspectivas de enfrentamento dos desafios, o traçado de esboços de soluções. Mas, sobretudo, ele mostra o que a Educação pode fazer em sua tarefa mais humanizadora.


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NOVOS DIÁLOGOS SOBRE A HISTÓRIA DA EDUCAÇÃO DOS SENTIDOS E DAS SENSIBILIDADES

Katya Mitsuko Zuquim Braghini (ed.)
Kazumi Munakata (ed.)
Marcus Aurelio Taborda de Oliveira (ed.)

Este livro é um trabalho coletivo que se concentra na historização da educação estética, tanto na ciência da sensibilidade, quanto na presença de emoções, afetos e sensibilidades na consolidação, crise e renovação pelas quais passam as instituições de treinamento, os objetivos gerais e a vida cotidiana dos sistemas educacionais. Ele explora a enorme capacidade formativa da cultura escolar material, de cheiros ou imagens, para desvendar a eficácia e a produtividade de um sistema de sinais implícitos, latentes e contingentes, que opera por meio de códigos inscritos no quadro ideológico discursivo, através dos quais as sociedades modernas transformaram a escola em uma ferramenta privilegiada para a homogeneização de costumes, práticas e valores. Mostra o complexo conjunto de intervenções que a escola implantou ao longo de sua história, para construir essas sensibilidades, e é por isso que a estética é uma construção histórico-cultural. Além disso, possibilita focar em como a escola é constituída em um dos campos de luta pela imposição de modos de entender/conceber/agir no mundo e na hierarquia de alguns repertórios sobre outros.


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VOZES DA AULA

Vida e pandemia

Fernando José de Almeida (org.)
Adriana Reis Paulics
Marcela Gomes Pupatto
Verônica Martins Cannatá

As provocações para a escrita deste livro surgiram, no segundo semestre de 2020, durante disciplina eletiva para os alunos da pós-graduação em Educação: Currículo da PUC-SP, sob responsabilidade do professor Fernando de Almeida. Construído dentro da sala de aula, este livro é mais do que um livro, é um curso que se consubstanciou em textos daquilo que interessava a todos e a cada um dos alunos e do professor. É a descrição do que é o percurso de produção do conhecimento, de modo quase transparente, mostrando um pouco das almas de todos os envolvidos. Uma espécie de raio-x do processo que se passava nas aulas.

Audiobook disponível na íntegra: Audiobook na íntegraCLIQUE AQUI PARA OUVIR


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JUVENTUDE E PENSAMENTO CONSERVADOR NO BRASIL

Katya Mitsuko Zuquim Braghini

Katya fez um trabalho alentador. Mais do que tentar salvar ou demonizar a juventude, mostra, analisando a política editorial de uma revista específica associada à imprensa em geral, a produção não só de uma noção binária de juventude, mas de toda uma ideologia sobre esse grupo social. Ideologia que mescla pressupostos “naturais” - a juventude como uma fase da vida, repleta de potência – com a clara compreensão de que ela é destinatária inconteste de práticas de formação. Sobre o período, da ditadura civil-militar, o texto também não se equivoca: a polarização entre diversas maneiras de ser jovem era a aposta de um novo e potente mercado que ia da contracultura ao rock, mas também do nascimento dos shopping centers à afirmação da cultura fitness. Cultura de massas, sempre fomentada pelos regimes de exceção, que não se cansam de mobilizar os jovens para as causas mais diversas. A produção de uma sensibilidade para o mercado, de maneira refinada capturada pela autora, parece ter sido o fim último daquela iniciativa editorial. Que ecos daquela experiência podemos perceber nas formas de ser jovem nos dias de hoje? Faz sentido buscar por aqueles ecos?