Grupos de Pesquisa

Laboratório de Política, Comportamento e Mídia

Grupos de Pesquisa

Atenção: novos pesquisadores só a partir de agosto de 2021. Aguarde novas informações a partir de junho.

1) Núcleo de Filosofia Política  

Plano de trabalho para o 1º Sem 2021

Linha de Pesquisa: Política do Contemporâneo

1. Coordenador: Prof. Dr. Luiz Bueno
Bacharel e Mestre em Filosofia, Doutor em Ciências da Religião. Professor de Filosofia da FAAP. Membro da Associação Brasileira de Filosofia da Religião. Autor do livro Gertrude Himmelfarb - Modernidade, Iluminismo e as virtudes sociais (É Realizações, 2015)


2. Justificativa da Pesquisa:

Dado o ambiente de conflito e mal-estar no pensamento político contemporâneo, especialmente no Brasil, percebe-se a necessidade de recuperar ou mesmo desenvolver instrumentos teóricos ausentes na reflexão da filosofia política nacional. Assim, o Núcleo de Filosofia Política se propõe pesquisar formas de pensamento filosófico político derivados particularmente da grande tradição anglo-saxônica que poderiam constituir-se em instrumentos noéticos capazes de produzir uma melhor compreensão destes desafios do presente.

O escopo de pesquisa do Núcleo inclui:

  1. A fundação da modernidade a partir das transformações na filosofia política moderna em relação ao mundo pré-moderno e suas consequências na forma das crises contemporâneas
  2. A noção de virtudes sociais desenvolvida pelos iluministas britânicos como forma fundamental de pensar a vida pública; a questão posta pela sua ausência no ambiente das sociedades do presente. A distinção entre a sociologia das virtudes dos britânicos e a política da liberdade dos americanos.
  3. Também dos iluministas britânicos, abordar na pesquisa os conceitos: de sentimentos morais que sustenta, segundo eles, a política, mas também os demais vínculos nas relações sociais; da imaginação moral e a capacidade de empatia em uma sociedade; de ordem, hábito, experiência e seu papel no pensamento político
  4. A crítica cética às ideologias racionalistas e utópicas, pois esta base epistemológica é o que fundamenta a postura de pesquisa que propomos, reconhecendo suas raízes no pensamento de David Hume.
  5. A relação conflituosa entre pensadores conservadores e liberais
  6. A relação entre a invenção do estado de bem-estar-social e o esgarçamento dos vínculos sociais e da ordem moral nas sociedades políticas contemporâneas
  7. A problema derivado da relação entre a ordem moral e a ordem jurídica
  8. As críticas às fragilidades das democracias liberais
  9. O desafio às democracias modernas advindo dos conflitos culturais no ambiente dos estados nacionais

Dentre os autores compreendidos no escopo de pesquisa do grupo, pode-se destacar alguns: Aristóteles, David Hume, Adam Smith, Edmund Burke, Alexis de Tocqueville, Michael Oakeshott, Russel Kirk, Leo Strauss, Gertrude Himmelfarb, Thomas Sowell, Roger Scruton, Theodore Dalrymple.

Também se adequam ao escopo de pesquisa as obras que traçam o caminho histórico de desenvolvimento destas ideias no campo da filosofia política no mundo anglo-saxônico.


3. Objetivos para 2021

1. Como atividade principal do Núcleo de Filosofia Política, prosseguir mantendo as reuniões de pesquisa e discussão da obra do filosófico britânico Michael Oakeshott.

2. Produzir conhecimento a partir destes estudos, na forma de artigos originais, traduções de artigos de especialistas internacionais, resenhas, seminários e outros formatos possíveis

3. Publicar livros com material produzido por especialistas convidados do Núcleo e por pesquisadores do Labô, que discutam o pensamento de Oakeshott, bem como oordenar a produção de tradução de obras de importantes especialistas no pensamento do filósofo.

4. Organizar eventos, nacionais e internacionais, que discutam o autor, sua obra e também temas derivados de seu pensamento, especialmente os que tratem de questões da filosofia política contemporânea e das práticas políticas observáveis.

3.1 Metas de produção do Núcleo:

Todo semestre, teremos a produção de artigos sobre a temática estudada, tanto dos temas abordados em cada encontro como sobre a discussão desenvolvida durante todo o semestre. Esta produção se dará na forma tanto de textos breves bem como de artigos de maior extensão e profundidade. Serão organizados seminários internos ao grupo para discussão da produção. Também serão realizados eventos públicos para apresentação das temáticas, como seminários e conferências. Outras formas de divulgação também serão desenvolvidas, como material para mídias sociais, podcasts, dentre outros.

3.2 Sala Michael Oakeshott

Em Junho de 2020, o Núcleo de Filosofia Política inaugurou a Sala Michael Oakeshott, uma área no site OffLattes.com, do Labô, cuja meta é a de tornar-se um ponto de referência no Brasil sobre a obra do filósofo e um lugar de convergência para pesquisadores e interessados na obra oakeshottiana. Portanto, o Núcleo de Filosofia Política tem como uma de suas tarefas principais incrementar constantemente a Sala Michael Oakeshott com informações e materiais relacionados ao filósofo, produzidos no Brasil ou no exterior, em língua portuguesa ou qualquer outro idioma, em forma de textos ou outros formatos, como vídeos, podcasts, etc.


4. Bibliografia:

- Rationalism in Politics and Other Essays (New and Expanded Edition). Indianapolis: Liberty Fund, 1991.

- Sobre a História e Outros Ensaios. Rio de Janeiro: Topbooks, 2003.

- A Política da Fé e a Política do Ceticismo. São Paulo: É Realizações, 2018.

- Morality and Politics in Modern Europe. New Haven and London: Yale Univ. Press, 1993.

- Religion, Politics, and the Moral Life. New Haven and London: Yale Univ. Press, 1993.

Esta lista corresponde apenas às obras em foco nos estudos atuais. Outras obras e textos de Oakeshott, e mesmo de outros autores, serão indicados à medida em que os estudos avançam.

Para o primeiro semestre de 2021, as obras de estudo obrigatórias para todos os pesquisadores são:

- Rationalism in Politics (serão estudados artigos ainda não abordados no Núcleo)

- Religion, Politics and the Moral Life

Para os próximos semestres, as obras de Michael Oakeshott a seguir serão objeto de pesquisa, em ordem ainda a ser definida:

- A Política da Fé e a Política do Ceticismo

- Sobre a História e outros Ensaios

- Experience and Its Modes

- On Human Conduct

- Hobbes on Civil Association

- Lectures in the History of Political Thought

- The Concept of a Philosophical Jurisprudence

 

Recomenda-se, como material de pesquisa, as obras de comentadores importantes sobre Oakeshott, dentre os quais pode-se apontar:

- ALMEIDA, Carlos Marques de. O Esplendor da Liberdade no Enigma Conservador: sobre a teoria política de Michael Oakeshott.

- ESPADA, João Carlos. Liberdade como Tradição

- FRANCO, Paul. Michael Oakeshott: An Introduction

- ABEL, Corey; FULLER Timothy. The Intellectual Legacy of Michael Oakeshott

- QUINTON, Anthony. Politics of Imperfection - The religious and secular traditions of conservative thought in England from Hooker to Oakeshott

- COREY, Elizabeth Campbell. Michael Oakeshott on Religion Aesthetics and Politics

- NARDIN, Terry (ed.). Michael Oakeshott’s Cold War Liberalism

- PLOTICA, Luke Philip. Michael Oakeshott and the Conversation of Modern Political Thought.

Outros autores e livros ainda serão indicados oportunamente.


5. Requisitos para os pesquisadores:

- Todos os pesquisadores têm como exigência de apresentar semestralmente no mínimo uma produção para o Núcleo de Filosofia Política, em qualquer uma destas formas: um artigo para publicação no site do Labô, apresentar a discussão de um capítulo de livro nas reuniões do Núcleo, produzir o relato de uma discussão de capítulo, apresentar um texto de produção própria sobre a temática do Núcleo para publicação no site do Labô.

- TODOS os pesquisadores apresentarão uma comunicação no seminário do Núcleo ao final de cada semestre.

- Os pesquisadores devem ter frequência assídua nas reuniões do Núcleo. Qualquer ausência deverá ser justificada ao coordenador. Duas ausências seguidas implicarão na remoção do pesquisador, que poderá voltar em outro semestre, desde que possa cumprir com os requisitos

- Enquanto os encontros forem remotos, via Zoom ou equivalente, todos os pesquisadores participam com câmeras abertas durante toda a reunião

Será encaminhada uma ficha para todos, na qual fornecerão dados básicos e de formação acadêmica

5.1 Pré-requisito para os novos pesquisadores que ingressarem em 2021:

- estudo da obra Rationalism in Politics, de Michael Oakeshott, estando em dia com a leitura dos capítulos já abordados durante o ano de 2021.

- ler os artigos dos pesquisadores do Núcleo publicados na Sala Michael Oakeshott para acompanhar as discussões.


6. Calendário de reuniões no primeiro semestre de 2021

Fevereiro : 12 e 26
Março: 12 e 26
Abril: 16 e 30
Maio: 14 e 28
Junho : 11
Seminário do Núcleo de Filosofia Política: 25 de Junho

As reuniões acontecem das 14h00 às 16h00. Até segunda ordem, as mesmas ocorrerão de forma remota (via Zoom ou equivalente).

Ficou com dúvida? Entre em contato com o coordenador através do e-mail luizbueno@msn.com

2) Nelson Rodrigues: Literatura, Filosofia e Religião  

Coordenação: Profa. Me. Daniele Batagin

Daniele Batagin é psicóloga clínica, mestre em Ciências das Religiões pela PUC-SP, especialista em psicologia da religião. Atua como psicóloga e professora de psicologia em mosteiros e institutos religiosos. Pesquisadora dos grupos de estudos Morte e Pós Morte e   Nelson Rodrigues: Literatura, filosofia e Religião no Labô (Laboratório de Política, Comportamento e Mídia na PUC-SP, coordenado por Luiz Felipe Pondé).

 

Ementa:
Nelson Rodrigues é um autor que escreve para as mulheres ou para os homens? Existe preconceito de gênero em sua obra? Ou Nelson não se prende à essas questões e só descreve o demasiadamente humano? O Romance de Nelson Rodrigues: O casamento e suas crônicas em a vida como ela é, serão as obras rodriguianas que iremos estudar ao longo do primeiro semestre de 2021. A proposta é pesquisamos a construção do feminino e do masculino bem como os arquétipos rodriguianos a adúltera, a beata, o homem de bem, os canalhas, o confesso o inconfesso. Essas propostas serão observadas no romance em questão e nas crônicas previamente selecionadas.


Bibliografia:

RODRIGUES, Nelson. O Casamento – Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2016.
RODRIGUES, Nelson. A vida como ela é – Rio de Janeiro: Agir, 2006.

 

Bibliografia Complementar:

DOSTOIÉVSKI, Fiódor. O idiota. 4°Edição – São Paulo: Editora 34, 2014.
PONDE, Luiz Felipe. A filosofia da Adúltera. Globo Livros 2° edição, 2019.
TOLEDO, Fernanda Estiges. O casamento: o percurso de Nelson Rodrigues Romancista.  Rio de Janeiro, Dissertação de mestrado defendida na UFRJ, 2019.
ZIMERMAN, David. Fundamentos Psicanalíticos. Porto Alegre: Artmed, 1999.

 

Reuniões – sextas-feiras, das 14h às 16h.
05 e 19/02/2021 – 05 e 19/03/2021 – 02 e 16/04/2021 – 07 e 21/05/2021 e 04 e 18/06/2021

 

Organização dos Encontros:

Continuaremos com a dinâmica de nosso grupo de Estudos, com leitura prévia das obras referenciadas, assistir a filmografia indicada e discussão nas datas pré-agendadas com o Labô (Laboratório de Política, Comportamento e Mídia na PUC-SP, coordenado por Luiz Felipe Pondé).

 

Compromissos do GP
⁃ Produção: textos para blog; e
⁃ Apresentações nos seminários LABÔ (1º/2021):

Ficou com dúvida? Entre em contato com o coordenador através do e-mail danielebatagin@hotmail.com

3) Núcleo de Estudos Agostinianos  

Coordenação: Andrei Venturini Martins

É doutor em Filosofia, professor no Instituto Federal de São Paulo (IFSP), membro da Associação Brasileira de Filosofia da Religião e pesquisador do Laboratório de Política, Comportamento e Mídia (PUC/SP). É autor das seguintes obras: Comentário e Tradução da obra Discurso da Reforma do Homem Interior, de Cornelius Jansenius (Ed. Filocalia, 2016), Do Reino Nefasto do Amor-Próprio: a origem do mal em Blaise Pascal (Ed. Filocalia, 2017), A Verdade é Insuportável” (Filocalia, 2019) e Joaquim Nabuco: um abolicionista liberal do Brasil (É Realizações Editora, Biblioteca Crítica Social, no prelo)

Justificativa da pesquisa
Santo Agostinho (354-430) foi um dos grandes pensadores do ocidente. Em sua vastíssima obra, filosofia e teologia estão muito próximas, como “duas asas pelas quais o espírito humano se eleva para a contemplação da verdade” (João Paulo II. Fides et Ratio). Ao buscar reunir o Deus de Abraão Isaac e Jacó e o Deus dos filósofos e dos sábios, aproximando fé e razão, o bispo de Hipona deparou-se com inúmeros temas que perpassaram pela história da Filosofia e da Teologia: o corpo, a imaginação, a memória, os sonhos, o conhecimento, o mal, o livre-arbítrio, a liberdade, a natureza, a graça, a lei, a predestinação, a interioridade, a sabedoria e Deus. A maior parte de seus livros foram escritos a partir de controvérsias com as mais variadas doutrinas de sua época, entre as quais encontram-se o maniqueísmo e o pelagianismo. O mérito de Agostinho foi dar forma àquilo que poder-se-ia chamar de ortodoxia da Igreja Católica. Como pensador paradigmático da antiguidade tardia, ganhou um lugar relevante na tradição cristã, sendo considerado um Padre da Igreja, ou seja, uma testemunha autorizada da fé. Por esse motivo, sua obra era uma leitura comum entre reformadores e contrarreformadores nas controvérsias teológicas da modernidade: Lutero era um monge agostiniano; Calvino era um leitor assíduo de Agostinho; Jansenius, apesar de dizer que não apresentava nenhuma novidade teológica, gabava-se de seguir as pegadas do “Doutor da Graça”; os Molinistas e Dominicanos citavam inúmeras passagens das obras do Bispo de Hipona no debate sobre a graça no século XVII. Porém, tais pensadores, apesar de beberem da mesma fonte, divergiam quanto às interpretações da obra de Agostinho, dando origem às mais variadas e controvertidas linhas teológicas. Hoje, apesar dos inúmeros estudos voltados aos grandes temas agostinianos, sabe-se que estamos diante de uma obra ainda em aberto, capaz de oferecer os recursos necessários para todos aqueles que desejam refletir o conturbado século XXI. Diante disso, a PUC-SP, por meio da Cátedra Santo Agostinho, ocupada pelo Prof. Dr. Luiz Felipe Pondé, promove o Núcleo de Estudos Agostinianos, um espaço de leitura e reflexão voltado para todos aqueles que desejam investigar a obra de Santo Agostinho e seus ecos históricos.

 

Objetivos:
Preparação e submissão de artigos sobre temas agostinianos.
Publicação da obra Joaquim Nabuco: um abolicionista liberal do 
Brasil, por Andrei Venturini Martins.
Comunicações (Seminário Labô).
Trabalharemos a obra Confissões.

 

Bibliografia geral e leituras programadas para os primeiros encontros
(já com título da obra/capítulo, link para papers, etc);


AGOSTINHO, Santo. Confissões. trad. do latim e prefácio de Lorenzo Mammì. São Paulo: Peguim Classics Companhia das Letras, 2017.
BRACHTENDORF, Johannes. Confissões de Agostinho. trad. Milton Camargo Mota. São Paulo: Edições Loyola, 2008.

 

Datas dos Encontros:

Segundas-feiras (15hs às 17hs).

8 de fevereiro.
29 de março.
5 de abril.
19 de abril.
3 de maio.
7 de junho.
Seminário Labô de Inverno.

Formulário: critérios de pertencimento - clique aqui
Obs 1: Esse formulário deve ser enviado para o email labo@pucsp.br entre os dias 25 e 26 de janeiro.
Obs 2: A lista dos participantes aprovados do Núcleo de Estudos Agostinianos será publicada no site do Labô (https://www.pucsp.br/labo) no dia 1º de fevereiro.

Pesquisadores do Núcleo de Estudos Agostinianos - 2021

 

Ficou com dúvida? Entre em contato com o coordenador através do e-mail dreivm@hotmail.com

4) A imagem de Deus: Religião, História e Arte  

Coordenação: Wilma Steagall De Tommaso

Doutora em Ciências da Religião pela PUC-SP. Coordenadora do Grupo de Pesquisa sobre Arte Sacra do Laboratório de Política, Comportamento e Mídia da Fundação São Paulo/PUC-SP – LABÔ. Pesquisadora e palestrante de arte sacra e religião. Profª. do Museu de Arte Sacra de São Paulo. Membro Pesquisadora da Sociedade Brasileira de Teologia e Ciências da Religião (SOTER). Membro Pesquisadora da Associação Latino Americana de Literatura e Teologia (ALALITE). Autora do livro O Cristo Pantocrator, Editora Paulus, 2017.

Ementa:
O curso tem como objetivo geral fundamentar uma nova percepção de beleza artística, dentro dos limites de uma metodologia histórica, para que os alunos possam identificar sinais de uma realidade invisível que está também presente no nosso cotidiano social (igrejas, museus, exposições públicas, monumentos históricos, etc.). Visa também desenvolver com os alunos uma distinção conceitual entre a função moral da arte sagrada e a função meramente estética da arte após o Renascimento – e exercitar a sensibilidade de um olhar peculiar para restaurar a unidade entre esses dois polos que ajudará na identificação do que habitualmente conhecemos como “obras-primas”.

Bibliografia básica:
BELTING, Hans. Image et culte: une histoire de l´image avant l´époque de l´art. Paris : Les Editions du Cerf, 2007.
BURCKHARDT, Titus. A arte sagrada no Oriente e no Ocidente. São Paulo: Attar Editorial, 2004.
EVDOKIMOV, Paul. L’art de l’icône: théologie de la beauté. Paris: Desclée de Brouwer, 1972.
PASTRO, Cláudio. Arte Sacra: o espaço sagrado hoje. São Paulo: Edições Loyola, 1993.
PASTRO, Cláudio. Guia do espaço sagrado. 4. ed. São Paulo: Edições Loyola, 2007.
PASTRO, Cláudio. A arte no cristianismo: fundamentos, linguagem, espaço. São Paulo: Paulus, 2010.
RUPNIK, Marko Ivan. Via della bellezza sapienza di vita. Museu della Basilica, Santa Maria delle Grazie, Quaderni 5. Firenze. Edizione Feeria, 2007.
RUPNIK, Marko I. A arte como expressão da vida litúrgica. Conferências do 11º ENAAS. Brasília: Edições CNBB, 2019.
TOMMASO, Wilma Steagall De. O Cristo Pantocrator: da origem às igrejas no Brasil, na obra de Cláudio Pastro. São Paulo: Paulus, 2017.
SPIDLÍK, Tomás; RUPNIK, Marko Ivan. La fede secondo le icone. Roma: Lipa Edizione, Terza edizione, 2017.

Bibliografia complementar:
ANTUNES, Otavio Ferreira. A beleza como experiência de Deus. São Paulo: Paulus, 2010.
BESANÇON, Alain. L´ image interdite : uns histoire intellectuelle de l´iconoclasme. Paris : Gallimard, 2000. (Collecttions Folio/ Essais).
BOESPFLUG, François; BAYLE, Françoise. Les monothéismes en images: judaïsme, christianisme, islam. Montrouge: Bayard, 2014.
GHARIB, Georges. Os ícones de Cristo: história e culto. Trad. José Raimundo Vidigal. São Paulo: Paulus, 1997.
TOMMASO, Wilma Steagall De. O Cristo Pantocrator: da origem às igrejas no Brasil, na obra de Cláudio Pastro. São Paulo: Paulus, 2017.
TREVISAN, Armindo. O rosto de Cristo : a formação do imaginário e da arte cristã. Porto Alegre: Editora AGE, 2003.
VELASCO, M.R.; GONZÁLES, M.J.A.; JIMÉNEZ, M.A.; UREÑA, L.G. Tradición y modernidad en la obra de Marko Iván Rupnik. Implicaciones teológicas, estéticas e iconográficas de los mosaicos del Centro Aletti (Roma). Madrid: CEU Ediciones, 2013.

Datas dos Encontros:

Reuniões quinzenais às terças-feiras, das 16h às 18h.
Fevereiro: 9 e 23
Março: 9 e 23
Abril: 6 e 20
Maio: 4 e 25
Junho: 8 e 22
Agosto: 10 e 24
Setembro: 14 e 28
Outubro: 5 e 19
Novembro: 9 e 23
 

Ficou com dúvida? Entre em contato com o coordenador através do e-mail wilmatommaso@me.com

5) Teologia Cristã e Religião Contemporânea  

Coordenação: Prof. Me. André Anéas (doutorando em teologia pela PUC SP) e Prof. Me. Lucas Merlo (doutorando em teologia pela PUC PR).

André Anéas é doutorando e mestre em Teologia pela PUC SP (bolsista CAPES) e bacharel em Teologia pela Faculdade Teológica Batista de SP, na qual também é docente. É autor do livro “Protestantismo e Mística - razão e experiência mística no protestantismo histórico”, além de artigos relacionados à temática do protestantismo, religião, experiência de Deus, mística e espiritualidade. Atualmente trabalha em sua tese o diálogo entre teologia fundamental, mística cristã e fenomenologia.

Lucas Merlo é doutorando e mestre em Teologia pela PUC PR (bolsista CAPES), bacharel em Teologia pela Faculdade Teológica Batista de São Paulo e mestre em Ciências da Religião com ênfase em Literatura e religião no mundo bíblico pela Universidade Metodista de São Paulo.

O grupo começou suas atividades em agosto de 2019.


Datas e horário:

Reuniões – quartas-feiras, das 10h às 12h. 10 e 24 de fevereiro, 10 e 24 de março, 14 e 28 de abril, 12 e 26 de maio e 9 e 23 de junho.


Ementa:

O grupo de Teologia Cristã e Religião Contemporânea (TCRC) tem por objetivo realizar pesquisas que analisem o fenômeno religioso contemporâneo, em especial o evangelicalismo brasileiro, a partir de um horizonte teológico. Sempre dialogando com as ciências humanas, em especial a filosofia e sociologia da religião, os membros desenvolvem estudos para fornecer subsídios aos ministros religiosos, membros de comunidades cristãs e sociedade de modo geral pensarem as manifestações da fé cristã no Brasil e suas intersecções políticas, sociais, intra-denominacionais, inter-denominacionais e inter-religiosas. Os fundamentos teóricos da reflexão do grupo priorizam o saber teológico.

Compromissos do GP:

Aulas com representantes do movimento evangélico, com a finalidade de criação de insumos para o projeto sobre o movimento evangélico e seu respectivo projeto de poder;

⁃ Produção: textos para blog;

⁃ Apresentações nos seminários LABÔ (2020 – seminário de verão).

 

Bibliografia expandida:

ALTER, Robert. A Arte da Narrativa Bíblica. São Paulo: Companhia das Letras, 2007.
ALVES, Rubem. Dogmatismo e Tolerância. São Paulo: Edições Loyola, 2004.
ALVES, Rubem. Por uma teologia da libertação. São Paulo: Editora Recriar, 2019.
ALVES, Rubem. Protestantismo e repressão. São Paulo: Ática, 1979.
BAR-EFRAT, Shimon. Narrative Art in the Bible. New York: T&T Clark, 2008.
BARTH, Karl. Introdução à Teologia Evangélica. São Leopoldo: Sinodal, 1996.
BASTIDE, Roger. O sagrado selvagem e outros ensaios. 1. ed. São Paulo: Companhia Das Letras, 2006.
BERGER, Peter L.. O imperativo herético. Possibilidades contemporâneas da afirmação religiosa. Petrópolis: Vozes, 2017.
BERLIN, Adele. Poetics and Interpretation of Biblical Narrative. Winona Lake: Eisenbrauns, 2005.
BONHOEFFER, Dietrich. Reflexões sobre a Bíblia a resposta às nossas perguntas. São Paulo: Edições Loyola, 2008.
BUBER, Martin. The Prophetic Faith. New York: Harper & Row, 1960.
CHILDS, Brevard S.. Biblical Theology of the Old and New Testaments: theological reflection on the Christian Bible. Minneapolis: Fortress Press, 1993.
__________. Old Testament Theology in a Canonical Context. Philadelphia: Fortress Press, 1989.
COMBLIN, José. A Força da Palavra. Petrópolis: Vozes, 1986.
COX, Harvey. O futuro da fé. São Paulo: Paulus, 2015.
DURKHEIM, Émile. As Formas Elementares da Vida Religiosa. São Paulo: Martins Fontes, 1996.
FOKKELMAN, Jan P.. Reading Biblical Narrative: an introductory guide. Louisville: Westminster John Knox Press, 1999.
GARCIA LÓPEZ, Félix. Pentateuco: introducción a la lectura de los cinco primeros libros de la Biblia. Estella (Navarra): Editorial Verbo Divino, 2016.
RAHNER, Karl. O cristão do futuro. São Paulo: Fonte Editorial.
HASEL, Gerhard. Teologia do Antigo e Novo Testamento: questões básicas no debate atual. São Paulo: Academia Cristã, 2012.
HESCHEL, Abraham J.. Deus em busca do homem. São Paulo: Edições Paulinas, 1975.
MARGUERAT, Daniel; BOURQUIN, Yvan. Pour Lire les Récits Bibliques. 4 ed.Paris: Les Éditions du Cerf, 2009. (Para Ler as Narrativas Bíblicas: iniciação à análise narrativa. São Paulo: Edições Loyola, 2009. Traduzido da 1ª ed. de 1998).
MCGRATH, Alister. A Revolução Protestante – Uma provocante história do protestantismo contada desde o século 16 até os dias de hoje. Brasília: Editora Palavra, 2012.
__________. A vida de João Calvino. São Paulo: Cultura Cristã, 2004.
__________. Teologia sistemática, histórica e filosófica – uma introdução à teologia cristã. São Paulo: Shedd Publicações, 2010.
MENDONÇA, Antônio G.. A experiência religiosa e a institucionalização da religião. In: Revista de estudos avançados. p. 29-46, 2004.
__________. De novo o sagrado selvagem: variações. In: Estudos de Religião, Ano XXI, p. 22-33, 2007.
__________. O celeste porvir – a inserção do protestantismo no Brasil. São Paulo: ASTE, 1995.
NIETZSCHE, Friedrich. O anticristo. Porto Alegre: L&PM, 2011.
OSBORNE, Grant R.. A Espiral Hermenêutica: uma nova abordagem à interpretação bíblica. São Paulo: Vida Nova, 2009.
OTTO, Rudolf. O sagrado. 2. ed. São Leopoldo: Sinodal, 2011.
PADILLA, René C.. Missão Integral - Ensaios sobre o Reino e a Igreja. São Paulo: Temática Publicações, 1992.
PONTIFÍCIA COMISSÃO BÍBLICA. O Povo Judeu e as suas Sagradas Escrituras na Bíblia Cristã. São Paulo: Paulinas, 2012.
RIBEIRO, Claudio de O.. Pluralismo e libertação. Edição Kindle: Paulinas, 2015.
RICOEUR, Paul. A Hermenêutica Bíblica. São Paulo: Edições Loyola, 2006.
RÖMER, Thomas; MACCHI, Jean-Daniel; NIHAN, Christophe. Introduction à L’Ancien Testament. Genève: Editions Labor et Fides, 2009. (Antigo Testamento: história, escritura e teologia. São Paulo: Edições Loyola, 2010. Traduzido da 1ª ed. de 2004).
SCHLEIERMACHER, Friedrich. Sobre a religião. São Paulo: Novo Século, 2000.
SCHMID, Konrad. Literaturgeschichte des Alten Testaments: eine einführung. Darmstadt: Wissenschaftliche Buchgesellschaft, 2014.
SKA, Jean-Louis. A Palavra de Deus nas Narrativas dos Homens. São Paulo: Edições Loyola, 2005.
__________. Antigo Testamento 1: introdução. Petrópolis: Vozes, 2018.
__________. Antigo Testamento 2: temas e leituras. Petrópolis: Vozes, 2018.
__________. Our Father Have Told Us: introduction to the analysis of Hebrew Narratives. Roma: Editrice Pontificio Istituto Biblico, 2000.
SMITH, James K.. Desejando o reino: culto, cosmovisão e formação cultural. São Paulo: Vida Nova, 2018.
TILLICH, Paul. História do Pensamento Cristão. São Paulo: ASTE, 2015.
__________. Perspectivas da Teologia Protestante nos Séculos XIX e XX. São Paulo: ASTE, 2010.
WEBER, Max. A ética protestante e o espírito do capitalismo. São Paulo: Martin Claret, 2013.

Ficou com dúvida? Entre em contato com o coordenador através do e-mail andre.aneas@gmail.com lucas@teologica.net

6) Jung e a Filosofia da Religião 


Coordenação: Dra. Lilian Wurzba e Dra. Maria Cristina Mariante Guarnieri

Lilian Wurzba, psicóloga, Mestre e Doutora em Ciências da Religião (PUC-SP), docente do IJEP (Instituto Junguiano de Ensino e Pesquisa), nos cursos de Especialização Lato-sensu em Psicologia Junguiana, Psicossomática e Arteterapia e Expressões Criativas, pesquisadora do Laboratório de Política, Comportamento e Mídia (LABÔ-PUCSP), autora do livro Natureza Irreal ou Fantástica Realidade: reflexões sobre a melancolia religiosa e suas expressões simbólicas na obra de Hieronymus Bosch (Eleva Cultural).

Maria Cristina Mariante Guarnieri, psicóloga, Mestre e Doutora em Ciências da Religião (PUC-SP), docente do IJEP (Instituto Junguiano de Ensino e Pesquisa), nos cursos de Especialização Lato-sensu em Psicologia Junguiana, Psicossomática e Arteterapia e Expressões Criativas, pesquisadora e coordenadora do grupo de Judaísmo Contemporâneo do Laboratório de Política, Comportamento e Mídia (LABÔ-PUCSP), autora dos livros Do fim ao começo: falando de morte e luto para adolescente (Editora Paulinas) e Angústia e Conhecimento: uma reflexão a partir dos pensadores religiosos (Editora Reflexão).

Ementa:

Ainda que o psiquiatra e psicólogo suíço Carl Gustav Jung seja considerado persona non grata na academia, como fora outrora, não é possível isolá-lo das correntes de pensamento do século 20, principalmente no que concerne a uma perspectiva religiosa na vida humana. Sua psicologia não se restringe ao campo da psicopatologia, pois as questões que o nortearam estavam muito além do campo exclusivamente médico e diante das quais a “ciência médica é de todo insatisfatória”: o propósito da vida humana, o significado espiritual da vida, a realidade da alma, o problema do mal, a relação do humano com o numinoso, questões, aliás, com as quais se ocupa a filosofia da religião. A partir de sua experiência clínica, Jung percebeu que “a causa de inúmeras neuroses está principalmente no fato de as necessidades religiosas da alma humana não serem mais levadas a sério, devido à paixão infantil do entendimento racional” (Objetivos da psicoterapia, 1929). Apoiado em pensadores como Kant, Schopenhauer, Edward Von Hartman, Carl Gustav Carus, Meister Eckhart, entre outros, e tomando como seu dever a máxima de Terêncio (190-159 a.C) – “nada que é humano é alheio a mim” –, Jung incursionou por todos os campos das questões humanas, pois lhe interessava compreender a situação espiritual do homem moderno e o que ele denominava de “neurose geral de nosso tempo”: um sentimento de inutilidade acompanhado, muitas vezes, de um sentimento de vazio religioso. Neste sentido, o objetivo do grupo é trazer à discussão a contribuição de Jung para a compreensão da realidade contemporânea, elucidando as convergências entre seu pensamento e as reflexões desenvolvidas pela filosofia da religião, além de aprofundar a pesquisa e os estudos da própria psicologia analítica.

Bibliografia:

JUNG, Carl Gustav. Psicologia e Religião. V. XI Obras Completas

___________ Presente e Futuro. v. X Obras Completa

___________ Os arquétipos e o inconsciente coletivo. V. IX/1 Obras Completas

___________ Civilização em transição. V. X Obras Completas

___________ Conferências de Tavistock in: Vida Simbólica. V. XVIII/1

Datas dos Encontros:

Sextas-feiras, das 14h às 16h, dentro do seguinte calendário:

26/fev; 19 e 26/mar; 23 e 30/abr; 21 e 28/mai; 18/jun Os encontros serão pela plataforma Zoom. O link será enviado no momento oportuno

 

Critérios de pertencimento ao grupo:
ter conhecimento dos conceitos básicos da Psicologia Junguiana (leitura obrigatória: as Conferências de Tavistock, que estão no v. XVIII/1 das Obras Completas, e O eu e o inconsciente, v. VII/2 ; ter tempo disponível para as leituras, pois será cobrada a participação ativa nas discussões; escrever um artigo por semestre para o Offlattes; apresentar comunicação no Seminário Interno e, a critério da coordenação, nos Seminários do Labô de Inverno e de Verão.

Inscrição: enviar carta de apresentação, com um mini curriculum, e justificativa para participar do grupo de pesquisa até 20/jan/2021 para labo@pucsp.br. Será comunicado via e-mail o aceite até 30/jan/2021.

OBS.: Leitura obrigatória para 26/fev: Conferências de Tavistock e O eu e o inconsciente

Ficou com dúvida? Entre em contato com o coordenador através do e-mail laliwi@uol.com.br
crisguarnieri@uol.com.br

7) Estudos sobre morte e pós morte 

Coordenação: Andréa Kogan e Maria Cristina Mariante Guarnieri

Andréa Kogan: é formada em Letras (Português/Inglês) e é Doutora em Ciência da Religião pela PUC de São Paulo. Sua tese de doutorado foi transformada no livro “Espiritismo Judaico” (Editora Labrador). Desde então vem desenvolvendo pesquisas acadêmicas em relação à morte e ao pós-morte (representações destes momentos e o que é chamado de “sobrenatural”). Coordenou e desenvolveu pesquisas sobre judaísmo contemporâneo nos últimos 7 anos e, além de professora, tradutora e revisora, é assistente acadêmica do Labô.

Maria Cristina Mariante Guarnieri, psicóloga, Mestre e Doutora em Ciências da Religião (PUC-SP), docente do IJEP (Instituto Junguiano de Ensino e Pesquisa), nos cursos de Especialização Lato-sensu em Psicologia Junguiana, Psicossomática e Arteterapia e Expressões Criativas, pesquisadora e também foi coordenadora do grupo de Judaísmo Contemporâneo do LABÔ. Autora dos livros “Do fim ao começo: falando de morte e luto para adolescente” (Editora Paulinas) e “Angústia e Conhecimento: uma reflexão a partir dos pensadores religiosos” (Editora Reflexão).

EMENTA/JUSTIFICATIVA:

A experiência real da morte é individual e solitária. O ser humano é o único que pode antever a morte e filosofar sobre ela. É o único que tem consciência da morte e por isso a teme, dado que a experimenta como uma aniquilação do eu, dos nossos desejos, de nossa afirmação, de quem somos e o que queremos, do que fizemos, de quem amamos, de tudo aquilo que acreditamos que nos pertence e, portanto, constrói e legitima a nossa existência.

O ser humano percebe a si mesmo subjetivamente; seu próprio corpo, o mundo objetivo será descoberto por este eu subjetivo. Ele vive a temporalidade e sabe de sua presença finita no tempo e, ao mesmo tempo, também reconhece a sucessão das gerações e a indicação da infinitude. A morte como a expressão maior da temporalidade da vida, que é captada pela consciência humana através da fisiologia do próprio corpo humano, causa uma ruptura em nossa atitude natural, pois supostamente nossa vida cotidiana nega a questão da morte. Percebendo as transformações que ocorrem no próprio corpo, os obstáculos e também as perdas que enfrenta, o ser humano observa a temporalidade da existência. Esta temporalidade é percebida por meio da existência do outro, que ao morrer legitima a realidade da morte. O “estar presente” nestas situações (doenças, mortes, rituais do pós-morte) traz concretude a um pensamento que talvez “não é bom nem pensar”. A consciência da mortalidade é o que revela a verdade da vida. Não por acaso vivemos um momento no qual a morte é algo que desperta ou uma curiosidade mórbida – geralmente quando esta se dá no outro – ou experimentamos uma total negação dessa realidade.

Todo mortal vive a angústia da morte. Por mais que tenhamos certeza dela, ou mesmo que possamos construir elaborações sobre o além-morte que facilitam nosso enfrentamento do que com certeza nos cabe como destino, a realidade continua sendo o nosso diálogo é com o desconhecido. Nossa razão tenta entender o que não possui representação na linguagem, nossa razão tenta escolher quais das representações do pós-morte melhor nos convêm – de acordo com religião, filosofia, experiências, etc.

Ressaltamos que nosso objetivo neste grupo é a pesquisa teórica e não trabalho terapêutico de assistência aos enlutados.

 

Objetivos:

Apresentações e discussões sobre os livros mencionados na bibliografia;

Produção de pequenos textos para o blog Offlattes.com;

Produção de artigos para a Revista Laboratório;

Comunicações orais nos seminários do Labô.



Datas e horário

Sextas-feiras, das 16h às 18h, dentro do seguinte calendário:
26/fev; 19 e 26/mar; 23 e 30/abr; 21 e 28/mai; 18/jun Os encontros serão pela plataforma Zoom. O link será enviado no momento oportuno

 

Bibliografia:

Leituras obrigatórias:
1) O homem diante da morte - Philippe Ariés, Editora Unesp, 2014 (O grupo já iniciou este livro, em 2021 retomará a partir do capítulo 4, página 185).
2) Sentido Oculto dos ritos mortuários - Morrer é morrer - de Jean-Pierre Bayard, Paulus, 1996.

Bibliografia Complementar
Morte e alteridade. Byung-Chul Han, Editora Vozes, 2020.


 

Links:

As experiências de quase morte (EQM) podem contribuir para o debate sobre a consciência?

É possível estudar cientificamente a sobrevivência após a morte?

 

Datas dos Encontros:

Sextas, 16h às 18h (aguarde mais informações)

Ficou com dúvida? Entre em contato com o coordenador através do e-mail crisguarnieri@uol.com.br andrea.kogan@bkidiomas.com.br

8) Comportamento Político 

Coordenação: Fernando Amed
Historiador pela FFLCH da USP, professor da Faculdade de Comunicação da Faap e do curso de Artes Visuais da Belas Artes de São Paulo, autor de livros e artigos acadêmicos. Pesquisador do Labô, Laboratório de Política, Comportamento e Mídia da PUC-SP.

Justificativa da pesquisa:

A pesquisa em Comportamento Político tem se desenvolvido nos Laboratórios das principais universidades do mundo (Princeton, Oxford, MIT, etc.) e é fácil perceber o porquê: a participação intensa nas mídias sociais criou um novo tipo de animal político. A partir do estudo e da análise do que se fala nas redes sociais, fica cada vez mais claro que o afeto vai tomando o lugar da ideologia. Resta dizer que hoje nos remetemos a este cenário como sendo de polarização afetiva e não ideológica. Assim, as definições mais clássicas de participação ou engajamento político vão sendo preteridas por ações e atitudes que são tomadas levando em consideração outros marcadores, tais como raça e gênero, além do ressentimento, da inveja ou do ódio. As análises do Comportamento Político pretendem nos habilitar a mensurar e melhor compreender o que pode estar por detrás das escolhas nas eleições bem como melhor entender o cenário de polarização que aparentemente veio para ficar.

A pesquisa neste campo de estudos tem se pautado pela empiria, assim, não se trata de produzir dados que deem suporte para um espectro político ou outro, mas de propor questões que venham a elucidar, a matizar e nuançar, posições que se configuram em políticas mas que originalmente podem ser regidas por outros impulsos.

Objetivos:

O Grupo de Pesquisa em Comportamento Político pretende se deter na análise, no estudo e na discussão das mais recentes pesquisas realizadas neste campo. A partir deste exame, a proposta é que o Grupo possa remeter estes modelos de pesquisa para o cenário político brasileiro, uma das mais intensas e robustas democracias do mundo.

Além da sistemática de discussão com encontros quinzenais, o Grupo de Pesquisa em Comportamento Político pretende apresentar marcadores de produção que possam vir a balizar as reflexões contemporâneas sobre a democracia no Brasil, levando em consideração aspectos que se remetam às motivações nas escolhas políticas, aos indicadores heterodoxos de preferência política (raça, gênero, afetos como ódio, ressentimento ou inveja), percepção de injustiça, costumes e religião.

Faz parte então desta proposta a produção – de papers, posts, artigos, promoção de debates, palestras, inserções em vídeo, etc. visando o provimento de dados interpretados que sinalizam a compreensão do Comportamento Político do Brasil contemporâneo.

A produção do Grupo de Pesquisa em Comportamento Político almeja oferecer balizas concretas – interpretação de dados, pesquisa empírica, identificação de novas práticas e comportamentos remetidos à política - para a reflexão política que se faz no Brasil e neste sentido está plenamente em sintonia com a proposta do Labô, o Laboratório de Política, Comportamento e Mídia da PUC de São Paulo.

O cronograma dos encontros bem como a sistemática da produção serão dispostos e apresentados nos primeiros encontros do Grupo de Pesquisa. O mesmo ocorrerá em relação às leituras que serão realizadas num primeiro momento. Da mesma forma, iremos apresentar modelos e referências para a pesquisa de dados, bem como para a elaboração de textos que devem ser ágeis, de leitura fácil, porém com profundidade.

O primeiro texto para ser lido será: Todo mundo mente de Seth Stephens-Davidowitz.

Bibliografia:

ACHEN, Christopher H. and BARTELS, Larry. Democracy for Realists: why elections do not produce responsive government. Princeton University Press: Princeton & Oxford, 2017.

ALTER, Adam. Irresistível: por que você é viciado em tecnologia e como lidar com ela. São Paulo: Objetiva, 2008.

BRENNAN, Jason. Against Democracy. Princeton University Press: Princeton & Oxford, 2017.

BRENNAN, Jason. Against Democracy. Princeton University Press: Princeton & Oxford, 2017.

DALTON, Russell J. and KLINGEMANN, Hans-Dieter. The Oxford Handbook of Political Behavior. Oxford: Oxford University Press, 2009.

INGLEHART, Ronald e WELZEL, Christian. Modernização, Mudança Cultural e Democracia: a sequência do desenvolvimento humano. São Paulo, Francis, 2009.

McClendon, Gwyneth H. Envy in Politics. New Jersey: Princeton University Press, 2018;

STEPHENS-DAVIDOWITZ, Seth. Todo mundo mente: o que a internet e os dados dizem sobre quem realmente somos. São Paulo: Alta Books Editora, 2018.

Datas dos Encontros:

Segundas-feiras das 14:30 as 16:30

Fevereiro - 8, 22.
Março - 8, 22.
Abril - 5, 19.
Maio - 3, 17, 31.
Junho - 14, 28.

Ficou com dúvida? Entre em contato com o coordenador através do e-mail joseah@terra.com.br

9) Cultura do Consumo, Sociedade e Tendências 

Coordenação: Rogério Tineu
Doutor em Ciências Sociais PUC-SP. Mestre em Ciências da Comunicação USP. Especialista em Docência no Ensino Superior Universidade Cidade de S. Paulo. Bacharel em Ciências Econômicas Fundação Santo André. Licenciado em Ciências Sociais Faculdade de Educação Paulistana. Professor da Faculdade Paulus de Tecnologia e Comunicação – FAPCOM e da Universidade de Mogi das Cruzes. Coordenador do grupo de pesquisa Cultura do Consumo, Sociedade e Tendências no Laboratório de Política, Comportamento e Mídia da Fundação São Paulo/PUC-SP - LABÔ.

Ementa:

O grupo de pesquisa em CULTURA DO CONSUMO, SOCIEDADE E TENDÊNCIAS visa realizar pesquisas, cursos, análises e discussões a cerca da vida para o consumo no mudo contemporâneo e suas perspectivas de cenários futuros. A cultura do consumo é o ponto central e está inserido no sistema inovação-produção-consumo-desperdício. A partir dos estudos sobre consumo, tendências e cenários as empresas estabelecem suas estratégias de negócios e de marketing. Assim, o grupo de pesquisa divide-se em dois eixos temáticos: a)Cultura e comportamento de consumo, estilo de vida e estratégias de marketing sob uma perspectiva multidisciplinar, que leve em consideração a diversidade dos grupos sociais e suas regionalidades; b)Discussão, pesquisa, elaboração e análise de cenários e identificação de tendências do mercado.

Reuniões: quartas-feiras, das 14h às 16h.

Datas das reuniões 2021.1:
24/02 – 17/03 – 31/03 – 14/04 – 05/05 – 26/05 – 16/06

Compromissos do Grupo de Pesquisa:

· Produção de textos para o Off Lattes;

· Apresentação nos seminários LABÔ (2020);

· Podcast e aulas abertas.

· Oferecimento de cursos.

 

Livros e artigo para estudo em 2021.1

KLEIN, Naomi. Sem logo: a tirania das marcas em um planeta vendido. Rio de Janeiro: Ed. Record, 2004.
FONTENELLE, Isleide Arruda. O nome da marca: McDonald´s, fetichismo e cultura descartável. São Paulo: Boitempo, 2002.
______ Resistência e assimilação na cultura das marcas: a resposta corporativa ao movimento “sem logo”. Disponível em: https://pesquisa-eaesp.fgv.br/sites/gvpesquisa.fgv.br/files/arquivos/fontenelle_-_resistencia_e_asimilacao_na_cultura_das_marcas_a_resposta_corporativa_ao_movimento_sem_logo.pdf

 

Bibliografia Complementar:

BAUDRILLARD, Jean. A sociedade de consumo. Rio de Janeiro: Elfos, 1995.
______ Simulacros e simulações. Lisboa: Relógio d’Água, 1991.
BAUMAN, Zygmunt. Vida para o consumo: a transformação das pessoas em mercadoria. Rio de Janeiro: Zahar, 2008.
BLACKWELL, R. D.; MINIARD, P. W.; ENGEL, J. F. Comportamento do consumidor. São Paulo: Pioneira Thomson Learning, 2005.
BOURDIEU, Pierre. (2015). A distinção: crítica social do julgamento. 2ª ed. Porto Alegre: Zouk.
______A economia das trocas simbólicas. 8ª ed. São Paulo: Perspectiva, 2015.
______A produção da crenã: contribuição para uma economia dos bens simbólicos. São Paulo: Zouk, 2002.
______(1987). What makes a social class? On the theoretical and practical existence of groups. Berkeley Journal 01Sociology, n. 32, p. 1-49.
CATANI, Afrânio Mendes [et al.] (Orgs.). Vocabulário Bourdieu. 1ª ed. Belo Horizonte: Autêntica, 2017.
CECHIN, Andrei. A natureza como limite da economia: a contribuição de Nicholas Georgescu-Roegen. São Paulo: Senac, 2010.
FONTENELLE, Isleide Arruda. O nome da marca: McDonald´s, fetichismo e cultura descartável. São Paulo: Boitempo, 2002.
______ Resistência e assimilação na cultura das marcas: a resposta corporativa ao movimento “sem logo”. Disponível em: https://pesquisa-eaesp.fgv.br/sites/gvpesquisa.fgv.br/files/arquivos/fontenelle_-_resistencia_e_asimilacao_na_cultura_das_marcas_a_resposta_corporativa_ao_movimento_sem_logo.pdf
KLEIN, Naomi. Sem logo: a tirania das marcas em um planeta vendido. Rio de Janeiro: Ed. Record, 2004.
LIPOVETSKY, Gilles; SERROY, Jean. A estetização do mundo: viver na era do capitalismo artista. São Paulo: Companhia das Letras, 2015.
LIPOVETSKY, Gilles. O império do efêmero: a moda e seu destino nas sociedades modernas. São Paulo: Companhia das Letras, 1989.
MCCRACKEN, Grant. Cultura & Consumo: novas abordagens ao caráter simbólico dos bens e das atividades de consumo. Rio de Janeiro: MAUAD, 2003.
PEIRANO, Mariza. Rituais ontem e hoje. Rio de Janeiro: Zahar, 2003.
SLATER, Don. Cultura do consumo & modernidade. São Paulo: Nobel, 2001.
TRINDADE, Eneus; PEREZ, Clotilde. Os rituais de consumo como dispositivos midiáticos para a construção de vínculos entre marcas e consumidores. Disponível em: http://revistaalceu-acervo.com.puc-rio.br/media/artigo%2010%20alceu%202… Acessado em: 04/11/2019.

Ficou com dúvida? Entre em contato com o coordenador através do e-mail tineu@bol.com.br

10) O vazio existencial na contemporaneidade e as possibilidades de realizar sentido 

Coordenação: Francisco Carlos Gomes
Psicólogo Clínico e Logoterapeuta. Mestre em Psicologia Social pela PUC-SP. Fundador e diretor clínico do Núcleo de Logoterapia AgirTrês. Coordenador do grupo de pesquisa "O vazio existencial na contemporaneidade e as possibilidades de realizar sentido” do Laboratório de Política, Comportamento e Mídia da Fundação São Paulo/PUC-SP – LABÔ


Justificativa:

O grupo de pesquisa tem como objetivo analisar a questão do vazio existencial na contemporaneidade, a forma como o comportamento humano tem se modificado a partir da segunda guerra, com o holocausto até os dias atuais. Afinal, existe sentido na vida? Como educar para o sentido? Curar ou cuidar?  Como abordar a religiosidade e a espiritualidade? Qual o sentido do amor? Sofrimento, culpa e morte – como lidar com a tríade trágica. Questões como estas serão abordadas partir da perspectiva da teoria da Logoterapia que identifica a busca de sentido na vida, como a principal força motivadora do ser humano.


Objetivos:

Publicação de artigos no offlattes - Labô. Participação em seminários discutindo os temas abordados no grupo


Bibliografia:

Córdoba, Luis Fernando Velásquez.  Viktor E. Frankl: el médico y el pensador de uma vida com sentido. Univerdidad de Antioquia – Medelin – Colombia – 2007.

Correa, Diogo Arnaldo. Dissertação de Mestrado.  A concepção da religiosidade na obra de Viktor E. Frankl. Pontifícia Universidade Católica de São Paulo – PUC SP. 2013.

Etchebehere, Pablo. Alteridad y vínculos según Viktor Frankl: Del ego al. Alter tu. UCA – Universidade Católica Argentina. Nous. Boletim de Logoterapia y análisis existencial – 2010.

Frankl, Viktor E. Em busca de Sentido: Um psicólogo no Campo de Concentração. Editora Vozes. Petrópolis. 1985 RJ.

Herrera, Guilhermo Pareja. Viktor E. Frankl y su dictado de 1945 – un psicólogo em el campo de concentración. Editora San Pablo. 2015. Buenos Aires

Iglesia, Martha de. El perdón desde la logoterapia. UCA – Universidade Católoca Argentina – jornada de integración. 1993.

Machado, Ana Enesia Sampaio. Disertação de Mestrado. O papel de Deus na cura segundo Viktor Frankl. Pontificia Universidade Católica de São Paulo – PUC-SP. 2010.

Miguez, Eloisa Marques. Tese de Doutorado. Educação em Viktor Frankl: entre o vazio existencial e o sentido da vida. Universidade de São Paulo – USP – 2015.

Pintos, Claudio Garcia. O mar me contou – a logoterapia aplicada ao dia a dia. . Editora Cidade Nova. 2017 São Paulo SP.

 

Datas dos Encontros:
Sextas-feiras, das 14h às 17h, dentro do seguinte calendário: 26/02, 12 e 26/03, 16 e 30/04, 14 e 28/05 - 1 Semestre – 2021 – 7 encontros

26/02: Educação e vida com sentido
(Tese de Doutorado. Educação em Viktor Frankl: entre o vazio existencial e o sentido da vida)

12/03: Em busca de Sentido.
(Em busca de Sentido: Um psicólogo no Campo de Concentração. Editora Vozes). (Viktor E. Frankl: el médico y el pensador de uma vida com sentido).

26/03:. O ditado de 1945.
(Viktor E. Frankl y su dictado de 1945 – un psicólogo em el campo de concentración)

16/04: Sentido no dia a dia
(O mar me contou – a logoterapia aplicada ao dia a dia.)

30/04: Vínculos e Sentido da Vida.
(Alteridad y vínculos según Viktor Frankl: Del ego al. Alter tu. UCA – Universidade Católica Argentina)

14/05: Religiosidade e Espiritualidade
(A concepção da religiosidade na obra de Viktor E. Frankl. Pontifícia Universidade Católica de São Paulo – PUC SP. 2013.

28/05: O perdão.
(El perdón desde la logoterapia. UCA – Universidade Católoca Argentina).
(Disertação de Mestrado. O papel de Deus na cura segundo Viktor Frankl. Pontificia Universidade Católica de São Paulo – PUC-SP. 2010.).

11) A crise do amadurecimento na contemporaneidade 

Coordenação: Profa. Danit
Psicanalista, mestre e doutora em filosofia da psicanálise, professora e supervisora do IBPW, pesquisadora do Labô.

Ementa:
A interpretação Winnicottiana entende os fenômenos da contemporaneidade como sendo da ordem de problemas maturacionais, portanto associados etiologicamente a rupturas, distorções ou congelamento na linha temporal do amadurecimento. Este ano nossos estudos estarão centrados na interlocução entre a perspectiva psicanalítica de Winnicott e  fenômenos do comportamento político, na perspectiva de Thomas Sowell. Sobretudo a pesquisa buscará tecer um denominador comum entre os dois autores no que diz respeito as origens ideológicas e respectivas expressões maturacionais nos modos de ser e atuar no mundo.  


Bibliografia:

WINNICOTT, D.W. Natureza Humana
SOWELL, T. Conflito de visões: Origens ideológicas das Lutas Políticas


Bibliografia Complementar:

WINNICOTT, D.W. Familia e desenvolvimento individual
CHARNY, I.W. Fascism & Democracy in the human mind


Data dos encontros:
05/02, 19/02, 05/03,19/03,09/04,23/04,07/05,21/05


Organização dos Encontros:
Continuamos com a dinâmica de nosso grupo de estudos, com leituras prévias e discussões nas datas pré-agendadas.


Compromissos do GP:
Produção de textos para blog, apresentações nos seminários LABÔ 2020, produção de ensaios para publicação pelo LABÔ.  

Ficou com dúvida? Entre em contato com o coordenador através do e-mail danitponde@hotmail.com

12) Cidades Transparentes 


Ementa: O objetivo do grupo de pesquisas é estudar o advento das cidades transparentes e seu dilema jurídico-político: como garantir a coexistência entre autonomia cidadã e segurança coletiva na era digital?

Uma das características essenciais da democracia é a visibilidade do governo: o poder deve ser exercido às claras, diante dos olhos dos cidadãos, segundo normas conhecidas e sancionadas. A democracia representativa pressupõe que os representantes eleitos possam ser fiscalizados, escrutinados, criticados, acompanhados em suas ações públicas pelo detentor e destinatário do poder que é o próprio povo. Na direção oposta, nos regimes autocráticos, totalitários e nos governos arbitrários em geral, a regra é a opacidade do poder, a impossibilidade de ver o que há do outro lado, o encobrimento do campo de visão dos cidadãos. O advento da cidade transparente em redes digitais trouxe novos desafios à questão como a manipulação dos consumidores pelas empresas e a manipulação dos cidadãos pelo governo. Quando o Estado democrático tem acesso irrestrito a dados sensíveis, as liberdades democráticas ficam ameaçadas dada a completa assimetria que se estabelece entre o detentor do poder e o cidadão. Assim, a questão dos direitos fundamentais na esfera digital é um dos grandes testes para a manutenção democrática neste início de século pois a estruturação digital da sociedade alterou sutilmente as balizas para a reflexão e ação política.

Coordenação: Prof. Ms. Davi Lago
Facilitadora: Lívia Andrade

Histórico: Formado em agosto de 2020 o Grupo de Pesquisa Cidades Transparentes é composto por uma rede de pesquisa interdisciplinar com 42 integrantes ativos. A primeira fase do estudo abordou sete temas: (1) teoria política: a relação entre democracia, opacidade e transparência; (2) urbanismo: a trajetória da cidade no século vinte; (3) tecnologia: a construção do panóptico global; (4) totalitarismo digital: do cliente transparente ao cidadão controlado; (5) economia: Christoph Kucklick e a tese da sociedade granular; (6) imaginação: utopias da cidade em Playtime (1967), The Truman Show (1998) e Cidade da penumbra (2008); (7) bens invisíveis: significados da vida humana no contemporâneo. O grupo recebeu, interagiu e sabatinou pesquisadores referências em suas áreas como Prof. Dr. Leopoldo Teixeira (UFPE), Prof. Dr. Juliano Spyer (University College of London), Prof. Dr. Daniel Lança (CEDIN/Instituto Inhotim), Prof. Dr. Thiago Pavinatto (USP), Prof. Thiago Ávila (Governos Transparentes) e o Diretor do LABÔ Prof. Dr. Luiz Felipe Pondé. Três iniciativas estão em curso: (1) produção de textos para a Revista Acadêmica Laboratório – Dossiê Cidades Transparentes; (2) elaboração do Glossário Cidades Transparentes; (3) desenvolvimento do Benchmarking Cidades Transparentes.

Calendário resumido:
Fevereiro: 3 e 10
Março: 3 e 10
Abril: 7 e 14
Maio: 5 e 12
Reuniões sempre das 14h às 16h.

Cronograma 2021 – primeiro semestre:
3/2: Introdução às cidades transparentes: recepção dos novos integrantes
10/2: Cidades transparentes e administração pública: estratégias de combate à corrupção
3/3: Cidades transparentes e imprensa: quem checa as agências de checagem de fatos?
10/3: Cidades transparentes e drogas: políticas de cuidado a dependentes químicos
7/4: Cidades transparentes e eleições: transparência do processo eleitoral
14/4: Cidades transparentes e entretenimento: reality shows, fake shows e hiperexposição midiática
5/5: Cidades transparentes e ontologia: a intransparência do ser
12/5: Treino para apresentações no seminário do Labô.

Bibliografia – Leituras iniciais para novos integrantes:
HAN, Byung-Chul. Sociedade da transparência. Petrópolis, RJ: Vozes, 2017.
LAGO, Davi. O panóptico digital. Estado da Arte/O Estado de S. Paulo. Disponível em: https://estadodaarte.estadao.com.br/o-panoptico-digital-por-que-devemos-suspeitar-da-palavra-transparencia/ 
MOROZOV, Evgeny; BRIA, Francesca. A cidade inteligente: tecnologias urbanas e democracia. São Paulo: Ubu Editora, 2019.
SECCHI, Bernardo. A cidade do século vinte. São Paulo: Perspectiva, 2009.

Bibliografia – Primeira fase da pesquisa:
ANTONIALLI, Dennys; CRUZ, Francisco Brito. Privacidade e internet: desafios para a democracia brasileira. (Coleção Ensaios Democracia Digital). São Paulo: Fundação FHC/Plataforma Democrática/Centro Edelstein, 2017.
BENTHAM, Jeremy. O panóptico. 2 ed. Belo Horizonte: Autêntica Editora, 2008.
BOBBIO, Norberto. Democracia e segredo. São Paulo: Editora Unesp, 2015.
BUCCI, Eugênio. A forma bruta dos protestos: das manifestações de junho de 2013 à queda de Dilma Rousseff em 2016. São Paulo: Companhia das Letras, 2016.
COLLIER, Paul. O futuro do capitalismo: enfrentando novas inquietações. Porto Alegre: L&PM, 2019.
FLUSSER, Vilém. Forma e material in: FLUSSER, Vilém. O mundo codificado: por uma filosofia do design e da comunicação. São Paulo: Ubu Editora, 2017.
GABRIEL, Markus. Eu não sou meu cérebro: filosofia do espírito para o século XXI. Petrópolis, RJ: Vozes, 2018.
LIMA, Venício A de. (org). Liberdade de expressão: as várias faces de um desafio. São Paulo: Paulus, 2013.
LOVELUCK, Benjamin. Redes, liberdades e controle: uma genealogia política da internet. Petrópolis, RJ: Vozes, 2018.
PILLE, Lolita. Cidade da penumbra. Rio de Janeiro: Intrínseca, 2010.
PONDÉ, Luiz Felipe. A era do ressentimento. 2 ed. São Paulo: Globo Livros, 2019.
REUNDEULES, César. Sociofobia: mudança política na era da utopia digital. São Paulo: Edições Sesc São Paulo, 2016.
SANTAELLA, Lucia. Por que as comunicações e as artes estão convergindo? São Paulo: Paulus, 2005.
SCHWAB, Klaus. The Fourth Industrial Revolution. Great Britain: Portfolio Penguin, 2017.
TORRALBA, Francesc. Quanta transparência podemos digerir? – Um olhar honesto sobre si mesmo, os outros e o mundo. Petrópolis, RJ: Vozes, 2018.
WEINERG, Juliana Duarte. A cidade transparente in: NAZARIO, Luiz. A cidade imaginária. São Paulo: Perspectiva, 2005.

Ficou com dúvida? Entre em contato com o coordenador através do e-mail davi.pereira.lago@gmail.com

13) Judaísmo Contemporâneo: Filosofia Política Judaica  

Ementa: Os temas centrais da filosofia política: liderança, poder e sua administração, sistemas de governo, justiça, ética, direitos e deveres, liberdades e seus limites, indivíduo e coletivo e a característica tensão entre perpetuar e transformar, aparecem nas fontes clássicas do pensamento judaico, porém não de forma deliberada.

A figura de Deus, os posicionamentos de Moisés, seus colaboradores e rivais, as diferenças entre reis profetas e sacerdotes, são alguns dos exemplos na narrativa bíblica que junto aos conflitos entre os sábios do Talmud e as teorias de filósofos medievais como Maimônides, serviram de base para o pensamento político judaico contemporâneo de filósofos como Martin Buber e Emmanuel Levinas.

Este grupo se proporá, em um primeiro momento, estudar as bases da filosofia política geral para visitá-las na re-leitura das fontes bíblicas, talmúdicas e medievais. Em seguida, descobertos, discutidos e aprendidas estas bases, passaremos ao estudo dos escritos de Martin Buber e de Emmanuel Levinas sobre política judaica, israelense e humanista.

A dinâmica dos encontros incluirá um momento de aula expositiva por parte do coordenador e/ou os participantes e um momento de análise e discussão conjunta. Estimularemos a pesquisa, a produção e a publicação dos participantes.

 

Coordenação: Ruben Sternschein
É bacharel em Educação e mestre em Filosofia Judaica pela Universidade Hebraica de Jerusalém, e também mestre em Ciências Judaicas pelo Hebrew Union College, onde recebeu sua ordenação rabínica. É doutor em Filosofia Judaica pela USP, e é rabino da Congregação Israelita Paulista desde 2008.

Coordenação: Andréa Kogan
É formada em Letras (Português/Inglês) e Doutora em Ciência da Religião pela PUC de São Paulo. Sua tese de doutorado foi transformada no livro “Espiritismo Judaico” (Editora Labrador). Coordenou e desenvolveu pesquisas sobre judaísmo contemporâneo nos últimos 7 anos e, além de professora, tradutora e revisora, é assistente acadêmica do Labô.

 

Horário: quartas-feiras, das 16h às 18h

Encontros:

24/2, 10/3, 24/3, 7/4, 28/4,12/5, 26/5.

 

Bibliografia

Introdução à filosofia política geral e judaica:

· Miller David, Political philosophy, Routledge Encyclopedia of Philosophy

· What is Political Philosophy? (The Journal of Politics, v. 19, n. 3, p. 343- 368, 1957). Tradução de Francesca Cricelli. Publicado com permissão gentilmente cedida pela Cambridge University Press para a Leviathan. Cadernos de Pesquisa Política. É possível acessar o original em http://journals.cambridge.org/action/displayIssue?decade=1950&jid=JOP&volumeld=19&issueld=03&iid=6 375044. Strauss, Leo (Tradução de Francesca Cricelli). O que é a Filosofia Política?

· Seleção de artigos do Jewish Political Studies Review

Narrativas Bíblicas relevantes:

· Mudanças na liderança e administração do poder e resolução de conflitos na figura de Deus: (criação , paraíso e expulsão, dilúvio, arco íris, torre de babel, farão, bezerro, korach, espiões, pinchas. Negociações com Moisés).

· Empoderamento do povo egípcio no modelo de governo de José.

· Juízes e justiça: juízes e a tensão na democratização e humanização da justiça em Deuteronômio. O modelo de governo no livro dos juízes..

· Modelos de liderança do Profeta e  do Sacerdote: o exemplo do bezerro de ouro. A leitura de achad haam.

· A monarquia e o anarquismo na bíblia ( Regulamentos e advertências da monarquia em Deuteronômio, em Samuel 1, na figura de David e na crítica dos profetas clássicos) ( Livros de reis e de profetas.

Disputas talmúdicas:

· O forno de Akhnay e os limites das verdades e das maiorias.

· Governo e minorias: Tratado Rosh hashana 2:9.

· Iochanan e Reich Lakish.

· Os modelos de Halberthal
https://jewishstudies.stanford.edu/events/aaron-roland-endowed-lecture-threshold-forgiveness-law-and-narrative-talmud-moshe-halbertal

Filosofia política judaica medieval:

· Maimônides (Seleção de textos de Mishne Torá, o Guia dos Perplexos e seu comentário a Pirkei Avot e os estudos de Warren Harvey e Aviezer Ravitzky sobre seu pensamento político). Harvey, Warren Zev (1980a) “Between Political Philosophy and Halakha in Maimonides' Thought,” Iyyun 29: 198–212.

· Abravanel sobre a diferença de governo, liderança e administração do poder no modelo do agricultor e o modelo do pastor bíblicos.

· Anarquismo e centralismo no pensamento judaico político - o Trabalho de Warren Harvey.

· Spinoza: Tratado Teológico - Político, capitulos 4,5,7,15-20.

Estudo de escritos de Martin Buber (seleções de):

- Eu e Tu.

- Caminhos da Utopia.

- Uma terra para dois povos.

- The letters of Martin Buber.

Estudo de escritos de Levinas (Seleções de):

· Leituras talmúdicas: do livro  Quatro Leituras Talmúdicas: primeira (Em Relação a o Outro) e segunda (A Tentação da Tentação), do livro: Novas Interpretações Talmúdicas: primeira (A Vontade do Céu e a Vontade dos Humanos) e segunda (Para além do Estado no Estado)

· Ética é Infinito: capitulo 2 ( Heidegger), capitulo 6 (Mistério e Liberdade), capitulo 8 (A Responsabilidade em Relação a o Outro)  e a Entrevista Final

· Além do Versículo : Terceira parte, 5o artigo (11. O Contexto de Spinoza), quarta parte, três artigos: 12.. O Estado do César e o Estado de David, 13. Política depois!, 14. Assimilação e nova cultura

Ficou com dúvida? Entre em contato com o coordenador através do e-mail ruben@cip.org.br ou andrea.kogan@bkidiomas.com.br

14) A Experiência Mística e o Conhecimento: Amor, Desejo, Sofrimento e êxtase  

Coordenação: Maria José Caldeira do Amaral e Maruzânia Dias.

 A realização do Grupo de Pesquisa ‘A Experiência Mística e O Conhecimento - Amor, Desejo, Sofrimento e Êxtase’ -tem como objetivo principal a possibilidade de produção e ampliação do conhecimento em torno das pesquisas desenvolvidas pelas Ciências Humanas e da atenção dada por estas em torno da experiência de Deus. A Ciência das Religiões, por definição, abarca os horizontes relacionados à experiência do mistério com um extrato sui generis concentrado na apreensão humana em perspectivas consistentes e afins. A afinidade com a Filosofia, Teologia, Psicologia, Literatura, Arte, Antropologia e Sociologia e suas perspectivas movidas por seus fundamentos conceituais, suas fontes e princípios, propõe um campo aberto e amplo de pesquisa cujo objeto implica sempre na experiência de suas indagações próprias, suas rupturas, seus ruídos e sua própria instabilidade fundamental. Nesse enfrentamento epistêmico de si mesmas intercedem e são intercedidas pela perspectiva da experiência extática, instintual, aniquiladora, nostálgica, exilada, violenta, plena, transcendente e infinita da experiência mística e espiritual humana e, nesse lugar de fronteira e afinidade o elemento místico torna-se presença ontológica e compõe o sentido da contingência e finitude nos campos da linguagem e da escuta nos quais o diálogo com o que transcende a razão e seus fundamentos se instala necessariamente. Em síntese, o objetivo desse GRUPO DE PESQUISA é reunir e desenvolver conteúdos cujo objeto de pesquisa transita em torno da experiência direta de Deus e suas vicissitudes e que estejam dialogando com as ciências humanas e suas fontes epistêmicas na construção e produção do conhecimento.

O desenvolvimento do Grupo de Pesquisa A Experiência Mística e O Conhecimento propõe, então, uma perspectiva de acesso à discussão da experiência direta de Deus a partir do acesso aos textos, obras e manuscritos de místicos e místicas, em diálogo com o campo de estudo das Ciências Humanas; um grupo que reuniria, na medida do possível, pesquisas e suas atualizações metodológicas e conceituais dentro de um espaço formativo para a pesquisa, entendendo que a atividade de pesquisa exige uma formação contínua envolvendo e ampliando o debate e a contribuição de conteúdos que possam sustentar esse debate, tanto em termos da atenção necessária às controvérsias epistemológicas, como na ampliação da análise de objetos de pesquisa, obedecendo e ampliando a demanda e o perfil da pesquisa em mística e espiritualidade


Justificativa:

A pesquisa em torno da experiência mística e espiritual no Brasil alcançou um lugar de reflexão importante desde 2001 com a iniciativa do Prof. Dr. Faustino Teixeira do Programa de Ciência das Religiões da Universidade Federal de Juiz de Fora – Os Seminários de Mística Comparada - realizados durante 10 anos consecutivos - (2001 a 2011). Durante 10 anos os seminários foram contemplados com pesquisadores de peso dentro do campo da Ciência das Religiões, Psicologia, Filosofia, Teologia e Literatura. Dentre eles destacamos o trabalho acadêmico de dissertações e teses, artigos, livros publicados e estudos paralelos desenvolvidos pelos grupos de pesquisas do Programa de Ciência das Religiões da PUC/MG, PUC/SP, PUC/RJ, CRE/UFJF dentre outros. Representados, principalmente pelos Profs. Drs. Faustino Teixeira (coordenador), Marco Lucchesi, Luiz Felipe Pondé, Maria Clara Bingemer, os seminários eram desenvolvidos paralelamente aos grupos de pesquisas coordenados por esses pesquisadores.

Ao mesmo tempo, durante 10 anos o NEMES (CRE/PUC/SP) – Núcleo de Pesquisa em Mística e Santidade - coordenado pelo Prof. Dr. Luiz Felipe Pondé, teve como interesse significativo a apreensão, e seus desdobramentos, da ideia da ‘experiência religiosa direta’ e sua dinâmica e articulação noéticas, principalmente no universo abraâmico e em alguns autores pagãos da tradição neoplatônica. Ao longo deste período, iniciando como um grupo de orientação coletiva, o trabalho se desdobrou em uma definição mais ampla na direção à pesquisa sistemática com um trabalho cada vez mais ampliado pelo estudo da experiência de Deus e narrativas místicas ao lado de pensadores e pesquisadores das diversas áreas das ciências humanas e suas perspectivas, fruto de uma demanda natural de grande parte dos integrantes do grupo. Dentre todas as atividades desenvolvidas no grupo, especialmente duas são importantes em referência: a parceria do NEMES com o Programa de Pós-Graduação em Ciência da Religião da Universidade Federal de Juiz de Fora, que contou com a atualização e sistematização do conhecimento sobre o tema em seminários anuais sobre mística e mística comparada desde 2001 até 2010; e, de 2003 até 2008 o grupo promoveu duas viagens por ano de pesquisa e estudo ao ‘Mosteiro Trapista Nossa Senhora do Novo Mundo’, em Campo do Tenente, no Paraná, onde a jornada monástica era acompanhada pelos pesquisadores que também assistiam às aulas de Filosofia da Mística ministrada para os jovens monges pelo Prof. Pondé, assim como às aulas sobre a tradição monástica e mística cistercience com a orientação do Abade Dom Bernardo Bonowitz.

Outro trabalho que merece destaque é o Grupo de Estudos em Mística APOPHATIKÉ (CRE/PUC/RJ), que, desde 2010, tem como objetivo produzir um ambiente de troca e aprimoramento de pesquisas e atividades acadêmicas relativas aos temas da Mística e da Ascese. Estes temas são desenvolvidos tanto a partir de seu ponto de vista histórico, quanto em sua relação com as diversas disciplinas, especialmente com a Filosofia, a Teologia e a Literatura. A partir destas pesquisas e atividades acadêmicas, o grupo organiza suas produções bibliográficas em livros e artigos. O grupo congrega pesquisadores de diversas áreas acadêmicas, especialmente de Filosofia, Teologia, Letras e Ciências da Religião, que sustentam, em suas linhas de pesquisa, as indagações pertinentes à apreensão de temas e autores da Mística e da Ascese. O grupo de pesquisa mantém pelo menos uma reunião mensal quando os membros do grupo pesquisas e decidem os encaminhamentos das atividades do grupo. Além da realização de grupos de estudos e eventos acadêmicos, espera-se produzir textos que representem as conclusões de suas pesquisas. Os temas principais pesquisados: Relações entre Mística e Literatura na contemporaneidade; a Mística Neoplatônica (Plotino, Proclus Lycaeus e Pseudo-Dionísio); Mística dos Primeiros Padres (Orígenes, Evágrio, Agostinho), Místicos Contemporâneos (Simone Weil, Christian de Chergé, Dietrich Bonhoeffer, Etty Hillesum, Edith Stein, etc).

O Grupo de Trabalho (GT7) em Mística e Espiritualidade do Congresso Internacional da SOTER, coordenado pelas Profs. Dras. Ceci M. C. Baptista Mariani e Maria José Caldeira do Amaral, desde 2010 até hoje, vêm contemplando a análise, a reflexão e a apresentação de pesquisas realizadas e tem como objetivo geral apresentar e debater os fundamentos teológicos e filosóficos presentes no atravessamento da linguagem utilizada para descrever a experiência mística como experiência direta de Deus. Em suas fontes originais, a pesquisa em torno da experiência mística e espiritual tem revelado conteúdos importantes pertinentes à tradição do pensamento ocidental e oriental nas múltiplas tradições que não se sustentam numa abordagem meramente psicológica, histórica ou sociológica e que, ao mesmo tempo, subsidiam essas mesmas abordagens. O Universo Simbólico e Narrativo supõe um campo fértil para a indagação de conteúdos teológicos fundamentais que trazem à tona o paradoxo e a fragmentação, não especificamente como conceitos negativos e correspondentes a campos contraditórios ao esforço dos pesquisadores frente à descoberta de sentidos e significados de uma configuração teológica espiritual, mas como conteúdos expostos a uma condição de pertencimento a essa mesma condição paradoxal e fragmentada, na qual se encontram os percursos de apreensão da condição humana religiosa e sua realização no mundo. De modo mais específico, entendemos que a indagação principal desse grupo de trabalho implica no aprofundamento das fontes experienciais e textuais configuradas por experiências religiosas, espirituais e místicas que estão em constante debate com o desafio do mistério e seus fundamentos e desdobramentos e o impacto dessa discussão diante da condição humana, desafio e impacto que insistem em serem eles mesmos fonte de conhecimento e episteme em si mesmos. Nesse GT, o número de pesquisadores proponentes tem sido considerável a ponto de não conseguirmos a inclusão de toda a demanda proposta anualmente.

Considerando essa rede de pesquisadores e Grupos de Trabalho, Pesquisa e Formação Acadêmica na produção e ampliação do conhecimento aqui proposto, consideramos o desenvolvimento do Grupo de Pesquisa ‘A Experiência Mística e O Conhecimento: amor, desejo, sofrimento e êxtase’ como uma perspectiva de acesso à discussão da experiência direta de Deus a partir do acesso aos textos, obras e manuscritos de místicos e místicas, em diálogo com o campo de estudo das Ciências Humanas, um grupo que reuniria, na medida do possível, pesquisas e suas atualizações metodológicas e conceituais dentro de um espaço formativo para a pesquisa, entendendo que a atividade de pesquisa exige uma formação contínua envolvendo e ampliando o debate e a contribuição de conteúdos que possam sustentar esse debate tanto em termos da atenção necessária às controvérsias epistemológicas como na ampliação da análise de objetos de pesquisa, obedecendo e ampliando a demanda e o perfil da pesquisa em mística e espiritualidade.

 

Público Alvo:

Aberto ao Público em geral, não necessariamente ligado à formação acadêmica, mas interessado no desenvolvimento e produção do conhecimento do conteúdo em referência.

Alunos, Professores, mestres e doutores pesquisadores da Graduação e Pós Graduação em Teologia, Ciência das Religiões e Ciências Humanas.

 

Estratégias Para o desenvolvimento do Grupo de Pesquisa:

1. Primeiro Semestre de 2021:

Formação do GRUPO DE PESQUISA a partir do interesse do público alvo e do corum adquirido no segundo semestre de 2020, com reuniões quinzenais, nos moldes dos demais GPs desenvolvidos no LABO, mantendo, sempre que possível, a atuação de professores e pesquisadores convidados.

2. Segundo Semestre de 2021 e primeiro Semestre de 2022:

Continuidade do GRUPO DE PESQUISA com as produções de artigos e participação dos pesquisadores do grupo nas atividades desenvolvidas pelo LABO (off lattes, Seminários, Biblioteca LABO, etc.)

Segundo Semestre de 2022:

Publicação do livro: OFF LATTES/LABO: A Experiência Mística e O Conhecimento: Amor, Desejo, Sofrimento e êxtase com a participação dos Pesquisadores convidados e Pesquisadores do GRUPO DE PESQUISA.

A intensão dessa publicação tem como fonte uma das teses de Michel de Certeau a partir da qual a experiência mística caminha no acostamento do asfalto da ciência e resiste aos avanços da razão, assim como os objetivos das pesquisas e produção de conhecimento do LABO fundam-se na perspectiva da visibilidade desse conhecimento acadêmico disponibilizado ao público não acadêmico e acadêmico desenvolvido com autonomia e independência dos moldes burocráticos e dependentes das plataformas oferecidas oficialmente.


¹ Aqui, apenas algumas sugestões de pesquisadores a serem convidados. O grupo de Pesquisa pretende resgatar as pesquisas, teses e publicações desenvolvidas no NEMES.

 

1. Datas: Primeiras e terceiras semanas do Mês:

Fevereiro: 05/02 e 19/02

Março: 05/03 e 19/03

Abril: 02/04 e 16/04

Maio: 07/05 e 21/05

Junho: 04/06 e 18/06

Horários: sextas-feiras, das 16h às 18h

 

2. Critérios para a participação

2.1. Interesse e disponibilidade para a participação  presencial/virtual quinzenal  no GP [on line pela plataforma zoom] de  acordo com as datas estabelecidas.

2.2. Interesse e disponibilidade para o desenvolvimento de pesquisa,  publicações e apresentações no LABO (Biblioteca Labo, Seminário  Interno do GP, Seminário Labo [semestral], uma publicação semestral no  off lattes por pesquisador e outros espaços a serem viabilizados).

2.3. Solicitamos o envio de uma carta livre de interesse do  pesquisador para o email do LABO (labo@pucsp.br), elencando as  principais motivações para o desenvolvimento da pesquisa em  referência, assim como, a área de formação e/ou atuação profissional e  conhecimento, já desenvolvidas ou em desenvolvimento.

Bibliografia Inicial Básica:

McGINN, B., As Fundações da Mística: das Origens ao Século V (Tomo I: A Presença de Deus: uma História da Mística Cristã Ocidental). São Paulo: Paulus, 2012.

UNDERHILL, EVELYN, La Mistica. Estudio de la naturaleza y desarrollo de la conciencia spiritual. Prólogo de Juan Martín Velasco. Traducción de Carlos Martín Ramírez.  Madrid, Editorial Trotta, 2006.

OBS: A Bibliografia geral atualizada em 08/01/2021 pode e deve ser consultada de acordo com o interesse do pesquisador.

 

Bibliografia Geral

ALVES, RUBEM.Variações sobre a vida e a morte ou o Feitiço erótico-herético da teologia. São Paulo: Loyola, 2005.

ALMEIDA, EDSON FERNANDO, A Noção de Pathos Divino em Abraham J. Heschel. In Interações. Cultura e Comunidade. v.10, n.17. Belo Horizonte, 2015, pp. 128-142.
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AMARAL, MARIA JOSÉ CALDEIRA DO.Imagens de Plenitude na Simbologia do Cântico dos Cânticos. São Paulo: Educ-Fapesp. 2009.

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BINGEMER, MARIA CLARA & PINHEIRO, MARCUS REIS (orgs), Narrativas Místicas: antologia de textos místicos da história do cristianismo. Coleção Amantes do Mistério. São Paulo: Paulus, 2016.

BLOOM, HAROLD, O CÂNONE OCIDENTAL: os livros e a escola do tempo. Rio de Janeiro, Editora Objetiva, 1995.

BOEHME, JACOB, A Sabedoria Divina: O Caminho da Iluminação. São Paulo, Attar Editorial, 1998.

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DICIONÁRIO DE MÍSTICA. Dirigido por L. Borriello, E. Caruana, M. R. Del Genio, N. Suffi. São Paulo: Paulus, Loyola, 2003.

DICIONÁRIO CRÍTICO DE TEOLOGIA. Publicado sob direção de Jean-Yves Lacoste. Trad. Paulo Meneses et al. São Paulo: Paulinas, Loyola, 2004.

DICTIONNAIRE de Spiritualité Ascétique et Mystique Doctrine et Historie. Fondé Par M. Viller, F. Cavallera, J. De Guibert, S. J. avec le concours d’un grand nombre de collaborateurs, Tome X. Paris:Beauchesne, 1996.

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VAUCHEZ, ANDRÉ. Saints, Prophètes et Visionnaires – Le pouvoir surnaturel au Moyen Age.Paris: Albin Michel, 1999.

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ZUM BRUNN, ÉMILIE; ÉPINEY-BURGARD, GEORGETTE. 1989.  MUJERES TROVADORAS DE DIOS. Barcelona: Paidós, 2007.

ZUM BRUNN, ÉMILIE; ÉPINEY-BURGARD, GEORGETTE. WOMEN MYSTICS IN MEDIEVAL EUROPE,  Paragon House, St. Paul, Minnesota, 1989.

15) Equivalências universais das tradições africanas no Brasil: um passeio pelo bosque das ancestralidades  

Coordenação: Juarez Xavier.

Objetivo em 2021: debater, refletir e encontrar caminhos metorodlógicos sobre o estudos dos universos afrodescendentes.

Metas: debates e reflexões sobre autoras e autores, nacionais e estrangeiras/os, com observações críticas sobre a metódica.

Ações: leituras, debates e produção de pequenos ensaios sobre os temas abordados.

Leituras:

O livro: KILOMBA, Grada. Memórias da plantação: episódios de racismo cotidiano. Rio de Janeiro: Editora Cobogó, 2019. 244 p. Objetivo: refletir sobre a necessidade de "invenção" de uma metodologia adequada para as pesquisas e estudos sobre os universos afrodescendentes. Referência sobre a autora: Grada Kilomba, autora de "Memórias da Plantação", é confirmada na Flip. Disponível em: https://www.flip.org.br/noticia/grada-kilomba-autora-de-memorias-da-plantacao-e-confirmada-na-flip/. Acesso em: 17.dez.2020.

Datas e horários dos encontros: aguarde.

Neste primeiro semestre de 2021 o grupo fará somente aulas abertas a serem divulgadas posteriormente e transmitidas nas redes do Labô. As reuniões com pesquisadores interessados começarão no segundo semestre de 2021.

16) Isaiah Berlin: pluralismo e liberdade  

Coordenação:

Jonathan Goudinho. Jornalista e mestre em Ciências da Religião pela PUC Minas. Pesquisador do Laboratório de Estudos em Religião, Modernidade e Tradição (LeRMOT) da mesma universidade.

Leandro Bachega. Licenciatura em Filosofia pela Faculdade de São Bento. Mestre em Filosofia pela PUC-SP. Doutorando em Filosofia pela USP. Membro do grupo de Filosofia Patrística, Medieval Latina e Árabe da PUC-SP.

 

Ementa:

Isaiah Berlin nasceu em 1909, na cidade Riga, então pertencente ao império russo. Era de família judia, e ainda criança foi morar com os pais na Inglaterra, onde fez toda a sua formação intelectual. Essa pluralidade de culturas perpassaria todo o seu pensamento, assim como as noções de liberdade, colocadas em risco nos eventos políticos do século XX. Contudo, como historiador das ideias que se tornaria, Berlin investigaria as origens da mentalidade totalitária na intelectualidade europeia, abordando desde o Iluminismo até o Romantismo; o otimismo com as ciências naturais às promessas utópicas nas ciências humanas, e a esperança nutrida pela maioria dos filósofos de encontrar as respostas acerca do comportamento humano.

O Grupo Isaiah Berlin: pluralismo & liberdade pretende compreender os caminhos do pensamento desse brilhante filósofo, ainda pouco estudado no Brasil, e propor leituras, a partir de sua obra, que nos auxiliem na interpretação política de nosso próprio tempo, utilizando para isso as obras de Berlin, seus intérpretes, críticos e herdeiros, bem como os diversos autores que moldaram sua formação filosófica.

Datas dos encontros:
Quartas-feiras, das 15h às 17h
Fevereiro: 10 e 24
Março: 10 e 24
Abril: 7 e 21
Maio: 5 e 19
Junho: 9 e 23

Bibliografia:
Texto inicial: Meu caminho intelectual. IN: BERLIN, Isaiah. A Força das Ideias. São Paulo: Companhia das Letras, 2005. (também disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/fsp/mais/fs05079804.htm).
Texto seguinte: Dois conceitos de liberdade. IN: BERLIN, Isaiah. Quatro Ensaios sobre a Liberdade. Brasília: Editora Universidade de Brasília, 1981.

17) A filosofia em Hannah Arendt: significado e experiência viva  

Coordenação: Adriana Novaes.
Possui graduação em Filosofia, mestrado em Ciências da Comunicação e doutorado em Filosofia pela Universidade de São Paulo. Fez estágio de pesquisa para o doutorado na New School for Social Research. É pós-doutoranda do Departamento de Filosofia da FFLCH da Universidade de São Paulo. Autora dos livros O canto de Perséfone, Hannah Arendt no século XXI: a atualidade de uma pensadora independente e Cultivar a vida do espírito: Hannah Arendt e o significado político do pensamento.

Ementa: A filosofia começa com o espanto ou com o maravilhamento. É a busca de significado a partir de nossa experiência viva. Foi assim que Hannah Arendt compreendeu a filosofia e o pensamento. O Grupo de Pesquisa Hannah Arendt e a filosofia: significado e experiência viva, do Laboratório de Política, Comportamento e Mídia da PUC-SP, busca, por um lado, esclarecer a investigação empreendida por Arendt da história dos conceitos, grandes temas, teorias e argumentos que compõem nosso repertório de conhecimento, especulação e ação, para elucidar os modos pelos quais os significados – por exemplo, de poder, estado-nação, política, liberdade, pensamento e julgamento – aparecem e estabelecem nossa relação com o mundo. Por outro lado, o grupo busca estimular a compreensão dos desafios atuais no mesmo espírito, ou seja, a investigação das origens e dos elementos constitutivos da realidade, destacando a importância de compreender o que há de particular nos acontecimentos para vislumbrar novas perspectivas.
Em seus exercícios de pensamento, Arendt se apropriou de vários autores numa retomada não nostálgica do passado, para compreender suas tentativas de fazer do mundo um lugar não tão inóspito e sem sentido. Os acertos e erros, perdas e excessos desses autores são reconsiderados por Arendt numa atitude de recuperação, especialmente de causas perdidas, seguindo versos da obra Farsália, de Lucano, muitas vezes citados por ela: “agradou aos deuses a causa vencedora, a vencida a Catão”. 
Os textos estudados serão principalmente de Arendt, mas, por sua característica indicada de se servir de um conjunto de conceitos tendo por horizonte a filosofia, também serão abordados autores como Platão (e Sócrates), Santo Agostinho, Nicolau Maquiavel, Montesquieu, Alexis de Tocqueville, Thomas Jefferson, Immanuel Kant, Karl Marx, Martin Heidegger e Karl Jaspers.

Bibliografia:

Básica (leitura obrigatória para o 1º semestre de 2021)
Textos
- “Ação e a ‘busca da felicidade’”, em português, no livro de mesmo título publicado pela Editora Bazar do Tempo; em inglês, publicado no livro Thinking without a Banister.
- “Algumas questões de filosofia moral”, do livro Responsabilidade e Julgamento.

ARENDT, Hannah. Ação e a busca da felicidade. Org. Heloisa Starling. Tradução Virginia Starling. Rio de Janeiro: Bazar do Tempo, 2018.
________. Responsabilidade e julgamento. Ed. Jerome Kohn, Bethânia Assy. Tradução Rosaura Eichenberg.  São Paulo: Companhia das Letras, 2004.
________. Thinking Without a Banister: Essays in Understanding 1953-1975. Ed. Jerome Kohn. New York: Schocken, 2018.

Complementar
Obras de Hannah Arendt
ARENDT, Hannah. Compreender: formação, exílio e totalitarismo. Ed. Jerome Kohn. Tradução Denise Bottmann. São Paulo: Companhia das Letras, Belo Horizonte: Editora UFMG, 2008.
________. A condição humana. 11.ed. Revisão e apresentação Adriano Correia. Tradução Roberto Raposo. Rio de Janeiro: Forense Universitária, 2010.
________. Crises da República. Tradução José Volkmann. São Paulo: Perspectiva, 2006.
________. A dignidade da política. Ed. Antonio Abranches. Tradução Helena Martins et al., Rio de Janeiro: Relume-Dumará, 1993.
________. Eichmann em Jerusalém. Um relato sobre a banalidade do mal. Tradução José Rubens Siqueira. São Paulo: Companhia das Letras, 1999.
________. Entre o passado e o futuro. 4.ed. Tradução Mauro W. Barbosa. São Paulo: Perspectiva, 1997.
________. Homens em tempos sombrios. Tradução Denise Bottmann. São Paulo: Companhia das Letras, 2010.
________. The Jewish Writings. Ed. Jerome Kohn, Ron H. Feldman. New York: Schocken, 2007.
________. Journal de pensée. Ed. Ursula Ludz et Ingeborg Nordmann. Traduit par Sylvie Courtine-Denamy. Paris: Éditions du Seuil, 2005.
________. Lectures on Kant's Political Philosophy. Chicago: The University of Chicago Press, 1992.
________. Love in Saint Augustin. Ed. Joanna Vecchiarelli Scott, Judith Chelius Stark. Chicago: The University of Chicago Press, 1996.
________. Origens do totalitarismo. Tradução Roberto Raposo. São Paulo: Companhia das Letras, 2012.
________. The Promise of Politics. Ed. Jerome Kohn. New York: Schocken, 2005.
________. Reflections on literature and culture. Ed. Susannah Young-ah Gottlieb. Stanford, CA: Stanford University Press, 2007.
________. Sobre a revolução. Tradução Denise Bottmann. São Paulo: Companhia das Letras, 2011.
________. Sobre a violência. Tradução e ensaio crítico André Duarte. Rio de Janeiro: Relume-Dumará, 2018.
_________. A vida do espírito. Tradução Cesar Augusto de Almeida e outros. Rio de Janeiro: 2009.
ARENDT, Hannah; MCCARTHY, Mary. Between Friends: The Correspondence of Hannah Arendt and Mary McCarthy, 1949-1975. Ed. Carol Brightman. New York: Harcourt, Brace, 1995.
ARENDT, Hannah; JASPERS, Karl. Correspondence, 1926-1969. Ed. Lotte Kohler and Hans Saner. New York: Harcourt, 1992.
ARENDT, Hannah; SCHOLEM, Gershom. The Correspondence of Hannah Arendt and Gershom Scholem. Ed. Marie Luise Knott. Chicago: The University of Chicago Press, 2017.
ARENDT, Hannah; HEIDEGGER, Martin. Hannah Arendt / Martin Heidegger. Letters, 1925-1975. Ed. Ursula Ludz. New York: Harcourt, 2004.
ARENDT, Hannah; BLÜCHER, Heirich. Within Four Walls: The Correspondence Between Hannah Arendt and Heinrich Blücher, 1936-1968. Ed. Lotte Kohler. New York: Hartcourt, 1996.

Obras de Hannah Arendt - arquivos digitalizados
The Hannah Arendt Papers at the Library of Congress
Parcialmente disponível em: http://memory.loc.gov/ammem/arendthtml/arendthome.html

Biblioteca de Hannah Arendt – Bard College
http://blogs.bard.edu/arendtcollection/

Hannah Arendt – Complete Works – Critical Edition
http://www.arendteditionprojekt.de/en/index.html

Outras obras
AGOSTINHO, Santo, Bispo de Hipona. A Cidade de Deus. 4.ed. Tradução J. Dias Pereira. Lisboa: Calouste Gulbenkian, 2011. (3 volumes)
___________. Confissões. Tradução Lorenzo Mammì. São Paulo: Penguim Classics Cpmanhia das Letras, 2017.
BERNSTEIN, Richard J. Hannah Arendt and the Jewish Question. Cambridge: Polity Press, 1996.
___________. Pensar sem apoios. Jan.-jun. 2016. Cadernos de Filosofia Alemã. p. 183-189. Entrevista concedida a Adriana Novaes.
___________. Why Read Hannah Arendt Now. Cambridge; Medford, MA: Polity Press, 2018.
BÍBLIA, volume I: Novo Testamento: os quatro Evangelhos. Tradução, apresentação e notas Frederico Lourenço. São Paulo: Companhia das Letras, 2017.
BÍBLIA, volume II: Novo Testamento: Apóstolos, Epístolas, Apocalipse. Tradução, apresentação e notas Frederico Lourenço. São Paulo: Companhia das Letras, 2018.
HAMILTON, Alexander; MADISON, James; JAY, John. The Federalist Papers. Garden City, NY: Dover, 2014.
HEIDEGGER, Martin. Ser e Tempo. Tradução Fausto Castilho, Campinas, SP: Editora da Unicamp; Petrópolis, RJ: Vozes, 2012.
___________. Que é isto, a filosofia?: identidade e diferença. Tradução de Ernildo Stein. Petrópolis, RJ: Vozes; São Paulo: Livraria Duas Cidades, 2006.
___________. Qué significa pensar? 3.ed. Madrid: Ed. Trotta, 2010.
HOMERO. Ilíada. Tradução e prefácio Frederico Lourenço, Introdução e apêndices Peter Jones, Introdução 1950 E.V. Rieu. São Paulo: Penguin Classics Companhia das Letras, 2013.
JASPERS, Karl. Introdução ao pensamento filosófico. Tradução Leonidas Hegenberg e Octanny Silveira da Mota. São Paulo: Cultriz, 2011.
________. Kant. Ed. Hannah Arendt. Translated by Ralph Manheim. New York: Harcourt, 2012. (From The Great Philosophers, Volume I)
JEFFERSON, Thomas. The Life and Selected Writings, Eds, A. Koch, W. Peden. Modern Library, 1998.
KANT, Immanuel. Crítica da faculdade do juízo. Tradução Valério Rohden e António Marques. 2.ed. Rio de Janeiro: Forense Universitária, 2005.
_____. Crítica da razão prática. Tradução Artur Morão Lisboa: Edições 70, 1994.
_____. Crítica da razão pura. 5.ed. Tradução Manuela Pinto de Souza e Alexandre Fradique Morujão. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian, 2001.
_____. Escritos pré-críticos. Tradução de Jair Barboza e outros. São Paulo: Ed. Unesp, 2005.
_____. Fundamentação da metafísica dos costumes. Tradução Paulo Quintela. Lisboa: Edições 70, 2005.
_____. Lições de Ética. Tradução Bruno Leonardo Cunha, Charles Feldhaus. São Paulo: Ed. Unesp, 2018.
_____. Textos seletos. Edição bilíngue. Tradução Raimundo Vier e Floriano de Sousa Fernandes. 2.ed. Petrópolis, RJ: Vozes, 1985.
MAQUIAVEL, Nicolau. Discursos sobre a primeira década de Tito Lívio. São Paulo: Martins Fontes, 2007.
___________. O Príncipe. Tradução, introdução e notas Diogo Pires Aurélio. São Paulo: Editora 34, 2017. Edição bilíngue.
MARX, Karl. O Capital. Livro I. Tradução de Rubens Enderle. São Paulo: Boitempo, 2011.
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______. O Capital. Livro III. Tradução Rubens Enderle. São Paulo: Boitempo, 2017.
MONTESQUIEU, Charles de Secondat, Baron de. O espírito das leis. 3.ed. Tradução Cristina Murachco. Apresentação Renato Janine Ribeiro. São Paulo: Martins Fontes, 2005.
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PLATÃO. As Leis. Tradução Edson Bini. São Paulo: Edipro, 1999.
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TOCQUEVILLE, Alexis de. A democracia na América. Livro I Leis e costumes. Tradução Eduardo Brandão. São Paulo: Martins Fontes, 2001.
_____________. A democracia na América. Sentimentos e opiniões. Tradução Eduardo Brandão. São Paulo: Martins Fontes, 2000.

Datas dos encontros: Terças-feiras, das 16h às 18h

Encontros
02 e 09 de fevereiro,
02, 16 e 30 de março,
13 e 27 de abril,
11 e 25 de maio,
08 e 22 de junho.

 

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