Grupos de Pesquisa

Laboratório de Política, Comportamento e Mídia

Grupos de Pesquisa

1) Núcleo de Filosofia Política  

Plano de trabalho para o 2º Sem 2020

Linha de Pesquisa: Política do Contemporâneo

1. Coordenador: Prof. Dr. Luiz Bueno
Bacharel e Mestre em Filosofia, Doutor em Ciências da Religião. Professor de Filosofia da FAAP. Membro da Associação Brasileira de Filosofia da Religião . Autor do livro Gertrude Himmelfarb - Modernidade, Iluminismo e as virtudes sociais (É Realizações, 2015)

2. Justificativa da Pesquisa:

Dado o ambiente de conflito e mal-estar no pensamento político contemporâneo, especialmente no Brasil, percebe-se a necessidade de recuperar ou mesmo desenvolver instrumentos teóricos ausentes na reflexão da filosofia política nacional. Assim, o Núcleo de Filosofia Política se propõe pesquisar formas de pensamento filosófico político derivados particularmente da grande tradição anglo-saxônica que poderiam constituir-se em instrumentos noéticos capazes de produzir uma melhor compreensão destes desafios do presente.
O escopo de pesquisa do Núcleo inclui:

  1. A fundação da modernidade a partir das transformações na filosofia política moderna em relação ao mundo pré-moderno e suas consequências na forma das crises contemporâneas
  2. A noção de virtudes sociais desenvolvida pelos iluministas britânicos como forma fundamental de pensar a vida pública; a questão posta pela sua ausência no ambiente das sociedades do presente. A distinção entre o sociologia das virtudes dos britânicos e a política da liberdade dos americanos.
  3. Também dos iluministas britânicos, abordar na pesquisa os conceitos: de sentimentos morais que sustenta, segundo eles, a política mas também os demais vínculos nas relações sociais; da imaginação moral e a capacidade de empatia em uma sociedade;
  4. Estudar a obra de Edmund Burke em sua crítica à prática política moderna revolucionária
  5. A crítica cética às ideologias racionalistas e utópicas, pois esta base epistemológica é o que fundamenta a postura de pesquisa que propomos, começando pelo pensador David Hume.
  6. A relação conflituosa entre pensadores conservadores e liberais
  7. A relação entre a invenção do estado de bem-estar-social e o esgarçamento dos vínculos sociais e da ordem moral nas sociedades políticas contemporâneas
  8. A problema derivado da relação entre a ordem moral e a ordem jurídica
  9. As críticas às fragilidades das democracias liberais
  10. O desafio às democracias modernas advindo dos conflitos culturais no ambiente dos estados nacionais

Dentre os autores compreendidos no escopo de pesquisa do grupo, pode-se destacar alguns: Aristóteles, David Hume, Adam Smith, Edmund Burke, Alexis de Tocqueville, Russel Kirk, Leo Strauss, Gertrude Himmelfarb, Thomas Sowell, Michael Oakeshott, Roger Scruton, Theodore Dalrymple.
Também se adequam ao escopo de pesquisa as obras que traçam o caminho histórico de desenvolvimento destas ideias no campo da filosofia política no mundo anglo-saxônico.

 

3. Objetivos

Em 2020, o Núcleo de filosofia Política iniciou os estudos da obra do importante filósofo político inglês Michael Oakeshott. As pesquisas visarão, dentre outros objetivos, entender como Oajeshott fundamenta uma filosofia política de cunho cético, que é a base filosófica de seu conservadorismo político. Importa ressaltar que a doutrina cética (antiga e moderna) é um fundamento importante a ser pesquisado e conhecido pelos interessados neste campo de pesquisa. O Núcleo de Filosofia Política terá espaço para pesquisas e aprofundamentos neste campo.
Desta forma, a partir destes estudos, o Núcleo de Filosofia Política pretende produzir pesquisas não apenas sobre a obra do filósofo mas, sobretudo, abrir novas perspectivas de reflexão sobre a realidade política brasileira -e mesmo em âmbito mundial- a partir do repertório obtido nos estudos sobre Oakeshott, contribuindo com uma produção de nível acadêmico mas que, de acordo com a proposta do Labô, visa ser acessível ao público leitor brasileiro.

3.1 Metas de produção do Núcleo:

Todo semestre, teremos a produção de artigos sobre a temática estudada, tanto dos temas abordados em cada encontro como sobre a discussão desenvolvida durante todo o semestre. Esta produção será na forma tanto de textos breves como de artigos de maior extensão e profundidade. Serão organizados seminários internos ao grupo para discussão da produção. Também serão realizados eventos públicos para apresentação das temáticas, como seminários e conferências. Outras formas de divulgação também serão desenvolvidas, como material para mídias sociais, podcasts, dentre outros.

Os Núcleo de Filosofia Política desenvolverá ainda outras atividades de fundamentação para os pesquisadores, como, por exemplo, orientação para produção de artigos acadêmicos, estudos de temas específicos como ceticismo, ou de autores, como David Hume.

 

3.2 Sala Michael Oakeshott

Em Junho de 2020, o Núcleo de Filosofia Política inaugurou a Sala Michael Oakeshott, uma área no site OffLattes.com, do Labô, cuja meta é a de tornar-se um ponto de referência no Brasil sobre a obra do filósofo e um lugar de convergência para pesquisadores e interessados na obra oakeshottiana.
Portanto, o Núcleo de Filosofia Política tem como uma de suas tarefas principais incrementar constantemente a Sala Michael Oakeshott com informações e materiais relacionados ao filósofo, produzidos no Brasil ou no exterior, em língua portuguesa ou qualquer outro idioma, em forma de textos ou outros formatos, como vídeos, podcasts, etc.

3.3 Graduandos

O Núcleo de Filosofia Política manterá sempre alguns lugares reservados para graduandos de áreas afins que tenham interesse na temática de pesquisa desenvolvida. O objetivo é contribuir com a formação intelectual e acadêmica de nossos jovens estudantes. Os graduandos terão acompanhamento especial e terá regras e objetivos específicos para este grupo visando orientação para pesquisa e produção acadêmica, dentro da temática de pesquisa do Núcleo.

4. Bibliografia:

Rationalism in Politics and Other Essays (New and Expanded Edition). Indianapolis: Liberty Fund, 1991.

Sobre a História e Outros Ensaios. Rio de Janeiro: Topbooks, 2003.

A Política da Fé e a Política do Ceticismo. São Paulo: É Realizações, 2018.

Morality and Politics in Modern Europe. New Haven and London: Yale Univ. Press, 1993.

Religion, Politics, and the Moral Life. New Haven and London: Yale Univ. Press, 1993.

Esta lista corresponde apenas às obras em foco nos estudos atuais. Outras obras e textos de Oakeshott, e mesmo de outros autores, serão indicados à medida em que os estudos avançam.

5. Datas dos encontros – Sextas-feiras, das 14h às 16h, nas seguintes datas:
07 e 21/08
11 e 25/09
09 e 23/10
13 e 27/11

Ficou com dúvida? Entre em contato com o coordenador através do e-mail luizbueno@msn.com

2) Nelson Rodrigues: Literatura, Filosofia e Religião  

Coordenação Prof. Me. Carla Cristine Souza de Almeida / Profa. Me. Daniele Batagin

Carla Cristine Souza de Almeida é psicanalista lacaniana, mestre em Ciências da Religião pela PUC-SP e especialista em Educação e Religião. Coordena o grupo de estudos sobre Nelson Rodrigues no Labô (Laboratório de Política, Comportamento e Mídia na PUC-SP, coordenado por Luiz Felipe Pondé). Estuda os diversos comportamentos humanos na literatura de Nelson Rodrigues, empregando Jacques Lacan como aporte teórico.

Daniele Batagin é psicóloga clínica, mestre em Ciências das Religiões pela PUC-SP, especialista em psicologia da religião. Atua como psicóloga e professora de psicologia em mosteiros e institutos religiosos. Pesquisadora dos grupos de estudos Morte e Pós Morte e Nelson Rodrigues: Literatura, filosofia e Religião no Labô (Laboratório de Política, Comportamento e Mídia na PUC-SP, coordenado por Luiz Felipe Pondé).

 

Ementa:
“Muitas vezes esbarramos, tropeçamos no óbvio. Pedimos desculpas e passamos adiante, sem desconfiar de que o óbvio é o óbvio. Só o profeta, com sua espantosa vidência, olha o óbvio e diz: - “Ali está o óbvio”.1 As confissões de Nelson Rodrigues que resultaram em o Óbvio Ululante foram publicadas entre dezembro de 1967 e junho de 1968. Como sempre, um clássico perpassa o tempo, óbvio ululante. Convidamos vocês para percorrermos este trajeto juntos no segundo semestre de 2020, para tentarmos enxergar talvez o que não nos seja tão óbvio, nas entrelinhas escritas sabiamente por Nelson Rodrigues. Morte, sexo, traição, amor, desejo darão o tom de nossos estudos. Aguardamos vocês.

Bibliografia:
RODRIGUES, Nelson. O óbvio ululante: primeiras confissões. 5ª Edição – Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2016

Bibliografia Complementar:
ALMEIDA, Carla Cristine Souza de. O pecado contemporâneo na Obra de Nelson Rodrigues: uma análise das peças Álbum de família, Otto Lara Resende ou Bonitinha, mas ordinária e Toda nudez será castigada. 1ª Edição – São Paulo: É realizações, 2019.

Datas dos Encontros:
sextas-feiras, das 14h às 16h. 14 e 28/08 // 11 e 25/09 // 09 e 23/10 // 07 e 21/11

Organização dos Encontros:

Continuaremos com a dinâmica de nosso grupo de Estudos, com leitura prévia das obras referenciadas e discussão nas datas pré-agendadas com o Labô (Laboratório de Política, Comportamento e Mídia na PUC-SP, coordenado por Luiz Felipe Pondé).

Compromissos do GP
Produção: textos para blog;
Apresentações nos seminários LABÔ (2º/2020):

Ficou com dúvida? Entre em contato com o coordenador através do e-mail danielebatagin@hotmail.com

3) Núcleo de Estudos Agostinianos  

Coordenação: Andrei Venturini Martins

É doutor em Filosofia, professor no Instituto Federal de São Paulo (IFSP), membro da Associação Brasileira de Filosofia da Religião e pesquisador do Laboratório de Política, Comportamento e Mídia (PUC/SP). É autor das seguintes obras: Comentário e Tradução da obra Discurso da Reforma do Homem Interior, de Cornelius Jansenius (Ed. Filocalia, 2016), Do Reino Nefasto do Amor-Próprio: a origem do mal em Blaise Pascal (Ed. Filocalia, 2017), A Verdade é Insuportável” (Filocalia, 2019) e Joaquim Nabuco: um abolicionista liberal do Brasil (É Realizações Editora, Biblioteca Crítica Social, no prelo)

Justificativa da pesquisa
Santo Agostinho (354-430) foi um dos grandes pensadores do ocidente. Em sua vastíssima obra, filosofia e teologia estão muito próximas, como “duas asas pelas quais o espírito humano se eleva para a contemplação da verdade” (João Paulo II. Fides et Ratio). Ao buscar reunir o Deus de Abraão Isaac e Jacó e o Deus dos filósofos e dos sábios, aproximando fé e razão, o bispo de Hipona deparou-se com inúmeros temas que perpassaram pela história da Filosofia e da Teologia: o corpo, a imaginação, a memória, os sonhos, o conhecimento, o mal, o livre-arbítrio, a liberdade, a natureza, a graça, a lei, a predestinação, a interioridade, a sabedoria e Deus. A maior parte de seus livros foram escritos a partir de controvérsias com as mais variadas doutrinas de sua época, entre as quais encontram-se o maniqueísmo e o pelagianismo. O mérito de Agostinho foi dar forma àquilo que poder-se-ia chamar de ortodoxia da Igreja Católica. Como pensador paradigmático da antiguidade tardia, ganhou um lugar relevante na tradição cristã, sendo considerado um Padre da Igreja, ou seja, uma testemunha autorizada da fé. Por esse motivo, sua obra era uma leitura comum entre reformadores e contrarreformadores nas controvérsias teológicas da modernidade: Lutero era um monge agostiniano; Calvino era um leitor assíduo de Agostinho; Jansenius, apesar de dizer que não apresentava nenhuma novidade teológica, gabava-se de seguir as pegadas do “Doutor da Graça”; os Molinistas e Dominicanos citavam inúmeras passagens das obras do Bispo de Hipona no debate sobre a graça no século XVII. Porém, tais pensadores, apesar de beberem da mesma fonte, divergiam quanto às interpretações da obra de Agostinho, dando origem às mais variadas e controvertidas linhas teológicas. Hoje, apesar dos inúmeros estudos voltados aos grandes temas agostinianos, sabe-se que estamos diante de uma obra ainda em aberto, capaz de oferecer os recursos necessários para todos aqueles que desejam refletir o conturbado século XXI. Diante disso, a PUC-SP, por meio da Cátedra Santo Agostinho, ocupada pelo Prof. Dr. Luiz Felipe Pondé, promove o Núcleo de Estudos Agostinianos, um espaço de leitura e reflexão voltado para todos aqueles que desejam investigar a obra de Santo Agostinho e seus ecos históricos.

Objetivos:
Preparação e submissão de Artigo sobre Santo Agostinho, por Cauê Fogaça.
Publicação da obra Joaquim Nabuco: um abolicionista liberal do Brasil, por Andrei Venturini Martins.
Comunicações (Seminário Labô).
Palestra em evento: “Predestinação em tensão: Agostinho e a história da crítica à providência divina no protestantismo”. Diálogo com o núcleo de pesquisa de Teologia Cristã e Religião Contemporânea.
Finalização do Livro I - o papel da linguagem; vaidade.
Início do Livro II - análise do tema da soberba.

Bibliografia geral e leituras programadas para os primeiros encontros (já com título da obra/capítulo, link para papers, etc);
AGOSTINHO, Santo. Confissões. trad. do latim e prefácio de Lorenzo Mammì. São Paulo: Peguim Classics Companhia das Letras, 2017.
BRACHTENDORF, Johannes. Confissões de Agostinho. trad. Milton Camargo Mota. São Paulo: Edições Loyola, 2008. .

Datas dos Encontros:

Segundas-feiras às 15hs.

Agosto - 3 e 24
Setembro - 14
Outubro - 5
Novembro - 9 e 23

Seminário de verão - data a confirmar.

Ficou com dúvida? Entre em contato com o coordenador através do e-mail dreivm@hotmail.com

4) A imagem de Deus: Religião, História e Arte  

Coordenação: Wilma Steagall De Tommaso

Doutora em Ciências da Religião pela PUC-SP. Coordenadora do Grupo de Pesquisa sobre Arte Sacra do Laboratório de Política, Comportamento e Mídia da Fundação São Paulo/PUC-SP – LABÔ. Pesquisadora e palestrante de arte sacra e religião. Profª. do Museu de Arte Sacra de São Paulo. Membro Pesquisadora da Sociedade Brasileira de Teologia e Ciências da Religião (SOTER). Membro Pesquisadora da Associação Latino Americana de Literatura e Teologia (ALALITE). Autora do livro O Cristo Pantocrator, Editora Paulus, 2017.

Ementa:
O curso tem como objetivo geral fundamentar uma nova percepção de beleza artística, dentro dos limites de uma metodologia histórica, para que os alunos possam identificar sinais de uma realidade invisível que está também presente no nosso cotidiano social (igrejas, museus, exposições públicas, monumentos históricos, etc.). Visa também desenvolver com os alunos uma distinção conceitual entre a função moral da arte sagrada e a função meramente estética da arte após o Renascimento – e exercitar a sensibilidade de um olhar peculiar para restaurar a unidade entre esses dois polos que ajudará na identificação do que habitualmente conhecemos como “obras-primas”.

Bibliografia básica:
BELTING, Hans. Image et culte: une histoire de l´image avant l´époque de l´art. Paris : Les Editions du Cerf, 2007.
BURCKHARDT, Titus. A arte sagrada no Oriente e no Ocidente. São Paulo: Attar Editorial, 2004.
EVDOKIMOV, Paul. L’art de l’icône: théologie de la beauté. Paris: Desclée de Brouwer, 1972.
PASTRO, Cláudio. Arte Sacra: o espaço sagrado hoje. São Paulo: Edições Loyola, 1993.
PASTRO, Cláudio. Guia do espaço sagrado. 4. ed. São Paulo: Edições Loyola, 2007.
PASTRO, Cláudio. A arte no cristianismo: fundamentos, linguagem, espaço. São Paulo: Paulus, 2010.
RUPNIK, Marko Ivan. Via della bellezza sapienza di vita. Museu della Basilica, Santa Maria delle Grazie, Quaderni 5. Firenze. Edizione Feeria, 2007.
TOMMASO, Wilma Steagall De. O Cristo Pantocrator: da origem às igrejas no Brasil, na obra de Cláudio Pastro. São Paulo: Paulus, 2017.
SPIDLÍK, Tomás; RUPNIK, Marko Ivan. La fede secondo le icone. Roma: Lipa Edizione, Terza edizione, 2017.

Bibliografia complementar:
ANTUNES, Otavio Ferreira. A beleza como experiência de Deus. São Paulo: Paulus, 2010.
BESANÇON, Alain. L´ image interdite : uns histoire intellectuelle de l´iconoclasme. Paris : Gallimard, 2000. (Collecttions Folio/ Essais).
BOESPFLUG, François; BAYLE, Françoise. Les monothéismes en images: judaïsme, christianisme, islam. Montrouge: Bayard, 2014.
GHARIB, Georges. Os ícones de Cristo: história e culto. Trad. José Raimundo Vidigal. São Paulo: Paulus, 1997.
TREVISAN, Armindo. O rosto de Cristo : a formação do imaginário e da arte cristã. Porto Alegre: Editora AGE, 2003.

Datas dos Encontros:
Terças-feiras, das 16h às 18h, sendo:

Datas indísponiveis no momento

Ficou com dúvida? Entre em contato com o coordenador através do e-mail wilmatommaso@me.com

5) Teologia Cristã e Religião Contemporânea  

Coordenação: Prof. Me. André Anéas (doutorando em teologia pela PUC SP) e Prof. Me. Lucas Merlo (doutorando em teologia pela PUC PR).

André Anéas é doutorando e mestre em Teologia pela PUC SP (bolsista CAPES) e bacharel em Teologia pela Faculdade Teológica Batista de SP, na qual também é docente. É autor do livro “Protestantismo e Mística - razão e experiência mística no protestantismo histórico”, além de artigos relacionados à temática do protestantismo, religião, experiência de Deus, mística e espiritualidade. Atualmente trabalha em sua tese o diálogo entre teologia fundamental, mística cristã e fenomenologia.

Lucas Merlo é doutorando e mestre em Teologia pela PUC PR (bolsista CAPES), bacharel em Teologia pela Faculdade Teológica Batista de São Paulo e mestre em Ciências da Religião com ênfase em Literatura e religião no mundo bíblico pela Universidade Metodista de São Paulo.

O grupo começou suas atividades em agosto de 2019.

Reuniões – segundas-feiras, das 13h às 15h. 10 e 31 de agosto, 21 de setembro, 19 de outubro, 9 e 23 de novembro, 14 de dezembro.

Ementa:

O grupo de Teologia Cristã e Religião Contemporânea (TCRC) tem por objetivo realizar pesquisas que analisem o fenômeno religioso contemporâneo, em especial o evangelicalismo brasileiro, a partir de um horizonte teológico. Sempre dialogando com as ciências humanas, em especial a filosofia e sociologia da religião, os membros desenvolvem estudos para fornecer subsídios aos ministros religiosos, membros de comunidades cristãs e sociedade de modo geral pensarem as manifestações da fé cristã no Brasil e suas intersecções políticas, sociais, intra-denominacionais, inter-denominacionais e inter-religiosas. Os fundamentos teóricos da reflexão do grupo priorizam o saber teológico.

Compromissos do GP:

Aulas com representantes do movimento evangélico, com a finalidade de criação de insumos para o projeto sobre o movimento evangélico e seu respectivo projeto de poder;

⁃ Produção: textos para blog;

⁃ Apresentações nos seminários LABÔ (2020 – seminário de verão).

 

Bibliografia expandida [em negrito o que será trabalhado especificamente nas reuniões e em sublinhado as principais referências]:

ALTER, Robert. A Arte da Narrativa Bíblica. São Paulo: Companhia das Letras, 2007.
ALVES, Rubem. Dogmatismo e Tolerância. São Paulo: Edições Loyola, 2004.
ALVES, Rubem. Por uma teologia da libertação. São Paulo: Editora Recriar, 2019.
ALVES, Rubem. Protestantismo e repressão. São Paulo: Ática, 1979.
BAR-EFRAT, Shimon. Narrative Art in the Bible. New York: T&T Clark, 2008.
BARTH, Karl. Introdução à Teologia Evangélica. São Leopoldo: Sinodal, 1996.
BASTIDE, Roger. O sagrado selvagem e outros ensaios. 1. ed. São Paulo: Companhia Das Letras, 2006.
BERGER, Peter L.. O imperativo herético. Possibilidades contemporâneas da afirmação religiosa. Petrópolis: Vozes, 2017.
BERLIN, Adele. Poetics and Interpretation of Biblical Narrative. Winona Lake: Eisenbrauns, 2005.
BONHOEFFER, Dietrich. Reflexões sobre a Bíblia a resposta às nossas perguntas. São Paulo: Edições Loyola, 2008.
BUBER, Martin. The Prophetic Faith. New York: Harper & Row, 1960.
CHILDS, Brevard S.. Biblical Theology of the Old and New Testaments: theological reflection on the Christian Bible. Minneapolis: Fortress Press, 1993.
__________. Old Testament Theology in a Canonical Context. Philadelphia: Fortress Press, 1989.
COMBLIN, José. A Força da Palavra. Petrópolis: Vozes, 1986.
COX, Harvey. O futuro da fé. São Paulo: Paulus, 2015.
DURKHEIM, Émile. As Formas Elementares da Vida Religiosa. São Paulo: Martins Fontes, 1996.
FOKKELMAN, Jan P.. Reading Biblical Narrative: an introductory guide. Louisville: Westminster John Knox Press, 1999.
GARCIA LÓPEZ, Félix. Pentateuco: introducción a la lectura de los cinco primeros libros de la Biblia. Estella (Navarra): Editorial Verbo Divino, 2016.
RAHNER, Karl. O cristão do futuro. São Paulo: Fonte Editorial.
HASEL, Gerhard. Teologia do Antigo e Novo Testamento: questões básicas no debate atual. São Paulo: Academia Cristã, 2012.
HESCHEL, Abraham J.. Deus em busca do homem. São Paulo: Edições Paulinas, 1975.
MARGUERAT, Daniel; BOURQUIN, Yvan. Pour Lire les Récits Bibliques. 4 ed.Paris: Les Éditions du Cerf, 2009. (Para Ler as Narrativas Bíblicas: iniciação à análise narrativa. São Paulo: Edições Loyola, 2009. Traduzido da 1ª ed. de 1998).
MCGRATH, Alister. A Revolução Protestante – Uma provocante história do protestantismo contada desde o século 16 até os dias de hoje. Brasília: Editora Palavra, 2012.
__________. A vida de João Calvino. São Paulo: Cultura Cristã, 2004.
__________. Teologia sistemática, histórica e filosófica – uma introdução à teologia cristã. São Paulo: Shedd Publicações, 2010.
MENDONÇA, Antônio G.. A experiência religiosa e a institucionalização da religião. In: Revista de estudos avançados. p. 29-46, 2004.
__________. De novo o sagrado selvagem: variações. In: Estudos de Religião, Ano XXI, p. 22-33, 2007.
__________. O celeste porvir – a inserção do protestantismo no Brasil. São Paulo: ASTE, 1995.
NIETZSCHE, Friedrich. O anticristo. Porto Alegre: L&PM, 2011.
OSBORNE, Grant R.. A Espiral Hermenêutica: uma nova abordagem à interpretação bíblica. São Paulo: Vida Nova, 2009.
OTTO, Rudolf. O sagrado. 2. ed. São Leopoldo: Sinodal, 2011.
PADILLA, René C.. Missão Integral - Ensaios sobre o Reino e a Igreja. São Paulo: Temática Publicações, 1992.
PONTIFÍCIA COMISSÃO BÍBLICA. O Povo Judeu e as suas Sagradas Escrituras na Bíblia Cristã. São Paulo: Paulinas, 2012.
RIBEIRO, Claudio de O.. Pluralismo e libertação. Edição Kindle: Paulinas, 2015.
RICOEUR, Paul. A Hermenêutica Bíblica. São Paulo: Edições Loyola, 2006.
RÖMER, Thomas; MACCHI, Jean-Daniel; NIHAN, Christophe. Introduction à L’Ancien Testament. Genève: Editions Labor et Fides, 2009. (Antigo Testamento: história, escritura e teologia. São Paulo: Edições Loyola, 2010. Traduzido da 1ª ed. de 2004).
SCHLEIERMACHER, Friedrich. Sobre a religião. São Paulo: Novo Século, 2000.
SCHMID, Konrad. Literaturgeschichte des Alten Testaments: eine einführung. Darmstadt: Wissenschaftliche Buchgesellschaft, 2014.
SKA, Jean-Louis. A Palavra de Deus nas Narrativas dos Homens. São Paulo: Edições Loyola, 2005.
__________. Antigo Testamento 1: introdução. Petrópolis: Vozes, 2018.
__________. Antigo Testamento 2: temas e leituras. Petrópolis: Vozes, 2018.
__________. Our Father Have Told Us: introduction to the analysis of Hebrew Narratives. Roma: Editrice Pontificio Istituto Biblico, 2000.
SMITH, James K.. Desejando o reino: culto, cosmovisão e formação cultural. São Paulo: Vida Nova, 2018.
TILLICH, Paul. História do Pensamento Cristão. São Paulo: ASTE, 2015.
__________. Perspectivas da Teologia Protestante nos Séculos XIX e XX. São Paulo: ASTE, 2010.
WEBER, Max. A ética protestante e o espírito do capitalismo. São Paulo: Martin Claret, 2013.

Ficou com dúvida? Entre em contato com o coordenador através do e-mail andre.aneas@gmail.com lucas@teologica.net

6) Jung e a Filosofia da Religião 


Coordenação: Lilian Wurzba e Maria Cristina Mariante Guarnieri

Lilian Wurzba, psicóloga, Mestre e Doutora em Ciências da Religião (PUC-SP), docente do IJEP (Instituto Junguiano de Ensino e Pesquisa), nos cursos de Especialização Lato-sensu em Psicologia Junguiana, Psicossomática e Arteterapia e Expressões Criativas, pesquisadora do Laboratório de Política, Comportamento e Mídia (LABÔ-PUCSP), autora do livro Natureza Irreal ou Fantástica Realidade: reflexões sobre a melancolia religiosa e suas expressões simbólicas na obra de Hieronymus Bosch (Eleva Cultural).

Maria Cristina Mariante Guarnieri, psicóloga, Mestre e Doutora em Ciências da Religião (PUC-SP), docente do IJEP (Instituto Junguiano de Ensino e Pesquisa), nos cursos de Especialização Lato-sensu em Psicologia Junguiana, Psicossomática e Arteterapia e Expressões Criativas, pesquisadora e coordenadora do grupo de Judaísmo Contemporâneo do Laboratório de Política, Comportamento e Mídia (LABÔ-PUCSP), autora dos livros Do fim ao começo: falando de morte e luto para adolescente (Editora Paulinas) e Angústia e Conhecimento: uma reflexão a partir dos pensadores religiosos (Editora Reflexão).

Ementa:

Ainda que o psiquiatra e psicólogo suíço Carl Gustav Jung seja considerado persona non grata na academia, como fora outrora, não é possível isolá-lo das correntes de pensamento do século 20, principalmente no que concerne a uma perspectiva religiosa na vida humana. Sua psicologia não se restringe ao campo da psicopatologia, pois as questões que o nortearam estavam muito além do campo exclusivamente médico e diante das quais a “ciência médica é de todo insatisfatória”: o propósito da vida humana, o significado espiritual da vida, a realidade da alma, o problema do mal, a relação do humano com o numinoso, questões, aliás, com as quais se ocupa a filosofia da religião. A partir de sua experiência clínica, Jung percebeu que “a causa de inúmeras neuroses está principalmente no fato de as necessidades religiosas da alma humana não serem mais levadas a sério, devido à paixão infantil do entendimento racional” (Objetivos da psicoterapia, 1929). Apoiado em pensadores como Kant, Schopenhauer, Edward Von Hartman, Carl Gustav Carus, Meister Eckhart, entre outros, e tomando como seu dever a máxima de Terêncio (190-159 a.C) – “nada que é humano é alheio a mim” –, Jung incursionou por todos os campos das questões humanas, pois lhe interessava compreender a situação espiritual do homem moderno e o que ele denominava de “neurose geral de nosso tempo”: um sentimento de inutilidade acompanhado, muitas vezes, de um sentimento de vazio religioso. Neste sentido, o objetivo do grupo é trazer à discussão a contribuição de Jung para a compreensão da realidade contemporânea, elucidando as convergências entre seu pensamento e as reflexões desenvolvidas pela filosofia da religião, além de aprofundar a pesquisa e os estudos da própria psicologia analítica

Bibliografia:

JUNG, Carl Gustav. Os arquétipos e o inconsciente coletivo. V. IX/1 Obras Completas

___________ Civilização em transição. V. X Obras Completas

___________ Psicologia e Religião. V. XI Obras Completas

___________ Conferências de Tavistock in: Vida Simbólica. V. XVIII/1

Datas dos Encontros:

Sextas-feiras, das 14h às 16h, dentro do seguinte calendário:

31/jul; 21 e 28/ago; 18 e 25/set; 23 e 30/out; 13/nov


Ficou com dúvida? Entre em contato com o coordenador através do e-mail laliwi@uol.com.br crisguarnieri@uol.com.br

7) Estudos sobre morte e pós morte 

Coordenação: Andréa Kogan e Maria Cristina Mariante Guarnieri

Andréa Kogan: é formada em Letras (Português/Inglês) e é Doutora em Ciência da Religião pela PUC de São Paulo. Sua tese de doutorado foi transformada no livro “Espiritismo Judaico” (Editora Labrador). Desde então vem desenvolvendo pesquisas acadêmicas em relação à morte e ao pós-morte (representações destes momentos e o que é chamado de “sobrenatural”). Coordenou e desenvolveu pesquisas sobre judaísmo contemporâneo nos últimos 7 anos e, além de professora, tradutora e revisora, é assistente acadêmica do Labô.

Maria Cristina Mariante Guarnieri, psicóloga, Mestre e Doutora em Ciências da Religião (PUC-SP), docente do IJEP (Instituto Junguiano de Ensino e Pesquisa), nos cursos de Especialização Lato-sensu em Psicologia Junguiana, Psicossomática e Arteterapia e Expressões Criativas, pesquisadora e também foi coordenadora do grupo de Judaísmo Contemporâneo do LABÔ. Autora dos livros “Do fim ao começo: falando de morte e luto para adolescente” (Editora Paulinas) e “Angústia e Conhecimento: uma reflexão a partir dos pensadores religiosos” (Editora Reflexão).

EMENTA/JUSTIFICATIVA:

A experiência real da morte é individual e solitária. O ser humano é o único que pode antever a morte e filosofar sobre ela. É o único que tem consciência da morte e por isso a teme, dado que a experimenta como uma aniquilação do eu, dos nossos desejos, de nossa afirmação, de quem somos e o que queremos, do que fizemos, de quem amamos, de tudo aquilo que acreditamos que nos pertence e, portanto, constrói e legitima a nossa existência.

O ser humano percebe a si mesmo subjetivamente; seu próprio corpo, o mundo objetivo será descoberto por este eu subjetivo. Ele vive a temporalidade e sabe de sua presença finita no tempo e, ao mesmo tempo, também reconhece a sucessão das gerações e a indicação da infinitude. A morte como a expressão maior da temporalidade da vida, que é captada pela consciência humana através da fisiologia do próprio corpo humano, causa uma ruptura em nossa atitude natural, pois supostamente nossa vida cotidiana nega a questão da morte. Percebendo as transformações que ocorrem no próprio corpo, os obstáculos e também as perdas que enfrenta, o ser humano observa a temporalidade da existência. Esta temporalidade é percebida por meio da existência do outro, que ao morrer legitima a realidade da morte. O “estar presente” nestas situações (doenças, mortes, rituais do pós-morte) traz concretude a um pensamento que talvez “não é bom nem pensar”. A consciência da mortalidade é o que revela a verdade da vida. Não por acaso vivemos um momento no qual a morte é algo que desperta ou uma curiosidade mórbida – geralmente quando esta se dá no outro – ou experimentamos uma total negação dessa realidade.

Todo mortal vive a angústia da morte. Por mais que tenhamos certeza dela, ou mesmo que possamos construir elaborações sobre o além-morte que facilitam nosso enfrentamento do que com certeza nos cabe como destino, a realidade continua sendo o nosso diálogo é com o desconhecido. Nossa razão tenta entender o que não possui representação na linguagem, nossa razão tenta escolher quais das representações do pós-morte melhor nos convêm – de acordo com religião, filosofia, experiências, etc.>

Ressaltamos que nosso objetivo neste grupo é a pesquisa teórica e não trabalho terapêutico de assistência aos enlutados.

Objetivos:

Apresentações e discussões sobre os livros mencionados na bibliografia;

Produção de pequenos textos para o blog Offlattes.com;

Produção de artigos para a Revista Laboratório;

Comunicações orais nos seminários do Labô.

Bibliografia:

Obs: os títulos sublinhados são os escolhidos para os primeiros encontros.

ARIÈS, Philippe. O Homem Diante da Morte. São Paulo: Editora Unesp, 2014.

BAYARD, Jean-Pierre. Sentido oculto dos ritos mortuários: morrer é morrer? São Paulo: Paulus, 1996.

BECKER, Carl B. Paranormal Experience and Survival of Death. New York: State University Press, 1993.

BECKER, Ernest. A Negação da Morte. Rio de Janeiro: Record, 1973.

BOWKER, John. Os sentidos da morte. São Paulo: Paulus, 1995.

CORDEIRO, José Luis, WOOD, David. A morte da morte: a possibilidade científica da imortalidade. São Paulo: LVM Editora, 2019.

DANTICAT, Edwidge. The art of Death – writing the final story. Minneapolis: Graywolf Press, 2017.

GAWANDE, Atul. Mortais: nós, a medicina e o que realmente importa no final. Rio de Janeiro: Objetiva, 2015.

GRAY, John. A busca pela imortalidade – A obsessão humana em ludibriar a morte. Rio de Janeiro: Record, 2014.

GUARNIERI, Maria Cristina M. Morte no corpo, vida no espírito: o processo de luto na prática espírita da psicografia. Dissertação de mestrado. Disponível em: https://tede2.pucsp.br/handle/handle/1892?mode=full

HESCHEL, Abraham Joshua. A morte como uma volta ao lar. In: O Último dos Profetas. São Paulo: Manole, 2002.

JOHNSON, Christopher Jay, McGEE, Marsha. How Different Religions View Death and Afterlife. 2.ed. Philadelphia: The Charles Press, 1988.

KESSLER, David. Finding Meaning: the sixth stage of grief. New York: Scribner, 2019.

KIERKEGAARD, Soren. A obra de amor que consiste em recordar uma pessoa amada já falecida. In: As Obras do Amor. São Paulo: Vozes, 2013.

KJAER-HANSEN, Kai. The Death of Messiah. Baltimore: Lederer Publications, 1994.

KÜBLER-ROSS, Elisabeth. A Roda da Vida. Rio de Janeiro: Sextante, 2017.

KÜBLER-ROSS, Elisabeth. Sobre a Morte e o Morrer. São Paulo: WMF Martins Fontes, 2017.

LAMM, Maurice. The Jewish Way in Death and Mourning. New York: Jonathan David Publishers, 2000.

MACEDO, João Carlos G. Martins. Educar para a Morte: uma abordagem a partir de Elisabeth Kübler-Ross. Coimbra: Grupo Almedina, 2011.

MANNIX, Kathryn. Precisamos falar sobre a morte – histórias e reflexões sobre a arte de viver e morrer. Rio de Janeiro: Sextante, 2019.

NULAND, Sherwin. How we die – reflections on life’s final chapter. New York: Alfred A. Knopf, 1994.

RIEMER, Jack (ed.). Jewish Reflections on Death. New York: Schocken Books, 1974.

Ariès, Philippe. O homem diante da morte. São Paulo: Unesp, 2014;

Becker, Ernest. A negação da morte. 11. ed. Rio de Janeiro: Record, 2019;

Corbett, Lionel. The soul in anguish. Asheville: Chiron Publications, 2015.

Bibliografia Complementar

Gawande, Atul. Mortais : nós, a medicina e o que realmente importa no final. Rio de Janeiro: Objetiva, 2015.

Hennezel, Marie de, Leloup Jean-Yves. A arte de morrer: tradições religiosas e espiritualidade humanista diante da morte na atualidade. 8.ed. Petrópolis: Vozes, 2005.

Datas dos Encontros:

31/jul; 21 e 28/ago; 18 e 25/set; 23 e 30/out; 13/nov

Sextas-feiras, das 16h às 18h - Datas indisponíveis

Ficou com dúvida? Entre em contato com o coordenador através do e-mail crisguarnieri@uol.com.br andrea.kogan@bkidiomas.com.br

8) $aúde 4.0 

Coordenação: Sharmila Sousa
É biomédica, especialista em Medicina Farmacêutica, mestre em Medicina (Endocrinologia, Genética do Câncer), doutora em Medicina (Endocrinologia, Medicina Translacional e Bioética) pela Escola Paulista de Medicina da Universidade Federal de São Paulo, mestre em Medicina, Ciência e Sociedade pelo King's College London, pesquisadora associada à Escola Fiocruz de Governo da Fiocruz/Brasília, embaixadora no Brasil da Research Impact Academy e participou de bate-papos sobre divulgação científica no Pint of Science de Brasília em 2018 e 2019. Trabalhou no projeto Rising Powers II do Departamento de Política Econômica do King’s College London (2013/14), e na Rede ePORTUGUESe da Organização Mundial da Saúde (Genebra, 2014). Hoje, traduz conhecimentos para aprimorar os processos de participação social na gestão da incorporação de tecnologias ao SUS, e apoia a tomada de decisão e formulação de políticas informadas por evidência para o Ministério da Saúde do Brasil.


Justificativa da pesquisa:

Dentro da linha de pesquisa sobre ‘Biotecnologias, Mídia e Comportamento’, o grupo $aúde4.0 tem por objetivo discutir conteúdos sobre as rupturas causadas pela mídia, tecnologias e comportamentos devido à sociedade das redes sociais e pelos avanços em biotecnologia e da ciência (medicina de precisão, big data e inteligência artificial) para identificar questões candentes e de interesse dos participantes do grupo de pesquisa, como representantes da sociedade brasileira para a produção de textos/conteúdos criativos e/ou proposição de projetos e/ou pautas para produção de white papers – como documentos de informação ou guia sobre assuntos que considerarmos chave, evidenciando estratégias sobre como abordá-los para educar parlamentares, tomadores de decisões em níveis municipal, estadual e federal, além de cidadãos e instituições de saúde públicas e privadas sobre qual caminho queremos traçar para a resolução de questões complexas em Saúde. Como think tank, buscamos aproximar pensamentos teórico-filosóficos, com uma breve introdução a alguns conceitos da literatura dos estudos sociais de ciência e tecnologia, das vozes de cidadãos qua usuários, pesquisadores, gestores e tomadores de decisões dos setores público e privado para a co-produção (Jasanoff, 2004) de narrativas brasileiras sobre a $aúde4.0, hoje, democratizando o debate para chegarmos à Saúde que queremos para o amanhã!


Organização:

Cada encontro contará com uma entrada no Lab Journal/Caderno de Campo no off-lattes com um conjunto de fontes no formato de vídeos (reportagens da mídia formal, filmes, documentários, vídeos de especialistas e/ou think tanks), textos acadêmicos (livros, artigos indexados), documentos para fins de formulação de políticas e tomada de decisão informada por evidências (relatórios e sínteses para políticas, white papers), e conteúdos diversos (intervenções artísticas, exposições, manifestações socioculturais) com exemplos ilustrativos sobre os seguintes temas.


Ementa:

Acesse a ementa completa.


Datas dos Encontros:

O grupo começará suas atividades em março de 2020.
Reuniões – quintas-feiras, das 14h às 16h.
Datas: 05 e 26/03/2020, 16/04/2020, 07 e 28/05/2020, 18/06/2020.


• Encontro #1 [05/03/2020] – Coletivos Biomédicos
Verdades custosas, mentiras baratas
Consumo de tecnologias e informações em saúde: queremos chegar à ciência de cidadania ou continuar com os coletivos biomédicos?

• Encontro #2 [26/03/2020] – Ciência de Cidadania
Citizen $cience: DIY (Social Technology) Revolution
Do biocidadão ao biohacker: como saímos do quadro negro com giz branco, passando pelo quadro branco com canetas coloridas, até chegarmos ao PowerPoint?

• Encontro #3 [16/04/2020] – Ferramentas Disruptoras em Biotecnologia
To CRISPR/Cas or HGP-Write? Slow-Medicine!
Zeitgeist?

• Encontro #4 [07/05/2020] – Saúde Digital
$aúde 4.0: Big Data Analytics + Genômica + Cultura + [auto]Regulação?
« bien informés, les hommes sont citoyens ; mal informés ils deviennent des sujets » (Alfred Sauvy)

• Encontro #5 [28/05/2020] – DNA & Fa$hion & You
O que é luxo em saúde para você hoje?
lux·u·ry | \ ˈlək-sh(ə-)rē | significa ‘bem-estar’ ou itens de luxo (tradicionalmente) sobre desejo, abundância, indulgência, prazer, satisfação e conforto?

• Encontro #6 [18/06/2020] – $aúde4.0
Da $aúde4.0 hoje para o amanhã: onde queremos chegar no Brasil?
Oficina

Ficou com dúvida? Entre em contato com o coordenador através do e-mail sharmila.sousa@gmail.com

9) Comportamento Político 

Coordenação: Fernando Amed
Historiador pela FFLCH da USP, professor da Faculdade de Comunicação da Faap e do curso de Artes Visuais da Belas Artes de São Paulo, autor de livros e artigos acadêmicos. Pesquisador do Labô, Laboratório de Política, Comportamento e Mídia da PUC-SP.

Justificativa da pesquisa:

A pesquisa em Comportamento Político tem se desenvolvido nos Laboratórios das principais universidades do mundo (Princeton, Oxford, MIT, etc.) e é fácil perceber o porquê: a participação intensa nas mídias sociais criou um novo tipo de animal político. A partir do estudo e da análise do que se fala nas redes sociais, fica cada vez mais claro que o afeto vai tomando o lugar da ideologia. Resta dizer que hoje nos remetemos a este cenário como sendo de polarização afetiva e não ideológica. Assim, as definições mais clássicas de participação ou engajamento político vão sendo preteridas por ações e atitudes que são tomadas levando em consideração outros marcadores, tais como raça e gênero, além do ressentimento, da inveja ou do ódio. As análises do Comportamento Político pretendem nos habilitar a mensurar e melhor compreender o que pode estar por detrás das escolhas nas eleições bem como melhor entender o cenário de polarização que aparentemente veio para ficar.

A pesquisa neste campo de estudos tem se pautado pela empiria, assim, não se trata de produzir dados que deem suporte para um espectro político ou outro, mas de propor questões que venham a elucidar, a matizar e nuançar, posições que se configuram em políticas mas que originalmente podem ser regidas por outros impulsos.

Objetivos:

O Grupo de Pesquisa em Comportamento Político pretende se deter na análise, no estudo e na discussão das mais recentes pesquisas realizadas neste campo. A partir deste exame, a proposta é que o Grupo possa remeter estes modelos de pesquisa para o cenário político brasileiro, uma das mais intensas e robustas democracias do mundo.

Além da sistemática de discussão com encontros quinzenais, o Grupo de Pesquisa em Comportamento Político pretende apresentar marcadores de produção que possam vir a balizar as reflexões contemporâneas sobre a democracia no Brasil, levando em consideração aspectos que se remetam às motivações nas escolhas políticas, aos indicadores heterodoxos de preferência política (raça, gênero, afetos como ódio, ressentimento ou inveja), percepção de injustiça, costumes e religião.

Faz parte então desta proposta a produção – de papers, posts, artigos, promoção de debates, palestras, inserções em vídeo, etc. visando o provimento de dados interpretados que sinalizam a compreensão do Comportamento Político do Brasil contemporâneo.

A produção do Grupo de Pesquisa em Comportamento Político almeja oferecer balizas concretas – interpretação de dados, pesquisa empírica, identificação de novas práticas e comportamentos remetidos à política - para a reflexão política que se faz no Brasil e neste sentido está plenamente em sintonia com a proposta do Labô, o Laboratório de Política, Comportamento e Mídia da PUC de São Paulo.

O cronograma dos encontros bem como a sistemática da produção serão dispostos e apresentados nos primeiros encontros do Grupo de Pesquisa. O mesmo ocorrerá em relação às leituras que serão realizadas num primeiro momento. Da mesma forma, iremos apresentar modelos e referências para a pesquisa de dados, bem como para a elaboração de textos que devem ser ágeis, de leitura fácil, porém com profundidade.

O primeiro texto para ser lido será: Todo mundo mente de Seth Stephens-Davidowitz.

Bibliografia:

ACHEN, Christopher H. and BARTELS, Larry. Democracy for Realists: why elections do not produce responsive government. Princeton University Press: Princeton & Oxford, 2017.

ALTER, Adam. Irresistível: por que você é viciado em tecnologia e como lidar com ela. São Paulo: Objetiva, 2008.

BRENNAN, Jason. Against Democracy. Princeton University Press: Princeton & Oxford, 2017.

DALTON, Russell J. and KLINGEMANN, Hans-Dieter. The Oxford Handbook of Political Behavior. Oxford: Oxford University Press, 2009.

McClendon, Gwyneth H. Envy in Politics. New Jersey: Princeton University Press, 2018;

STEPHENS-DAVIDOWITZ, Seth. Todo mundo mente: o que a internet e os dados dizem sobre quem realmente somos. São Paulo: Alta Books Editora, 2018.

BRENNAN, Jason. Against Democracy. Princeton University Press: Princeton & Oxford, 2017.

Datas dos Encontros:

Segundas-feiras, das 14h30 às 16h30

Encontros:
Agosto: 3, 17 e 31.
Setembro: 14 e 28.
Outubri: 12 e 26.
Novembro: 9 e 23.
Dezembro: 7 e 21.

Ficou com dúvida? Entre em contato com o coordenador através do e-mail joseah@terra.com.br

10) Cultura Política no Brasil 

Coordenação: Bruno Garschagen
Doutorando e mestre em Ciência Política pelo Instituto de Estudos Políticos da Universidade Católica Portuguesa (IEP-UCP) e Universidade de Oxford (visiting student), pesquisador do Centro de Investigação do IEP (CIEP), autor dos livros best-sellers Pare de Acreditar no Governo - Por que os Brasileiros não Confiam nos Políticos e Amam o Estado (Editora Record, 2015) e Direitos Máximos, Deveres Mínimos – O Festival de Privilégios que Assola o Brasil (Editora Record, 2018).

Ementa:

O grupo de estudos pretende investigar a Cultura Política no Brasil de hoje com base na nossa experiência histórica. Para que haja uma compreensão adequada do fenômeno político contemporâneo, usaremos como parâmetro a cultura política do século XIX com base na atuação de saquaremas e (conservadores) e luzias (liberais).

A partir da cultura política comparada, pretendemos contextualizar, descrever e analisar no Brasil de hoje o exercício da política formal/endógena (políticos, partidos, instituições) e não-formal/exógena (intelectuais públicos, acadêmicos, escritores, jornalistas, organizações sociais). Dessa forma, poderemos desenvolver uma perspectiva mais adequada sobre o que está acontecendo no nosso país.

Objetivos:

Produzir artigos, ensaios, livros.

Realizar/participar de palestras e seminários do Labô.

Produzir material para o blog, podcast e revista acadêmica do Labô.

Bibliografia (recomendada):

19 de fevereiro (século XIX)

LYNCH, Christian Edward Cyril. Cultura política brasileira. Revista da Faculdade de Direito da UFRGS, Porto Alegre, n. 36, p. 4-19, ago. 2017. Disponível em: https://www.academia.edu/34570054/Cultura_Pol%C3%ADtica_Brasileira

18 de março (século XIX)

CARVALHO, José Murilo de. A construção da ordem: a elite política imperial. Teatro das Sombras: a política imperial. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2011. (Capítulos 1 a 5)

15 de abril (século XX)

TORRES, João Camilo de Oliveira. A democracia coroada: teoria política do Império do Brasil. Brasília: Edições Câmara, 2019. (Capítulos III e IV)
____________________________. Interpretação da Realidade Brasileira. Brasília: Edições Câmara, 2019. (“Parte 1 - Capítulo I – De ciência e poder absoluto”)

13 de maio (século XIX)

LYNCH, Christian Edward Cyril. Saquaremas e luzias: a sociologia do desgosto no Brasil. Insight Inteligência, out.-dez. 2011. Disponível em: https://www.academia.edu/10344754/Saquaremas_e_luzias_a_sociologia_do_desgosto_com_o_Brasil

3 de junho (século XIX)
LYNCH, Christian Edward Cyril. O conservadorismo caleidoscópico: Edmund Burke e o pensamento político do Brasil oitocentista. Disponível em: https://www.academia.edu/33252442/CONSERVADORISMO_CALEIDOSCÓPICO_EDMUND_BURKE_E_O_PENSAMENTO_POLÍTICO_DO_BRASIL_OITOCENTISTA

24 de junho (século XX)
LYNCH, Christian Edward Cyril. Da monarquia à oligarquia. São Paulo: Alameda, 2014. (Capítulos 4, 5 da Parte I e capítulo 3 da Parte II)

12 de agosto (século XX)
SCHWARTZMAN, Simon. As bases do autoritarismo brasileiro. Rio de Janeiro: Campus, 1982. Disponível em: https://www.academia.edu/29918299/BASES_DO_AUTORITARISMO_BRASILEIRO_4a_Edição. (Capítulos 5 e 6)

16 de setembro (século XX)

PAIM, Antonio. A querela do estatismo. Edição revista e ampliada. Salvador: Centro de Documentação do Pensamento Brasileiro (CDPB), 1999a. Disponível em: http://www.institutodehumanidades.com.br/arquivos/quereela%20do%20estatismo.pdf. (Capítulo V)

SOUSA, José Pedro Galvão de. O Estado tecnocrático. São Luís: Livraria Resistência Cultural Editora, 2018. (Capítulo IV: A tecnocracia no Brasil)

14 de outubro (século XX)

GARSCHAGEN, Bruno. Pare de Acreditar no Governo - Por que os Brasileiros não Confiam nos Políticos e Amam o Estado. Rio de Janeiro: Record, 2015. (Capítulos 6 e 7)

11 de novembro (século XXI)

GARSCHAGEN, Bruno. Pare de Acreditar no Governo - Por que os Brasileiros não Confiam nos Políticos e Amam o Estado. Rio de Janeiro: Record, 2015. (Capítulo 8)

___________________. Direitos máximos, deveres mínimos – O festival de privilégios que assola o Brasil. Rio de Janeiro: Record, 2018. (Parte 4)

2 de dezembro (século XXI)

BRAGANÇA, Luiz Philippe de Orleans. Por que o Brasil é um país atrasado? 2ª ed. revista e ampliada. São Paulo: Maquinaria Studio, 2019. (Capítulo 13 e Conclusão)

16 de dezembro (século XXI)

OAKESHOTT, Michael. A política da fé e a política do ceticismo. São Paulo: É Realizações, 2018. (Capítulo 5)

Datas dos Encontros:

Quartas-feiras, das 15h às 17h, dentro do seguinte calendário: 19/02; 18/03; 1504; 13/05; e, 3 e 24/06

Ficou com dúvida? Entre em contato com o coordenador através do e-mail bgarschagen@gmail.com

11) Cultura do Consumo, Sociedade e Tendências 

Coordenação: Rogério Tineu
Doutor em Ciências Sociais PUC-SP (2019), mestre em Ciências da Comunicação Universidade de São Paulo-ECA (2002), especialista em Docência no Ensino Superior Universidade Cidade de S. Paulo (2007), especialista em Economia do Turismo ECA/FIPE-USP (1998), bacharel em Ciências Econômicas Fundação Santo André (1992) e licenciado em Ciências Sociais Faculdade de Educação Paulistana (2020). Professor da Faculdade Paulus de Tecnologia e Comunicação – FAPCOM. Coordenador do grupo de pesquisa Cultura do Consumo, Sociedade e Tendências no Laboratório de Política, Comportamento e Mídia da Fundação São Paulo/PUC-SP - LABÔ. Orientou, como professor bolsista CAPES, os trabalhos de conclusão do curso de pós-graduação lato-sensu em Políticas Públicas da Unifesp. Lecionou na Universidade Cidade de S. Paulo - UNICID, nos cursos de graduação e pós-graduação em comunicação, design e relações internacionais do Centro Universitário Belas Artes de São Paulo e na pós-graduação do SENAC-SP. Experiência em análises e estudos socioeconômicos, consumo, desigualdade e desenvolvimento socioambiental, construção e análises de cenários e empreendedorismo. Atua há mais de 20 anos como docente no ensino superior, com mais de 30 anos de experiência profissional em diversas empresas e em projetos de desenvolvimento, viabilidade socioeconômica, estudos de mercado e planejamento de marketing.

Ementa:

O grupo de pesquisa em CULTURA DO CONSUMO, SOCIEDADE E TENDÊNCIAS visa realizar pesquisas, cursos, análises e discussões a cerca da vida para o consumo no mudo contemporâneo e suas perspectivas de cenários futuros. A cultura do consumo é o ponto central e está inserido no sistema inovação-produção-consumo-desperdício. A partir dos estudos sobre consumo, tendências e cenários as empresas estabelecem suas estratégias de negócios e de marketing. Assim, o grupo de pesquisa divide-se em dois eixos temáticos: a)Cultura e comportamento de consumo, estilo de vida e estratégias de marketing sob uma perspectiva multidisciplinar, que leve em consideração a diversidade dos grupos sociais e suas regionalidades; b)Discussão, pesquisa, elaboração e análise de cenários e identificação de tendências do mercado.

Reuniões: quartas-feiras, das 14h às 16h.

Datas das reuniões: 19/08 – 09/09 – 23/09 – 07/10 – 28/10 – 11/11 – 25/1

Compromissos do Grupo de Pesquisa:

· Produção de textos para o Off Lattes;

· Apresentação nos seminários LABÔ (2020);

· Podcast e aulas abertas.

· Oferecimento de cursos.

 

Bibliografia:

BAUDRILLARD, Jean. A sociedade de consumo. Rio de Janeiro: Elfos, 1995.

______ Simulacros e simulações. Lisboa: Relógio d’Água, 1991.

BAUMAN, Zygmunt. Vida para o consumo: a transformação das pessoas em mercadoria. Rio de Janeiro: Zahar, 2008.

BLACKWELL, R. D.; MINIARD, P. W.; ENGEL, J. F. Comportamento do consumidor. São Paulo: Pioneira Thomson Learning, 2005.

BOURDIEU, Pierre. (2015). A distinção: crítica social do julgamento. 2ª ed. Porto Alegre: Zouk.

______A economia das trocas simbólicas. 8ª ed. São Paulo: Perspectiva, 2015.

______A produção da crenã: contribuição para uma economia dos bens simbólicos. São Paulo: Zouk, 2002.

______(1987). What makes a social class? On the theoretical and practical existence of groups. Berkeley Journal 01Sociology, n. 32, p. 1-49.

CATANI, Afrânio Mendes [et al.] (Orgs.). Vocabulário Bourdieu. 1ª ed. Belo Horizonte: Autêntica, 2017.

CECHIN, Andrei. A natureza como limite da economia: a contribuição de Nicholas Georgescu-Roegen. São Paulo: Senac, 2010.

LIPOVETSKY, Gilles; SERROY, Jean. A estetização do mundo: viver na era do capitalismo artista. São Paulo: Companhia das Letras, 2015.

LIPOVETSKY, Gilles. O império do efêmero: a moda e seu destino nas sociedades modernas. São Paulo: Companhia das Letras, 1989.

MCCRACKEN, Grant. Cultura & Consumo: novas abordagens ao caráter simbólico dos bens e das atividades de consumo. Rio de Janeiro: MAUAD, 2003.

PEIRANO, Mariza. Rituais ontem e hoje. Rio de Janeiro: Zahar, 2003.

SLATER, Don. Cultura do consumo & modernidade. São Paulo: Nobel, 2001.

TRINDADE, Eneus; PEREZ, Clotilde. Os rituais de consumo como dispositivos midiáticos para a construção de vínculos entre marcas e consumidores. Disponível em: http://revistaalceu-acervo.com.puc-rio.br/media/artigo%2010%20alceu%202… Acessado em: 04/11/2019.

Ficou com dúvida? Entre em contato com o coordenador através do e-mail tineu@bol.com.br

12) O vazio existencial na contemporaneidade e as possibilidades de realizar sentido 

Coordenação: Francisco Carlos Gomes dos Santos
Psicólogo Clínico e Logoterapeuta. Mestre em Psicologia Social pela PUC-SP. Fundador e diretor clínico do Núcleo de Logoterapia AgirTrês. Coordenador do grupo de pesquisa "O vazio existencial na contemporaneidade e as possibilidades de realizar sentido” do Laboratório de Política, Comportamento e Mídia da Fundação São Paulo/PUC-SP – LABÔ

Justificativa:

O grupo de pesquisa tem como objetivo analisar a questão do vazio existencial na contemporaneidade, a forma como o comportamento humano tem se modificado a partir da segunda guerra, com o holocausto até os dias atuais. Afinal, existe sentido na vida? O ser humano é capaz de criar novos holocaustos? O medo interfere no amadurecimento humano? Qual o sentido da morte? Do amor? Questões como estas serão abordadas partir da perspectiva da teoria da Logoterapia que identifica a busca de sentido na vida, como a principal força motivadora do ser humano.

Objetivos:

Seminário sobre temas abordados no grupo e publicação de artigo no offlattes - Labô.

Bibliografia:

Barbieri, Alejandro de. Lo que cura es el vínculo. Articulo publicado em Miscelânea Conillas – Revista de Ciências humanas e Sociales Pontificia Universidad Comillas – Madri. 2005

Batagin, Daniele. Uma leitura Frankliana em Nelson Rodrigues. Artigo publicado no Offlattes - Labô.2020.

Castillo, Juan Pablo Díaz del. Acompañando a transpassar la última puerta – Acompañamiento a las personas com enfermidades terminales. Artículo publicado em Saps: Sociedad para el avancede la psicoterapia em el sentido. 2019.

Etchebehere, Pablo. Apuntes sobre la noción de responsabilidade em Viktor Frankl. UCA – Universidade Católica Argentina – Nous: Boletim de Logoterapia y análisis Existencial. 2014.

Frankl, Viktor E. Em busca de Sentido: Um psicólogo no Campo de Concentração. Editora Vozes. Petrópolis. RJ.

_____, Viktor E. Sede de Sentido: Editora Quadrante.

Herrera, Luis Guilhermo Pareja. Viktor Frankl – Comunicación y resistência. Buenos Aires, San Pablo. 2007.

Marx, Roseana Barone. Tese de Doutorado. O vazio existencial na pratica clinica da logoterapia. Universidade de São Paulo – USP. 2004.

Ortiz, Efren Martinez. El diálogo socrático em la psicoterapia centrada em el sentido. Artículo publicado em Saps: Sociedad para el avancede la psicoterapia em el sentido. 2016

Pondé, Danit Zeava Falbel. O conceito do medo em Winnicott. Kindle. 2017

Pintos. Claudio Garcia. Un hombre llhamado Viktor. San Pablo.2007

Santos, Francisco Carlos Gomes. O Sentido da vida em tempos difíceis. Artigo publicado no Offlattes - Labô. 2020

Schmitt, Eric Emmanuel.Oscar e a Senhora Rosa.Editora Nova Fronteira. 2003

Datas dos Encontros:
Sextas-feiras, das 14h às 17h, dentro do seguinte calendário: 07 e 21/08, 11 e 25/09, 16/10 e 13 e 27/11 – 2 Semestre – 2020 – 7 encontros

07/08: 1.0 - Em busca de Sentido: Um psicólogo no campo de concentração.

1.1 - Un hombre llhamado Viktor

21/08: 2.0 - O Sentido da vida em tempos difíceis

2.1 - El diálogo socrático em la psicoterapia centrada em el sentido

11/09: 3.0 - Uma leitura Frankliana em Nelson Rodrigues.

3.1 - Apuntes sobre la noción de responsabilidade em Viktor Frankl

25/09: 4.0 - O conceito do medo em winnicott.

4.1 – Lo que cura es el vínculo

16/10: 5.0 - Oscar e a Senhora Rosa

5.1 - Acompañando a transpassar la última puerta – Acompañamiento a las personas com enfermidades terminales

13/11: 6.0 - Viktor Frankl – Comunicación y resistência

27/11: 7.0 - Sede de Sentido

7.1 - Tese de Doutorado. O vazio existencial na pratica clinica da logoterapia

Ficou com dúvida? Entre em contato com o coordenador através do e-mail franciscocarlosgomesagir3@gmail.com

13) A crise do amadurecimento na contemporaneidade 

Coordenação: Profa. Danit
Psicanalista, mestre e doutora em filosofia da psicanálise e pesquisadora do Labô.

Ementa:
A interpretação Winnicottiana entende os fenômenos da contemporaneidade como sendo da ordem de problemas maturacionais, portanto associados etiologicamente a rupturas, distorções ou congelamento na linha temporal do amadurecimento. Está-se concentrando os estudos no fenômeno da infantilização fazendo uma interlocução entre o quadro de resultados trazidos pela pesquisa longitudinal de Twenge e a perspectiva psicanalítica inovadora de Winnicott. Continuar-se-á no primeiro semestre de 2020 a refletir sobre o impacto de aspectos integradores ou desintegradores do ambiente cuidador como centrais neste processo maturacional.

Bibliografia:

WINNICOTT, D.W. Tudo começa em casa.
TWENGE, J. M.  I.Gen.
Paranoid Parenting : Why ignoring the experts may be best for your child. Frank Furedi
Tudo começa em casa. D. W. Winnicott
A família e o desenvolvimento individual. S. W. Winnicott

Bibliografia Complementar:

WINNICOTT, D.W. Familia e desenvolvimento individual
TWENGE, J.M. Generation me.
TWENGE,J.M. The Narcissism Epidemic.

Data dos encontros:
Datas indisponíveis no momento.

Organização dos Encontros:

Continuamos com a dinâmica de nosso grupo de estudos, com leituras prévias e discussões nas datas pré-agendadas.

Compromissos do GP:
Produção de textos para blog, apresentações nos seminários LABÔ 2020, produção de ensaios para publicação pelo LABÔ.  

Ficou com dúvida? Entre em contato com o coordenador através do e-mail danitponde@hotmail.com

14) Liberdades: Antigas, Modernas, Contemporâneas 

Coordenação: Eduardo Wolf
Doutor em filosofia pela USP, foi pesquisador visitante na Universidade Ca'Foscari (Veneza, Itália), Eduardo Wolf é colaborador da revista Veja e editor da plataforma multimídia "O Estado da Arte" no jornal O Estado de S. Paulo. Editou, entre outros, os volumes Pensar a (Veneza, Itália). É professor e pesquisador do Laboratório de Política, Comportamento e Mídia da PUC-SP e pesquisador do Grupo de Estudos de Filosofia Antiga da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da USP. Foi secretário-adjunto de cultura do município de Porto Alegre (2017) e curador-assistente do Fronteiras do Pensamento (2016 a 2018). É colaborador da revista Veja e editor da plataforma multimídia "O Estado da Arte" no jornal O Estado de S. Paulo. Editou, entre outros, os volumes Pensar a Filosofia e Pensar o Contemporâneo, lançados pela Arquipélago Editorial. Traduziu os ensaios de T. S. Eliot (Notas para uma Definição de Cultura e A Ideia de uma Sociedade Cristã e Outros Ensaios É Realizações) e diversos títulos de filosofia (A Filosofia Antes de Sócrates, de Richard Mckirahan, A invenção da Filosofia, de Néstor-Cordero, entre outros).

Data dos encontros:
quartas-feiras, das 14h às 16h, dentro do seguinte calendário: 19/02; 04 e 18/03; 08 e 29/04; 13 e 27/05; e, 10/06.

Ficou com dúvida? Entre em contato com o coordenador através do e-mail eduwolfp@gmail.com

15) Bolsonarismo, o Novo Fascismo Brasileiro 


Este é o novo projeto de pesquisa do Labô. Em uma investigação multidisciplinar e colaborativa que envolve pesquisadores voluntários de diversas instituições de ensino superior do Brasil, o projeto BNFB pretende unir esforços para compreender o atual estágio da crise da democracia liberal, constitucional e representativa, a ascensão de populismos de extrema direita, a degradação das instituições brasileiras e a ameaça política, social e humanitária representada pelo movimento social e político do bolsonarismo.


Coordenação: Eduardo Wolf
Doutor em filosofia pela USP, foi pesquisador visitante na Universidade Ca'Foscari (Veneza, Itália), Eduardo Wolf é colaborador da revista Veja e editor da plataforma multimídia "O Estado da Arte" no jornal O Estado de S. Paulo. Editou, entre outros, os volumes Pensar a (Veneza, Itália). É professor e pesquisador do Laboratório de Política, Comportamento e Mídia da PUC-SP e pesquisador do Grupo de Estudos de Filosofia Antiga da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da USP. Foi secretário-adjunto de cultura do município de Porto Alegre (2017) e curador-assistente do Fronteiras do Pensamento (2016 a 2018).
É colaborador da revista Veja e editor da plataforma multimídia "O Estado da Arte" no jornal O Estado de S. Paulo. Editou, entre outros, os volumes Pensar a Filosofia e Pensar o Contemporâneo, lançados pela Arquipélago Editorial. Traduziu os ensaios de T. S. Eliot (Notas para uma Definição de Cultura e A Ideia de uma Sociedade Cristã e Outros Ensaios É Realizações) e diversos títulos de filosofia (A Filosofia Antes de Sócrates, de Richard Mckirahan, A invenção da Filosofia, de Néstor-Cordero, entre outros).

Ficou com dúvida? Entre em contato com o coordenador através do e-mail eduwolfp@gmail.com

16) Cidades Transparentes 


Ementa: O objetivo do grupo de pesquisas é estudar o advento das cidades transparentes e seu dilema jurídico-político: como garantir a coexistência entre autonomia cidadã e segurança coletiva na era digital?
Uma das características essenciais da democracia é a visibilidade do governo: o poder deve ser exercido às claras, diante dos olhos dos cidadãos, segundo normas conhecidas e sancionadas. A democracia representativa pressupõe que os representantes eleitos possam ser fiscalizados, escrutinados, criticados, acompanhados em suas ações públicas pelo detentor e destinatário do poder que é o próprio povo. Na direção oposta, nos regimes autocráticos, totalitários e nos governos arbitrários em geral, a regra é a opacidade do poder, a impossibilidade de ver o que há do outro lado, o encobrimento do campo de visão dos cidadãos. O advento da cidade transparente em redes digitais trouxe novos desafios à questão como a manipulação dos consumidores pelas empresas e a manipulação dos cidadãos pelo governo. Quando o Estado democrático tem acesso irrestrito a dados sensíveis, as liberdades democráticas ficam ameaçadas dada a completa assimetria que se estabelece entre o detentor do poder e o cidadão. Assim, a questão dos direitos fundamentais na esfera digital é um dos grandes testes para a manutenção democrática neste início de século pois a estruturação digital da sociedade alterou sutilmente as balizas para a reflexão e ação política.


Coordenação: Prof. Ms. Davi Lago

Calendário resumido:

Agosto: 5 e 12

Setembro: 2 e 9

Outubro: 7 e 21

Novembro: 4 e 11

Reuniões sempre das 14h às 16h.

Cronograma:

5/8: Cidades transparentes e teoria política: a relação entre democracia, opacidade e transparência.

12/8: Cidades transparentes e urbanismo: trajetória da cidade no século 20.

2/9: Cidades transparentes e tecnologia: a construção do panóptico global.

9/9: Cidades transparentes e totalitarismo digital: do cliente transparente ao cidadão controlado.

7/10: Cidades transparentes e economia: Christoph Kucklick e a tese da sociedade granular.

21/10: Cidades transparentes e imaginação: utopias da cidade em Playtime (1967), The Truman Show (1998) e Cidade da penumbra (2008)

4/11: Cidades transparentes e bens invisíveis: significados da vida humana no contemporâneo.

11/11: Treino para apresentações no seminário do Labô.

Bibliografia

ANTONIALLI, Dennys; CRUZ, Francisco Brito. Privacidade e internet: desafios para a democracia brasileira. (Coleção Ensaios Democracia Digital). São Paulo: Fundação FHC/Plataforma Democrática/Centro Edelstein, 2017.

BENTHAM, Jeremy. O panóptico. 2 ed. Belo Horizonte: Autêntica Editora, 2008.

BOBBIO, Norberto. Democracia e segredo. São Paulo: Editora Unesp, 2015.

BUCCI, Eugênio. A forma bruta dos protestos: das manifestações de junho de 2013 à queda de Dilma Rousseff em 2016. São Paulo: Companhia das Letras, 2016.

COLLIER, Paul. O futuro do capitalismo: enfrentando novas inquietações. Porto Alegre: L&PM, 2019.

FLUSSER, Vilém. Forma e material in: FLUSSER, Vilém. O mundo codificado: por uma filosofia do design e da comunicação. São Paulo: Ubu Editora, 2017.

GABRIEL, Markus. Eu não sou meu cérebro: filosofia do espírito para o século XXI. Petrópolis, RJ: Vozes, 2018.

HAN, Byung-Chul. Sociedade da transparência. Petrópolis, RJ: Vozes, 2017.

LAGO, Davi. O panóptico digital. Estado da Arte/O Estado de S. Paulo. Disponível em: https://estadodaarte.estadao.com.br/o-panoptico-digital-por-que-devemos-suspeitar-da-palavra-transparencia/;

LIMA, Venício A de. (org). Liberdade de expressão: as várias faces de um desafio. São Paulo: Paulus, 2013.

LOVELUCK, Benjamin. Redes, liberdades e controle: uma genealogia política da internet. Petrópolis, RJ: Vozes, 2018.

MOROZOV, Evgeny; BRIA, Francesca. A cidade inteligente: tecnologias urbanas e democracia. São Paulo: Ubu Editora, 2019.

PILLE, Lolita. Cidade da penumbra. Rio de Janeiro: Intrínseca, 2010.

PONDÉ, Luiz Felipe. A era do ressentimento. 2 ed. São Paulo: Globo Livros, 2019.

REUNDEULES, César. Sociofobia: mudança política na era da utopia digital. São Paulo: Edições Sesc São Paulo, 2016.

SANTAELLA, Lucia. Por que as comunicações e as artes estão convergindo? São Paulo: Paulus, 2005.

SECCHI, Bernardo. A cidade do século vinte. São Paulo: Perspectiva, 2009.

SCHWAB, Klaus. The Fourth Industrial Revolution. Great Britain: Portfolio Penguin, 2017.

TORRALBA, Francesc. Quanta transparência podemos digerir? – Um olhar honesto sobre si mesmo, os outros e o mundo. Petrópolis, RJ: Vozes, 2018.

WEINERG, Juliana Duarte. A cidade transparente in: NAZARIO, Luiz. A cidade imaginária. São Paulo: Perspectiva, 2005.

Ficou com dúvida? Entre em contato com o coordenador através do e-mail davi.pereira.lago@gmail.com

17) Judaísmo Contemporâneo 


Ementa: Os temas centrais da filosofia política: liderança, poder e sua administração, sistemas de governo, justiça, ética, direitos e deveres, liberdades e seus limites, indivíduo e coletivo e a característica tensão entre perpetuar e transformar, aparecem nas fontes clássicas do pensamento judaico, porém não de forma deliberada.

A figura de Deus, os posicionamentos de Moisés, seus colaboradores e rivais, as diferenças entre reis profetas e sacerdotes, são alguns dos exemplos na narrativa bíblica que junto aos conflitos entre os sábios do Talmud e as teorias de filósofos medievais como Maimônides, serviram de base para o pensamento político judaico contemporâneo de filósofos como Martin Buber e Emmanuel Levinas.

Este grupo se proporá, em um primeiro momento, estudar as bases da filosofia política geral para visitá-las na re-leitura das fontes bíblicas, talmúdicas e medievais. Em seguida, descobertos, discutidos e aprendidas estas bases, passaremos ao estudo dos escritos de Martin Buber e de Emmanuel Levinas sobre política judaica, israelense e humanista.

A dinâmica dos encontros incluirá um momento de aula expositiva por parte do coordenador e/ou os participantes e um momento de análise e discussão conjunta. Estimularemos a pesquisa, a produção e a publicação dos participantes.


Coordenação: Ruben Sternschein
É bacharel em Educação e mestre em Filosofia Judaica pela Universidade Hebraica de Jerusalém, e também mestre em Ciências Judaicas pelo Hebrew Union College, onde recebeu sua ordenação rabínica. É doutor em Filosofia Judaica pela USP, e é rabino da Congregação Israelita Paulista desde 2008.

Coordenação: Andréa Kogan
É formada em Letras (Português/Inglês) e Doutora em Ciência da Religião pela PUC de São Paulo. Sua tese de doutorado foi transformada no livro “Espiritismo Judaico” (Editora Labrador). Coordenou e desenvolveu pesquisas sobre judaísmo contemporâneo nos últimos 7 anos e, além de professora, tradutora e revisora, é assistente acadêmica do Labô.

 

Horário: quartas-feiras, das 16h às 18h

Encontros:

05 e 26 de agosto

09 e 30 de setembro

14 e 28 de outubro

11 e 18 de novembro.

 

Bibliografia

Introdução à filosofia política geral e judaica:

· Miller David, Political philosophy, Routledge Encyclopedia of Philosophy

· What is Political Philosophy? - The Journal of Politics, v. 19, n. 3, p. 343- 368, 1957. (Tradução de Francesca Cricelli, Leviathan – Cadernos de Pesquisa Política).

http://journals.cambridge.org/action/displayIssue?decade=1950&jid=JOP&v… 375044. Strauss, Leo (Tradução de Francesca Cricelli). O que é a Filosofia Política?

· Seleção de artigos do Jewish Political Studies Review

Narrativas Bíblicas relevantes:

· Mudanças na liderança e administração do poder e resolução de conflitos na figura de Deus: criação, paraíso e expulsão, dilúvio, arco íris, torre de babel, farão, bezerro, korach, espiões, pinchas. Negociações com Moisés.

· Empoderamento do povo egípcio no modelo de governo de José.

· Juízes e justiça: juízes e a tensão na democratização e humanização da justiça em Deuteronômio. O modelo de governo no livro dos juízes.

· Modelos de liderança do Profeta e do Sacerdote: o exemplo do bezerro de ouro. A leitura de Achad Haam.

· A monarquia e o anarquismo na bíblia (Regulamentos e advertências da monarquia em Deuteronômio, em Samuel 1, na figura de David e na crítica dos profetas clássicos) - Livros de reis e de profetas.

Disputas talmúdicas:

· O forno de Akhnay e os limites das verdades e das maiorias.

· Governo e minorias: Tratado Rosh hashana 2:9.

· Iochanan e Reich Lakish.

· Os modelos de Halberthal https://jewishstudies.stanford.edu/events/aaron-roland-endowed-lecture-…

Filosofia política judaica medieval:

· Maimônides (Seleção de textos de Mishne Torá, o Guia dos Perplexos e seu comentário a Pirkei Avot e os estudos de Warren Harvey e Aviezer Ravitzky sobre seu pensamento político). Harvey, Warren Zev (1980a) “Between Political Philosophy and Halakha in Maimonides' Thought,” Iyyun 29: 198–212.

· Abravanel sobre a diferença de governo, liderança e administração do poder no modelo do agricultor e o modelo do pastor bíblicos.

· Anarquismo e centralismo no pensamento judaico político - o Trabalho de Warren Harvey.

Estudo de escritos de Martin Buber (seleções de):

- Eu e Tu.

- Caminhos da Utopia.

- Uma terra para dois povos.

- The letters of Martin Buber.

Estudo de escritos de Emmanuel Levinas (Seleções de):

· Leituras talmúdicas.

· Ética e Infinito.

· Além do Versículo.

Ficou com dúvida? Entre em contato com o coordenador através do e-mail ruben@cip.org.br
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