3ª FLIPUC

3ª FLIPUC


3ª FLIPUC – Festa Literária da PUC-SP

 

Sobre o Evento

A Educ – Editora da PUC-SP, cumprindo sua missão de produzir material de alta qualidade que promova o debate em todas as áreas do conhecimento e visando a incentivar a leitura e divulgar sua produção, promove a 3ª FliPUC – Festa Literária da PUC-SP.

A 3ª FliPUC, que homenageará a professora Jerusa Pires Ferreira, acontecerá nos dias 4, 5 e 6/11/2019, no campus Monte Alegre.

As mesas de debate ocorrerão no Tucarena e serão acompanhadas pela Feira de Livros no saguão em frente ao auditório.

Local

Tucarena
R. Monte Alegre, 1024 - Perdizes, São Paulo - SP, 05014-001.

Informações

Tucarena
E-mail: flipuc@pucsp.br

Durante toda a FliPUC
Feira de livros no saguão do Tucarena

 

 


DIA 04 DE NOVEMBRO
 

10h – Abertura
Jerusa e a América-Latina

Amálio Pinheiro, Diana Junkes, Ademir Assunção e Lucio Agra
Mediação: Lucia Santaella


14h – Jerusa: dos pactos diabólicos ao tecido fáustico

Valdir Baptista e Marcio Seligmann-Silva

Mediação: Adriano Sousa


16h – Vou cantar até que a voz me doa

Heloísa Valente e Wladimir Mattos

 

19h – Ficção científica

Lidia Zuin, Fábio Fernandes e Nelson de Oliveira
Mediação:Marcelo Graglia

 


DIA 5 DE NOVEMBRO
 

10h – Cultura das bordas

Marco Bin, Valdir Baptista e Bernadette Lira
Mediação: Lucio Agra


14h – Oficina - Histórias tradicionais: diálogos com a ancestralidade brasileira

Oficina com Daniel D’Andrea


16h – Armadilhas da memória

Irene Machado, Caroline Paschoal Sotilo e Inês Amarante
Mediação: Monica Rebecca Ferrari Nunes

 

19h – Escrita literária, escrita acadêmica – proximidades, distâncias

Vicky Weischtordt, Edmilson Felipe da Silva e e Jorge Claudio Ribeiro

 

20h30 – Audição para Jerusa

Antonio Nóbrega

 


DIA 06 DE NOVEMBRO
 

10h – Antropoceno: o fim da civilização? Uma visão semiótico-psicanalítica

Adriano Messias e Gustavo Rick Amaral
Mediação: José Luiz Goldfarb


14h – Oficina - Microconto

Oficina com Edith Chacon


16h – SLAM: Voz de Levante Exibição do documentário + debate

Roberta Estrela D'Alva e Tatiana Lohmann (diretoras)
e o poeta Lucas Afonso

 

18h – Lançamento da seleta de poemas #poesianapuc
* * *

Leitura de Poemas Sete cromos para Breves,

com Lucio Agra

* * *
Grupo Riverão
* * *
Benito e Esther Proença Soares

 

20h30– Encerramento

 

Apresentação musical de piano com Javier Clavere (Estados Unidos)
(evento conjunto com o 19º Encontro Internacional sobre Pragmatismo)

 

Durante toda a FliPUC
Videoinstalação: JERUSA: A SENHORA BARROCA (Direção: Elisabete Alfeld)


 
 


Debatedores

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ADEMIR ASSUNÇÃO

Poeta, letrista de música e jornalista. Publicou A voz do ventríloquo, Pig brother, Faróis no caos, Zona branca e Adorável criatura Frankenstein, entre outros. Lançou os cds de poesia e música Rebelião na Zona Fantasma e Viralatas de Córdoba. Trabalhou nos jornais e revistas Folha de São Paulo, O Estado de São Paulo e Marie Claire. Seu livro mais recente é o romance Ninguém na Praia Brava (2016).

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ADRIANO CARVALHO ARAUJO E SOUSA

Possui doutorado em Comunicação e Semiótica pela PUC-SP. Desenvolveu parte de sua pesquisa em estágio PDEE/Capes junto ao Centre de Recherche sur l’Intermédialité da Universidade de Montreal. É autor de Poética de Júlio Bressane: Cinema(s) da transcriação (Fapesp/Educ, 2015) e concluiu pós-doutorado sobre Fausto no cinema e na animação, junto ao Programa de Educação, Arte e História da Cultura do Mackenzie-SP.

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ADRIANO MESSIAS

Tem pós-doutorado em Tecnologias da Inteligência e Design Digital (PUC-SP/Fapesp), doutorado em Comunicação e Semiótica (PUC-SP/Fapesp), mestrado em Comunicação e Sociabilidade e graduações em Jornalismo e Letras. Foi pesquisador convidado na Universitat Autònoma de Barcelona (2016 e 2017-2018), na Université Paris 8, Université Paris 3 e Universidad de Buenos Aires. É também autor de mais de 90 obras de ficção e recebeu vários prêmios, dentre eles o “Jabuti” em Comunicação (2017).

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AMÁLIO PINHEIRO

Poeta, tradutor e professor doutor no pós-graduação em Comunicação e Semiótica da PUC-SP. Coordena o Grupo de Pesquisa “Barroco e Mestiçagem”, no qual se investigam as relações entre as áreas de literatura, comunicação e cultura na América Latina, ao mesmo tempo que se experimentam modos de conhecimento não dualistas para o continente. Tem produzido ensaios e traduções comentadas de autores da Espanha, da América Latina e do Caribe. Desenvolve pesquisas sobre as relações entre a memória cultural, as artes e as ciências não clássicas, com ênfase nas conexões e ramificações entre voz, poema, corpo, séries culturais e paisagem urbana, que se desdobram aquém das dicotomias entre sociedade e natureza. Publicou, entre outros, César Vallejo: o abalo corpográfico, César Vallejo a dedo (tradução), Aquém da identidade e da oposição. Formas na cultura mestiça, Nicolás Guillén: Motivos de son, e Rafael Alberti: Sobre os anjos (tradução), América Latina: barroco, cidade, jornal e Tempo solto (poemas).

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ANTONIO NÓBREGA

Nasceu em Recife. Começa a estudar violino aos 8 anos. Em 1971, Ariano Suassuna convida-o para integrar o Quinteto Armorial. A partir desse momento, passa a estudar o universo da cultura popular e posteriormente a criar espetáculos de teatro, dança e música nela referenciados. Estão entre eles: Brincante, Segundas Histórias, O Marco do Meio Dia, Figural, Na Pancada do Ganzá, Madeira Que Cupim Não Rói, Pernambuco falando para o Mundo, Lunário Perpétuo, Nove de Frevereiro, Naturalmente, Húmus, Rima, o mais recente, entre outros.

Recebeu inúmeros prêmios: Shell de Teatro, Tim de música, APCA, Mambembe, Conrado Wessel, Governador do estado de São Paulo, etc. Recebeu já por duas vezes a Comenda do Mérito Cultural. Com seus espetáculos, tem viajado por inúmeros países. Tem treze álbuns gravados e três Dvds.

Em novembro de 1992 fundou, juntamente com Rosane Almeida, atriz, bailarina e sua mulher, o Teatro-Escola Brincante em São Paulo.

 

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BENITO CAMPOS

Benito Campos, nasceu em 1952 em São Luiz do Paraitinga -SP, se formou em Administração de Empresas e técnico de Segurança do Trabalho. Diante das imposições da alma e da fugacidade do tempo, deu uma guinada para viver os momentos mais felizes de sua vida, cumprindo as funções de carnavalesco, artesão bonequeiro, poeta e pesquisador de folclore, pois como ele mesmo diz: na sua cidade “tem tempo para ver o tempo” e isto lhe brinda com combustíveis inspiratórios para voar fora das próprias asas.

 

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BERNADETTE LYRA (MARIA BERNADETTE CUNHA DE LYRA)

Doutora em Cinema pela ECA/USP. Pós-doutorado na Sorbonne, França. Professora Emérita da UFES. Professora Visitante do PósCom da UFES. Curadora de Mostras de Cinema de Bordas Itaú Cultural. Escritora de ficção.

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CAROLINE PASCHOAL SOTILO

Mestrado e Doutorado em Comunicação e Semiótica pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, em que desenvolveu pesquisas sobre fotografia e memória das populações ribeirinhas no interior do Estado. Integra o Grupo de Pesquisa Mnemon, Memória, Comunicação e Consumo (CNPQ/ESPM). Atua na área de Comunicação e Estudos da Cultura, pesquisando principalmente as interações entre fotografia, oralidade, cultura e memória.

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DIANA JUNKES

Nasceu em São Paulo, em 1971. É professora de Literatura Brasileira e Teoria da Literatura da Universidade Federal de São Carlos, na graduação e pós-graduação, onde também coordena o Grupo de Pesquisas de Poesia e Cultura – GEPOC-UFSCar/CNPq. É pesquisadora produtividade do CNPq. Dedica-se ao estudo da poesia brasileira contemporânea e à obra de Haroldo de Campos em particular, sobre a qual publicou As razões da máquina antropofágica: poesia e sincronia em Haroldo de Campos, pela Editora UNESPP, além de vários artigos. Como poeta, publicou: clowns cronópios silêncios (Ed. Urutau); sol quando agora (Ed. Urutau) e asas plumas marcamê (Ed. Laranja Original).

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EDMILSON FELIPE DA SILVA

Doutor em Antropologia, Psicanalista. Atualmente é professor assistente doutor do Departamento de Antropologia da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo. Participa do Núcleo de Estudos da Complexidade nas seguintes linhas de pesquisa: Itinerários intelectuais e dinâmicas culturais contemporâneas. Tem experiência na área de Antropologia, com ênfase em Complexidade e Conhecimento, atuando principalmente nos seguintes temas: Industria Cultural, Cinema, Arte, Literatura e Psicanálise. Escritor e poeta, organiza vários eventos literários na cidade.

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ELISABETE ALFELD

Doutora em Comunicação e Semiótica pelo Programa de Estudos Pós-Graduados em Comunicação e Semiótica da PUC-SP. Professora do Departamento de Arte, da Faculdade de Filosofia, Comunicação, Letras e Artes. Docente dos cursos de Letras, Comunicação e Multimeios e do Programa de Literatura e Crítica Literária. Contato: ealfeld@pucsp.br

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ESTHER PROENÇA SOARES

Nasceu em 1929. Graduada em Letras (FFLC-USP), em Comunicações (ECA-USP), em Psicodrama Pedagógico (GETEP).

Sua longa vida de professora tem sido aceitar o novo, novos métodos, novos olhares para o de sempre, para aquilo que “é”, essência, natureza permanente de um ser, aquilo que busca a renovação desse olhar, aquilo que acrescenta novas percepções a esse olhar renovado e sempre mágico. Coordena Oficinas de Leitura e Escrita Criativa para alunos de qualquer idade. Começou a publicar livros de poemas e de contos após fazer sessenta anos.

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FABIO FERNANDES

Nasceu no Rio de Janeiro em 1966, mas vive em São Paulo. É professor na Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, no curso de Jornalismo. Traduziu dezenas de livros, entre os quais Laranja Mecânica, Neuromancer e A Era das Máquinas Espirituais, e tem cinco livros publicados, acadêmicos e de ficção: A Construção do Imaginário Cyber, Os Dias da Peste, No Tempo das Telas, De A a Z: Dicas para Escritores e Back in the USSR. Possui textos acadêmicos e de ficção publicados em vários países. Estudou na conceituada oficina literária Clarion West, tendo como instrutores Samuel Delany e Neil Gaiman.

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GRUPO RIVERÃO

RIVΞЯΛO é um grupo de performance háptico-óptico-acústica formado pelos poetas Diego Diasa, Gabriel Kerhart e Walter Vetor. Sua produção envolve um processo de tradução intersemiótica conduzida por um projeto de design de linguagem. A prática poética é entendida não como atividade literária, mas como assimilação e translação de matrizes táteis, plásticas e sonoras. Desde 2009 já se apresentaram em instituições de arte como o Museu de Arte Moderna da Bahia, Casa das Rosas, Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro, Bienal de Artes de São Paulo, Sesc 24 de Maio, entre outros, bem como eventos e festivais de arte e performance.

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JAVIER CLAVERE

É um artista premiado e estudioso que atravessa os mundos do teclado, da teoria musical, da tecnologia musical, da música sagrada e da semiótica. Como polímata, seus interesses de pesquisa incluem semiótica, teoria dos sistemas, música e sinais sagrados, música popular e semiótica, estudos sobre Foucault, semiótica e globalização, multimodalidade e semiótica de processos educacionais. Suas pesquisas em liderança educacional incluem paz, resolução de conflitos e transformação através das artes, bem como liderança em mudança sistêmica, diversidade e inclusão, administração do ensino superior e avaliação no ensino superior. Seu amor por tecnologia permite pesquisar produção musical e engenharia de áudio, gravação e transmissão ao vivo.

Como artista, Javier se apresentou em muitas séries de concertos de prestígio em todo o Estados Unidos, América do Sul e Europa se apresentando com orquestras, em solo recitais e música de câmara. Um vencedor consistente, ele participou e ganhou prêmios em Concurso Internacional de Piano Franz Liszt de Los Angeles, Utah Internacional, Festival de Mozart, Concurso Internacional de Piano por Convites em Palm Beach. Como teórico da música, ele apresentou trabalhos nas Conferências Nacionais da Sociedade Semiótica da América, na Teoria da Música Centro-Oeste, Teoria da Música Sudeste.

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JORGE CLAUDIO RIBEIRO

Nasceu em 1949, é carioca, casado, três filhos adultos. É professor há 50 anos e leciona há 40 anos na Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, onde é livre-docente e titular em Ciência da Religião. Formou-se em jornalismo pela Escola de Comunicações e Artes/USP, foi assessor de imprensa da PUC-SP e redator nos jornais Folha de S. Paulo e O Estado de S. Paulo.

Além de O assassinato do jornalista suicida (inédito), escreveu outros oito livros, tanto acadêmicos como literários: A véspera do milagre (contos de inspiração bíblica, Ed.Loyola, 1997); A festa do povo, pedagogia de resistência (mestrado, Ed. Vozes, 1981); Platão - ousar a utopia (didático, FTD, 1987); Inútil, a árvore (ecologia para crianças, Paulinas, 1998); Sempre Alerta - condições e contradições do trabalho jornalístico (doutorado, Ed. Brasiliense, Olho d'Água, 1994); Religiosidade jovem, pesquisa entre universitários (Loyola, Olho d'Água, 2009); Coração DoCente (contos, Ed. Loyola e Olho d'Água, 2012). Sua obra mais recente é o romance Ela me tira pra dançar publicada em setembro/2018 pela Editora Patuá.

Em 1991 fundou a editora Olho d’Água que, até o momento, publicou 150 obras, especialmente da área de ciências humanas.

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JOSÉ LUIZ GOLDFARB

Possui graduação em Física pela Universidade de São Paulo (1978), mestrado em Filosofia e História da Ciência – McGill University, Canadá (1980), e doutorado em História da Ciência pela Universidade de São Paulo (1992). Atualmente é professor da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, Diretor da EDUC – Editora da PUC-SP e presidente da Cátedra de Cultura Judaica da PUC-SP. É também Assessor Geral da Presidência da Associação Brasileira A Hebraica de São Paulo e diretor do KKL Brasil. É membro do conselho consultivo da Casa das Rosas e da Associação Amigos do Museu Judaico de São Paulo. É coordenador do projeto #Rede MIS, no Museu da Imagem e do Som de São Paulo. É também Membro Honorário da Academia Paulista de Educação. Tem experiência na área de História, com ênfase em história das ciências, atuando principalmente nos seguintes temas: história da ciência e ciência no século XVII, influências herméticas em Isaac Newton, ciência e religião, história da ciência no Brasil; bibliotecas públicas, políticas públicas de promoção do livro e da leitura, judaísmo, cinema, e elaboração, produção, viabilização e implantação de (Secretaria de Estado da Cultura), membro do conselho deliberativo da projetos e eventos culturais e gestão de presença em redes sociais.

 

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GUSTAVO RICK AMARAL

Pesquisador da área semiótica/semântica. É doutor pelo Programa de Estudos Pós-Graduados em Tecnologias da Inteligência e Design Digital da PUC-SP. É professor dos cursos de Jornalismo e RTVi da Universidade Anhembi-Morumbi. Foi coordenador do curso de Jornalismo da Faculdade Paulus de Tecnologia e Comunicação (FAPCOM). É pesquisador do Centro Internacional de Estudos Peirceanos (CIEP/PUC-SP) e do grupo de pesquisa Transobjeto (PUC-SP).

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HELOÍSA DE ARAÚJO DUARTE VALENTE

Doutora em Comunicação e Semiótica, junto à Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP). Estuda as relações entre música, cultura e mídia atua nos estudos interdisciplinares de semiótica da cultura e música. É fundadora do Centro de Estudos em Música e Mídia – MusiMid.

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IRENE MACHADO

Livre-docente em Ciências da Comunicação pela ECA-USP; doutora em Teoria Literária e Literatura Comparada pela FFLCH-USP; mestre em Comunicação e Semiótica pela PUC-SP. É bolsista em Produtividade em Pesquisa do CNPq – PQ- 1D. Coordena o PPG em Meios e Processos Audiovisuais da USP e Preside a Comissão de Pesquisa da ECA-USP.

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LIDIA ZUIN

Jornalista e futuróloga, mestre em semiótica e doutoranda em artes visuais pela Unicamp. Head do núcleo de inovação e futurismo da UP Lab, é pesquisadora, editora do blog e curadora de notícias da newsletter UP Future Sight. Atualmente assina coluna quinzenal sobre futurologia, tecnologia e ficção científica no UOL Tab.

Também pesquisa tendências de comportamento e tecnologia para a Envisioning e Torus, além de atuar como freelancer na área de produção de conteúdo e pesquisa em futurologia. Foi editora de conteúdo para as redes sociais da WinWin e professora convidada da Aerolito e Sputnik. Foi redatora da Farfetch, Paratii e Bem Phyna. Possui textos acadêmicos publicados em periódicos e livros, tendo apresentado trabalhos em universidades nacionais e internacionais. Publicou contos de ficção científica em coletâneas, além da série de e-books REQU13M. Como palestrante, teve passagem por eventos como o Festival Path, FLIP, Roadsec e também possui dois TED talks.

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LUCAS AFONSO

Cria de São Miguel Paulista, Zona Leste de São Paulo. MC, arte-educador, apresentador do Slam da Ponta, Campeão do campeonato nacional Slam BRe representante do Brasil na Copa do Mundo de Poesias, na França. Autor do livro de poemas A Última Folha do Caderno (Selo do Burro).

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LUCIA SANTAELLA

Professora titular no programa de pós-graduação em Comunicação e Semiótica da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP). Doutora em Teoria Literária pela PUC-SP e livre-docente em Ciências da Comunicação pela USP, é presidente honorária da Federação Latino-Americana de Semiótica e diretora do Cimid, Centro de Investigação em Mídias Digitais da PUC-SP. Também dirige o lado brasileiro do projeto de pesquisa Brasil-Alemanha (Capes/DAAD, 2000-2004) sobre Palavra e Imagem nas mídias. Seus interesses de pesquisa estão atualmente voltados para a Semiótica cognitiva e a Cibercultura. Organizou vários livros, e, de sua autoria, publicou vários outros, entre os quais se incluem Matrizes da linguagem e pensamento - Sonora, visual, verbal (Iluminuras/Fapesp, Prêmio Jabuti 2002), Culturas e artes do pós-humano - Da cultura das mídias à cibercultura (Paulus, 2003), Corpo e comunicação - Sintoma da cultura (Paulus, 2004), Cacofonia nas redes (Educ, 2018) e A pós-verdade é verdadeira ou falsa? (Estação das Letras e Cores, 2018).

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LUCIO AGRA

Professor, pesquisador, performer. Doutor em Comunicação e Semiótica pela PUC- SP, onde foi professor da graduação em Comunicação das Artes do Corpo (2001-2015) e do PPG de Comunicação e Semiótica, além de membro do Centro de Estudos da Oralidade e do Grupo de Estudos da Performance. Atualmente, professor do Cecult - Centro de Cultura, Linguagens e Tecnologias da UFRB. Seu livro mais recente é Décio Pignatari na coleção Sapientia da PUC-SP. Tem vários artigos em revistas e livros no Brasil e no exterior.

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MARCELO VIEIRA GRAGLIA

Paulista nascido em Guaratinguetá, é professor do Departamento de Administração da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo. Possui doutorado em Tecnologias da Inteligência e Design Digital pela PUC-SP, é graduado em Engenharia Mecânica e mestre em Engenharia pela Unesp. Pesquisa e escreve sobre inteligência artificial, Indústria 4.0, as novas tecnologias e suas transformações e impactos na sociedade. Seus interesses de pesquisa envolvem também o campo da história, memória e patrimônio. É pesquisador do Núcleo de Estudos Trabalho, Trabalhadores e Trabalhadoras e do Núcleo de Estudos do Futuro da PUC-SP. É cofundador e um dos líderes do MediaLab São Paulo, laboratório que desenvolve pesquisas, projetos e intervenções que unem arte, ciência e tecnologia. Foi um dos criadores do #poesianapuc e publica suas letras e poemas no blog Encalhes Poéticos.

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MÁRCIO SELIGMANN-SILVA

Professor titular de Teoria Literária na Unicamp e pesquisador do CNPq. Possui mestrado em Letras (Língua e Literatura Alemã) pela Universidade de São Paulo, doutorado em Teoria Literária e Literatura Comparada pela Freie Universität Berlin, com pós-doutorado em Berlim e por Yale. É autor dos livros Ler o livro do mundo (1999), O local da diferença (2005), A atualidade de Walter Benjamin e de Theodor W. Adorno (2009), entre outros.

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MARCO BIN

Doutor em Ciências Sociais pelo Programa de Estudos Pós-Graduados em Ciências Sociais da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP). Membro do grupo de pesquisa Mnemon – memória, comunicação e consumo (PPGCOM-ESPM/CNPq) da Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM).

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MARIA INÊS AMARANTE

Pesquisadora e professora adjunta da Unila - Universidade Federal da Integração Latino-Americana na área de Comunicação – junto ao Ilaach e no Mestrado Interdisciplinar em Estudos Latino-Americanos-Iela; Pós-doutora em Ciências Sociais e doutora em Comunicação e Semiótica pela PUC-SP. Desenvolve pesquisas sobre feminismo, cultura, memória, oralidade, lusofonia e processos de comunicação popular e comunitária em movimentos sociais do Brasil, África e América Latina.

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MONICA REBECCA FERRARI NUNES

Docente e pesquisadora do programa de pós-graduação stricto sensu em Comunicação e Práticas de Consumo, PPGCOM- ESPM, SP. Líder do Grupo de Pesquisa Mnemon, Memória, Comunicação e Consumo (CNPq/ ESPM). Editora da revista CMC, Comunicação, Mídia e Consumo, da ESPM. Membro fundadora da Rede Brasileira de Pesquisadores em Memória e Comunicação - Rememora. Vice-coordenadora do GT Memória nas Mídias, da Compós. Realiza estágio pós-doutoral em Ciências Sociais (PEPG-PUC-SP). Doutora em comunicação e semiótica (PUC-SP). Mestre em Comunicação e Semiótica (PUC-SP). Bacharel em Língua e Literatura Portuguesas (PUC-SP). Suas pesquisas recentes estão voltadas às articulações entre as teorias da memória e as do consumo.

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NELSON DE OLIVERIA

Ficcionista, ensaísta e coordenador de oficinas de criação literária, duas vezes vencedor do Premio Casa de las Americas (1997 e 2010). Dos livros que publicou destacam-se os romances Gigante pela própria natureza, Subsolo infinito e Poeira: demônios e maldições, e as coletâneas de contos Ódio sustenido e Às moscas, armas! Colabora mensalmente com o jornal Rascunho, escrevendo sobre literatura, cinema, quadrinhos e afins. Escreveu com Fábio Fernandes a novela Oneironautas.

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ROBERTA ESTRELA D’ALVA (à esquerda)

Atriz-MC, diretora, slammer e pesquisadora da palavra falada. Autora do livro Teatro Hip-Hop, a performance poética do ator-MC (Editora Perspectiva). É curadora e apresentadora do Rio Poetry Slam, primeiro slam internacional da América Latina que acontece dentro da programação da Festa Literária das Periferias (Flup).

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TATIANA LOHMANN (à direita)

Diretora, montadora e fotógrafa. Realizou curtas de ficção, documentários e séries para a MTV, TV Cultura, Nat Geo e TV Brasil. Em 2011, lançou o longa Solidão & Fé na mostra competitiva do Festival Internacional do Rio. Atualmente finaliza o documentário de longa-metragem Minha Fortaleza, os filhos de Fulano.

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VALDIR BAPTISTA

Mestre em Comunicação e Semiótica pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo em que desenvolveu pesquisa sobre o Fausto de Carlos Reichenbach, a ser publicada em breve; tem doutorado na Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo, em que estudou o audiovisual na saúde pública. Coordenou o curso de RTV da Universidade Anhembi Morumbi, na qual criou o curso de Cinema, cuja coordenação acumulou por cerca de dois anos. Jornalista, cineasta e professor universitário.

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VICTORIA CLAIRE WEISCHTORDT (VICKY)

Graduada em jornalismo pela Universidade de São Paulo (1978) e em Língua e Literatura Inglesa pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (1977). Mestre em Teoria e Prática da Tradução Literária - University of Essex (1980). Atualmente é professora assistente mestre da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, atuando principalmente no seguinte tema: tradução, dicionário.

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WLADIMIR FARTO CONTESINI DE MATTOS

Bacharel, mestre, doutor em Música pela Unesp, e também docente, desde 2006. Especialista em disciplinas voltadas ao canto. Entre os principais temas de seu interesse, destacam-se: as relações entre música e linguagem verbal; prosódia e prosódia musical nos contextos da música verbal e não verbal; o papel da escuta no desenvolvimento da aprendizagem e das práticas musicais.


 


Curadores

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JOSÉ LUIZ GOLDFARB

Possui graduação em Física pela Universidade de São Paulo (1978), mestrado em Filosofia e História da Ciência – McGill University, Canadá (1980), e doutorado em História da Ciência pela Universidade de São Paulo (1992). Atualmente é professor da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, Diretor da EDUC – Editora da PUC-SP e presidente da Cátedra de Cultura Judaica da PUC-SP. É também Assessor Geral da Presidência da Associação Brasileira A Hebraica de São Paulo e diretor do KKL Brasil. É membro do conselho consultivo da Casa das Rosas e da Associação Amigos do Museu Judaico de São Paulo. É coordenador do projeto #Rede MIS, no Museu da Imagem e do Som de São Paulo. É também Membro Honorário da Academia Paulista de Educação. Tem experiência na área de História, com ênfase em história das ciências, atuando principalmente nos seguintes temas: história da ciência e ciência no século XVII, influências herméticas em Isaac Newton, ciência e religião, história da ciência no Brasil; bibliotecas públicas, políticas públicas de promoção do livro e da leitura, judaísmo, cinema, e elaboração, produção, viabilização e implantação de (Secretaria de Estado da Cultura), membro do conselho deliberativo da projetos e eventos culturais e gestão de presença em redes sociais.

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LUCIA SANTAELLA

Professora titular no programa de pós-graduação em Comunicação e Semiótica da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP). Doutora em Teoria Literária pela PUC-SP e livre-docente em Ciências da Comunicação pela USP, é presidente honorária da Federação Latino-Americana de Semiótica e diretora do Cimid, Centro de Investigação em Mídias Digitais da PUC-SP. Também dirige o lado brasileiro do projeto de pesquisa Brasil-Alemanha (Capes/DAAD, 2000-2004) sobre Palavra e Imagem nas mídias. Seus interesses de pesquisa estão atualmente voltados para a Semiótica cognitiva e a Cibercultura. Organizou vários livros, e, de sua autoria, publicou vários outros, entre os quais se incluem Matrizes da linguagem e pensamento - Sonora, visual, verbal (Iluminuras/Fapesp, Prêmio Jabuti 2002), Culturas e artes do pós-humano - Da cultura das mídias à cibercultura (Paulus, 2003), Corpo e comunicação - Sintoma da cultura (Paulus, 2004), Cacofonia nas redes (Educ, 2018) e A pós-verdade é verdadeira ou falsa? (Estação das Letras e Cores, 2018).



 


Oficinas

 

Histórias tradicionais: diálogos com a ancestralidade brasileira
5/11/2019, às 14h.

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DANIEL D’ANDREA

Arte-educador social, contador, pesquisador de narrativas de tradição oral e formador de docentes nas artes de contar histórias, análise dos personagens infanto-juvenis e a ressignificação de histórias, mitos e lendas brasileiras. Foi orientando de Jerusa Pires Ferreira entre 1992 e 1996, sendo seu legado fonte de inspiração para seus trabalhos de estudo dos contadores populares, suas técnicas narrativas assim como a recolha dos repertórios tradicionais.

Oficina de microconto
6/11/2019, às 14h

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EDITH CHACON THEODORO

Formada em letras pela PUC-SP, é escritora, professora e assessora de Língua Portuguesa, responsável por projetos de leitura e produção de textos. Pós-graduada em Língua Portuguesa e Literatura, ministra oficinas pedagógicas para professores e já atuou na elaboração, revisão de seleção de material didático. É autora do livro de poemas juvenis Simplesmente le” publicado pela editora Callis, em 2011, do livro jogo Era uma vez outra vez, em coautoria com Priscilla Ballarin, publicado em novembro de 2017 pelas Edições Barbatana; pela Editora Biruta, publicação da Coleção “Quer brincar de rimar?” com os livros infantis Farra no quintal (2018), Festança e A galinha xadrezinha bota ovo pintadinho (2019); o livro sanfona Na casa deles em parceria com Priscilla Ballarin – produção independente (2019). No prelo, os livros Somos o que somos, mas nem sempre pela Editora Leitura & Arte, Brincabicho – em versos e cartas, pela Estrela Cultural, o livro sanfona Na casa deles em parceria com Priscilla Ballarin – produção independente (2019) e o livro (Des)apontado a ser publicado pela nova Editora Amelì. FLIP /2019: Oficinas na Biblioteca Comunitária Casa Azul e na Casa da Porta Amarela; lançamento do livro-objeto Na casa deles, escrito por mim e ilustrado pela Priscilla Balallarin; oficina Na casa deles - Construção de casas lúdicas.

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