II FLIPUC

II FLIPUC


2ª FLIPUC – Festa Literária da PUC-SP

 

Sobre o Evento

A Educ – Editora da PUC-SP, cumprindo sua missão de produzir material de alta qualidade que promova o debate em todas as áreas do conhecimento e visando incentivar a leitura e divulgar sua produção, promove a II FliPUC – Festa Literária da PUC-SP.

A II FliPUC acontecerá de 22 a 24/10/2018, no campus Monte Alegre. As mesas de debate ocorrerão no Tucarena e serão acompanhadas pela Feira de Livros no saguão em frente ao auditório.
 

Local

Tucarena
R. Monte Alegre, 1024 - Perdizes, São Paulo - SP, 05014-001.

 

 


DIA 22 DE OUTUBRO
 

10h – 15 anos sem Haroldo de Campos

Roberta Estrela D'Alva
Lucia Santaella
Mediação: José Luiz Goldfarb



14h – Oficina de escrita criativa para alunos

Oficina com professor Fabio Fernandes



16h – Mulheres na literatura brasileira

Cristina Judar
Micheliny Verunschk
Marina Costin Fuser
Mediação: Laura Trachtenberg Hauser

 

19h – Papel do livro na formação cultural da nação

Ivana Jinkings (Boitempo Editorial)
Plinio Martins (Ateliê)
José Luiz Goldfarb (Educ)
Mediação: Frederico Barbosa

 


DIA 23 DE OUTUBRO
 

10h – Mundo digital e ética

Pollyana Ferrari
Martha Gabriel
Mediação: Juliano Spyer



14h – Oficina de escrita criativa para alunos

Oficina com professor Fabio Fernandes



16h – Brincando com a Literatura

Marcelo Duarte
Ilan Brenman
Vera Bastazin
Mediação: Elizabeth Cardoso

 

19h – Música e literatura

Fabiana Cozza
João Carlos Gonçalves
Mediação: Mona Dorf

 


DIA 24 DE OUTUBRO
 

10h – Baseado em fatos reais

Luize Valente
Luiza Pezzotti
Mediação: João Paulo Vani



13h – Oficina sobre “narrativas da realidade”

Oficina com Luize Valente



16h – Narrativas e poder: signos da crise nas escrituras

Julián Fuks
Fernando Morais
Mediação: José Luiz Godfarb

 

19h – #poesianapuc

Marcelino Freire
Lançamento da seleta de poesias Poesia na PUC


 
 


Debatedores

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CRISTINA JUDAR

Escritora e jornalista, pós-graduada em Jornalismo Cultural pela FAAP. É autora das HQs Lina (Editora Estação Liberdade) e Vermelho, Vivo (Devir Brasil), contempladas pelo ProAc de HQ em 2009 e em 2011, respectivamente. Com o livro de contos Roteiros para uma vida curta (Editora Reformatório), foi finalista e Menção Honrosa no Prêmio Sesc de Literatura 2014. É coautora do livro-arte Luminescências e, em 2015, escreveu o projeto de prosa poética Questions for a live writing após ter sido selecionada para uma residência artística na Queen Mary University of London. É uma das editoras da revista de arte e cultura LGBT Reversa Magazine. Seu romance Oito do Sete (Editora Reformatório), contemplado pelo ProAC de Prosa 2014, é finalista do Prêmio São Paulo de Literatura 2018 e Prêmio Jabuti 2018.

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FABIANA COZZA

Paulistana, de 42 anos,  destaca-se por críticos e público como uma das importantes intérpretes da música brasileira contemporânea; sua caminhada passa pelo teatro, pela dança e pela música. Cozza atuou em musicais com temática brasileira no início da vida artística, aprimorando sua expressão cênica e interpretação, qualidades que saltam aos olhos de qualquer expectador.

Tem seis CDs lançados e dois DVDs. Em 2004, fez sua estreia com O samba é meu dom cujo título do CD é uma música de Wilson das Neves e Paulo César Pinheiro. Em 2007, lançou Quando o céu clarear, título de uma canção de Roque Ferreira para, no ano seguinte, fazer o DVD desse trabalho. O DVD é lançado em parceria com a TV Cultura e apresenta um documentário contando a trajetória da artista, sua relação com a música, suas influências, as pessoas que participam de sua estrada. Em 2011, lança seu terceiro CD - Fabiana Cozza, com o qual é agraciada com o 23° Prêmio da Música Brasileira 2012, na categoria “Melhor Cantora de Samba”. Em 2013, lança seu quarto trabalho, o CD/DVD Canto Sagrado – uma homenagem a Clara Nunes e, em 2015 chega ao seu quinto trabalho, o CD Partir. Em agosto de 2017, lança o CD Ay amor!, selo Biscoito Fino.

No exterior, tem sido convidada por grandes personalidades do jazz internacional, como o saxofonista Sadao Watanabe (Japão), e se apresentado em diferentes países e festivais do gênero em: Israel, Alemanha, França, Canadá, EUA, Bulgária, Chile, Espanha, Portugal, Suécia. Em 2013, foi a convidada da big band alemã, hr-3, considerada uma das cinco melhores da Europa.

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FERNANDO MORAIS

Nascido em Mariana, Minas Gerais, em 1946, é jornalista. Trabalhou no Jornal da Tarde, na revista Veja e em várias outras publicações da imprensa brasileira. Recebeu três vezes o prêmio Esso e quatro vezes o prêmio Abril de jornalismo. Foi deputado e secretário da Cultura e da Educação do Estado de São Paulo.

Visite o site do autor www.fernandomorais.com.br.

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ILAN BRENMAN

É considerado um dos principais escritores de literatura infantil do Brasil, recebendo o prêmio pela FNLIJ (Fundação Nacional do Livro Infanto-Juvenil) de Melhor Livro para Criança de 2011, pelo livro O alvo (Ática). Mestre e doutor pela faculdade de Educação da USP, bacharel em psicologia pela PUC de São Paulo. Ele publicou mais de 70 livros, ganhou diversos prêmios e é um dos autores brasileiros de literatura infantil mais traduzidos no exterior: Alemanha, França, Itália, Suécia, Dinamarca, Polônia, Portugal, Espanha, México, Argentina, China e Coreia. Em 2011 se tornou colunista da Revista Crescer onde debate assuntos ligados a educação e cultura. Em 2014 e 2015, estreou dois boletins semanais na Rádio CBN falando sobre Educação e Literatura. Ilan é autor do best-seller internacional: Até as princesas soltam pum? (Brinque.Book, ilust.Ionit Zilberman).

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IVANA JINKING

Ivana Jinkings é uma editora brasileira. Fundou e dirige a editora Boitempo, de São Paulo, e a revista Margem Esquerda. É filha de Maria Isa Tavares e Raimundo Jinkings, intelectual e dirigente comunista que criou a primeira Boitempo, em Belém, nos anos 1960.  

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JOÃO CARLOS GONÇALVES

Graduação Letras PUC-SP, mestrado em Comunicação e Semiótica pela PUC-SP, Doutorado em Linguagem e Educação pela USP. Professor de Semiótica Aplicada à Comunicação e Supervisor de Projetos Acadêmicos na Escola Superior de Propaganda e Marketing. Pesquisador de Sistemas Intersemióticos. Autor do livro Traduzir o tempo: a construção da memória nas canções de Caetano Veloso.

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JOSÉ LUIZ GOLDFARB

Possui graduação em Física pela Universidade de São Paulo (1978), mestrado em Filosofia e História da Ciência – McGill University, Canadá (1980), e doutorado em História da Ciência pela Universidade de São Paulo (1992). Atualmente é professor da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, Diretor da EDUC – Editora da PUC-SP e presidente da Cátedra de Cultura Judaica da PUC-SP. É também Assessor Geral da Presidência da Associação Brasileira A Hebraica de São Paulo e diretor do KKL Brasil. É membro do conselho consultivo da Casa das Rosas e da Associação Amigos do Museu Judaico de São Paulo. É coordenador do projeto #Rede MIS, no Museu da Imagem e do Som de São Paulo. É também Membro Honorário da Academia Paulista de Educação. Tem experiência na área de História, com ênfase em história das ciências, atuando principalmente nos seguintes temas: história da ciência e ciência no século XVII, influências herméticas em Isaac Newton, ciência e religião, história da ciência no Brasil; bibliotecas públicas, políticas públicas de promoção do livro e da leitura, judaísmo, cinema, e elaboração, produção, viabilização e implantação de (Secretaria de Estado da Cultura), membro do conselho deliberativo da projetos e eventos culturais e gestão de presença em redes sociais.

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JULIÁN FUKS

Escritor e crítico literário. É autor do romance A resistência (Companhia das Letras), ganhador dos prêmios Jabuti, Saramago e Anna Seghers, entre outros livros e prêmios. É doutor em teoria literária pela USP e mestre em literatura latino-americana. Foi escolhido pela revista Granta como um dos vinte “melhores jovens escritores brasileiros”. Contos e romances seus já foram traduzidos para oito línguas e publicados em diversos países.

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LUCIA SANTAELLA

Professora titular no programa de pós-graduação em Comunicação e Semiótica da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP). Doutora em Teoria Literária pela PUC-SP e livre-docente em Ciências da Comunicação pela USP, é presidente honorária da Federação Latino-Americana de Semiótica e diretora do Cimid, Centro de Investigação em Mídias Digitais da PUC-SP. Também dirige o lado brasileiro do projeto de pesquisa Brasil-Alemanha (Capes/DAAD, 2000-2004) sobre Palavra e Imagem nas mídias. Seus interesses de pesquisa estão atualmente voltados para a Semiótica cognitiva e a Cibercultura. Organizou vários livros, e, de sua autoria, publicou vários outros, entre os quais se incluem Matrizes da linguagem e pensamento - Sonora, visual, verbal (Iluminuras/Fapesp, Prêmio Jabuti 2002), Culturas e artes do pós-humano - Da cultura das mídias à cibercultura (Paulus, 2003), Corpo e comunicação - Sintoma da cultura (Paulus, 2004),  Cacofonia nas redes (Educ, 2018) e A pós-verdade é verdadeira ou falsa? (Estação das Letras e Cores, 2018).

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LUIZA PEZZOTTI

Jornalista formada pela PUC-SP. Escritora do livro Marjorie, por favor - A história de uma ex-interna da Febem, a libertação pelo teatro e a descoberta da intersexualidade, primeiro TCC publicado como livro pela EDUC (Editora da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo) e lançado em 2018. Descobriu na história de Marjorie, a possibilidade de unir jornalismo e teatro. Também é atriz formada pela INCENNA, Escola de Teatro e Televisão, tendo diversos cursos nas áreas de interpretação, cinema e roteiro. Trabalhou no Núcleo de Reportagens Especiais da Record TV e atualmente é produtora na Record News.

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LUIZE VALENTE

Escritora, jornalista e documentarista. Estreou na literatura, em 2012, com o romance O Segredo do Oratório (Record), finalista do Prêmio São Paulo de Literatura 2013. Em 2015, lançou seu segundo romance, Uma Praça em Antuérpia (também pela Record). Os direitos de adaptação para cinema e televisão de Uma Praça em Antuérpia e O Segredo do Oratório foram adquiridos, em 2017, pelos diretores Breno Silveira (Conspiração Filmes) e Paula Fiúza (documentário “Sobral”). Ainda em 2017, publicou seu mais recente romance, Sonata em Auschwitz (Record), já vendido para Portugal, Itália, França e Albânia.  

É autora, com Elaine Eiger, do livro Israel rotas e raízes (2000) e dos documentários Caminhos da memória – A trajetória dos judeus em Portugal (2002)e A estrela oculta do sertão (2005), prêmio de Melhor Documentário no Festival Internacional de Cinema Judaico de São Paulo. Ambos, exibidos em vários festivais internacionais e na televisão, constituem importantes inventários do judaísmo no mundo.

É formada em Jornalismo e pós-graduada em Literatura Brasileira pela PUC/RJ. Como jornalista, atuou por 25 anos na televisão cobrindo assuntos internacionais, na GloboNews, na TV Globo, na Bandeirantes e no GNT.

Mais informações: www.luizevalente.com/ facebook.com/LuizeValenteEscritora /  instagram.com/LuizeValente / twitter.com/LuizeValente / luize@luizevalente.com

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MARCELINO FREIRE

Escritor, nasceu em 1967, em Sertânia, PE. Viveu no Recife e, desde 1991, reside em São Paulo. É autor, entre outros, dos livros Angu de sangue (Ateliê) e Contos negreiros (Record – Prêmio Jabuti 2006). Em 2004, idealizou e organizou a antologia de microcontos Os cem menores contos brasileiros do século” (Ateliê). Alguns de seus contos foram adaptados para teatro. Participou de várias antologias no Brasil e no exterior. Contos negreiros foi publicado em 2013 na Argentina, pela Editora Santiago Arcos e com tradução de Lucía Tennina, e, no México, pela Librosampleados, com tradução de Armando Escobar. Criou a Balada Literária, evento que, desde 2006, reúne escritores, nacionais e internacionais, pelo bairro paulistano da Vila Madalena. É um dos integrantes do coletivo EDITH, pelo qual lançou, em julho de 2011, o livro de contos Amar é crime. No final de 2013, publicou seu primeiro romance, intitulado Nossos Ossos (Record), publicado também na Argentina, pela Adriana Hidalgo, e na França, pela Anacaona, e com o qual ganhou o prêmio Machado de Assis 2014, de Melhor Romance, pela Biblioteca Nacional. Coordena oficinas de criação literária desde o ano de 2003.

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MARCELO DUARTE

Nasceu em São Paulo em 31 de outubro de 1964. É jornalista desde 1984 e apresenta o programa Você é Curioso? na Rádio Bandeirantes e o É Brasil que não acaba mais, na BandNews FM. Autor da clássica coleção O Guia dos Curiosos, que conta com dez volumes, e de diversos livros infantis e juvenis, entre eles Esquadrão Curioso - Caçadores de Fake News.

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MARINA COSTIN FUSER

Socióloga, doutoranda em cinema e estudos de gênero em Sussex. Dentre suas pesquisas, destacam-se: o estudo sobre a emancipação da mulher em Simone de Beauvoir e o estudo sobre mulheres no teatro político de Hilda Hilst. Além disso, trabalha com narrativas nômades e diaspóricas de mulher no cinema de Trinh T. Minh-ha. Está lançando o livro Palavras que dançam à beira de um abismo: mulher na dramaturgia de Hilda Hilst (2018).

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MARTHA GABRIEL

É considerada um dos principais pensadores digitais no Brasil. Autora de best sellers, como Marketing na Era Digital e Educ@r: a (r)evolução digital na educação, finalista do Prêmio Jabuti, seu mais recente livro, você, eu e os robôs: pequeno manual do mundo digital bateu recorde de vendas no lançamento. É também palestrante keynote internacional, tendo realizado mais de 70 palestras no exterior, sendo premiada 3 vezes em congressos nos Estados Unidos. Palestrou também em 4 TEDx.

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MICHELINY VERUNSCHK

Escritora e historiadora brasileira. Em 2004, foi indicada ao Prêmio Portugal Telecom de Literatura, com o livro de poesia Geografia íntima do deserto, sendo a única mulher estreante e também a mais jovem a ficar entre os dez finalistas. Nasceu em 10 de julho de 1972, Recife, Pernambuco.

Livros: Geografia íntima do deserto, A cartografia da noite, Nossa Teresa: vida e morte de uma santa suicida, B de Bruxa.

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PLINIO MARTINS

Plinio Martins Filho é docente na Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo. Foi Diretor Editorial e Presidente da Editora da Universidade de São Paulo - Edusp (1989 a 04/2016). Coordena a coleção “Artes do Livro” da Editora Ateliê e dirige a COM-ARTE, editora laboratório do curso de Editoração da USP. Na Edusp, participou da publicação de mais de 1600 livros, 80 deles receberam o Prêmio Jabuti (mais destacada premiação do setor no Brasil). É mestre (1987) e doutor (2006) em Ciências da Comunicação pela ECA-USP com trabalhos sobre história e técnicas da edição de livros. Publicou e organizou várias obras sobre o tema. Tem experiência na área de Comunicação, com ênfase em editoração, história e técnicas da edição e história social do livro.

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POLLYANA FERRARI

Pós-doutora em comunicação pela Universidade Beira Interior (UBI) - PT, doutora e mestre em Comunicação Social pela Universidade de São Paulo (USP), jornalista, professora do Departamento de Jornalismo e professora do programa Tecnologias da Inteligência e Design Digital (TIDD), ambos pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP). É autora de 7 livros sobre comunicação digital, entre eles, Como sair das bolhas (2018), Jornalismo Digital (2010), No tempo das telas (2014) e A força da mídia social (2014). Suas pesquisas estão citadas em mais de 1500 trabalhos acadêmicos, entre dissertações, teses e artigos acadêmicos.

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ROBERTA ESTRELA D’ALVA

Roberta Marques do Nascimento nasceu em Diadema, São Paulo, em 1978. Seus pais são Raimundo Nonato do Nascimento, nascido em Juazeiro, na Bahia, e Romilda Marques de Souza, nascida em São Bernardo do Campo, SP. Cursou magistério e fez Artes Cênicas na USP. Em 2000, ajudou a fundar o Núcleo Bartolomeu de Depoimentos. Trouxe para o Brasil o Slam, uma competição de poesia. Participou da formação do ZAP - “Zona Autônoma da Palavra”. Publicou o livro Teatro Hip Hop: a performance poética do ator-MC, pesquisa que desenvolveu no mestrado de Comunicação e Semiótica na PUC-SP. É diretora de teatro, atriz, produtora cultural e poetisa.

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VERA LÚCIA BASTAZIN

Doutora em Literatura Comparada, na PUC de São Paulo. Participou, nessa Universidade, da fundação do Programa de Pós-Graduação em Literatura e Crítica Literária – Mestrado e Doutorado, do qual foi coordenadora por várias gestões. É pós-doutorada pela Universidade do Minho, em Braga, Portugal. Tem várias publicações em livros e ensaios dentre os quais se destacam: José Saramago: uma homenagem (Educ); Mito e poética na literatura contemporânea (Ateliê); Poesia contemporânea – Travessias Brasil/ Portugal e Literatura e Ensino (Educ/Capes) e Construindo o conhecimento da criança: uma proposta interdisciplinar – obra resultante de Projeto Interdisciplinar que se desenvolveu na PUC-SP, reunindo professores de Literatura, Arte, História e Educação. A professora foi, também, Assessora Literária do Projeto Casa José Duarte de Aguiar/ Casa de Portugal – evento que reuniu profissionais consagrados das áreas de design, decoração e arquitetura para, a partir de textos selecionados na literatura luso-brasileira, expressarem os vínculos artístico-culturais existentes entre os dois povos. Foi responsável pela criação das Oficinas Culturais na TV, Projeto da Fundação Padre Anchieta-TV Cultura e Secretaria do Estado da Cultura. Foi bolsista Capes, atuando em eventos internacionais na área da crítica literária, realizados em Lisboa.


 


Curadores

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JOSÉ LUIZ GOLDFARB

Possui graduação em Física pela Universidade de São Paulo (1978), mestrado em Filosofia e História da Ciência – McGill University, Canadá (1980), e doutorado em História da Ciência pela Universidade de São Paulo (1992). Atualmente é professor da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, Diretor da EDUC – Editora da PUC-SP e presidente da Cátedra de Cultura Judaica da PUC-SP. É também Assessor Geral da Presidência da Associação Brasileira A Hebraica de São Paulo e diretor do KKL Brasil. É membro do conselho consultivo da Casa das Rosas e da Associação Amigos do Museu Judaico de São Paulo. É coordenador do projeto #Rede MIS, no Museu da Imagem e do Som de São Paulo. É também Membro Honorário da Academia Paulista de Educação. Tem experiência na área de História, com ênfase em história das ciências, atuando principalmente nos seguintes temas: história da ciência e ciência no século XVII, influências herméticas em Isaac Newton, ciência e religião, história da ciência no Brasil; bibliotecas públicas, políticas públicas de promoção do livro e da leitura, judaísmo, cinema, e elaboração, produção, viabilização e implantação de (Secretaria de Estado da Cultura), membro do conselho deliberativo da projetos e eventos culturais e gestão de presença em redes sociais.

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LUCIA SANTAELLA

Professora titular no programa de pós-graduação em Comunicação e Semiótica da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP). Doutora em Teoria Literária pela PUC-SP e livre-docente em Ciências da Comunicação pela USP, é presidente honorária da Federação Latino-Americana de Semiótica e diretora do Cimid, Centro de Investigação em Mídias Digitais da PUC-SP. Também dirige o lado brasileiro do projeto de pesquisa Brasil-Alemanha (Capes/DAAD, 2000-2004) sobre Palavra e Imagem nas mídias. Seus interesses de pesquisa estão atualmente voltados para a Semiótica cognitiva e a Cibercultura. Organizou vários livros, e, de sua autoria, publicou vários outros, entre os quais se incluem Matrizes da linguagem e pensamento - Sonora, visual, verbal (Iluminuras/Fapesp, Prêmio Jabuti 2002), Culturas e artes do pós-humano - Da cultura das mídias à cibercultura (Paulus, 2003), Corpo e comunicação - Sintoma da cultura (Paulus, 2004),  Cacofonia nas redes (Educ, 2018) e A pós-verdade é verdadeira ou falsa? (Estação das Letras e Cores, 2018).



 


Mediadores

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ELIZABETH CARDOSO

Professora do Programa de Estudos Pós-Graduados em Literatura e Crítica Literária da PUC-SP. Doutora em Teoria Literária pela Universidade de São Paulo (USP), com estágios de pesquisa na Universidade Estadual de Nova York (Estados Unidos) e na Universidade Complutense de Madri (Espanha). Pós-doutorado na Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP). É vice-líder do Grupo de Pesquisa “Literatura Infantil e Juvenil – A voz escrita infantil e juvenil: práticas discursivas” (PUC-SP) e pesquisadora do Grupo de Pesquisa “Formação de professores e as relações entre as práticas educativas em leitura, literatura e avaliação do texto literário”, da Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho (Unesp/ Presidente Prudente). Ministra cursos de extensão, participa de congressos e tem várias publicações acadêmicas na área. Seus livros mais recentes são Feminilidade e Transgressão – uma leitura da obra de Lúcio Cardoso, ensaio crítico pela Humanitas-Fapesp. Como escritora de ficção: Todo mundo é misturado, romance infantojuvenil (Brinque Book/Escarlate, 2016) e Tarcirurga, Bartolomeu e Pluminha, conto infantil ilustrado, (Bamboozinho, 2017).

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REDERICO TAVARES BASTOS BARBOSA

Nasceu em 1961 em Recife, Pernambuco. Poeta, ensaísta e professor. Filho do crítico literário e professor João Alexandre Barbosa (1937-2006) e da professora e crítica de arte Ana Mae Barbosa (1936). Em 1967, muda-se com a família para São Paulo e, quatro anos depois, para os Estados Unidos, onde seus pais fazem cursos de especialização e pós-doutorado. Em 1979, retorna ao Brasil e ingressa no curso de Física da Universidade de São Paulo - USP, que abandona após dois anos, matriculando-se em Letras na mesma instituição. Em 1990, reúne seus poemas, publicados esparsamente em jornais e suplementos literários, na coletânea Rarefato. Atua, entre 1988 e 1993, como crítico literário para os jornais Folha de S. Paulo e Jornal da Tarde. Organizador de antologias de poesia, tem poemas traduzidos para o inglês, catalão, espanhol e francês. Dirigiu o Espaço Haroldo de Campos de Poesia e Literatura, na Casa das Rosas.

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JOÃO PAULO VANI

Aluno de doutorado do programa de pós-graduação em Letras da Unesp/S. J. Rio Preto, mesma instituição pela qual obteve título de Mestre em Teoria Literária (2014) e pela qual é licenciado em Letras (2001); é Especialista em Comunicação e Marketing pelo Centro Universitário de Rio Preto (Unirp). Docente experiente na área de Metodologia do Trabalho Científico, foi pesquisador visitante da University of Louisville, nos Estados Unidos, por meio do Programa de Doutorado-sanduíche no Exterior (PSDE). Empreendedor, é fundador do Grupo Editorial HN e da Academia Brasileira de Escritores, da qual é presidente.

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JOSÉ LUIZ GOLDFARB

Possui graduação em Física pela Universidade de São Paulo (1978), mestrado em Filosofia e História da Ciência – McGill University, Canadá (1980), e doutorado em História da Ciência pela Universidade de São Paulo (1992). Atualmente é professor da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, Diretor da EDUC – Editora da PUC-SP e presidente da Cátedra de Cultura Judaica da PUC-SP. É também Assessor Geral da Presidência da Associação Brasileira A Hebraica de São Paulo e diretor do KKL Brasil. É membro do conselho consultivo da Casa das Rosas e da Associação Amigos do Museu Judaico de São Paulo. É coordenador do projeto #Rede MIS, no Museu da Imagem e do Som de São Paulo. É também Membro Honorário da Academia Paulista de Educação. Tem experiência na área de História, com ênfase em história das ciências, atuando principalmente nos seguintes temas: história da ciência e ciência no século XVII, influências herméticas em Isaac Newton, ciência e religião, história da ciência no Brasil; bibliotecas públicas, políticas públicas de promoção do livro e da leitura, judaísmo, cinema, e elaboração, produção, viabilização e implantação de (Secretaria de Estado da Cultura), membro do conselho deliberativo da projetos e eventos culturais e gestão de presença em redes sociais.

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JULIANO SPYER

É doutor pelo Departamento de Antropologia da University College London – UCL e mestre no Programa de Antropologia Digital da mesma universidade. Trabalhou na criação e gestão de mídias sociais nos Estados Unidos e na América Latina. Publicou Conectado (Zahar, 2007), o primeiro livro sobre mídias sociais no Brasil, e Mídias sociais no Brasil emergente (Educ, Armazém da Cultura e UCL, 2018). Para saber mais sobre ele, acesse: www.julianospyer.com

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LAURA TRACHTENBERG HAUSER

Fundadora da UMI, graduada em História pela Universidade Panthéon-Sorbonne, mestre em Sociologia da Cultura pela Universidade Sorbonne-Nouvelle (ambos validados pela Unicamp). Seus principais estudos discorrem sobre os diversos conceitos ou discursos relativos ao que definimos como cultura e seu impacto social por meio das políticas e instituições culturais no Brasil e na França.

Obteve experiências marcantes transitando por diversas instituições, entre elas: o desenvolvimento e autoria do conteúdo da matéria “Políticas Públicas para a Cultura” para a pós-graduação de Gestão Cultural do Senac; autora selecionada pelo Concurso de Crônicas Rubem Braga 2017 promovido pelo Sesc, foi assessora do Consulado Geral de Israel em São Paulo, assistente de coordenação das Atividades Culturais do Mémorial de la Shoah de Paris (2015), coordenadora local da Festa Literária de Paraty (2014) e pesquisadora para a apostila de formação para os mediadores da exposição Genesis de Sebastião Salgado (2013).

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MARCELO VIEIRA GRAGLIA

Paulista nascido em Guaratinguetá, é professor do Departamento de Administração da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo. Possui doutorado em Tecnologias da Inteligência e Design Digital pela PUC-SP, é graduado em Engenharia Mecânica e mestre em Engenharia pela Unesp. Pesquisa e escreve sobre inteligência artificial, Indústria 4.0, as novas tecnologias e suas transformações e impactos na sociedade. Seus interesses de pesquisa envolvem também o campo da história, memória e patrimônio. É pesquisador do Núcleo de Estudos Trabalho, Trabalhadores e Trabalhadoras e do Núcleo de Estudos do Futuro da PUC-SP. É cofundador e um dos líderes do MediaLab São Paulo, laboratório que desenvolve pesquisas, projetos e intervenções que unem arte, ciência e tecnologia. Foi um dos criadores do #poesianapuc e publica suas letras e poemas no blog Encalhes Poéticos.


Oficinas

 

Oficina de escrita criativa para alunos

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FABIO FERNANDES

Doutorado e Mestrado em Comunicação e Semiótica pela PUC-SP (2008 e 2004). É Bacharel em Comunicação pelas Faculdades Integradas Hélio Alonso (1992), e tem como focos de pesquisa mídias digitais, games, redes sociais, cibercultura, ficção científica. É autor de vários livros, entre os quais Interface com o vampiro, A construção do imaginário cyber, Os dias da peste (no prelo).

 

Oficina sobre “narrativas da realidade”

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LUIZE VALENTE

Escritora, jornalista e documentarista. Estreou na literatura, em 2012, com o romance O Segredo do Oratório (Record), finalista do Prêmio São Paulo de Literatura 2013. Em 2015, lançou seu segundo romance, Uma Praça em Antuérpia (também pela Record). Os direitos de adaptação para cinema e televisão de Uma Praça em Antuérpia e O Segredo do Oratório foram adquiridos, em 2017, pelos diretores Breno Silveira (Conspiração Filmes) e Paula Fiúza (documentário “Sobral”). Ainda em 2017, publicou seu mais recente romance, Sonata em Auschwitz (Record), já vendido para Portugal, Itália, França e Albânia.  

É autora, com Elaine Eiger, do livro Israel rotas e raízes (2000) e dos documentários Caminhos da memória – A trajetória dos judeus em Portugal (2002)e A estrela oculta do sertão (2005), prêmio de Melhor Documentário no Festival Internacional de Cinema Judaico de São Paulo. Ambos, exibidos em vários festivais internacionais e na televisão, constituem importantes inventários do judaísmo no mundo.

É formada em Jornalismo e pós-graduada em Literatura Brasileira pela PUC/RJ. Como jornalista, atuou por 25 anos na televisão cobrindo assuntos internacionais, na GloboNews, na TV Globo, na Bandeirantes e no GNT.

Mais informações: www.luizevalente.com/ facebook.com/LuizeValenteEscritora /  instagram.com/LuizeValente / twitter.com/LuizeValente / luize@luizevalente.com

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