Psicologia

slider

A Universidade acaba de lançar mais uma ferramenta digital para interagir com alunos,...
/assessoria-de-comunicacao-institucional/noticias/puc-sp-lanca-aplicativo-para-celular
http://www.pucsp.br/sites/default/files/sites/default/files/noticia/slide/carrossel-noticia-novo-app-pucsp_0.jpg
Fique por dentro do que acontece na Universidade. Acompanhe o jornal PUC-SP em Notícias.
/assessoria-de-comunicacao-institucional/noticias/puc-sp-em-noticias
http://www.pucsp.br/sites/default/files/sites/default/files/noticia/slide/9-4_puc_em_noticias_1.jpg
Sabia que a PUC-SP oferece diversas parcerias e intercâmbios internacionais? Fique de...
/assessoria-de-comunicacao-institucional/noticias/puc-sp-oferece-oportunidades-internacionais
http://www.pucsp.br/sites/default/files/sites/default/files/noticia/slide/internacionalizacao-2014-04-10-620x318_vs2.jpg
Apresentação 

Na avaliação deste item pode-se afirmar, sem receios, que o Curso de Psicologia da Faculdade de Ciências Humanas e da Saúde - PUC-SP está em sintonia com as transformações da profissão. Sua participação ativa e de vanguarda nesse processo tem contribuído com elementos críticos e de fundamentação por meio de pesquisas e experiências em seu currículo que apontam direções para as transformações da profissão de psicólogo no Brasil.

A Psicologia envolve tanto uma profissão quanto uma ciência em desenvolvimento. Nesse sentido, o reconhecimento de sua diversidade é um dos elementos mais importantes para a construção de sua identidade e de seu corpo teórico. A PUC-SP é uma das poucas universidades que oferecem em sua matriz curricular, um número significativo de perspectivas teóricas e que convivem na busca do diálogo.

Cabe ainda enfatizar um aspecto importante do desenvolvimento da profissão: a busca de condições que tornem a Psicologia acessível a quem dela precise, o que sem dúvida exige a adaptação de alguns saberes e alguns fazeres às novas demandas. A Faculdade de Psicologia, em seus espaços de disciplinas, em suas pesquisas na graduação e pós-graduação, nas publicações, participações e práticas profissionais de seus professores, nos estágios oferecidos aos alunos, enfim, no conjunto de experiências de formação, tem se direcionado para essa meta. A PUC-SP tem sido reconhecida como uma escola que, na formação, oferece a oportunidade do debate e da preocupação com a prática profissional e o conhecimento científico voltados para a construção de condições dignas de vida em nossa sociedade.

Por fim, cabe destacar mais dois aspectos: primeiro, a formação dada pela PUC-SP alia competência técnica e compromisso ético, com um currículo que apresenta de forma equilibrada as teorias, as técnicas, o incentivo à pesquisa e o debate crítico e reflexivo sobre o compromisso da ciência e da profissão; segundo, observa-se a presença também equilibrada da ciência e da profissão, dois aspectos que a Psicologia procura unir por meio de suas entidades. Hoje, busca-se o diálogo entre estes âmbitos, uma possibilidade que a PUC-SP sempre ofereceu.

O curso da Faculdade de Psicologia da PUC-SP é marcado pelas preocupações científicas e da ética, e ao mesmo tempo é fortemente voltado para o preparo profissional, propiciando sólido conhecimento teórico e oportunidades de aplicação prática associadas à crítica e à busca de soluções mais efetivas para demandas de naturezas distintas.

É essa busca contínua que motiva a revisão curricular e exige que a relação teoria e prática seja pensada como estratégia fundamental para uma formação flexível. Ao mesmo tempo é essa relação que fará com que a Psicologia possa reinventar as suas práticas ou se rever enquanto conhecimento, fazendo do estranhamento e da perplexidade o primeiro passo para a busca de soluções em seu campo.

Formas de Ingresso 
  • Processo seletivo por meio de exame vestibular aberto a candidatos que tenham concluído o ensino médio ou equivalente;
  • Processo seletivo específico para portadores de diploma de graduação, sob condição de existência de vagas abertas pela Faculdade, obedecendo ao calendário da Universidade;
  • Matrícula por transferência sob a condição de existência de vaga, obedecendo ao calendário da Universidade ;
  • Prouni, obedecendo ao calendário da Universidade;
  • Reopção de curso, aberta pela Faculdade, obedecendo ao calendário da Universidade.
Gestão 

As Faculdades são compostas por: Departamentos, Cursos de Graduação, Programas de  Pós-Graduação stricto sensu e lato sensu, Cursos e Atividades de Educação Continuada, Unidades Suplementares e Núcleos Extensionistas.

Compete à Câmara de Graduação:
I - desenvolver estudos que subsidiem o CEPE na elaboração ou alteração da política educacional da PUC-SP, a ser submetidos à apreciação e aprovação do CONSUN e CONSAD;
II - desenvolver estudos, no âmbito do ensino, de forma articulada com a Câmara de Pós-Graduação e Pesquisa, que subsidiem a elaboração dos Projetos Institucionais da PUC-SP, a ser submetidos à apreciação e aprovação do CEPE;
III - propor ao CEPE plano de implementação da política educacional e do desenvolvimento do ensino nas Faculdades, definindo as prioridades;
IV - propor ao CEPE as normas e as orientações técnicas para elaboração e tramitação de programas e projetos de ensino das Faculdades;
V - dar parecer sobre Projetos Pedagógicos de Cursos e propostas de alterações a serem submetidos à aprovação do CEPE;
VI - apreciar os relatórios das avaliações institucionais e de cursos;
VII - promover a auto-avaliação dos Cursos de Graduação das Faculdades, encaminhando ao CEPE relatórios;
VIII - promover estudos das demandas socio-ocupacionais e das transformações na esfera do conhecimento, orientando as Faculdades para a proposição de mudanças curriculares, ou de novas modalidades de Graduação;
IX - subsidiar e supervisionar o desenvolvimento dos Projetos Pedagógicos dos Cursos, zelando pela observância dos mesmos;
X - acompanhar a implementação de novos Projetos Pedagógicos de Cursos;
XI - subsidiar o CEPE nas políticas de extensão referentes à Graduação;
XII - emitir pareceres de mérito sobre projetos de extensão ligados à Graduação;
XIII - exercer outras atribuições previstas em normas ou decididas pelos Colegiados competentes e inerentes à natureza do órgão.

Professores 
Adrianna Loduca Ribeiro
Alexandre Saadeh
Alice Maria De Carvalho Dellitti
Amarilys Pontedeiro
Ana Cristina Marzolla
Ana Helena Do Amaral
Ana Laura Schliemann
Ana Maria Trape Trinca
Ana Merces Bahia Bock
Andre Rodrigues Lemos Bruttin
Anna Elisa De Villemor Amaral
Antonio Carlos Amador Pereira
Ari Rehfeld
Bernardo Parodi Svartman
Carla Andrea Tieppo
Carla Cristina Garcia
Carlos Eduardo Carvalho Freire
Carmem Lucia Arruda Rittner
Cecilia Pescatore Alves
Celia Maria De Souza Terra
Claudinei Affonso
Deborah Sereno
Denise Batista De Castro Menezes
Denise Gimenez Ramos
Denize Rosana Rubano
Dinamar Aparecida Gaspar Martins
Durval Luiz De Faria
Edna Bertini
Edna Maria Severino Peters Kahhale
Elisa Maria Ulhoa Cintra
Eliza Zaneratto Rosa
Elizabeth Costa Pinto Brandao
Eloisa Marques Damasco Penna
Fabio De Oliveira
Fani Eta Korn Malerbi
Fatima Regina Pires De Assis
Felicia Knobloch
Fernanda Alves Da Cruz Gouveia Paulino
Flavia Arantes Hime
Franklin Winston Goldgrub
Gilberto Mariano Azzi
Helio Roberto Deliberador
Heloisa Dias Da Silva Galan
Hemir Baricao
Ida Kublikowski
Isabel Da Silva Kahn Marin
Ivelise Fortim De Campos
Joao Pedro Benzaquen Perosa
Josefina Martins Carvalho
Julianna Emma Radvany Florez
Katia El Id
Ligia Maria Ananias Cardoso
Liliana Liviano Wahba
Lucia Maria Franco Da Silva
Luciana Szymanski Ribeiro Gomes
Luisa De Oliveira
Marcelo Sodelli
Marcia Almeida Batista
Marcos Oreste Colpo
Maria Cecilia Correa De Faria
Maria Cecilia Roth
Maria Cecilia V. Moraes Silva
Maria Claudia T. Vieira
Maria Cristina Borja Gondim
Maria Cristina Goncalves Vicentin
Maria Cristina Petroucic Rosenthal
Maria Cristina Pinto Gattai
Maria Da Graca Marchina Goncalves
Maria De Lourdes Bara Zanotto
Maria De Lourdes Trassi Teixeira
Maria Elisabeth Montagna
Maria Eliza Mazzili Pereira
Maria Georgina C.R.Goncalves
Maria Helena Pereira Franco
Maria Luisa Guedes
Maria Ruth Goncalves Pereira
Maria Thereza De Alencar Lima
Marilda Pierro De Oliveira Ribeiro
Marina Pereira Gomes
Marina Pereira Rojas Boccalandro
Marisa Santanna Penna
Marlise Aparecida Bassani
Mauro Lantzman
Miguel Angelo Yalente Perosa
Miriam Debieux Rosa
Monica Helena Tieppo Alves Gianfaldoni
Nelson D Angelo Ribeiro
Nichan Dichtchekenian
Nilza Micheletto
Noely Montes Moraes
Odair Furtado
Paola Esposito De Moraes Almeida
Patricia Maria G. C. Mortara
Paula Regina Peron
Paula Suzana Gioia
Paulo Jose Carvalho Da Silva
Paulo Roberto Moreira
Plinio De Almeida Maciel Junior
Raul Albino Pacheco Filho
Regina Aiko Fukunaga Kato
Regina Celia Gorodscy
Regina Fabbrini
Regina Sonia Gattas Fernandes Do Nascime
Renata Paparelli
Ricardo Monezi Juliao De  Oliveira
Rita De Cassia Alves De Oliveira
Rita De Cassia Ferrer Da Rosa Motooka
Roberto Alves Banaco
Rosa Maria Farah
Rosa Maria Tosta
Rosalba Filipini
Rosane Mantilla De Souza
Ruth Gelehrter Da Costa Lopes
Salvador Antonio Mireles Sandoval
Sandra Dias
Sandra Gagliardi Sanchez
Sandra Macedo Bettoi
Sergio Wajman
Silvana Rabello
Talitha Ferraz De Souza
Tania Cociuffo
Vera Helena De Souza Cury
Vera Lucia Ferreira Mendes
Wanda Maria Junqueira De Aguiar
Yara Rosaria Pisanelli Gustavo De Castro
Laboratórios 
O curso conta com uma estrutura de laboratórios de informática administrada pela Divisão de Tecnologia da Informação (DTI) da PUC-SP. Com um total de 31 laboratórios de informática, divididos entre os campi Marques de Paranaguá (8), Monte Alegre (19) , Santana (2), Barueri (1) e Sorocaba (1), todos conectados em rede à uma velocidade de 100Mps.

Esses mais de 1000 computadores integram os cerca de 2300 computadores da grande rede PUCSPNet, totalmente conectada à Internet, onde utilizamos um link principal de acesso com velocidade de 1Gbps.

Contamos ainda com uma política de licenciamento de software através de programas educacionais e parcerias com empresas como IBM (IBM Rational), Microsoft (MSDN Academic Alliance), CorelDraw, Adobe (Flash, Dreamweaver, InDesign, Photoshop, Director),  além de softwares específicos como Vue, Cinema 4D, SPSS, SolidWorks, entre outros.
Avaliação do aluno 

A avaliação discente é entendida, também, como uma oportunidade para o aluno consolidar o conhecimento adquirido e auto-avaliar seu desempenho. Envolve as competências e habilidades que se espera desenvolver durante o curso, respeitando os objetivos e especificidades de cada disciplina.

Por esses motivos, e em conformidade com as recomendações do Projeto Pedagógico Institucional e das Diretrizes Curriculares para cursos de Psicologia a avaliação discente seguirá estes princípios:

Terá caráter formativo e se dará de forma processual e contínua;

Terá como referência a maior diversidade possível de experiências pedagógicas que levem em conta objetivos de ensino, programas e procedimentos específicos de avaliação, não se limitando às formas burocráticas e os modelos tradicionais pré-definidos.

A fim de assegurar a avaliação efetiva do aluno e promover suas habilidades de auto-avaliação, serão adotadas as seguintes estratégias:

  • Cada disciplina realizará pelo menos duas avaliações por semestre;
  • Haverá pelo menos uma avaliação individual e por escrito;
  • Os objetivos da avaliação e os critérios de correção serão antecipadamente explicitados;
  • As reavaliações ocorrerão após a devolução das avaliações – devidamente corrigidas e comentadas – aos alunos, para que tenham conhecimento das razões do desempenho considerado insuficiente;
  • Serão criados procedimentos que contribuam para o desenvolvimento da capacidade de auto-avaliação discente, a partir do início do curso e progressivamente, de modo que o aluno possa efetivamente se auto-avaliar nos últimos anos, visando a atingir um dos objetivos do curso;
    • Serão constituídos espaços de discussão do aproveitamento dos alunos, como conselhos de classe e reuniões de período, de modo a:
    • Avaliar e orientar alunos que não estejam progredindo a contento no curso ou que estejam enfrentando problemas ou dificuldades de natureza diversa;
    • Avaliar a relação professor-aluno;
    • Avaliar a relação aluno-grupo ou classe.

 

TCC 

O Trabalho de Conclusão de Curso é uma atividade obrigatória para a formação do psicólogo na PUC-SP.
Consiste na realização individual e orientada de uma investigação em Psicologia proposta pelo próprio aluno, em todas as suas etapas. Inclui a elaboração de um texto, nos moldes de um trabalho acadêmico e apresentação do trabalho para a comunidade acadêmica.

As normas gerais para organização do TCC são as seguintes:

  • A orientação de TCC funcionará como uma turma de disciplina, com encontros semanais, em horário previsto da grade horária do aluno.
  • As turmas de TCC serão compostas por 10 alunos.
  • A cada ano, a Coordenação de Curso indicará o número de turmas necessárias para atender os alunos e os departamentos indicarão os professores responsáveis por elas (haverá uma divisão das turmas pelos quatro departamentos).
  • Ao indicar os professores, os departamentos deverão contemplar diversidade teórica e de temáticas de pesquisa.
  • A equipe de professores indicados procederá à distribuição dos projetos de TCC elaborados na disciplina Projeto de Pesquisa

O conjunto de normas relativas à elaboração do trabalho e sua avaliação constam do Manual do TCC.

Atividades de formação 

As atividades de integração se constituem em um espaço destinado à discussão, reflexão ou análise de um tema, abordado a partir de diferentes perspectivas. Tais atividades serão planejadas a cada semestre por um grupo de professores provenientes dos diferentes departamentos da Faculdade e poderão envolver professores convidados de outras áreas.

Essa modalidade pedagógica destina-se a promover a integração entre as diversas atividades realizadas pelo aluno. A fim de viabilizar a realização periódica e sistemática das atividades de integração, as disciplinas de cada período serão organizadas em blocos. As equipes responsáveis por cada bloco deverão planejar essas atividades a cada semestre, definindo as semanas em que elas ocorrerão, quais serão as atividades, qual a forma de participação dos alunos e do acompanhamento pelos professores.

    As semanas utilizadas por diferentes blocos não poderão coincidir, a não ser em ocasiões específicas, definidas por todos. Desse modo, haverá diferentes momentos de atividades de integração no semestre, garantindo a possibilidade de se articular conteúdos e trabalhos acadêmicos realizados pelos alunos nas diversas áreas, bem como ampliar discussões realizadas em classe.

    As Atividades de Integração são mais amplas do que as chamadas “atividades complementares”. Ou seja, as Atividades de Integração poderão incluir e integrar atividades complementares.

    Na discussão para elaboração do projeto, houve intensa e aprofundada discussão sobre as atividades complementares e decidiu-se que elas devem necessariamente estar integradas a outras atividades do projeto pedagógico. A maneira que foi encontrada para garantir essa articulação foi por meio das Atividades de Integração.

    Além disso, a proposta de Atividades de Integração deixa claro um princípio defendido pela Faculdade: todo e qualquer aspecto da formação do aluno é de responsabilidade da instituição formadora e dos professores. Assim, as Atividades de Integração serão um espaço para que, coletivamente, professores e alunos programem diferentes ações que possam incorporar desde os aspectos do aprendizado promovido nas disciplinas regulares, até aspectos do aprendizado oriundos de outras atividades (Iniciação Científica, Monitoria, participação em Congressos, realização de outros cursos, etc.).

Nesse sentido, o projeto contempla atividades complementares, mas dentro de uma concepção mais ampla que é essa das Atividades de Integração.

As horas relativas a Atividades de Integração compõem a carga horária das disciplinas, uma vez que a responsabilidade de seu planejamento, acompanhamento e avaliação é dos professores das disciplinas. Entretanto, é fundamental que sejam destacadas das horas específicas de cada disciplina, a fim de se garantir que se concretizem como espaço diferenciado das atividades regulares e possibilitem aquilo a que se propõem: integração de diferentes áreas; integração de alunos de diferentes períodos; integração de atividades de diferentes modalidades; integração com outros cursos; etc. Também é importante que fique claro que a responsabilidade dessas horas deve ser compartilhada pelo conjunto dos professores de cada bloco de disciplinas e que o conjunto de horas para Atividades de Integração é um espaço comum de atividades e não específico de cada disciplina.

As atividades de integração representam 10,5% da carga horária total do curso. Serão acopladas às disciplinas, compondo a sua carga horária, mas deverão ter as horas a elas destinadas computadas de forma destacada. Ou seja, tais horas devem aparecer como horas de atividade de integração. Nesse sentido, a carga horária destinada às atividades de integração será atribuída ao aluno em decorrência do cumprimento das exigências das disciplinas que as abrigam. A integralização da carga horária do curso dar-se-á com o cumprimento de todas as modalidades pedagógicas, inclusive as atividades de integração.

 

Estágio curricular 

Caracterizam-se por serem conjuntos de atividades programadas e supervisionadas por um professor, em que os alunos, por meio do contato direto com situações, contextos e instituições, exercitam ações profissionais que permitem a concretização e integração de conhecimentos, habilidades e atitudes anteriormente introduzidas em outras modalidades pedagógicas.

A supervisão de estágio caracteriza-se por ser um momento semanal de discussão das atividades desenvolvidas por duplas de alunos ou por alunos individualmente nos locais de estágio. Deve garantir o relato das atividades realizadas, a discussão pelo grupo e a avaliação e orientação, por parte do professor supervisor, bem como o planejamento das atividades seguintes. A natureza do trabalho realizado nos estágios e a necessidade de discutir todos os casos em atendimento semanalmente fazem com que o número de alunos por grupo tenha que ser limitado.

Os estágios básicos terão dois níveis de complexidade.
1.    Os de menor complexidade ocorrerão nos 5º e 6º períodos; e
2.    Os de complexidade maior nos 7º e 8º períodos.

Os estágios básicos do 5º e 6º períodos não se vinculam a nenhuma disciplina em particular, representando espaço para o exercício de competências e habilidades relativas à identificação do fenômeno psicológico em diversas situações da realidade e à identificação do conhecimento da Psicologia que permite compreender e atuar naquela realidade. Representam, nesse sentido, um exercício mais elaborado e em sentido “inverso” àquele possibilitado nas disciplinas teórico-práticas. Nestas, parte-se do conhecimento teórico para a prática, em um exercício de aplicação do conhecimento. Nos estágios básicos, a referência inicial será a observação da realidade, e o exercício realizado consistirá na identificação do fenômeno psicológico e na busca do conhecimento que pode ser utilizado para sua compreensão.

Evidentemente, em nenhum momento de prática, seja nos estágios básicos, seja nas disciplinas teórico-práticas, a atividade realizada pode prescindir de referenciação em conteúdos teóricos vistos no curso. A concepção que o currículo deve garantir é aquela em que o exercício de aprendizagem deve ser necessariamente uma concretização do princípio da articulação entre prática e teoria, ratificando a visão de que a universidade só pode cumprir adequadamente seu papel na formação de profissionais à medida em que se apresenta como espaço de produção de conhecimento. Também se esclarece, nessa direção, o papel do professor como aquele que orienta e faz a mediação entre o conhecimento acumulado e as questões postas pela realidade, na direção da aplicação crítica do saber e/ou de sua renovação.

Os estágios básicos de 7º e 8º (4º ano) períodos terão um grau maior de complexidade, implicando mais do que a observação da realidade. O aluno deverá entrar em contato com diferentes espaços e formas de atuação profissional do psicólogo, em diferentes instituições, identificar demandas próprias da Psicologia, elaborar diagnósticos e propor intervenções de âmbito relativamente restrito. Nesse caso, os estágios estarão vinculados a disciplinas específicas que oferecerão subsídios para essas atividades. Essa articulação entre estágio e disciplinas teóricas ou teórico-práticas correspondentes compõe os núcleos de formação profissional, referentes a três grandes áreas (Saúde; Educação e Formação; Trabalho e Produção).

Os estágios do 3º ano (5º e 6º períodos), caracterizados como de observação participante, representarão a primeira oportunidade de os alunos entrarem em contato com situações reais, em sua complexidade habitual, com a finalidade de identificarem os fenômenos psicológicos ali presentes, bem como o âmbito de atuação do psicólogo, o que, posteriormente, ainda sob orientação do supervisor, será analisado à luz de diferentes embasamentos teóricos. Dadas as características desse estágio, os grupos de supervisão no 3º ano deverão ter, no máximo, 10 alunos.

No caso de supervisão de estágios no 4º ano (7º e 8º períodos) os grupos serão de 8 alunos. Na maior parte das situações, os alunos deverão trabalhar em duplas e na supervisão serão discutidos, semanalmente, 4 casos em atendimento. "Casos" aqui poderão ser em atendimento clínico, na Clínica-Escola, ou em atendimento em instituições educacionais, de saúde ou de organizações diversas, enfocando relações de trabalho. Além disso, de acordo com a experiência acumulada pela Faculdade, muitas vezes os convênios estabelecidos com as instituições onde os alunos realizam estágios limitam o número de vagas e não é possível acrescentar alunos além do que foi acertado.
Nos 9º e 10º períodos (5º ano), reservados às ênfases curriculares, os núcleos serão anuais e oferecerão estágios de maior nível de complexidade. O aluno fará dois estágios eletivos, pois serão oferecidas quatro possibilidades, por meio de Núcleos que representam as diferentes ênfases. O aluno escolherá dois núcleos, podendo ser de uma ou duas ênfases diferentes.

Uma diferença nos estágios clínicos de 5º ano é que o atendimento dos casos será feito por alunos individualmente e não em duplas. Isso implica um aumento dos casos discutidos na supervisão, por isso, nesse tipo de estágio, os grupos terão no máximo 6 alunos. Em alguns estágios de 5º ano que ocorrem em instituições, dependendo da atividade realizada, os grupos poderão ter até 8 alunos.

Matriz e Componentes 
Mensalidades 

A Universidade adota o Regime Financeiro semestral ou anual de cobrança, de acordo com o Projeto Pedagógico do curso, sendo a semestralidade ou anuidade paga em até 06 (seis) ou em até 12 (doze) parcelas mensais sucessivas, conforme o caso.
 
O cálculo das mensalidades é feito com base em todas as atividades (disciplinas e outros componentes curriculares) relativas a cada período letivo do curso, de acordo com seu Projeto Pedagógico.

Valor da mensalidade

O Edital de Mensalidades é publicado nos quadros de aviso da Universidade e na página oficial eletrônica especifica os valores calculados para cada curso, com base nas atividades pedagógicas previstas.

Aproveitamento de Estudos
O estudante que ingressar através do processo de Transferência ou pelo processo de Portador de Diploma e tiver aproveitamento de estudos e/ou adaptação curricular, realizará a matricula nas atividades pedagógicas de acordo com o plano de estudos elaborado pela coordenação do curso.

Reajustes de mensalidades
Os valores das mensalidades estão sujeitos aos reajustes conforme Contrato de Prestação de Serviços Educacionais.

Data do vencimento
A data de vencimento de cada mensalidade ocorrerá sempre no dia 5 (cinco) de cada mês.

Pagamento
Os pagamentos efetuados até o dia 1º do mês serão - por mera liberalidade - objetos de um desconto por antecipação, conforme discriminado no boleto. Este desconto pode ser suspenso sem prévio aviso.

Reconhecimento 

Campus Perdizes: Decreto 62.993 de 16/7/1968, publicado no D.O.U. em 19/7/1968, página 6.131.Renovação do Reconhecimento: Monte Alegre: Portaria 109 de 25/6/2012, publicada no D.O.U. em 26/6/2012, página 30
Nota CC: 04 (Conceito de Curso)

Campus Barueri: Portaria 447 de 1/11/2011, publicada no D.O.U. em 3/11/2011, página 43
Nota CC: 04 (Conceito de Curso)

Duração 

Duração: 05 anos -
Duração máxima: 07 anos e ½

Avaliação do curso 
Sistema de Avaliação do PPC:

A autoavaliação do curso tem como propósito o aprimoramento de seu Projeto Pedagógico (PPC).

Trata-se de um processo contínuo que, por meio de diferentes fontes de informação, analisa a coerência e a efetividade entre princípios da proposta pedagógica e sua dinâmica de funcionamento.

Sua realização está a cargo do Núcleo Docente Estruturante (NDE), da Coordenação Didática do Curso, do Conselho de Faculdade e da Câmara de Graduação.

Por meio da autoavaliação, esses colegiados monitoram a implantação do PPC dialogando com as demandas advindas do cotidiano e com as informações construídas por meio de escutas periódicas. Para tanto são utilizados instrumentos específicos:

a) avaliação contínua do aluno;

b) avaliação das condições de ensino (infraestrutura, equipamentos e gestão acadêmico-administrativa);

c) avaliação dos aspectos didático-pedagógicos do corpo docente, realizada por meio da autoavaliação do professor e da docência pelo aluno.

Envolve também diferentes parcerias da universidade que, direta ou indiretamente, contribuem para a qualidade da formação dos alunos, especialmente os departamentos.

Esse processo articula-se internamente à Autoavaliação Institucional, coordenada pela Comissão Própria de Avaliação (CPA), situando o curso no contexto da Universidade e, externamente, com o Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior (SINAES). Essa articulação externa leva em conta os resultados do Enade, as Avaliações in loco e os indicadores de qualidade do MEC, como o Conceito Preliminar de Curso (CPC).
Competência e habilidades 

A realização dos objetivos específicos da formação supõe o desenvolvimento de competências e habilidades que as atividades curriculares deverão propiciar. As competências definem-se como capacidades adquiridas necessárias ao exercício profissional. As habilidades seriam recursos necessários para o desenvolvimento das competências.

Em Psicologia, as competências poderiam ser agrupadas segundo sua utilização na prática profissional e de pesquisa.

 

Áreas de atuação 

O curso capacita o profissional para a intervenção em instituições e situações diversas, tais como: instituições educacionais (escolas, creches, entidades sócio-educativas etc.), instituições de saúde e/ou saúde mental (hospitais, centros de saúde, ambulatórios de saúde mental, hospitais-dia, clínicas psicológicas etc.) e ainda intervenções em qualquer instituição, na perspectiva das condições e relações de trabalho. Desenvolve, para isso, habilidades para o diagnóstico, o tratamento clínico, assessoria, orientação e planejamento. O momento privilegiado dessa habilitação são os estágios supervisionados, que são obrigatórios e dividem-se em básicos e específicos. Além disso, no decorrer do curso, o aluno desenvolve trabalhos de pesquisa com diversidade de abordagens, metodologias e temas. 

Vagas turnos e campi 

Campus Perdizes
80 vagas/ matutino e vespertino
100 vagas / vespertino e noturno

Campus Barueri
80 vagas / matutino e vespertino

Histórico 

Desde sua regulamentação no Brasil, a profissão de psicólogo vivenciou um crescimento tal que, hoje, está presente nos setores mais diversificados da sociedade, abrindo um campo de ação quase que ilimitado. O curso de Psicologia da PUC-SP, criado em 1964, tem sua estrutura curricular alicerçada em quatro pontos básicos: a abertura para o novo, a articulação teoria e prática, a formação abrangente e a produção de conhecimento. É ministrado nos campi Barueri e Monte Alegre.

Objetivos 

Objetivos Gerais
O curso de Psicologia da PUC-SP terá como objetivos gerais:

  • Prover uma formação abrangente que garanta um aprendizado da Psicologia em ampla gama de teorias, temáticas, técnicas, formas e campos de atuação.
  • Estimular o aluno a assumir o compromisso de, com seu conhecimento, contribuir para a transformação da realidade.
  • Propiciar a experiência de pesquisa e de exercício profissional, utilizando como estratégia básica a integração entre teoria e prática.
  • Desenvolver postura científica frente ao conhecimento da Psicologia.
  • Favorecer a competência técnica como requisito ético da aplicação do conhecimento.
  • Oferecer uma base sólida do conhecimento psicológico associada à busca contínua de novos conhecimentos.
  • Propiciar o diálogo com outras áreas da ciência, permitindo uma visão da Psicologia como uma das perspectivas sobre o fenômeno humano e instrumentalizando para a prática interdisciplinar.
  • Manter indissociados o ensino, a pesquisa e a extensão.

Objetivos Específicos
O aluno deverá ser capaz de:

  • Abordar de forma crítica o conhecimento da Psicologia.
  • Compreender os múltiplos referenciais teóricos e epistemológicos da Psicologia, apreendendo a amplitude e a especificidade do fenômeno psicológico.
  • Reconhecer a diversidade da Psicologia e sua inserção no campo geral do conhecimento.
  • Atuar em diferentes contextos considerando as necessidades sociais, tendo em vista a promoção da qualidade de vida dos indivíduos, grupos, organizações e comunidades.
  • Respeitar os princípios éticos da profissão e da ciência, desenvolvendo uma postura ética.
  • Avaliar e rever permanentemente suas concepções no campo da Psicologia, acompanhando o desenvolvimento da área e respondendo adequadamente às demandas próprias da profissão.
  • Compreender e utilizar adequadamente os conhecimentos básicos das teorias e métodos da Psicologia.
  • Compreender, utilizar e avaliar as diferentes possibilidades de intervenção profissional.
  • Discernir e dimensionar sua atuação profissional na relação com outros profissionais.
  • Integrar e articular a Psicologia em suas interfaces com diferentes áreas do conhecimento
Grau 
Bacharelado
Regime de matrícula 
Semestre
Campus 
Perdizes
Barueri
Modalidade 
Presencial
Coordenação 
  • Coordenadora - Campus Perdizes
    Profa. Maria da Graça Marchina Gonçalves
    E-mail: gmarchina@pucsp.br

  • Vice-Coordenadora -  Campus Perdizes
    Profa. Edna Maria Severino Peter Kahhale
    E-mail: ednakahhale@pucsp.br

  • Coordenadora -  Campus Barueri
    Profa. Fátima Regina Pires de Assis
    E-mail: frassis@pucsp.br

  • Vice-Coordenadora - Campus Barueri
    Profa. Denize Rosana Rubano
    E-mail :drrubano@pucsp.br

Contato 

Para consultas sobre, emissão de históricos escolares, atestados, equivalências de disciplinas; colações de grau, transferências e ENADE: atendpsico@pucsp.br ou ligue para 3670.8152

Para informações sobre professores, revisões de nota, agendamento de reunião com a Coordenação de Curso: salaprofpsico@pucsp.br ou ligue para 3670.8320

Para informações sobre matrículas: matriculapsico@pucsp.br ou ligue para 3670.8156

Para informações sobre Iniciação Científica, Comitê de Ética, Monitoria, Psicologia Revista, documentos e informações sobre a Direção da Faculdade de Ciências Humanas e da Saúde: psicopuc@pucsp.br ou ligue para 3670.8157

Rua Monte Alegre, 984 - sala T-53 – Perdizes
São Paulo – SP CEP 05014-001

Horário de Funcionamento: 8h às 21h

Situação 
Matrículas encerradas

Conecte-se a PUC-SP