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O grupo de pesquisa “Jovens/Juventudes” existe desde 2002 e é composto por pesquisadores que tecem suas investigações na interface entre os campos da Antropologia e Comunicação. Concebe juventude - jovens no plural - como uma categoria ao mesmo tempo universal, particular e nômade e a experiência juvenil como complexa e atravessada por grandes temas e formas de inserção heterogêneas; este grupo de pesquisadores analisou de forma apaixonada, e ao longo deste percurso, concepções de jovens e juventudes e seus modos de ser e de viver na cidade, aí se incluindo as narrativas de si e dos outros, a experiência da visualidade e da sonoridade, os modos de agrupamento, a percepção da violência, as práticas de consumo, as diferentes expressões estético-culturais, sempre com ênfase para as articulações entre cultura e política/caráter político das ações culturais.
Inseridos desde 2007 no Grupo de Trabalho CLACSO (Consejo Latinoamericano de Ciencias Sociales) “Juventud y nuevas prácticas políticas en América Latina” nosso objetivo é analisar práticas políticas juvenis no Brasil, em especial na cidade de São Paulo, e considerar que ações culturais respondem pelo desafio da constituição de novas práticas políticas juvenis na contemporaneidade. As concepções de juventude permanecem articuladas à vivência cotidiana, à experimentação da urbanidade, à produção imagética e imaginária, particularmente permeadas por contextos tecnológicos e das culturas digitais.
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