Educação: Psicologia da Educação

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Apresentação 

Programa Educação Psicologia da Educação

Programa de Estudos Pós-Graduados em Educação: Psicologia da Educação iniciou suas atividades de Mestrado em 1969 e de Doutorado em 1982. Foi o primeiro programa do Brasil de pós-graduação em Psicologia da Educação e um dos primeiros na área de Educação, tendo papel fundamental na origem da própria Pós-Graduação da PUC-SP, juntamente com os Programas de Teoria Literária e de Lingüística Aplicada ao Ensino de Línguas. É credenciado pela CAPES com Avaliação 5.

Durante seu percurso, o Programa foi responsável pela formação teórico-científica de grande contingente de profissionais, especialmente da área de educação. A produtividade acumulada nesses anos é expressiva: foram cerca de 535 Dissertações e 163 Teses concluídas e defendidas, das quais muitas foram publicadas.

Destacamos a preciosidade com que o(a) internauta é presenteado(a) na página "Histórico" deste site: o depoimento do professor Joel Martins - um dos principais instigadores do processo de constituição do Programa - que, por ocasião da comemoração dos 20 anos de existência do Programa, deixa a descoberto facetas de uma história que merece ser tornada pública.

O Programa tem como objetivos centrais propiciar condições para:

  1. a formação do professor de ensino superior, a partir das contribuições da Psicologia da Educação;
  2. a formação de pesquisadores em Psicologia da Educação.

Objetivos

O Programa tem como objetivos centrais propiciar condições para:

  • A formação do professor de ensino superior, a partir das contribuições da Psicologia da Educação;
  • A formação de pesquisadores em Psicologia da Educação.
Breve apresentação 

Programa Educação Psicologia da Educação

Programa de Estudos Pós-Graduados em Educação: Psicologia da Educação iniciou suas atividades de Mestrado em 1969 e de Doutorado em 1982. Foi o primeiro programa do Brasil de pós-graduação em Psicologia da Educação e um dos primeiros na área de Educação, tendo papel fundamental na origem da própria Pós-Graduação da PUC-SP, juntamente com os Programas de Teoria Literária e de Lingüística Aplicada ao Ensino de Línguas. É credenciado pela CAPES com Avaliação 5.

Durante seu percurso, o Programa foi responsável pela formação teórico-científica de grande contingente de profissionais, especialmente da área de educação. A produtividade acumulada nesses anos é expressiva: foram cerca de 535 Dissertações e 163 Teses concluídas e defendidas, das quais muitas foram publicadas.

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Linhas de pesquisa 
  1. Processos psicossociais na formação e no exercício profissional de educadores: Processos de constituição da subjetividade do educador relacionados com seus saberes e desempenho profissional.
     
  2. Desenvolvimento, ensino e aprendizagem: Compreensão do desenvolvimento-humano sua relação com processos de ensino aprendizagem nos contextos escolares, familiares e comunitários.

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Nível 
Duração 
Mestrado: de 1 ano (min.) a 2 anos (max.)
Doutorado: de 2 anos (min.) a 4 anos (max.)
Campus 
Campus Perdizes
Situação 
Matrículas abertas
História 

Programa Educação Psicologia da Educação

Conquistas e Perspectivas

Joel Martins - (1920-1993)

Eu poderia dizer que a Pós-Graduação não se iniciou só com a Psicologia da Educação. Foram três os programas básicos que deram origem ao Setor de Pós-Graduação, a saber: Psicologia da Educação, Teoria Literária e Lingüística Aplicada ao Ensino de Línguas.

Constituiu-se, então, a primeira comissão de Pós-Graduação. O primeiro problema foi convencer a reitoria da importância de se ter um Programa de Pós-Graduação.

O Professor Bandeira de Mello muito pacientemente conformou-se dizendo: "Vamos deixar os jovens tentarem Pós-Graduação... vamos ver o que vai acontecer".

Não havia sido publicada a portaria 77/69 regularizando programas de Pós-Graduação no Brasil, mas havia o parecer 977 que era uma tradução dos programas norte-americanos de mestrado. Uma tradução muito mal feita, em que os termos eram invertidos e continuaram invertidos até hoje. Na América do Norte, dissertação é doutorado e tese é mestrado. No Brasil inverteu: tese ficou doutorado e dissertação, mestrado. Isto por causa da má tradução do 977, que nunca pode ser corrigido.

Aspectos históricos

Acho que precisamos comentar alguns aspectos históricos pois é impossível viver fora da história e alheio à história. A realidade da pesquisa em Psicologia gerou no Brasil, em São Paulo, uma Psicologia da Educação com finalidade precípuas de pesquisa, e data de 1930 a 1934. A preocupação era com uma forma de educação cuja estrutura fundamentava-se na Escola Normal da Praça da República que formava professores primários. Já havia sido fundado o Instituto de Educação, na mesma Escola Normal.

Em 1934-35, com a fundação da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras, verificou-se que ainda não havia lugar no Brasil para o pesquisador puro. A necessidade maior era de professores bem formados para o ensino secundário, o ginásio de cinco anos e a escola normal de dois e depois de três anos. O ensino secundário e normal absorvia os formandos da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras.

Passaram, então, os egressos da Faculdade de Filosofia a fazer sua prática de ensino no Instituto de Educação, onde recebiam o licenciamento para o exercício do magistério no ginásio e na escola normal. Segue-se daí, em 1935, a passagem do Instituto de Educação para a Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras da USP, com a formação do curso de Pedagogia e a secção de Licenciatura, independente do curso de Pedagogia, mas para o qual afluíam todos os interessados em ensino.

Seria interessante fazer-se um estudo do currículo destas duas secções da Faculdade de Filosofia para verificar-se que a psicologia educacional permeava todos os anos de todos os cursos, tanto de pedagogia como de didática, em todas suas séries.

Dividia-se esta Psicologia da Educação arbitrariamente em: Psicologia da Aprendizagem e Psicologia do Adolescente. A Maristela Veloso Campos Bernardo tem uma tese muito bem feita sobre estas passagens e como elas se deram.

As pesquisas

As pesquisas em Psicologia da Educação tinham, necessariamente, um fundamento empírico, repetindo os modelos desenvolvidos nos Estados Unidos, na segunda metade do século XIX e primeira metade do século XX. Não era somente Stanley Hall mas, também, Thorndike e Watson que eram os pesquisadores mais eminentes da época. Thorndike publicou seu primeiro livro, denominado, arbitrariamente, também, de Psicologia Educacional. Thorndike publicou primeiro uma Psicologia da Aritmética, que não foi muito bem-sucedida e depois, então, para compensar este insucesso, inventou a Psicologia da Educação.

Seguindo-se este período, já no final da segunda metade do século XX, Arthur S. Gates publicam um livro famoso, traduzido para o português e denominado Psicologia para estudantes de Educação, que nada mais era do que um livro de fisiologia aplicada à aprendizagem. O segundo volume foi publicado logo após e referia-se às leis da aprendizagem, simplesmente leis de aprendizagem, sem qualquer teoria, qualquer pesquisa ou comprovação, mas já eram chamadas leis de aprendizagem.

Os modelos de pesquisas publicados nos EUA tinham como objeto verificar o que acontecia com os alunos. Nos primórdios da Psicologia da Educação, nas escolas públicas norte-americanas, como os professores interpretavam os resultados e sentiam o seu trabalho. Sendo a sociedade norte-americana uma democracia liberal que investe, mas quer, também, garantir retorno, a maior preocupação era a questão da aprendizagem - isto é, o produto apresentado pelas escolas, quão bom eram os resultados do investimento. Esta posturá, válida para uma sociedade que investia economicamente na educação e buscava os lucros deste investimento através dos resultados escolares, medidos em termos de aprendizagem, caracteriza os princípios funcionalistas e pragmatistas da filosofia norte-americana. Para conseguir este desideratum, os pesquisadores - psicólogos educacionais - organizavam questionários infinitos para que os professores identificassem as dificuldades sentidas pelos alunos no processo de aprendizagem.

Esta é uma linha de trabalho proposta por pesquisadores empíricos, diferente, muito diferente da já proposta por John Dewey em 1929. É aqui que a grande confusão se estabeleceu no Brasil, quando pesquisadores empíricos da Psicologia encontram-se com a proposta de Dewey. De um lado são empíricos e quantitativos, mas de outro lado são deweynianos, portanto não-positivistas, mais qualitativos.

Dewey, já em 1922 quando começou a sua carreira com o livro Democracia e Educação, edição 1974, dizia que o novelista e o dramatista são muito mais iluminados e mais interessantes comunicadores da conduta do que os psicólogos formais. Quer dizer, o artista produz respostas perceptíveis e, desta forma, mostra uma fase nova da natureza humana, evocada em situações novas. Ao tornar visível e dramaticamente visível a situação, revela ele atualidades vitais. O sistematizador cientista trata cada ato simplesmente como uma amostra de um princípio antigo, ou como uma comunicação mecânica de elementos tirados de inventários já prontos (cito página 155-156 deste volume).

O ponto focal das pesquisas em Psicologia da Educação foi sempre a aprendizagem. A mensuração do resultado da aprendizagem através de testes e, posteriormente, de um conceito que nunca ficou bem esclarecido e que se denominou avaliação, treinamento de professores, currículo no seu aspecto formal e avaliação de currículos.

Ao sinalizar o que sucedeu com a Psicologia Educacional no Brasil, que deu os seus primeiros suspiros efetivamente de 1934 em diante, no Instituto de Educação, nas Escolas Normais e posterior- mente nas Faculdades de Filosofia, nos cursos de Didática e Pedagogia, verifica-se que se desenvolveram teorias de aprendizagem divulgadas através dos livros textos - aprendizagem verbal, aprendizagem motora, aprendizagem de conceitos, aprendizagem emocional e algumas variedades e segmentações destas teorias. A concepção de Psicologia Educacional trazida para o Brasil foi desenvolvida pela professora Noemi da Silveira Rudolfer e tinha um aspecto essencialmente comportamentalista, algumas vezes calcada no sentido estímulo/resposta segundo modelo de Watson e Gates, mas fortemente sustentada também por Thorndike que divergia de Watson na sua concepção de estímulo/resposta.

Ao mesmo tempo, Anísio Teixeira, que também havia estado na América do Norte, na mesma época, tenta introduzir John Dewey no Brasil, nos seus discursos socialistas e nas suas concepções de educação, procurando um sistema. Não conseguiu, pois, mesmo sendo socialista, tinha ele, assim como a senhora Rudolfer, visões ecléticas da psicologia e da educação, que dificultavam a formulação de um sistema.

Lourenço Filho, empolgado com a idéia de "Educação Progressiva" de John Dewey, introduz no Brasil o termo "Escola Nova", que na realidade nunca existiu nos Estados Unidos. Uma tradução pouco feliz para o que Dewey fazia nos Estados Unidos como Educação Progressista. E publicou o seu primeiro livro sobre Escola Nova - Introdução ao Estudo da Escola Nova.

O que Dewey fazia era preocupar-se com as atividades educacionais de forma que elas fossem consideradas pelo seu bem moral intrínseco - como por exemplo, o amor pelo trabalho - mais do que pela sua contribuição a alguns objetivos externos ao processo educacional, tal como preparação de trabalhadores produtivos, etc. Da mesma forma, não está claro que Dewey tivesse acreditado numa igualdade de oportunidades educacionais, como sendo algo desejado, ou que este seria o meio para chegar-se a uma sociedade democrática. A educação progressiva preconizada por Dewey era uma forma de mudar o sistema industrial corrente de trabalho. Neste particular, a Educação Progressiva auxiliaria a criar uma sociedade melhor, um clima democrático em que todos fossem solicitados a participar duplamente, tanto no estabelecimento, quanto na implementação da agenda de educação.

A aprendizagem para Dewey referia-se a aprendizagem de valores democráticos na escola, e isto tinha um sentido social mais amplo, cujas implicações estavam nessa transformação da sociedade humana, democrática, onde houvesse maior participação, interação e experiência democrática. A idéia fundamental de Dewey foi criar uma experiência democrática na escola, de forma que os alunos ao passarem por ela estivessem em condições de entrar na força de trabalho para transformá-la.

Com o surgimento da Escola Nova no Brasil, perdeu-se completamente a visão, não somente de John Dewey sobre a visão socialista da Educação, mas passou este tipo de escola a servir a burguesia e aos grupos sócio-econômicos mais favorecidos, porque na escola pública ela nunca teve o seu lugar. Era impossível numa escola controlada, opressiva, colocar uma visão de educação libertadora.

Nos cursos de Psicologia da Educação, portanto, e refiro-me aqui especificamente à USP que se apresentou como modelo para as outras universidades, os ideais eram os empíricos positivistas e não os socialistas democráticos. As primeiras pesquisas conduzidas referiam-se à adaptação do teste A.B.C para a previsão da aprendizagem da leitura ou a adaptação de testes de inteligência como os de Otis para a escola primária.

Nos primeiros momentos de pós-graduação, ainda fora do sistema proposto pela portaria 77/69, mas na formação de doutores pelo chamado pelo regime antigo da USP, as teses de doutoramento dirigiam-se, também, para estes mesmos modelos de estudos sobre a aprendizagem - segundo modelo de Ebinghauss - a sílaba sem sentido, manifestações de emoções, de sorriso e de tristeza em adolescente. Estes eram os tipos preferidos de pesquisa, todos eles seguindo estudos conduzidos nos Estados Unidos.

No curso de Filosofia da USP, porém, onde havia uma cadeira de Psicologia, inicialmente dirigida por um francês - o professor Jean Maungié e depois pelo Cícero Cristiano de Souza, foi que pela primeira vez se leu Politzer, diferenciando-se, portanto, dos modelos empíricos-positivistas. A seguir, são apresentados os fundamentos da psicologia gestáltica por Anita Castilo e Marcondes Cabral, na sua tese de Doutorado. Exceto esse trabalho de Anita Cabral, não se tem notícias de outros trabalhos importantes, senão o de Carolina Martuscelli sobre Kurt Lewin. Aí param as publicações importantes da época em Psicologia Educacional. Estabelece-se uma diferença radical entre duas linhas de pensamento na mesma universidade, sobre os fatos da Psicologia e as contribuições que esta pode fazer à educação.

Seria mesmo extraordinário que isto acontecesse sem que, todavia, houvesse hostilidade entre duas linhas de pensamento e entre alunos e professores. Esta situação foi, sem dúvida, um grande atraso no desenvolvimento da psicologia nacional, cujos interesses estavam dirigidos para as questões da Educação.

Recordo-me perfeitamente bem que a Professora Rudolfer entrava por uma porta e a Professora Anita entrava por outra porta - as duas não gostavam de se encontrar[1]. E isto se repete histórica e culturalmente. Na Universidade de Columbia é a mesma coisa. Rhoda Metraux entra por aqui, Margareth Mead entrava por ali - não podiam se ver as duas no mesmo corredor.

Este período de incertezas durou para nós, aqui em São Paulo, alguns anos. Os cursos de Psicologia e Psicologia da Educação, todavia, continuavam nas escolas normais e nas faculdades de Filosofia, seguindo as linhas mais diversificadas, sem uma projeção de pesquisa básica, pesquisas aplicadas e pesquisas tecnológicas.

Uma pergunta que me foi feita durante este período de celebrações dos 20 anos de pós-graduação na PUC levou-me a pensar, para escrever estas notas, que hoje estou lendo diante deste público.

Se você tem e teve tantas dificuldades e dúvidas sobre Psicologia da Educação, porque criou um programa de Mestrado e Doutorado em Psicologia da Educação? Ainda mais - não seria então o momento de desenvolvimento de uma psicologia crítica da educação, melhor do que um programa de mestrado e de doutorado em Psicologia da Educação, já ultrapassado na sua opinião?

Sendo já vinte anos passados da origem e da criação de programa de mestrado em Psicologia da Educação, se o programa estivesse começando hoje, estas perguntas seriam bem adequadas. Eram a própria razão de ser para a criação de um curso crítico. Todavia, pensemos que há 20 anos a dúvida que nos induzia a criar um programa de Pós-Graduação em Psicologia da Educação era mesmo a necessidade de dar seqüência a um pensamento crítico, diante dos programas nacionais, tentando indicar soluções para os problemas da educação, da escola, da família, da empresa e da indústria. Quando olhamos, porém, a data da criação dos programas de pós-graduação em Psicologia da Educação, vemos que coincide com um momento político muito sério e muito intenso. Ainda que não houvesse sofrido interferências governamentais, as interferências de dentro da própria universidade eram muito maiores; porque ninguém sabia o que era mestrado, e quando se falava em mestrado em artes, o pessoal pensava que íamos ensinar pintura, música, piano, etc..

Os livros norte-americanos, durante uma tomada das universidades pelos alunos, foram rasgados e postos no lixo. As salas de aula foram invadidas e as paredes grafitadas com dísticos ofensivos. Becas dos professores foram rasgadas e postas no lixo. Como propor programas críticos, novas tentativas, novos projetos de pesquisa? Foi preciso firmarmos naquilo que tínhamos e naquilo que podíamos fazer.

Cada semestre, o número de candidatos parecia aumentar, solicitando matrículas no curso. Muitas vezes a seleção foi feita no Tuquinha que abrigava maior número de candidatos - de 150 a 200, procurando o programa de Pós-Graduação em Psicologia da Educação. Tínhamos poucos professores. Felizmente situações desagradáveis para uns podem tornar-se promessas frutíferas para outros. O desentendimento que se deu entre a Professora Doutora Maria José Werebe na Universidade de São Paulo, determinou o encerramento de seu contrato, e trouxe-nos para a PUC de São Paulo a Professora Maria Amélia Goldberg. Ao mesmo tempo, chegava dos EUA a Professora Abigail Alvarenga, que também associou-se ao grupo que organizava a Psicologia da Educação no nível de Mestrado.

O que fazer, se não começar de onde se havia parado no desenvolvimento de estudos sucessivos e pesquisas em Psicologia da Educação.

A possibilidade de surgir estudos para questões nacionais: política educacional, aspectos psicológicos da escola e preparação de professores, foram sempre propostas ameaçadoras para ao contexto político de um modo geral. Tivemos interferências várias vezes de supostas autoridades que vinham espionar o que se estava fazendo. Esta espionagem não era apenas de fora da universidade como era também de dentro da própria universidade.

Quem vê a Universidade, a PUC hoje, não sabe o que ela foi em 1968, em 64, em 63. Os dedos duros que andavam circulando aos nossos corredores. Não é de se surpreender, portanto, que os estudos continuassem seguindo uma normatividade. Maria Amélia sempre muito interessada em questões políticas, tanto quanto econômicas, passou a interessar-se depois de certo tempo pelos sistemas de comunicações gerados pela informática. Sem dúvida alguma, eram pesquisas tecnológicas e não pesquisas básicas, mas tão necessárias para a construção de um terreno para a Psicologia da Educação.

O Professor Sergio Luna estava nos Estados Unidos e, ao voltar, juntou-se ao novo grupo.

O que me parece mais produtivo no desenvolvimento do programa de mestrado em Psicologia da Educação é que várias linhas de pensamento passaram a delinear-se. Não era mais aquela Psicologia clássica, incerta, insegurança, tradicional inventada por Thorndike e divulgada no Brasil posteriormente centralizando-se em Teorias de Aprendizagem. Houve excelências. Por exemplo: passou-se a pensar mais seriamente na Psicologia, como uma forma de compreender a aprendizagem ou aquisições dentro de uma linha skinneriana segura e séria, com uma metafísica muito bem feita que a sustentava, Curso de Lógica na Psicologia; cursos centralizados em eventos mentais tais como: perceber, lembrar, tomadas de decisão, e como estes fatos podem reconciliar-se com o papel causal dos eventos mentais no mundo físico. Esta fase durou até o momento em que as tensões dento e fora da Universidade começaram a acalmar-se e as ameaças a desaparecer. Isto demorou sem duvida, aproximadamente 10 anos. Só, então, é que outras possibilidades surgiram no programa de Psicologia da Educação e eu já não estava mais na coordenação deste programa. Eu estava na presidência dos programas todos.

A Professora Doutora Maria Regina Maluf assumiu a coordenação. Com ela vieram algumas possibilidades de estudo de Piaget no desenvolvimento humano, aspectos sociais de educação.

Hoje podemos fazer a comparação com os 150, 200, 250 que se inscreviam 20 anos atrás, no programa buscando pós-graduação. Porque quando você entrevistava aqueles indivíduos, eles queriam pós-graduação; tanto eles queriam que vários estão aqui. E se você percorrer as universidades do Nordeste, vários estão na universidade. Em outras universidades - a Unicamp - tem oito, dez doutores na Faculdade de Educação, feitos aqui na PUC-SP.

Então vejam, nós corremos riscos, sim, e porque corremos riscos somos tão livres. Esta liberdade de correr riscos esta escolha que tem e tem que ser feita. Neste correr risco eu vejo a construção de uma Psicologia da Educação. Eu posso chegar amanhã e dizer: na Psicologia da Educação a gente deveria pensar ou pesquisar alguma coisa sobre: o que acontece na Universidade quando os alunos tomam a reitoria? Por que isto acontece? Há uma permissividade muito grande dentro da Universidade? Isto passou a ser uma casa de caridade? Por que isto acontece? Quando você ouve: é falta de energia da reitoria... Mas vá lá ser reitora, e ver o que vai acontecer. Porque isto é histórico também. Tem acontecido isto várias vezes. Todas as becas foram rasgadas. A minha não porque estava na minha casa por acaso. Hoje, eu não sei o que fazer com ela. Se devolvo para a Universidade, se jogo no lixo, se dou para alguém, se dou para minha empregada fazer um vestido - o que eu faço.

Fora de um esquema de previsão, e previsão assim, num país democrata, porque o que acontece com as democracias históricas é que se pode sentar e prever; onde você não tem uma democracia instalada, você vive sustos e arranjos imediatos para poder sobreviver.

Então, continuo pensando que a Psicologia da Educação, tem o seu lugar, tem sua problemática específica, tem o seu campo de ação, tem sua pesquisa básica para ser feita. Então há problemas - por exemplo: alfabetização, como um projeto educacional que permeia todas as instâncias dos programas - todo mundo fala da alfabetização, quando deveria ser uma área específica da Psicologia da Educação. A criança aprende a ler de que jeito? Poder ser Paulo Freire, poder ser Ferreira, pode ser... de onde seja, mas devia estar nas mãos de alguém qualificado na Psicologia. São dois discursos que se permeiam.

Então, acho que esta organização, se eu tivesse a possibilidade de começar a iniciá-la num programa de pós-graduação hoje, eu queria uma outra. Jamais seria fechada em programas pequenos, mas seria uma epistemologia geral e não epistemologias regionais.

Eu me recordo da grande dificuldade que a Maria Eugênia encontrou na ocasião, quando sentiu que um outro programa estava tratando de problemas que eram da Psicologia da Educação. Eu não sei bem a origem, porque eu estava na presidência, mas senti assim o desafio, o descontentamento, e isto era razoável.

Então a criação dos programas de doutoramento foi outro grande problema. O grande problema! Era um doutoramento que estávamos querendo formar, ou eram pequenos clãs? Eram doutor em psicologia clínica, doutor em Psicologia da Educação, doutor em psicologia... Então foi uma grande dificuldade.

A lingüística foi a mesma coisa. Não deveria haver uma transdisciplinaridade, neste doutoramento? Porque são problemas correntes ao meu ver. Se você chegar aos grandes centros de formação de doutores hoje, no estrangeiro, não falo nos Estados Unidos apenas, mas na Europa também, o grande fluxo em que a Europa está agora. O termo não é mais interdisciplinaridade mas é transdisciplinaridade, onde você é um físico, um matemático, um biólogo, um psicólogo, um lingüista trabalhando em pesquisas em educação. Não há só a Psicologia da Educação - você tem uma área que é a educação - uma epistemologia, uma região espistemológica[2], na qual vários pesquisadores estão fazendo pesquisa e esta licenciatura defasada acabaria.

Joel Martins - março de 1989

Notas

[1] No debate, Joel Martins esclarece: "A Professora Anita Cabral chegou dos EUA em 1943 e fez seu doutorado, uma peça brilhante de doutorado. Quando chegou aqui começou a dar os cursos e um dia cometeu a imprudência de dizer: aprendizagem não existe. Imediatamente os alunos foram dizer à professora Rudolfer que respondeu 'Como não existe? Diga à Professora Cabral que venha matricular-se no meu do de aprendizagem'. Vocês podem imaginar o rolo que se formou na universidade com este vai e vem. Vai e vem porque as coisas estavam no plano pessoal. Aprendizagem não era foco de estudos, era propriedade da professora. A Gestalt não era conhecida, porque só quem falava em gestalt era a Professora Anita Cabral e falava em linguagem que ninguém entendia, porque uma linguagem meio traduzida do alemão, meio adaptada ao português, etc. Muito bonito, muito bem feito o trabalho, mas muito ousado para a época. Hoje ele é comum, como se diz por aí, é fácil de discernir, mas na época era muito complexo. Então, estes acontecimentos surgiram e estão ainda acontecendo. Enquanto a gente não olhar para as dimensões, para os desafios que a sociedade está nos mostrando e como vamos resolver este desafio, como enfrentá-los. Esta é uma questão sobre a verdade por exemplo - o que é verdade? Com que verdade trabalhamos? Vamos ficar na verdade passando apenas sobre o acontecimento?.

[2] Joel Martins responde a um ouvinte: "Como eu penso uma região epistemológica para a Psicologia da Educação? Qual seria o conhecimento veiculado por uma Psicologia da Educação? Quer dizer um acontecimento atualizado, presente, calcado na pesquisa básica, na pesquisa fenomenológica da psicologia e dos problemas da educação? O que a psicologia pode e deve resolver? Há um terrível binômio que circula por entre os psicólogos e entre educadores e que é um binômio com uma potência...: ensino/aprendizagem. Isto não existe - o que é aprendizagem sem ensino ou ensino sem aprendizagem, senão é processo... e processo é uma seqüência de ações. Então veja, nós estamos inventando termos e isto é uma violência. Há uma epistemologia, há uma teoria do conhecimento. Acho que alguns cuidados teriam que perguntar-se. O que é que desejo fazer como psicólogo da educação? Eu não posso fazer esta questão a priori. Alguém tem que sentar com alguns psicólogos e pensar no que desejam eles fazer. Mudanças estão se produzindo: se você olhar para os lingüistas falando sobre análise de discursos e como os psicólogos pensam a mesma questão, estamos diante de dois discursos diferente. Houve uma época em que eu me encontrava diante de várias dificuldades porque me perguntavam: o que é mais importante - a sintaxe ou a semântica? Será que é possível fazer esta pergunta, ainda? O que é mais importante: a sintaxe, a semântica ou a pragmática? As três falam da mesma coisa, por que uma é mais importante que a outra? São estas questões que tem que ser respondidas. O que é que estamos fazendo? O que vamos fazer? Não sei se respondo para você, mas para escrever uma epistemologia precisaria de muito mais tempo.

Regulamento 

Programa Educação Psicologia da Educação

Clique aqui para visualizar o regulamento do Programa.

Corpo Docente 

Programa Educação Psicologia da Educação

Corpo Discente 

Programa Educação Psicologia da Educação

Em breve.

Áreas de concentração e linhas de pesquisa 

Programa Educação Psicologia da Educação

As linhas de pesquisa demarcam o campo da Psicologia da Educação em que o Programa apresenta sua contribuição formando pesquisadores e desenvolvendo pesquisas. São elas que orientam a constituição do currículo e dos projetos de pesquisa do PED:

Processos psicossociais na formação e no exercício profissional de educadores:

- Processos de constituição da subjetividade do educador relacionados com seus saberes e desempenho profissional.

Desenvolvimento, ensino e aprendizagem:

- Compreensão do desenvolvimento-humano sua relação com processos de ensino aprendizagem nos contextos escolares, familiares e comunitários.

Mestrado 

Programa Educação Psicologia da Educação

  •  

    Formação Básica (15 créditos)

    O aluno deverá cursar 5 disciplinas obrigatórias de 3 créditos:

    1. Seminário de Pesquisa I e II
    2. Psicologia da Educação I e II
    3. Bases Históricas da Psicologia da Educação
  •  

    Aprofundamento Teórico (6 créditos)

    O aluno deverá cursar 2 disciplinas optativas, escolhidas dentre as oferecidas pelo Programa.

  •  

    Pesquisa (6 créditos)

    Estes créditos deverão ser obtidos através da participação em projetos de pesquisa, oferecidos sob a designação de Disciplinas-Projeto.

  •  

    Orientação: 6 Créditos = (2 x 3 Semestres)

  •  

    Elaboração de Dissertação

    A dissertação de mestrado é elaborada com a supervisão de um professor orientador. Ao final do primeiro ano do Curso, o aluno, com o acordo do orientador, deverá submeter seu projeto de pesquisa a uma banca examinadora, composta pelo orientador e dois docentes convidados, para satisfazer a exigência de Qualificação ao Mestrado. Sendo aprovado, dará continuidade à pesquisa. A estrutura curricular do programa de mestrado completa-se com a defesa pública da dissertação. O número total de créditos exigidos é de 33.

Prazos: O prazo para conclusão do mestrado é de no mínimo 1 e no máximo 2 anos.

 

Avaliação

Os alunos do Mestrado e Doutorado serão avaliados nas disciplinas e disciplinas-projeto através de conceitos. Somente serão aprovados aqueles que obtiverem os conceitos A, B ou C. A avaliação de produção do aluno durante o processo de elaboração da tese é feita pelo professor orientador. Eventuais problemas serão analisados e encaminhados pelo colegiado do Programa.


Proficiência em Língua Estrangeira

Os alunos do Mestrado e do Doutorado deverão apresentar até o final do primeiro ano letivo, documento de instituição educacional reconhecida pelo Programa, declarando-o apto a ler e interpretar textos em língua estrangeira. Mestrado Inglês, Francês ou Espanhol, Doutorado duas línguas que podem ser escolhidas entre Inglês ou Francês, sendo que um deles pode ser aquele em que já demonstrou proficiência no Mestrado, caso contrário será vedada sua continuidade no curso.

Disciplinas 

Programa Educação Psicologia da Educação

2° Semestre de 2014

Clique aqui para visualizar a grade horária de 2° semestre de 2014
 

  • Disciplina Obrigatória: Psicologia da Educação I

    Professor: Profª.Dra Maria Regina Maluf

    Nível:Mestrado

    Horário:3ª feira das 16h às 19h

    Créditos: 03

    Semanal

     

    Ementa

  • Disciplina Obrigatória: Psicologia da Educação II

    Professor: Prof. Dr. Sergio Vasconcelos de Luna

    Nível: Mestrado

    Horário: 3ª feira das 16h às 19h

    Créditos: 03

    Semanal

     

    Ementa

  • Disciplina Obrigatória: Seminários de Pesquisa I

    Professor: Profa. Dra. Melania Moroz

    Nível: Mestrado

    Horário: 3ª feira das 12h45 às 15h45

    Créditos: 03

    Semanal

     

    Ementa

  • Disciplina Ogrigatória: Seminários de Pesquisa II

    Professor: Prof. Dr. Sergio Vasconcelos de Luna

    Nível: Mestrado

    Horário: 3ª Feira das 12h45 às 15H45

    Créditos: 03

    Semanal

     

    Ementa

  • Disciplina Obrigatória: Bases Históricas da Psicologia da Educação

    Professor: Profa. Dra. Mitsuko Aparecida Makino Antunes

    Nível: Mestrado

    Horário: 3ª feira das 12h45 às 15h45

    Créditos: 03

    Semanal

     

    Ementa

  • Disciplina Obrigatória: Seminário Teórico-Metodológico I

    Professor: Profa. Dra. Mitsuko Aparecida Makino Antunes

    Nível: Doutorado

    Horário: 5ª feira das 16h às 19h

    Créditos: 03

    Semanal

     

    Ementa

  • Disciplina Projeto: Seminário Teórico-Metodológico II

    Professor: Prof. (A). Dr.(A) Marli Eliza Dalmazo Afonso de André

    Nível: Doutorado

    Horário: 5ª feira das 12h45 às 15h45

    Créditos: 03

    Semanal

     

    Ementa

  • Disciplina Projeto: Profissionalidade Docente de Professores Formadores dos Cursos de Licenciatura em Início de Carreira.III

    Professor:: Prof.(a). Dr.(a) Laurizete Ferragut Passos

    Nível: Mestrado / Doutorado

    Horário: 5ª feira das 16h às 19h

    Créditos: 03

    Semanal

     

    Ementa

  • Disciplina Projeto: Escolarização Inicial e Desenvolvimento Psicológico

    Professor: Profa. Dra. Maria Regina Maluf

    Nível: Mestrado / Doutorado

    Horário: 4ª feira das 16h às 19h

    Créditos: 03

    Semanal

     

    Ementa

  • Disciplina Projeto: A Dimensão Subjetiva dos Processos Educacionais

    Profa. Dra. Wanda Maria Junqueira de Aguiar

    Nível: Mestrado / Doutorado

    Horário: 4ª feira das 16h ao 19h

    Créditos: 03

    Semanal

     

    Ementa

  • Disciplina Projeto: Movimentos Identitários de Professores VI

    Professor: Profª Drª Vera Maria Nigro de Souza Placco

    Nível: Mestrado / Doutorado

    Horário: 5ª feira das 9 h às 12 h

    Créditos: 03

    Semanal

     

    Ementa

  • Disciplina Projeto: Pesquisando a Dimensão subjetiva da desigualdade social a partir da escola

    Professor: Profª.Dr.(a) Ana Merces Bahia Bock

    Nível: Mestrado / Doutorado

    Horário: 4ª feira das 12h45 às 15h45

    Créditos: 03

    Semanal

     

    Ementa

  • Disciplina Projeto: Integração cognitiva-afetiva e sua expressão na formação de professores centrada em contextos de atuação.

    Professor: Profª Drª. Laurinda Ramalho de Almeida

    Nível: Mestrado / Doutorado

    Horário: 2ª feira das 12h45 às 15h45

    Créditos: 03

    Semanal

     

    Ementa

  • Disciplina Projeto: Formação de Representantes

    Professor: Profa. Dra. Heloisa Szymanski

    Nível: Mestrado / Doutorado

    Horário: 2ª feira das 12h45 às 15h45

    Créditos: 03

    Semanal

     

    Ementa

  • Disciplina Eletiva: A formação centrada na escola, na perspectiva de Henri Wallon

    Professor: Profª Drª. Laurinda Ramalho de Almeida

    Nível: ME / DO/ MP

    Horário: 5ª feira das 16h às 19h

    Créditos: 03

    Semanal

     

    Ementa

  • Disciplina Eletiva: Seminários Metodológicos de Análises Quali/Quantitativos para o Estudo de Fenômenos Psicossociais

    Professor: Profa. Dra. Clarilza Prado de Souza

    Nível: Mestrado / Doutorado

    Horário: 2ª feira 12H45 às 15h45

    Créditos: 03

    Semanal

     

    Ementa

1° Semestre de 2013

Segunda-Feira

 
  • Sala: 4C-04

    Estudo: ARTICULAÇÃO E DIÁLOGO VIII – Formação de Multiplicadores

    Professor: HELOISA SZYMANSKI RIBEIRO GOMES

    Horário: 12H45 -15H45

  • Sala: 4C-07

    Estudo: AFETIVIDADE NO PROCESSO DE CONSTITUIÇÃO E NA ATUAÇÃO DO EDUCADOR VI

    Professor: LAURINDA RAMALHO DE ALMEIDA

    Horário: 12H45 -15H45

Terça-Feira

 
  • Sala: 4B-17

    Estudo: SEMINÁRIO DE PESQUISA II

    Professor: SÉRGIO VASCONCELOS DE LUNA

    Horário: 12H45 -15H45

  • Sala: 4C-07

    Estudo: SEMINÁRIO DE PESQUISA I

    Professor: MARIA REGINA MALUF

    Horário: 12H45 -15H45

  • Sala: 4C-07

    Estudo: PSICOLOGIA DA EDUCAÇÃO I

    Professor: LAURINDA RAMALHO DE ALMEIDA

    Horário: 16H -19H

  • Sala: 4B-17

    Estudo: PSICOLOGIA DA EDUCAÇÃO II

    Professor: SÉRGIO VASCONCELOS DE LUNA

    Horário: 16H -19H

  • Sala: 4A-02

    Estudo: BASES HISTÓRICAS DA PSICOLOGIA DA EDUCAÇÃO

    Professor: MITSUKO APARECIDA MAKINO ANTUNES

    Horário: 16H -19H

Quarta-Feira

 
  • Sala: 4C -02

    Estudo: METODOLOGIAS DE ENSINO E O USO DE SOFTWARES EDUCATIVOS

    Professor: MELANIA MOROZ

    Horário: 08H30 -11H

  • Sala: 4A-02

    Estudo: A CONSTRUÇÃO COLABORATIVA DE UMA COMUNIDADE DE APRENDIZAGEM DOCENTE NA ESCOLA II

    Professor: WANDA MARIA JUNQUEIRA DE AGUIAR

    Horário: 16H -19H

  • Sala: 504

    Estudo:

    Professor: ANA MERCES BAHIA BOCK

    Horário: 16H -19H

  • Sala: 4B-15

    Estudo: PSICOLOGIA COGNITIVA DA LEITURA: PESQUISA SOBRE APRENDIZ. INICIAL II

    Professor: MARIA REGINA MALUF

    Horário: 16H -19H

Quinta-Feira

 
  • Sala: 4C-04

    Estudo: SEMINARIO TEÓRICO-METODOLÓGICO II

    Professor: MARLI ANDRÉ 

    Horário: 9H – 12H

  • Sala: 4B-17

    Estudo: MOVIMENTOS IDENTITÁRIOS DE PROFESSORES IV

    Professor: VERA PLACCO

    Horário: 9H – 12H

  • Sala: 4B-16

    Estudo: SEMINARIO TEÓRICO-METODOLÓGICO I

    Professor: MITSUKO APARECIDA MAKINO ANTUNES

    Horário: 16H -19H

  • Sala: 4C -02

    Estudo: PROFISSIONALIDADE DOCENTE DE PROFESSORES FORMADORES DOS CURSOS DE LICENCIATURA EM INICIO DE CARREIRA II

    Professor: LAURIZETE FERRAGUT PASSOS

    Horário: 12H45 – 15H45

 

2° Semestre de 2013

  • Disciplina: Projeto

    Articulação e Diálogo VIII: Formação de Multiplicadores

    Professor: Heloisa Szymanski

    Nível: Mestrado / Doutorado

    Horário: 2ª das 12h45 às 15h45

    Créditos: 03

    Semanal

     

    Ementa

  • Disciplina: Projeto

    Afetividade no Processo de Constituição e na Atuação do Educador VI

    Professor: Laurinda Ramalho de Almeida

    Nível: Mestrado / Doutorado

    Horário: 2ª das 12h45 às 15h45

    Créditos: 03

    Semanal

     

    Ementa

  • Disciplina: Obrigatória

    Seminário de Pesquisa I

    Professor: Dra. Maria Regina Maluf

    Nível: Mestrado

    Horário: 3ª das 16h às 19h

    Créditos: 03

    Semanal

     

    Ementa

  • Disciplina: Obrigatória

    Seminários de Pesquisa II

    Professor: Sergio Vasconcelos de Luna

    Nível: Mestrado

    Horário: 3ª das 12h45 às 15h45

    Créditos: 03

    Semanal

     

    Ementa

  • Disciplina: Obrigatória

    Psicologia da Educação I

    Professor: Laurinda Ramalho de Almeida

    Nível: Mestrado

    Horário: 3ª das 16h às 19h

    Créditos: 03

    Semanal

     

    Ementa

  • Disciplina: Obrigatória

    Psicologia da Educação II

    Professor: Sergio Vasconcelos de Luna

    Nível: Mestrado

    Horário: 3ª das 16h às 19h

    Créditos: 03

    Semanal

     

    Ementa

  • Disciplina: Obrigatória

    Bases Históricas da Psicologia da Educação

    Professor: Mitsuko Aparecida Makino Antunes

    Nível: Mestrado

    Horário: 3ª das 16h às 19H

    Créditos: 03

    Semanal

     

    Ementa

  • Disciplina: Projeto

    Metodologias de Ensino e o uso de Softwares Educativos

    Professor: Melania Moroz

    Nível: Mestrado/Doutorado

    Horário: 4ª das 8h às 11h

    Créditos: 03

    Semanal

     

    Ementa

  • Disciplina: Projeto

    Psicologia Cognitiva da Leitura: pesquisas sobre aprendizagem inicial III

    Professor: Maria Regina Maluf

    Nível: Mestrado/Doutorado

    Horário:4ª das 16h às 19h

    Créditos: 03

    Semanal

     

    Ementa

  • Disciplina: Projeto

    A Dimensão Subjetiva da Desigualdade Social na Escola

    Professor: Ana Merces Bahia Bock

    Nível: Mestrado/Doutorado

    Horário: 4ª feira das 16h às 19h

    Créditos: 03

    Semanal

     

    Ementa

  • Disciplina: Projeto

    A Construção Colaborativa de uma Comunidade de Aprendizagem Docente na Escola II

    Professor: Wanda Maria Junqueira de Aguiar

    Nível: Mestrado/Doutorado

    Horário: 4ª das 16h às 19h

    Créditos: 03

    Semanal

     

    Ementa

  • Disciplina: Projeto

    Movimentos Identitários de Professores V

    Professor: Vera Maria Nigro de Souza Placco

    Nível: Mestrado/Doutorado

    Horário: 5ª feira das 9h às 12h

    Créditos: 03

    Semanal

     

    Ementa

  • Disciplina: Obrigatória

    Seminário Teórico-Metodológico I

    Professor: Mitsuko Aparecida Makino Antunes

    Nível: Doutorado

    Horário: 5ª das 16h às 19h

    Créditos: 03

    Semanal

     

    Ementa

  • Disciplina: Obrigatória

    Seminário Teórico-Metodológico II

    Professor: Marli Eliza Dalmazo Afonso de André

    Nível: Doutorado

    Horário: 5ª das 12h45 às 15h45

    Créditos: 03

    Semanal

     

    Ementa

  • Disciplina: Projeto

    Profissionalidade Docente de Professores Formadores dos Cursos de Licenciatura em Início de Carreira II

    Professor: Laurizete Ferragut Passos

    Nível: Mestrado/Doutorado

    Horário: 5ª das 12h45 às 15h45

    Créditos: 03

    Semanal

     

    Ementa

1° Semestre de 2014

Clique aqui para visualizar a grade horária de 1° semestre de 2014
 

  • Disciplina: Psicologia da Educação I

    Professor: Profª.Dr.(a) Laurinda Ramalho de Almeida

    Nível:Mestrado

    Horário:3ª feira das 16h às 19h

    Créditos: 03

    Semanal

     

    Ementa

  • Disciplina Projeto: Profissionalidade Docente de Professores Formadores dos Cursos de Licenciatura em Início de Carreira.III

    Professor:: Prof.(a). Dr.(a) Laurizete Ferragut Passos

    Nível: Mestrado / Doutorado

    Horário: 3ª feira das 12h45 às 15h45

    Créditos: 03

    Semanal

     

    Ementa

  • Disciplina Projeto: Escolarização Inicial e Desenvolvimento Psicológico

    Professor: Profa. Dra. Maria Regina Maluf

    Nível: Mestrado e Doutorado

    Horário: 4ª feira das 16h às 19h

    Créditos: 03

    Semanal

     

    Ementa

  • Disciplina Eletiva: Contribuições de Vigotski para a Pesquisa e a Educação

    Professor: Prof. (A). Dr (A) Wanda Maria Junqueira de Aguiar

    Nível: Mestrado e Doutorado

    Horário: 2ª feira das 9h às 12h

    Créditos: 03

    Semanal

     

    Ementa

  • Disciplina Obrigatória: Seminários de Pesquisa I

    Professor: Profa. Dra. Maria Regina Maluf

    Nível: Mestrado

    Horário: 3ª feira das 12h45 às 15h45

    Créditos: 03

    Semanal

     

    Ementa

  • Disciplina Projeto: A construção colaborativa de uma comunidade de aprendizagem docente na escola III

    Professor: Prof. (A). Dr(A) Wanda Maria Junqueira de Aguiar

    Nível: Mestrado e Doutorado

    Horário: 4ª feira das 12h45 às 15h45

    Créditos: 03

    Semanal

     

    Ementa

  • Disciplina Projeto: Articulação e Diálogo: “A Formação de representantes de pais e alunos em uma EMEF da cidade de São Paulo”

    Professor: Prof. (A). Dr.(A) Heloisa Szymanski

    Nível: Mestrado e Doutorado

    Horário: 2ª Feira das 12h45 às 15H45

    Créditos: 03

    Semanal

     

    Ementa

  • Disciplina Projeto: Análise de Contigência e Programação de Ensino II

    Professor: Prof. (A). Dr. (A) Sergio Vasconcelos de Luna

    Nível: Mestrado/Doutorado

    Horário: 4ª feira das 8h30h às 11h30

    Créditos: 03

    Semanal

     

    Ementa

  • Disciplina Projeto: Afetividade no Processo de Constituição e na Atuação do Educador VII

    Professor: Profª Drª. Laurinda Ramalho de Almeida

    Nível: Mestrado/Doutorado

    Horário: 2ª feira das 12h45 às 15h45

    Créditos: 03

    Semanal

     

    Ementa

  • Disciplina Ogrigatória: Seminários de Pesquisa II

    Professor: Prof. (A). Dr(A) Melania Moroz

    Nível: Mestrado

    Horário: 3ª Feira das 12h45 às 15H45

    Créditos: 03

    Semanal

     

    Ementa

  • Disciplina Obrigatória: Psicologia da Educação II

    Professor: Prof. Dr. Sergio Vasconcelos de Luna

    Nível: Mestrado

    Horário: 3ª feira das 16h às 19h

    Créditos: 03

    Semanal

     

    Ementa

  • Disciplina Eletiva: A Educação como Processo Social e Prática Politica

    Professor: Prof. (A). Dr(A) Ana Mercês Bahia Bock

    Nível: Mestrado/Doutorado

    Horário: 4ª feira das 16h às 19h

    Créditos: 03

    Semanal

     

    Ementa

  • Disciplina Projeto: Seminário Teórico-Metodológico II

    Professor: Prof. (A). Dr.(A) Marli Eliza Dalmazo Afonso de André

    Nível: Doutorado

    Horário: 5ª feira das 12h45 às 15h45

    Créditos: 03

    Semanal

     

    Ementa

  • Disciplina Eletiva: Aprendizagem do Adulto Professor V

    Professor: Profª Drª Vera Maria Nigro de Souza Placco

    Nível: Doutorado/Mestrado

    Horário: 5ª Feira das 9h às 12h

    Créditos: 03

    Semanal

     

    Ementa

  • Disciplina Obrigatória: Seminário Teórico-Metodológico I

    Professor: Profa. Dra. Mitsuko Aparecida Makino Antunes

    Nível: Doutorado

    Horário: 5ª feira das 16h às 19h

    Créditos: 03

    Semanal

     

    Ementa

  • Disciplina Obrigatória: Bases Históricas da Psicologia da Educação

    Professor: Profa. Dra. Mitsuko Aparecida Makino Antunes

    Nível: Mestrado

    Horário: 3ª Feira das 16h às 19H

    Créditos: 03

    Semanal

     

    Ementa

1° Semestre de 2013

Segunda-Feira

 
  • Sala: 4C-04

    Estudo: ARTICULAÇÃO E DIÁLOGO VIII – Formação de Multiplicadores

    Professor: HELOISA SZYMANSKI RIBEIRO GOMES

    Horário: 12H45 -15H45

  • Sala: 4C-07

    Estudo: AFETIVIDADE NO PROCESSO DE CONSTITUIÇÃO E NA ATUAÇÃO DO EDUCADOR VI

    Professor: LAURINDA RAMALHO DE ALMEIDA

    Horário: 12H45 -15H45

Terça-Feira

 
  • Sala: 4B-17

    Estudo: SEMINÁRIO DE PESQUISA II

    Professor: SÉRGIO VASCONCELOS DE LUNA

    Horário: 12H45 -15H45

  • Sala: 4C-07

    Estudo: SEMINÁRIO DE PESQUISA I

    Professor: MARIA REGINA MALUF

    Horário: 12H45 -15H45

  • Sala: 4C-07

    Estudo: PSICOLOGIA DA EDUCAÇÃO I

    Professor: LAURINDA RAMALHO DE ALMEIDA

    Horário: 16H -19H

  • Sala: 4B-17

    Estudo: PSICOLOGIA DA EDUCAÇÃO II

    Professor: SÉRGIO VASCONCELOS DE LUNA

    Horário: 16H -19H

  • Sala: 4A-02

    Estudo: BASES HISTÓRICAS DA PSICOLOGIA DA EDUCAÇÃO

    Professor: MITSUKO APARECIDA MAKINO ANTUNES

    Horário: 16H -19H

Quarta-Feira

 
  • Sala: 4C -02

    Estudo: METODOLOGIAS DE ENSINO E O USO DE SOFTWARES EDUCATIVOS

    Professor: MELANIA MOROZ

    Horário: 08H30 -11H

  • Sala: 4A-02

    Estudo: A CONSTRUÇÃO COLABORATIVA DE UMA COMUNIDADE DE APRENDIZAGEM DOCENTE NA ESCOLA II

    Professor: WANDA MARIA JUNQUEIRA DE AGUIAR

    Horário: 16H -19H

  • Sala: 504

    Estudo:

    Professor: ANA MERCES BAHIA BOCK

    Horário: 16H -19H

  • Sala: 4B-15

    Estudo: PSICOLOGIA COGNITIVA DA LEITURA: PESQUISA SOBRE APRENDIZ. INICIAL II

    Professor: MARIA REGINA MALUF

    Horário: 16H -19H

Quinta-Feira

 
  • Sala: 4C-04

    Estudo: SEMINARIO TEÓRICO-METODOLÓGICO II

    Professor: MARLI ANDRÉ 

    Horário: 9H – 12H

  • Sala: 4B-17

    Estudo: MOVIMENTOS IDENTITÁRIOS DE PROFESSORES IV

    Professor: VERA PLACCO

    Horário: 9H – 12H

  • Sala: 4B-16

    Estudo: SEMINARIO TEÓRICO-METODOLÓGICO I

    Professor: MITSUKO APARECIDA MAKINO ANTUNES

    Horário: 16H -19H

  • Sala: 4C -02

    Estudo: PROFISSIONALIDADE DOCENTE DE PROFESSORES FORMADORES DOS CURSOS DE LICENCIATURA EM INICIO DE CARREIRA II

    Professor: LAURIZETE FERRAGUT PASSOS

    Horário: 12H45 – 15H45

 

2° Semestre de 2013

  • Disciplina: Projeto

    Articulação e Diálogo VIII: Formação de Multiplicadores

    Professor: Heloisa Szymanski

    Nível: Mestrado / Doutorado

    Horário: 2ª das 12h45 às 15h45

    Créditos: 03

    Semanal

     

    Ementa

  • Disciplina: Projeto

    Afetividade no Processo de Constituição e na Atuação do Educador VI

    Professor: Laurinda Ramalho de Almeida

    Nível: Mestrado / Doutorado

    Horário: 2ª das 12h45 às 15h45

    Créditos: 03

    Semanal

     

    Ementa

  • Disciplina: Obrigatória

    Seminário de Pesquisa I

    Professor: Dra. Maria Regina Maluf

    Nível: Mestrado

    Horário: 3ª das 16h às 19h

    Créditos: 03

    Semanal

     

    Ementa

  • Disciplina: Obrigatória

    Seminários de Pesquisa II

    Professor: Sergio Vasconcelos de Luna

    Nível: Mestrado

    Horário: 3ª das 12h45 às 15h45

    Créditos: 03

    Semanal

     

    Ementa

  • Disciplina: Obrigatória

    Psicologia da Educação I

    Professor: Laurinda Ramalho de Almeida

    Nível: Mestrado

    Horário: 3ª das 16h às 19h

    Créditos: 03

    Semanal

     

    Ementa

  • Disciplina: Obrigatória

    Psicologia da Educação II

    Professor: Sergio Vasconcelos de Luna

    Nível: Mestrado

    Horário: 3ª das 16h às 19h

    Créditos: 03

    Semanal

     

    Ementa

  • Disciplina: Obrigatória

    Bases Históricas da Psicologia da Educação

    Professor: Mitsuko Aparecida Makino Antunes

    Nível: Mestrado

    Horário: 3ª das 16h às 19H

    Créditos: 03

    Semanal

     

    Ementa

  • Disciplina: Projeto

    Metodologias de Ensino e o uso de Softwares Educativos

    Professor: Melania Moroz

    Nível: Mestrado/Doutorado

    Horário: 4ª das 8h às 11h

    Créditos: 03

    Semanal

     

    Ementa

  • Disciplina: Projeto

    Psicologia Cognitiva da Leitura: pesquisas sobre aprendizagem inicial III

    Professor: Maria Regina Maluf

    Nível: Mestrado/Doutorado

    Horário:4ª das 16h às 19h

    Créditos: 03

    Semanal

     

    Ementa

  • Disciplina: Projeto

    A Dimensão Subjetiva da Desigualdade Social na Escola

    Professor: Ana Merces Bahia Bock

    Nível: Mestrado/Doutorado

    Horário: 4ª feira das 16h às 19h

    Créditos: 03

    Semanal

     

    Ementa

  • Disciplina: Projeto

    A Construção Colaborativa de uma Comunidade de Aprendizagem Docente na Escola II

    Professor: Wanda Maria Junqueira de Aguiar

    Nível: Mestrado/Doutorado

    Horário: 4ª das 16h às 19h

    Créditos: 03

    Semanal

     

    Ementa

  • Disciplina: Projeto

    Movimentos Identitários de Professores V

    Professor: Vera Maria Nigro de Souza Placco

    Nível: Mestrado/Doutorado

    Horário: 5ª feira das 9h às 12h

    Créditos: 03

    Semanal

     

    Ementa

  • Disciplina: Obrigatória

    Seminário Teórico-Metodológico I

    Professor: Mitsuko Aparecida Makino Antunes

    Nível: Doutorado

    Horário: 5ª das 16h às 19h

    Créditos: 03

    Semanal

     

    Ementa

  • Disciplina: Obrigatória

    Seminário Teórico-Metodológico II

    Professor: Marli Eliza Dalmazo Afonso de André

    Nível: Doutorado

    Horário: 5ª das 12h45 às 15h45

    Créditos: 03

    Semanal

     

    Ementa

  • Disciplina: Projeto

    Profissionalidade Docente de Professores Formadores dos Cursos de Licenciatura em Início de Carreira II

    Professor: Laurizete Ferragut Passos

    Nível: Mestrado/Doutorado

    Horário: 5ª das 12h45 às 15h45

    Créditos: 03

    Semanal

     

    Ementa

Doutorado 

Programa Educação Psicologia da Educação

  •  

    Formação Básica: 6 créditos.

    O aluno deverá cursar 2 disciplinas obrigatórias:

    1. Seminários Teórico e Metodológico I
    2. Seminário Teórico e Metodológico II
  •  

    Aprofundamento Teórico: 3 Créditos = 1 Disciplina- optativa

  •  

    Pesquisa: 12 Créditos = 4 Disciplinas-Projeto

    Estes créditos deverão ser obtidos através da participação em projetos de pesquisas, oferecidos sob a designação de Disciplinas-Projeto.

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    Orientação: 12 Créditos = (2 Créditos x 6 Semestres)

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    Elaboração de Tese

    A tese de doutorado é elaborada com a supervisão de um orientador. Ao final do segundo ano do Curso, o aluno com o acordo do orientador, deverá submeter seu projeto de pesquisa a uma banca examinadora, composta pelo orientador e dois a quatro docentes convidados, para satisfazer a exigência de Qualificação ao Doutorado. Sendo aprovado, dará continuidade à pesquisa. A estrutura curricular do Curso de Doutorado completa-se com a defesa pública da tese, o número total de créditos exigidos é de 33.

Prazos: O prazo para conclusão do doutorado é de no mínimo 2 e no máximo 4 anos.

 

Avaliação

Os alunos do Mestrado e Doutorado serão avaliados nas disciplinas e disciplinas-projeto através de conceitos. Somente serão aprovados aqueles que obtiverem os conceitos A, B ou C. A avaliação de produção do aluno durante o processo de elaboração da tese é feita pelo professor orientador. Eventuais problemas serão analisados e encaminhados pelo colegiado do Programa.


Proficiência em Língua Estrangeira

Os alunos do Mestrado e do Doutorado deverão apresentar até o final do primeiro ano letivo, documento de instituição educacional reconhecida pelo Programa, declarando-o apto a ler e interpretar textos em língua estrangeira. Mestrado Inglês, Francês ou Espanhol, Doutorado duas línguas que podem ser escolhidas entre Inglês ou Francês, sendo que um deles pode ser aquele em que já demonstrou proficiência no Mestrado, caso contrário será vedada sua continuidade no curso.

Centros e Núcleos 

Programa Educação Psicologia da Educação

Em breve.

Pesquisas dos Docentes 

Programa Educação Psicologia da Educação

Em breve.

Pesquisas Concluídas 

Programa Educação Psicologia da Educação

Em breve.

Publicações 

Programa Educação Psicologia da Educação

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    Para compreender a ciência: uma perspectiva histórica

     

    Maria Amália Andery
    Melania Moroz e outros

    Este livro resulta de uma experiência de mais de dez anos com material didático elaborado para um curso de Metodologia científica da PUC -SP. Pretende mostrar que é o método científico é histórico; que não se resume a técnicas; que está fundado em concepções amplas de mundo, devendo ser avaliado também a partir delas; e que os problemas enfrentados pela filosofia, pela ciência, pelo conhecimento são também históricos. Pretende também, enfim, levar o autor a refletir sobre a ciência de modo mais abrangente, de forma não dogmática.

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    Afetividade e aprendizagem: contribuições de Henri Wallon

     

    Laurinda Ramalho de Almeida (org.)
    Abigail Alvarenga Mahoney (org.)

    Este livro aborda a questão da. afetividade no cotidiano escolar, apresentando pesquisas que se apoiaram na teoria de desenvolvimento de Henri Wallon.

    O que essas pesquisas revelam:

    1. em todos os níveis de ensino, do Fundamental ao Superior, alunos e professores se expressam por inteiro com cognições, sentimentos e movimentos;
    2. o processo ensino-aprendizagem se enriquece na medida em que considera a integração cognitiva-afetiva-motora; ao aceitar essa integração, o professor amplia sua visão e tem melhores elementos para identificar suas necessidades e as do aluno;
    3. a discussão sobre a competência pedagógica, em todos os níveis de ensino, não. pode deixar à margem a questão da afetividade, pois cognição e afetividade são dimensões inseparáveis do processo ensino-aprendizagem.
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    Análise do Conteúdo

     

    Maria Laura P. B. Franco

    Este livro de destina a pesquisadores iniciantes e traz descrição pormenorizada do processo de condução de uma modalidade de entrevista na pesquisa sobre Psicologia da Educação: a entrevista reflexiva. São apresentados vários exemplos de trabalhos científicos que se utilizaram desse instrumento. O livro oferece também descrições de análise de entrevistas, passo a passo, desde a transcrição dos dados até a organização destes em categorias, enfatizando seu caráter criativo e de construção contínua.

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    Aprendizagem do Adulto Professor

     

    Vera Maria Nigro de Souza Placco (org.)
    Vera Lucia Trevisan de Souza (org.)

    Este livro apresenta a produção coletiva de um grupo e revela a maneira como esse grupo compreende a aprendizagem do adulto. Propomos, por um lado, a teorização de conceitos relativos a essa aprendizagem e explicitamos a experiência vivida por um grupo que estuda o tema, cuja autoria aqui se revela. Por outro lado, apresentamos os meios pelos quais consideramos que essa aprendizagem se torna significativa e provocadora de mudanças: a apreciação e reflexão sobre a arte e a mediação do coletivo, do grupo.

    Subjetividade, memória e metacognição são, em nosso entendimento, corolários de um processo de formação identitária que envolve saberes e experiência singulares e coletivos, atravessados por uma intencionalidade e direção características do modo como o adulto aprende.

    Os textos aqui apresentados não precisam ser lidos seqüencialmente, pois os conceitos se ramificam, reverberam sobre os diferentes temas, que estão presentes na dinâmica da aprendizagem do adulto e na formação de professores, seja do ponto de vista teórico, seja na perspectiva da experiência vivida pelo grupo.

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    Avaliação do Rendimento Escolar

     

    Clarilza Prado de Sousa (org.)

    Avaliar não é medir. Ou não deveria ser.

    Mas no momento da avaliação escolar vários aspectos do desempenho geral do aluno não aparecem ou são desprezados.

    Além disso, para se fazer uma avaliação usamos parâmetros, seguimos padrões que, de uma forma ou de outra, são determinados por circunstâncias históricas, sociais, econômicas, e mesmo políticas.

    Cercando o tema por todos os lados, as autoras desta coletânea possibilitam uma visão ampla da avaliação que propicia o debate e a redefinição de tal conceito.

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    Concepções e Práticas em Formação de Professores - diferentes olhares

     

    Elianda F. Arantes Tiballi (org.)
    Sandramara Matias Chaves (org.)

    Os Encontros Nacionais de Didática e Prática de Ensino são realizados a cada dois anos por instituições universitárias cujas atividades compõem sólida base de ensino, pesquisa e produção científica na área. O XI ENDIPE foi realizado no Centro de Cultura e Convenções de Goiânia, Estado de Goiás, no período de 26 a 29 de maio de 2002, com a co-promoção de quatro instituições goianas de ensino superior.

    Este livro integra um conjunto de quatro volumes contendo os textos dos simpósios e mesas-redondas apresentados no Encontro. Sua leitura proporcionará aos interessados no campo investigativo da didática e das práticas de ensino dialogar com os autores acerca de temas relacionados com as políticas educacionais e com sua repercussão na sala de aula, na formação inicial e continuada de professores, na educação inclusiva, no interculturalismo e nas políticas de avaliação.

    Esta publicação tornou-se possível graças ao apoio financeiro das seguintes instituições: Universidade Católica de Goiás, Universidade Estadual de Goiás e Associação Educativa Evangélica de Anápolis.

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    A Constituição da Pessoa na Proposta de Henri Wallon

     

    Abigail Alvarenga Mahoney (org.)
    Laurinda Ramalho de Almeida (org.)

    Este livro surgiu da constatação das autoras, em suas experiências profissionais em diferentes níveis de ensino, de que:

    1. no cotidiano escolar, alunos e professores se expres­sam na sua totalidade, numa integração permanente de pensamentos, sentimentos e movimentos;
    2. na busca de um respaldo teórico para compreen­der a integração afetivo-cognitivo-motora, da qual resulta a constituição da pessoa, Henri Wallon re­velou-se uma das possibilidades.
    3. Ao considerarem a importância de se resgatar o saber da experiência dos professores, as autoras entendem que não se pode também descuidar da fundamenta­ção teórica para iluminar essa prática e que o diálogo teoria-prática deve ser um exercício permanente.
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    O Coordenador Pedagógico e a Educação Continuada

     

    Ana Archangelo Guimarães
    Cecília Hanna Mate
    Eliane Bambini Gorgueira Bruno
    Fábio Camargo Bandeira Villela
    Laurinda Ramalho de Almeida
    Luiza Helena da Silva Christov
    Maristela Lobão de Moraes Sarmento
    Vera Maria Nigro de Souza Placco

    Dois desafios pedagógicos percorrem as reuniões de professores das escolas públicas e particulares. De um lado, a possibilidade de se reorganizar coletivamente o espaço escolar por meio de um projeto pedagógico voltado para a efetiva superação dos problemas presentes no interior do sistema educacional brasileiro. De outro, o reconhecimento da importância do coordenador pedagógico como agente articulador da construção coletiva de um projeto pedagógico. Este livro está especialmente voltado para o coordenador pedagógico e seus autores esperam estabelecer um processo comunicativo com este agente de quem tanto se espera.

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    O Coordenador Pedagógico e a Formação Docente

     

    Eliane Bambini Gorgueira Bruno (org.)
    Laurinda Ramalho de Almeida (org.)
    Luiza Helena da Silva Christov (org.)

    A publicação de O coordenador pedagógico e a formação docente dá continuidade ao diálogo já aberto, em 1998, com o livro O coordenador pedagógico e a educação continuada. A discussão sobre a formação docente é, ao mesmo tempo, antiga e atual. E a definição do modo como devem intervir os coordenadores pedagógicos nesse processo tem incidência direta sobre a qualidade do ensino.

    Aqui se discutem aspectos da formação contínua de educadores em textos diretamente voltados para a intervenção dos coordenadores junto aos professores. O leitor encontrará desde sugestões de pauta para reuniões até dicas para a incorporação à didática das novas tecnologias.

    Este trabalho busca compreender a realidade escolar e seus desafios, construindo alternativas adequadas e propondo um mínimo de consistência para as ações pedagógicas. Não há fórmulas a reproduzir; só a premente necessidade de encontrar soluções adequadas às realidades múltiplas das redes municipais e estaduais de ensino.

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    O Coordenador Pedagógico e o Cotidiano da Escola

     

    Vera Maria Nigro de Souza Placco (org.)
    Laurinda Ramalho de Almeida (org.)

    Este é o quarto volume de uma série dirigida aocoordenador pedagógico. Pelo sucesso dos volumes anteriores (o primeiro está na 6a edição, o segundo na 4a e o terceiro na 2a), a parceria que os autores estabelecem com os coordenadores pedagógicos tem se revelado extremamente fecunda.

    A fecundidade desta parceria se deve principalmente ao fato de os coordenadores encontrarem nestas obras o cotidiano da escola com seus desafios, seus movimentos e processos, bem como a aguda compreensão de seu papel na rede de relações que permeiam a vida da escola.

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    O Coordenador Pedagógico e o Espaço da Mudança

     

    Laurinda Ramalho de Almeida (org.)
    Vera Maria Nigro de Souza Placco (org.)

    O coordenador pedagógico e o espaço da mudança vem dar continuidade a O coordenador pedagógico e a educação continuada, de 1998, e a O coordenador pedagógico e a formação docente, de 2000, textos carinhosamente batizados entre os coordenadores de, respectivamente, O coordenador 1 e O coordenador 2; daí ser o texto atual O coordenador 3.

    Os textos aqui apresentados resultam ou de pesquisas realizadas para elaboração de dissertações e teses, ou de pesquisas para avaliação de projetos implementados na rede pública de ensino, ou ainda da reflexão sobre anos de trabalho e de prática pedagógica. Todos têm, no entanto, dois pontos em comum: a crença no trabalho da coordenação pedagógica e na necessidade da formação continuada e o interesse em partilhar com os colegas seus achados e expectativas.

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    O Coordenador Pedagógico e Questões da Contemporaneidade

     

    Laurinda Ramalho de Almeida (org.)
    Vera Maria Nigro de Souza Placco (org.)

    Este é o quinto volume de uma série dirigida aocoordenador pedagógico.As questões da contemporaneidade nele apontadas são reveladas na escola, mas também se originam e se enraízam fora dela. Ao se revelar no contexto escolar, interferem no professor e nos demais educadores, pois há uma tensão permanente entre o que a escola pode realizar e o que se espera dela diante de tantas demandas sociais emergentes e conflitantes. Professores e coordenadores nem sempre podem ou sabem lidar com as possibilidades e limites da escola e da sociedade, o que aumenta a responsabilidade do Coordenador Pedagógico na articulação de um trabalho coletivo. O objetivo do livro é sugerir a esse profissional pistas para a compreensão da múltipla determinação do que acontece na escola e mostrar-lhe que não está só na busca de caminhos mais promissores.

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    Ensino Técnico em Portugal e no Brasil: uma perspectiva da realidade

     

    Luís Pardal
    Maria Laura Franco
    Carlos Dias
    Gláucia Novaes
    Clarilza Prado Sousa

    Trabalhar em equipe construindo conhecimento foi um desafio que exigiu dos pesquisadores mais do que uma boa amizade, mas a integração de perspectivas, coincidência de hipóteses investigativas e a sintonia de pontos de vista. Estes foram, na verdade, grandes desafios vencidos pelos pesquisadores, vivendo em dois mundos social e culturalmente diferentes, ao descobrirem que na construção do conhecimento os resultados podem trazer diferenças, estranhezas, mas o processo de elaboração e desenvolvimento pode ser rigorosamente o mesmo. Assim, a especificidade de cada sistema de ensino e mesmo de algumas características da língua portuguesa utilizada no Brasil e em Portugal, exigiu pequenas modificações e ajustes no instrumento de coleta de dados. Neste sentido, os questionários elaborados pelas duas equipes de pesquisadores, com questões "fechadas" e "abertas"; foi uma etapa importante em que se definiram mais concretamente as indagações que cada qual tinha em relação ao objeto de estudo comum. Nesta etapa da pesquisa surgiram mais claramente as diferenças e foi importante discutir pontos para se obter maior convergência. Como resultado, as dificuldades na obtenção dos dados foram superadas e se agregou rigor no desenvolvimento da pesquisa.

    Neste sentido, há duas formas de se ler o presente volume. Primeiramente, como um relatório de pesquisa sobre a formação de nível médio/secundário e profissional, suas características e dificuldades em dois países. E o segundo, como duas equipes de pesquisa com identidades sociais diferentes constroem, na diversidade cultural, um processo harmônico de construção de conhecimento.

    Em nota final diremos que acertamos que a introdução teria sotaque luso-brasileiro com ortografia portuguesa. Quanto ao resto, os dois textos são expressão fiel das equipas que os produziram tanto do ponto de vista da linguagem como da ortografia utilizada em cada um dos países.

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    A Entrevista na Pesquisa em Educação: a prática reflexiva

     

    Heloisa Szymanski (org.)

    Este livro se destina a pesquisadores iniciantes e traz uma descrição pormenorizada do processo de condução de uma modalidade de entrevista na pesquisa sobre Psicologia e Educação: a entrevista reflexiva. São apresentados vários exemplos de trabalhos científicos que se utilizaram desse instrumento. O livro oferece também descrições de análise de entrevistas, passo a passo, desde a transcrição dos dados até a organização destes em categorias, enfatizando seu caráter criativo e de construção contínua.

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    Estudo de Caso em Pesquisa e Avaliação Educacional

     

    Marli Eliza D. A. de André

    Estudos de caso vêm sendo usados há muito tempo em diferentes áreas de conhecimento, tais como: sociologia, antropologia, medicina, psicologia, serviço social, direito, administração, com variações quanto aos métodos e finalidades.

    O presente livro adota uma concepção muito similar à de Stake, mas prefere usar a denominação "estudo de caso do tipo etnográfico", ou seja, um estudo em profundidade de um fenômeno educacional, com ênfase na sua singularidade e levando em conta os princípios e métodos da etnografia.

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    Etnografia da Prática Escolar

     

    Marli Eliza D. A. de André

    Além de discutir este tema de grande atualidade, Marli André busca nesta obra apontar a contribuição que os estudos do tipo etnográfico, voltados ao cotidiano escolar, vem oferecendo para repensar e reconstruir o saber didático.

    O livro está dividido em duas partes: a primeira trata dos fundamentos e procedimentos da pesquisa etnográfica e a segunda traz uma análise crítica de alguns trabalhos etnográficos.

    Ao final do livro são esboçadas as novas direções da pesquisa etnográfica em educação que incluem uma aproximação entre os estudos etnográficos e a pesquisa-ação e a crescente preocupação do pesquisador com questões de ética e de valor relativas aos sujeitos investigados e ao leitor da pesquisa.

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    Formação e Prática do Educador e do Orientador

     

    Vera Maria Nigro de Souza Placco

    "A que se propôs a autora neste trabalho? De que fala este livro?

    Em síntese, diz que mudanças não ocorrem por efeito de discursos, mas provêm de confrontos e constrangimentos, desvelados nas contradições do discurso e da prática. Ocorrem quando a essa tomada de consciência se juntam possibilidades objetivas, mobilizadoras da ação. (...)

    São complexas, abrangentes e múltiplas as contribuições deste livro. A autora expõe suas concepções de Educação, Orientação Educacional, sua trajetória na construção do conceito de sincronicidade consciente; fala de consciência crítica (...)" etc.

    Vera Placco, "por seu rigor científico, profundidade e abrangência de seu trabalho, ultrapassou os limites de seu próprio projeto. Foi além, muito além e construiu uma teoria de formação ou, melhor ainda, da autoconstrução do educador. Sua linha de pensamento segue as tendências mundiais, expressas em obras que propõem a formação de um educador necessário ao homem de hoje."

    Do prefácio de Maria da Glória Pimentel

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    Grupo focal na pesquisa em Ciências Sociais e Humanas

     

    Bernardete Angelina Gatti

    A utilização de grupos focais como meio de pesquisa em campos diversificados do conhecimento humano intensificou-se na última década. Concepções diferenciadas sobre suas formas de desenvolvimento surgiram, abrindo uma polêmica entre os cientistas sociais quanto à sua configuração mais como um processo de entrevista coletiva (grupo estruturado), ou, como um processo interacional, onde, justamente as interações produzidas por uma condução mais flexível do grupo é que se constituem como os elementos básicos para o processo investigativo. A primeira posição se expandiu em áreas como a da publicidade, do marketing, da saúde, do planejamento e gestão, onde a utilização do grupo focal se apresenta na maior parte dos trabalhos em forma operativa, dirigida por perguntas, com procedimentos mais estruturados, controlados por questões bem especificas em tempo determinado. Muitos cientistas sociais não consideram esse procedimento como propriamente um grupo focal mas, como um processo de entrevista coletiva. A outra posição colocada, é a prevalente em áreas como a sociologia, psicologia social, antropologia cultural e, mais recentemente a da educação. Os cientistas destes campos insistem que a técnica do grupo focal como meio de pesquisa deve privilegiar a rede de interações, a criação de um campo interativo próprio ao grupo, que, embora focado em um tema, oferece a oportunidade de trocas e insights em um processo comunicativo flexível entre os participantes. As interações que assim se produzem é que serão objeto das análises na busca de explicações para o problema de pesquisa, explicações não meramente descritivas ou opinativas correntes, mas mais aprofundadas por eixos conceituais mais densos. Esta é a posição adotada neste texto.

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    Henri Wallon - Psicologia e Educação

     

    Abigail Alvarenga Mahoney (org.)
    Laurinda Ramalho de Almeida (org.)

    Henrí Wallon - Psicología e Educação estuda as contribuições de H.W. para a compreensão do desenvolvimento humano e, particularmente, do aluno na escola e fora dela, como pessoa completa. Destina-se, assim, tanto aos educadores, pais e professores, aos quais oferece diretrizes preciosas para a própria formação e instrumentos importantes para a análise e compreensão dos fenômenos pedagógicos e psicológicos que ocorrem na família e na sala de aulas, como aos estudiosos da psicologia da educação, para quem H.W. é uma marco ao integrar os dois pólos entre os quais a educação sempre oscilou a formação da pessoa e sua inserção na coletividade.

    O livro é fruto da atuação do GRUPO DE ESTUDOS "HENRI WALLON: psicólogo e educador", do Núcleo Temático de Ensino e Formação de Professores do Programa de Estudos Pós-graduados em Educação: Psicologia da Educação da PUC-SP, organizado e coordenado pela professora doutora Abigail Alvarenga Mahoney.

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    Lições de Didática

     

    Ilma Passos Alencastro Veiga (org.)

    Este livro reúne um conjunto de textos que procura aprofundar as questões inerentes a cada uma das dimensões do processo didático: ensinar, aprender, pesquisar e avaliar.

    Como campo de estudo, a didática é uma disciplina de natureza pedagógica aplicada, orientada para as finalidades educativas e comprometida com as questões concretas da docência, com as expectativas e os interesses dos alunos. A didática institui-se como prática social concreta, complexa e laboriosa. É um espaço de diálogo entre a formação, a docência e a pesquisa.

    O título, Lições de didática, remete à idéia de aprendizado como processo ativo, opondo-se à noção de conjunto de estratégias e procedimentos que se põe em prática. Assim, com sua gama de reflexões teórico-práticas, esta obra busca servir de instrumento formativo, como meio, não como fim em si mesmo.

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    Metalinguagem e Aquisição da Escrita: contribuições da pesquisa para a prática da alfabetização

     

    Maria Regina Maluf (org.)

    O estudo das atividades meta lingüísticas em suas relações com a compreensão do princípio alfabético e aprendizagem da linguagem escrita é relativamente novo. O interesse por essa área vem ocorrendo nas mais diferentes línguas, indo além das distinções de grafias e das especificidades fonológicas, sintáticas ou morfológicas. Pesquisas realizadas no Brasil, sobretudo nos últimos 10 anos, vêm mostrando a importância e utilidade de se conhecer melhor as peculiaridades do português brasileiro no processo de aquisição da leitura e da escrita.

    Os textos que estão sendo trazidos a público neste livro tratam de questões de enorme atualidade, relevantes para a pesquisa e portadoras de implicações nas atividades de ensino, tanto de crianças quanto de adultos. O país vive um momento de expansão da educação básica e se multiplicam os esforços com vistas à incorporação de novos contingentes da população ao sistema de ensino. Psicólogos da educação, professores e estudantes que se voltam para a problemática da alfabetização poderão encontrar aqui leituras capazes de despertar ou alimentar suas atividades de ensino e produção de conhecimentos em consonância com o que há de mais recente no campo.

    Resenhado por Karina Soledad Maldonado Molina Pagnez

    Resenhado por Eisa Lima Gonçalves Antunha

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    O Papel da Pesquisa na Formação e na Prática dos Professores

     

    Marli Eliza D. A. de André (org.)

    Existe um consenso entre os especialistas da área de educação de que a pesquisa é um elemento essencial na formação do docente. E nos últimos anos vem sendo defendida a idéia de que ela deve ser parte integrante do trabalho do professor, ou seja, de que ele deve se envolver em projetos de pesquisa-ação nas escolas ou salas de aula.

    No entanto, muitas questões vêm sendo formuladas quanto à forma de inserção da pesquisa na formação e na prática docente. Pergunta-se: como vem se processando a articulação entre ensino e pesquisa nas universidades e qual sua contribuição para a melhoria dos cursos de graduação? De que professor e de que pesquisa se está tratando quando se fala em professor pesquisador? Que condições têm o professor que atua nas escolas para fazer pesquisas? Que pesquisas vêm sendo produzidas?

    A obra busca dar subsídios para superar tanto uma visão romântica quanto uma crítica amarga sobre o potencial da pesquisa na formação e na prática docente.

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    Para Onde Vão a Orientação e a Supervisão Educacional?

     

    Naura Syria Carapeto Ferreira (org.)
    Márcia Ângela da Silva Aguiar (org.)

    Esta coletânea analisa a formação e o trabalho dos profissionais da educação no contexto da atual política educacional brasileira. O que se pretende é discutir questões controvertidas e polêmicas relativas a essa temática, a fim de avançar na seleção de alternativas e decisões condizentes com nossos compromissos como educadores.

    Estes estudos coincidem numa apreciação crítica do estatuto dos profissionais da educação e da sua formação, reafirmando, contudo, a convicção no futuro de uma profissão que se situa no terreno da formação humana. Abordar essas questões de forma crítica constitui o desafio enfrentado pelos autores que aqui expõem suas idéias, com a certeza de contribuírem para ampliar o debate sobre a formação e o trabalho qualificado dos profissionais da educação que a sociedade brasileira exige.

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    A Perspectiva Sócio-Histórica na formação em Psicologia

     

    Ana Mercês Bahia Bock (org.)

    É com orgulho e satisfação que apresentamos ao público, em especial àqueles que estudam e professam a psicologia, o livro Perspectiva sócio-histórica na formação empsicologia.

    Um livro que pretende divulgar a abordagem sócio-histórica como uma perspectiva teórica capaz de romper com a dicotomia objetividade/subjetividade e produzir um saber e um fazer que, ao falar do humano e sua dimensão psicológica, fala da realidade social na qual este se insere e que o constitui. O livro pretende se somar às contribuições atuais para o desenvolvimento de uma psicologia comprometida com a realidade social. Pretende fortalecer a busca de uma visão crítica em Psicologia, capaz de superar visões psicologizantes da realidade e visões es-treitas que isolam o humano da realidade social que o constitui. Queremos falar da dimensão subjetiva como um aspecto da realidade social.

    Este livro foi construído a partir das experiências de ensino da Equipe de Psicologia Sócio-histórica da PUC-SP, na Faculdade de Psicologia, e pretende ser um instrumento para ampliar este diálogo entre aqueles que buscam alternativas críticas no âmbito da psicologia.

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    Pesquisa em Educação: abordagens qualitativas

     

    Menga Lüdke
    Marli Eliza D. A. de André

    A coleção Temas Básicos de Educação e Ensino, coordenada pela Prof.a Loyde A. Faustini, apresenta subsídios e sugestões para os educadores que atuam nas escolas de 1º e 2º graus e na administração dos sistemas de ensino e para os professores e estudantes dos cursos de graduação em Pedagogia e dos demais cursos que preparam professores para as diferentes áreas do ensino de 1º e 2º graus.

    Temas Básicos de Educação e Ensino oferece livros de texto escritos por autores brasileiros, para a nossa realidade educacional.

    A pesquisa em educação encontra-se atualmente em fase de grande evolução, ampliando seu foco de interesse e métodos para além dos estudos tradicionais do tipo survey ou experimental, que constituíram suas mais fortes inclinações durante as últimas três ou quatro décadas. Hoje ela se preocupa também em captar a dinâmica do fenômeno educacional e a realidade complexa do dia-a-dia das escolas. Isso exige o auxílio de técnicas de pesquisa qualitativa, até agora pouco exploradas no âmbito. da educação.

    Este livro introduz o estudante de graduação à concepção e aos trabalhos de pesquisa em educação, dentro das abordagens qualitativas. Ele se endereça, portanto, aos alunos e aos professores dos cursos de graduação, fornecendo-lhes subsídios para o trabalho de pesquisa. Será útil também aos que atuam no ensino de 1º e 2º graus, pois aí se situam os principais e mais urgentes problemas a serem enfrentados pelo trabalho de pesquisa em educação.

    As autoras esperam contribuir para o desenvolvimento dos recursos metodológicos da pesquisa em educação nesta perspectiva ainda pouco explorada, embora muito necessária: a das abordagens qualitativas.

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    O Processo de Pesquisa: iniciação

     

    Melania Moroz
    Mônica Helena T. A. Gianfaldoni

    A formação de pesquisadores é uma das metas relevantes da universidade para que possa contribuir para o conhecimento científico. Contar com recursos adequados para auxiliar nessa tarefa é muito gratificante.

    É o que nos oferece este livro, que compartilha com seus leitores as experiências de especialistas na área do ensino de Metodologia da Pesquisa, abrindo e iluminando o caminho de quantos queiram aprender a pesquisar.

    O uso do texto por alunos de pós-graduação tem trazido resultados muito positivos, especialmente pela forma como o texto foi estruturado e pela apresentação clara e precisa.

    O livro aborda o essencial de cada etapa para instrumentalizar o pesquisador iniciante com exemplos elucidativos e sugestões práticas. Analisa, de forma competente, cada fase, garantindo ao mesmo tempo uma visão de conjunto do processo, encarado como constituído socialmente, de produção do conhecimento científico.

    Coloca em foco a responsabilidade do pesquisador, que se completa na comunicação dos seus resultados, os quais só são confiáveis quando adquiridos com o rigor necessário.

    Por todas essas qualidades, o livro revele-se como um instrumento estimulante para alunos e professores, não só, mas especialmente da área da educação.

    Abigail Alvarenga Mahoney

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    Psicologia & Educação - revendo contribuições

     

    Vera Maria Nigro de Souza Placco (org.)

    Este livro coloca em nova perspectiva a contribuição da Psicologia à Educação: primeiro, porque acaba com más e desviantes interpretações de autores e abordagens, ao convidar renovamos estudiosos para apresentar a abordagem em que são especialistas; segundo, porque esses especialistas; trocaram suas análises em evento que visava exatamente o debate sobre a relação entre essas áreas nos últimos 30 anos.

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    Psicologia e Educação: desafios teórico-práticos

     

    Elenita Tanamachi
    Marilene Proença
    Marisa Rocha

    As questões que hoje se colocam para a educação escolarizada, construídas com o passar dos anos na educação brasileira, saltam aos olhos: a questão econômica, que confere um caráter de precariedade às práticas educativas, às condições materiais da escola e salariais do professor; o modo como se constituem as relações de trabalho no interior das escolas na qual a hierarquia desapropria em cadeia as iniciativas e as lutas coletivas; a dimensão pedagógica marcada por uma dura rotina, em que o desejo de conhecer não se traduz no interesse de aprender - dificuldade que não concerne somente a crianças e jovens, mas igualmente aos educadores.

    Psicologia e Educação: desafios teórico-práticos foi produzido com a perspectiva de redimensionar a formação acadêmica dos profissionais de psicologia no que tange às ações sócio-institucionais junto à educação, na tentativa de construir novas bases teórico-práticas para a psicologia nas escolas. Além disso, visa contribuir para uma reflexão radical do processo educacional e dos conflitos nele produzidos enquanto fenômenos sócio-políticos e pedagógicos complexos nos aspectos que se referem à especificidade da Psicologia.

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    Psicologia Educacional: questões contemporâneas

     

    Maria Regina Maluf (org.)

    As Questões contemporâneas na Psicologia Educacaional são numerosas. A começar pela própria Psicologia Educacional, objeto de questionamentos em nosso País, sobretudo nos últimos 25 anos, que se apresenta na contemporaneidade sob formas positivas emergentes, tanto na teoria quanto na prática de psicólogos e pesquisadores inovadores, familiarizados com a escola real e com a arte de educar. Os estudos publicados neste livro inserem-se na perspectiva afirmativa de uma Psicologia Educacional e Escolar voltada para o tratamento de temas portadores de importantes implicações para a prática educacional.

    Os textos aqui apresentados tratam de questões de grande atualidade, do ponto de vista da psicologia e da educação, e concernem diferentes momentos da existência dos educandos, desde os primeiros anos de vida até a adolescência. Como se forma no menino e na menina a identidade sexuada? Como as crianças chegam a compreender fenônemos mentais como as intenções, os desejos e as crenças de outrem? Como favorecer a aquisição da linguagem escrita dando atenção ao desenvolvimento das habilidades metalinguísticas que lhes estão associadas? Qual o papel e a importância de interações sociais de diferentes naturezas, que favorecem a aprendizagem e que superam formas violentas de resolução de conflitos no ambiente escolar? Como os novos recursos da internet estão afetando a vida de muitos adolescentes? O leitor encontrará aqui novos conteúdos que poderão responder a algumas de suas questões e motivar buscas através de novas pesquisas e novos estudos que farão avançar o conhecimento em torno das questões abordadas.

    Resenhado por Eisa Lima Gonçalves Antunha

    Resenhado por Jussara Fernandes

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    Psicologia Escolar e compromisso social

     

    Albertina Mitjáns Martinez (org.)

    Este livro constitui mais um resultado do esforço individual e coletivo dos membros do Grupo de Psicologia Escolar I Educacional da Associação de Pesquisa e Pós-graduação em Psicologia (ANPEPP) que dá continuidade a um trabalho de discussão e produção científica que vem se desenvolvendo sistematicamente desde 1994. Esta obra, expressão do interesse do grupo em analisar e discutir novas formas de atuação dos psicólogos perante a difícil situação da educação na realidade brasileira, integra os trabalhos apresentados e discutidos no X Simpósio de Pesquisa e Intercâmbio Científico organizado pelaANPEPP que teve lugar em Aracruz, Espírito Santo, de 24 a 28 de maio de 2004.

    O livro, importante para a mudança de visões e práticas, revela novas formas de atuação do psicólogo na instituição escolar para fazer frente tanto a demandas sociais emergentes quanto a políticas públicas relevantes como as relacionadas com o processo de inclusão escolar. Também apresenta experiências do trabalho do psicólogo em outros contextos educativos institucionalizados e debate os desafios que a necessidade de novas formas de atuação e de visão da realidade apresentam para a formação do psicólogo, especialmente os relacionados com a dimensão pessoal da formação. A construção de novas representações e a procura criativa de novas formas e alternativas de atuação, reflexões que a obra estimula, podem constituir importantes formas de expressão do compromisso dos psicólogos, não apenas com processos educativos que contribuam realmente para o desenvolvimento, mas também com uma sociedade mais justa.

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    Psicologia Escolar e Educacional - Saúde e Qualidade de Vida

     

    Zilda Aparecida Pereira Del Prette (org.)

    Este é o quarto livro do Grupo de Trabalho de Psicologia Escolar e Educacional que, desde 1989, vem se reunindo nos Simpósios da Associação Nacional de Pesquisa e Pós-Graduação em Psicologia (ANPEPP). Esta obra reúne, em dez capítulos, as contribuições dos participantes do VIII Simpósio da ANPEPP ocorrido em Serra Negra de 24 a 27 de maio de 2000.

    Conforme sugere o título - Psicologia Escolar e Educacional, saúde e qualidade de vida: Explorando fronteiras essas contribuições se traduziram em farto material de reflexões e propostas de pesquisa e prática educacionais que podem se reverter em saúde e qualidade de vida.

    Esses temas perpassam todos os capítulos e são relacionados a outros como: mudanças de paradigmas, eficácia ou função social da escola, prática profissional do psicólogo, formação de professores/educadores, articulação teoria-prática-pesquisa. LOB, reestruturação curricular, relações escola-família-comunidade, aprendizagem-subjetividade, evasão-repetência. Interdisciplinaridade, criatividade, relações interpessoais, desenvolvimento socioemocional, habilidades sociais, fatores de risco e de proteção ao desenvolvimento, cidadania, marginalização cultural-econômica. crianças / adolescentes em situação de rua, trabalho infanto-juvenil.

    Em seu conjunto, os capítulos apresentam uma concepção de Psicologia Escolar e Educacional que se assenta no compromisso com a função social da escola. Como agência formadora de uma visão de mundo e de um conjunto de habilidades e conhecimentos que podem, de forma integrada, contribuir para a saúde e a qualidade de vida.

    Esta obra se destina a alunos e professores de Psicologia e Educação bem como ao público em geral interessado em conhecer propostas educacionais que visam ampliar a efetividade do processo de ensino e a relevância dos objetivos e produtos da escola necessária para os novos tempos.

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    A Relação Família/Escola - desafios e perspectivas

     

    Heloisa Szymanski

    Este livro destina-se a profissionais que trabalham direta ou indiretamente com as famílias, na área de educação, serviço social e saúde, pois apresenta uma proposta de se considera-las nas suas condições concretas de vida e não por meio de um modelo idealizado. Sugere a necessidade de harmonização entre as práticas educativas desenvolvidas pela família e as várias instituições que trabalham com crianças e adolescentes e jovens.

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    As Relações Interpessoais na Formação de Professores

     

    Laurinda Ramalho de Almeida (org.)
    Vera Maria Nigro de Souza Placco (org.)

    Este livro surgiu de constatações da prática profissional dos autores:

    1. a) o investimento nas relações interpessoais favorece o acesso ao conhecimento;
    2. b) professores e alunos querem ser ouvidos, compreendidos, considerados - querem uma relação pessoa a pessoa.

    Essas duas constatações podem parecer óbvias, mas nem por isso são facilmente percebidas e valorizadas.

    Se professores e alunos vivem boa parte de seu tempo em relação face a face, é salutar que aprendam a ser mais compreensivos, atentos e cuidadosos uns com os outros, pois essa aprendizagem tornará seus dias mais produtivos, mais instigantes e, mesmo árduos, mais prazerosos.

    Resenhado por Eda Maria Canepa

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    Resiliência e Educação

     

    José Tavares (org.)

    Parafraseando Vera Placco, diríamos que, embora o conceito de resiliência não tenha sido, no Brasil, alvo de muitos estudos e produções acadêmicas, ele constitui um campo de investigação e de formação na área da Educação e da Psicologia, em que o Brasil terá, com certeza, uma palavra importante a dizer.

    Nesse sentido, Vera Placco é bem explícita quando escreve: "No mundo atual, em que desafios e dificuldades se apresentam a cada dia para os seres humanos, em que a competição e a busca por espaços profissionais e pessoais se torna mais acirrada, em que as expectativas externas se chocam com as possibilidades reais de realização do sujeito, este precisa ser formado - e se autoformar - para se preservar psicologicamente, para reagir, para ordenar seu mundo, suas necessidades, suas prioridades, seus desejos e suas ações, de modo a não se deixar sobrepujar por contingências e circunstâncias a que não possa, em dado momento e em determinadas situações, controlar e dar as respostas exigidas".

    E a concluir:

    "Ao apresentar o presente trabalho ao público brasileiro, expresso minha satisfação, especialmente na medida em que, em relação à discussão sobre resiliência, me sinto ainda como estudiosa curiosa e atenta às contribuições e potencialidades de sua aplicação, no que diz respeito à minha área de estudos privilegiada, a formação de professores. Se estes profissionais puderem ser formados para serem cada vez mais resilientes em relação às suas vidas pessoais e profissionais, sem dúvida poderão ser mais capazes de formar seus alunos - futuros cidadãos -, também eles, cada vez mais resilientes" (Prefácio).

    Parece ser este também um dos grandes desafios que hoje se colocam a todos aqueles que têm responsabilidades nos domínios da educação e da formação do novo cidadão.

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    Sentidos e Significados do Professor na Perspectiva Sócio-Histórica - Relatos de Pesquisa

     

    Wanda Maria Junqueira de Aguiar (org.)

    A intenção deste livro é apresentar o relato de seis pesquisas realizadas junto a professoras do ensino fundamental, tendo todas elas como referencial teórico-metodológico a perspectiva da psicologia sócio-histórica, e utilizando significado e sentido como categorias centrais. Os motivos que nos levam a considerar a importância e mesmo a urgência de tornar públicas as pesquisas em questão são o grande avanço e crescente interesse na perspectiva sócio-histórica, vista como uma abordagem promissora para a apreensão do homem, constituindo-se, dessa forma, em um referencial teórico-metodológico importante para o trabalho de pesquisa; a relevância das categorias sentido e significado, entendidas no momento como formas privilegiadas para a apreensão da singularidade do ser humano; o interesse, tanto por parte de pesquisadores como de professores, em obter subsídios, seja na forma de teorizações, seja, mais claramente, como resultados de pesquisa, que venham responder às muitas questões engendradas pela prática docente.

    A temática abordada pelas autoras leva-nos a acreditar que este trabalho aportará valiosas contribuições tanto no campo da teoria e da metodologia de pesquisa como no campo da formação e prática do professor, possibilitando o aperfeiçoamento dos profissionais do ensino, especialmente no que se refere à construção de intervenções que "considerem a singularidade dos indivíduos concretos nelas envolvidos.

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    Temas e Textos em Metodologia do Ensino Superior

     

    Sérgio Castanho (org.)
    Maria Eugênia Castanho (org.)

    Livro que reúne reflexões de autores com vasta experiência na área, apresentando as principais questões que compõem o cotidiano dos professores universitários. Textos densos e ágeis tornam esta obra especialmente indicada para cursos de Metodologia do Ensino Superior. Numa permanente tensão entre teoria e prática, seus capítulos fazem a articulação entre o cotidiano da sala de aula e a pulsão de uma estrutura que transcende e determina tal espaço.

    Considerando as mudanças na sala de aula decorrentes de alterações na produção social, são analisadas questões como: a história da educação superior, o método dialético e as correntes psicológicas subjacentes à sua didática, os modelos históricos de sua pedagogia, a leitura e a escrita na aula universitária, o ensino e a pesquisa, as intenções e os objetivos educativos, a inovação, os grupos de reflexão sobre a prática docente, o projeto político-pedagógico, a criatividade e a avaliação. Desse conjunto emerge uma pedagogia universitária renovada e crítica, adequada para os tempos de incertezas em que vivemos.

    Em suma, esta coletânea é uma resposta ao apelo de professores e alunos dos cursos de Metodologia do Ensino Superior de todo o país.

Processo Seletivo 

Programa Educação Psicologia da Educação

Bolsas 

Programa Educação Psicologia da Educação

As instituições de apoio à pesquisa CAPES E CNPq concedem ao Programa quotas para os pós-graduandos. O número de quota varia, sob a influência de fatores diversos. O programa seleciona os candidatos a essas bolsas, de acordo com critérios e em períodos previamente anunciados. Os interessados devem estar atentos às informações, periodicamente divulgadas no próprio Curso. Os alunos bolsistas são submetidos à avaliação de produtividade, em função da qual permanecerão ou não com a bolsa.

Avaliação da Capes 
Triênio 2010-2011-2012 Conceito 6
Coordenação e vice-coordenação 
  • Coordenador 
    Profa. Dra. Ana Merces Bahia Bock

  • Vice-coordenador
    Profa. Dra. Wanda Maria Junqueira de Aguiar

Inscrição 

Em breve.

Revistas 

Programa Educação Psicologia da Educação

Missão

A revista Psicologia da Educação, do Programa de Estudos Pós-Graduados em Educação: Psicologia da Educação da PUC-SP, iniciou as atividades em 1995. É uma produção semestral que veicula estudos e pesquisas voltados para uma subárea que se propõe como a relação entre duas, a Psicologia e a Educação, ambas ao mesmo tempo prática e área de conhecimento. É dirigida a educadores, psicólogos e pesquisadores, bem como a alunos de Graduação e Pós-Graduação. Até o número 25 foi impressa, com ISSN 1414-6975, passando a ser eletrônica a partir do número 26, com ISSN 2175-3520.

Tem por missão veicular produção científica sobre questões, sejam conceituais sejam derivadas das práticas educativas, focalizadas a partir da interface entre Psicologia e Educação, com vistas a subsidiar a reflexão teórica e a prática educativa. São publicados textos inéditos derivados de pesquisas empíricas ou teórico-metodológicas, que se embasem nas diferentes vertentes teóricas da Psicologia e da Educação, configurando-se como espaço de diversidade no tratamento de fenômenos afetos ao campo educacional. Também são publicadas, na seção Compartilhando, traduções de artigos internacionais; resenhas de livros nacionais e internacionais, e de dissertações e teses; republicações de artigos raros e documentos; e, ainda, relatos de experiência e textos didáticos.

Natureza das contribuições

Psicologia da Educação publica textos inéditos derivados de pesquisas empíricas ou teórico-metodológicas, na área da Psicologia da Educação. Na seção Compartilhando, publica traduções de artigos internacionais, resenhas de livros nacionais e internacionais, bem como de dissertações, teses, republicações de artigos raros e documentos, relatos de experiência e textos didáticos.

Os originais deverão ser encaminhados à revista Psicologia da Educação via Submission: http://pepsic.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_serial&pid=1414-6975&lng=pt&nrm=iso

Processo de análise e seleção das colaborações recebidas

a. Os originais deverão ser encaminhados à revista Psicologia da Educação via Submission

b. Os trabalhos enviados serão apreciados pelo Comitê Editorial, que fará uso de consultores ad hoc a seu critério. Os autores serão notificados da aceitação ou recusa de seus textos.

b. A bem da qualidade editorial da revista, o Comitê poderá fazer pequenas modificações nos textos. Quando mudanças substanciais forem necessárias, o autor será avisado e encarregado de fazê-las. O envio das alterações solicitadas, no prazo concedido, condicionará a publicação do texto.

Formato dos originais

Os originais devem estar em conformidade com as Normas de Publicação da APA. Estas normas podem ser observadas no site oficial da APA <http://www.apastyle.org/>. Tais normas devem ser respeitadas no que diz respeito ao estilo de apresentação e aos aspectos éticos inerentes à realização de um trabalho científico. 

Egressos 

Programa Educação Psicologia da Educação

Para consultar todos os egressos clique aqui.

Dissertações e teses defendidas 

Programa Educação Psicologia da Educação

Para consultar todas as DIssertações e Teses Defendidas clique aqui.

 

Para consultar as Normas para Entrega dos Volumes Finais da Dissertação/Tese clique aqui.

Intercâmbios 

Programa Educação Psicologia da Educação

Em breve.

Convênios 

Programa Educação Psicologia da Educação

Em breve.

Eventos Anteriores 

Programa Educação Psicologia da Educação

Em breve.

Expediente 

Assistente de Coordenação: Edson Aguiar de Melo

R. Ministro Godoi, 969 - 4º andar - sala 4E07
Perdizes - São Paulo - SP - Brasil
CEP: 05015-901

Fone/fax: (11) 3670-8527

e-mail: pedpos@pucsp.br

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