Física: Bacharelado

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Apresentação 

O Bacharelado em Física (ênfase em Física Médica), conforme está proposto define rumos inovadores para a formação de profissionais de nível superior na área de Física (ênfase em Física Médica), pois estes profissionais terão uma formação sólida em Física Clássica e Moderna, empregando estes conhecimentos como instrumento de domínio de novas tecnologias sem esquecer-se do aspecto humano envolvido no processo.

 Objetivos Gerais do Curso de Física: Bacharelado são:

  • Promover a formação científica sólida e ampla, que capacite os futuros bacharéis a compreender a física, o universo tecnológico e os avanços atuais da ciência.
  • Promover uma formação atualizada incorporando conteúdos modernos e resultados das pesquisas que já se consolidaram nas diferentes áreas do conhecimento físico.
  • Suscitar a motivação para o permanente aperfeiçoamento profissional, preparando o graduando para atividades de pesquisa pura e aplicada.
Formas de Ingresso 
  • Processo seletivo por meio de exame vestibular aberto a candidatos que tenham concluído o ensino médio ou equivalente;
  • Processo seletivo específico para portadores de diploma de graduação, sob condição de existência de vagas abertas pela Faculdade, obedecendo ao calendário da Universidade;
  • Matrícula por transferência sob a condição de existência de vaga, obedecendo ao calendário da Universidade ;
  • Prouni, obedecendo ao calendário da Universidade;
  • Reopção de curso, aberta pela Faculdade, obedecendo ao calendário da Universidade.
Gestão 

As Faculdades são compostas por: Departamentos, Cursos de Graduação, Programas de  Pós-Graduação stricto sensu e lato sensu, Cursos e Atividades de Educação Continuada, Unidades Suplementares e Núcleos Extensionistas.

Compete à Câmara de Graduação:
I - desenvolver estudos que subsidiem o CEPE na elaboração ou alteração da política educacional da PUC-SP, a ser submetidos à apreciação e aprovação do CONSUN e CONSAD;
II - desenvolver estudos, no âmbito do ensino, de forma articulada com a Câmara de Pós-Graduação e Pesquisa, que subsidiem a elaboração dos Projetos Institucionais da PUC-SP, a ser submetidos à apreciação e aprovação do CEPE;
III - propor ao CEPE plano de implementação da política educacional e do desenvolvimento do ensino nas Faculdades, definindo as prioridades;
IV - propor ao CEPE as normas e as orientações técnicas para elaboração e tramitação de programas e projetos de ensino das Faculdades;
V - dar parecer sobre Projetos Pedagógicos de Cursos e propostas de alterações a serem submetidos à aprovação do CEPE;
VI - apreciar os relatórios das avaliações institucionais e de cursos;
VII - promover a auto-avaliação dos Cursos de Graduação das Faculdades, encaminhando ao CEPE relatórios;
VIII - promover estudos das demandas socio-ocupacionais e das transformações na esfera do conhecimento, orientando as Faculdades para a proposição de mudanças curriculares, ou de novas modalidades de Graduação;
IX - subsidiar e supervisionar o desenvolvimento dos Projetos Pedagógicos dos Cursos, zelando pela observância dos mesmos;
X - acompanhar a implementação de novos Projetos Pedagógicos de Cursos;
XI - subsidiar o CEPE nas políticas de extensão referentes à Graduação;
XII - emitir pareceres de mérito sobre projetos de extensão ligados à Graduação;
XIII - exercer outras atribuições previstas em normas ou decididas pelos Colegiados competentes e inerentes à natureza do órgão.

Laboratórios 
O curso conta com uma estrutura de laboratórios de informática administrada pela Divisão de Tecnologia da Informação (DTI) da PUC-SP. Com um total de 31 laboratórios de informática, divididos entre os campi Marques de Paranaguá (8), Monte Alegre (19) , Santana (2), Barueri (1) e Sorocaba (1), todos conectados em rede à uma velocidade de 100Mps.

Esses mais de 1000 computadores integram os cerca de 2300 computadores da grande rede PUCSPNet, totalmente conectada à Internet, onde utilizamos um link principal de acesso com velocidade de 1Gbps.

Contamos ainda com uma política de licenciamento de software através de programas educacionais e parcerias com empresas como IBM (IBM Rational), Microsoft (MSDN Academic Alliance), CorelDraw, Adobe (Flash, Dreamweaver, InDesign, Photoshop, Director),  além de softwares específicos como Vue, Cinema 4D, SPSS, SolidWorks, entre outros.
Avaliação do aluno 
Em cada disciplina ou outro componente curricular previsto no PPC, é atribuída apenas uma nota final resultante do processo de avaliação determinado pelo professor no início do semestre letivo.

A média necessária para a promoção do aluno é 5,0 (cinco).

No processo de avaliação determinado pelo professor ao menos uma das notas deverá ser resultante de uma prova individual feita em sala de aula.

É obrigatório, entretanto, que existam ao menos duas modalidades de avaliação (prova e trabalho, prova e exercício, prova e seminário, entre outras combinações possíveis).
TCC 

 O Trabalho de Conclusão de Curso do Bacharelado deverá coroar a formação proposta pelo curso. A realização desse trabalho disporá de uma carga horária correspondente a 96 horas-aula. Tal carga horária está prevista na Matriz Curricular, mas não está alocada nas Matrizes de Disponibilidade Horária apresentadas neste documento, por se tratar de trabalho realizado individualmente. Se o aluno optar por cursar, concomitantemente a Licenciatura, deverá desenvolver, também, um outro Trabalho de Conclusão de Curso, referente à Licenciatura, correspondente a 96 horas/aula.

Requisitos

1. Poderão desenvolver o TCC, bem como as atividades de OPB 1 e OPB 2, alunos que tenham a possibilidade de completar seu bacharelado no referido ano.
2. O tema do TCC poderá estar inserido em qualquer área da Física (Física Médica, Física Nuclear, Física Quântica, etc.) e deverá abranger uma parcela significativa dos conhecimentos adquiridos durante o curso de graduação.
3. O TCC poderá ou não estar associado a um eventual Estágio realizado pelo aluno; entretanto, nesse caso, as horas de estágio serão computadas em separado, isto é, elas não deverão se superpor às horas utilizadas para o TCC.
3. Ao final, o aluno deverá redigir uma monografia e apresentá-la a uma banca avaliadora integrada pelo professor supervisor, pelo orientador do trabalho do aluno e por um convidado (de preferência um Doutor, da PUC-SP ou não), com atuação e competência reconhecida na área do TCC.
4. Não haverá vinculação necessária entre a aprovação do aluno no TCC e a integralização do curso de Bacharelado em Física. Esta depende da aprovação do aluno em todas as disciplinas e atividades que constam do Plano Pedagógico do curso.

Avaliação

O acompanhamento e a avaliação do TCC serão feitos, entre outras coisas, através de seminários (parcial e final) apresentados aos demais e relatório parcial realizado pelos alunos matriculados.

Orientação

O Trabalho de Conclusão do Curso de Bacharelado em Física requer um professor supervisor (da casa, responsável pela disciplina OPB) e um orientador do projeto que pode ser da casa ou externo, o qual deve estar concorde com as normas do TCC e cuja atuação não implicará em custos adicionais à Universidade. O professor supervisor trabalhará na atividade OPB 1 e 2 da grade horária com, no máximo, 5 alunos por turma, e sua supervisão será feita, entre outras coisas, através de seminários (parcial e final) apresentados aos demais e um relatório parcial, realizados pelos alunos matriculados, além da monografia final.

Caberá aos professores que comporão o NB a responsabilidade de propor e gerir as atividades do TCC.

Atividades de formação 

As Atividades, com as respectivas cargas horárias, desenvolvidas pelo aluno, serão anotadas em fichas próprias e comprovadas pelo mesmo, mediante apresentação de certificados e relatórios. Tais atividades recebem pontuação de aproveitamento correspondentes a horas/aula. O aluno deverá cumprir um mínimo de 120 pontos (equivalentes a 120 horas/aula) durante seu curso, para integralizar o total da carga horária exigida. Parte das horas de AACC (36 horas/aula) poderá ser substituída pela aprovação na disciplina eletiva ELET.

Categoria de atividades; Tipo de Atividades; Pontuação por atividade (horas/aula); Pontuação máxima a ser considerada Atividades Científicas; Pesquisa;

  •  Iniciação Científica; 30 por projeto; 60
  • Publicações Científicas; 05 por publicação; 10
  • Apresentação de trabalho na Semana de Tecnologia do CCET / PUC-SP; 02 por ano; 08
  • Apresentação de trabalho em Encontros Científicos, Simpósios, Congressos, etc.; 02 por trabalho; 10
  • Participação no Encontro de Iniciação Científica da PUC-SP, com apresentação de trabalho.; 02 por trabalho; 08

Atividades Sócio- culturais (nas disciplinas com relatório); Visitas Culturais;

  • Visita monitorada a Museus de Ciências e outros; 03; 09
  • Visita monitorada a Institutos de Pesquisa e Tecnologia (por exemplo - IPEN – Instituto de Pesquisas Energéticas e Nucleares, IPT-Instituto de Pesquisa e Tecnologia, CBPF - Centro Brasileiro de Pesquisas Físicas, IEE – Instituto de Eletrotécnica e Energia da USP, etc).; 03; 09
  • Visita monitorada a Indústrias (por exemplo. Eletrocell, Heliodinâmica, etc.); 03; 09
  • Visita monitorada a usinas de produção de energia (por exemplo, centrais eólicas, hidrelétricas, termoelétricas, nucleares, etc).; 03; 09
  • Visita monitorada em Hospitais (setores relacionados à Física Médica).; 03; 09
  • Apresentações teatrais relacionadas à Física; 02; 10

Atividade Profissionalizantes (comprovadas); Estágios/Atividades/Profissionais;

Atividade profissional devidamente documentada relacionada à Física Médica; 05 por ano; 20

  • Monitoria de disciplinas dos cursos de Física, Engenharia, Matemática e Ciência da Computação; 10; 20

Atividades Acadêmicas; Seminários Encontros Conferências;

  • Participação como ouvinte da Semana de Tecnologia do CCET-PUC-SP; 03 por dia; 60
  • Participação como ouvinte em Encontros Científicos, Simpósios, Congressos, etc.; 10; 40
  • Palestras; Palestras na área específica e áreas afins; 2 por palestra; 20

Atividades Orientadas

Atividades extra-classe em oficinas pedagógicas, escolas e em outras de cunho educacional; 02 por oficina; 10

  • Participação em curso de nivelamento (FME, etc.); 01 por encontro; 10
  • Cursos de Língua Portuguesa (extra-curricular); 10; 1
  • Cursos de Língua Estrangeira; 20; 20
  • Outros (a critério da Coordenação do Curso); ; 10

Atividades Diversas; Trabalhos Extra-classe;

  • Trabalho Voluntário; 02; 10
  • Outras habilitações ou bacharelados relacionados; ; 20
  • Outros (a critério da Coordenação do Curso); ;
Estágio curricular 

O Estágio Supervisionado constitui um processo de transição profissional, que procura ligar duas lógicas (educação e trabalho) e que proporciona ao estudante a oportunidade de demonstrar conhecimentos e habilidades adquiridos e também desenvolver competências sob supervisão de um profissional da área.

O Estágio Supervisionado deve favorecer a descoberta, ser um processo dinâmico de aprendizagem em diferentes áreas de atuação no campo profissional, dentro de situações reais de forma que o aluno possa conhecer compreender e aplicar, na realidade escolhida, a união da teoria com a prática.

No caso da Física (ênfase em Física Médica), os conhecimentos específicos do curso não estarão completos se o cotidiano do futuro profissional da área médica restringir-se às salas de aula e laboratórios da Universidade. De fato, é importante que o aluno vivencie os problemas da rotina de um hospital e de laboratórios especializados, convivendo com os médicos, enfermeiros, técnicos e pacientes. Para fortalecer o elo entre o conhecimento adquirido e sua aplicação, com a maior amplitude possível, o aluno do Bacharelado deverá cumprir, pelo menos, 200 horas de estágio supervisionado. Entretanto o aluno será estimulado a cumprir uma carga horária maior de estágio visando seu aprimoramento profissional e melhor preparo para o mercado de trabalho. Tal estágio deverá ser realizado sob a orientação de profissionais da área da Física Médica, em instituições reconhecidas, que possam fornecer a possibilidade de contato com experiências práticas com qualidade nos níveis recomendados pela Associação Brasileira de Físicos em Medicina (ABFM), Comissão Nacional de Energia Nuclear (CNEN) e Colégio Brasileiro de Radiologia (CBR). Além disso, o Estágio será supervisionado através de duas disciplinas denominadas Supervisão de Estágio em Física Médica 1 e Supervisão de Estágio em Física Médica 2, constantes da organização/composição curricular do curso, totalizando 36 horas. Estas disciplinas serão de responsabilidade de um professor do departamento de Física. Cabe ressaltar que os alunos poderão fazer estágio e TCC conjuntamente, mas o tempo de cada um será contado separadamente.

Operacionalização do Estágio

O Estágio Curricular poderá ter início a partir do 5º período do curso, quando o aluno colocará em prática as abordagens teorizadas e vivenciadas ao longo do curso.

Os alunos que pretenderem completar a licenciatura, em um ano, após o término do bacharelado, deverão cursar também a disciplina eletiva “Supervisão de Estágio 1” (AEFP), oferecida no 4º período do curso, de acordo com a resolução 01/2002 CNE/CP que institui as Diretrizes Curriculares Nacionais da Educação Básica em Nível Superior, curso de Licenciatura de Graduação Plena

Matriz e Componentes 
Mensalidades 

A Universidade adota o Regime Financeiro semestral ou anual de cobrança, de acordo com o Projeto Pedagógico do curso, sendo a semestralidade ou anuidade paga em até 06 (seis) ou em até 12 (doze) parcelas mensais sucessivas, conforme o caso.
 
O cálculo das mensalidades é feito com base em todas as atividades (disciplinas e outros componentes curriculares) relativas a cada período letivo do curso, de acordo com seu Projeto Pedagógico.

Valor da mensalidade

O Edital de Mensalidades é publicado nos quadros de aviso da Universidade e na página oficial eletrônica especifica os valores calculados para cada curso, com base nas atividades pedagógicas previstas.

Aproveitamento de Estudos
O estudante que ingressar através do processo de Transferência ou pelo processo de Portador de Diploma e tiver aproveitamento de estudos e/ou adaptação curricular, realizará a matricula nas atividades pedagógicas de acordo com o plano de estudos elaborado pela coordenação do curso.

Reajustes de mensalidades
Os valores das mensalidades estão sujeitos aos reajustes conforme Contrato de Prestação de Serviços Educacionais.

Data do vencimento
A data de vencimento de cada mensalidade ocorrerá sempre no dia 5 (cinco) de cada mês.

Pagamento
Os pagamentos efetuados até o dia 1º do mês serão - por mera liberalidade - objetos de um desconto por antecipação, conforme discriminado no boleto. Este desconto pode ser suspenso sem prévio aviso.

Reconhecimento 

Bacharelado: Portaria 669 de 02/06/2010

Duração 

4 anos

Avaliação do curso 
Sistema de Avaliação do PPC:

A autoavaliação do curso tem como propósito o aprimoramento de seu Projeto Pedagógico (PPC).

Trata-se de um processo contínuo que, por meio de diferentes fontes de informação, analisa a coerência e a efetividade entre princípios da proposta pedagógica e sua dinâmica de funcionamento.

Sua realização está a cargo do Núcleo Docente Estruturante (NDE), da Coordenação Didática do Curso, do Conselho de Faculdade e da Câmara de Graduação.

Por meio da autoavaliação, esses colegiados monitoram a implantação do PPC dialogando com as demandas advindas do cotidiano e com as informações construídas por meio de escutas periódicas. Para tanto são utilizados instrumentos específicos:

a) avaliação contínua do aluno;

b) avaliação das condições de ensino (infraestrutura, equipamentos e gestão acadêmico-administrativa);

c) avaliação dos aspectos didático-pedagógicos do corpo docente, realizada por meio da autoavaliação do professor e da docência pelo aluno.

Envolve também diferentes parcerias da universidade que, direta ou indiretamente, contribuem para a qualidade da formação dos alunos, especialmente os departamentos.

Esse processo articula-se internamente à Autoavaliação Institucional, coordenada pela Comissão Própria de Avaliação (CPA), situando o curso no contexto da Universidade e, externamente, com o Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior (SINAES). Essa articulação externa leva em conta os resultados do Enade, as Avaliações in loco e os indicadores de qualidade do MEC, como o Conceito Preliminar de Curso (CPC).
Competência e habilidades 

 Perfil Comum

O estágio atual do desenvolvimento da ciência, aliado às necessidades do mercado de trabalho exigem físicos com formação sólida e capazes de compreender a Física em toda sua plenitude, que tenham condições permanentes de dominar as novas tecnologias. Assim, é importante que o bacharel em Física apresente a motivação e o desejo permanente de aperfeiçoamento profissional, integrando os conhecimentos adquiridos de uma forma sistemática e organizada.

O curso deverá permitir também ao formando em Física desenvolver uma ética de atuação profissional e uma conseqüente responsabilidade social, em todos os aspectos abordados pelos órgãos de legislação e representação.

O estudante também deverá, como meta, ser proficiente no uso da Língua Portuguesa nas tarefas, atividades e situações sociais que forem relevantes para o seu exercício profissional.
 

Perfil do Bacharel em Física (ênfase em Física Médica)

O perfil pretendido para os bacharéis em Física da PUC-SP, é, fundamentalmente, o de Físico-interdisciplinar (cf. denominação das Diretrizes Curriculares de Física do MEC). Logo, é desejável que os bacharéis, tenham:

- uma formação básica sólida e ampla que lhes permita, quando desejarem, enveredar por carreiras em outros campos da Física, como Física Nuclear Experimental e Teórica, Geofísica, Física de Partículas Elementares, Astrofísica, etc..

-  um bom conhecimento teórico e prático dos métodos e técnicas físicas vinculados à área médica, que lhes permitirão uma formação adicional inicial em Física Médica. Para tanto, além das disciplinas básicas são oferecidas disciplinas específicas, como por exemplo: Física do Diagnóstico por Imagens, Física da Radioterapia, Proteção Radiológica, Processamento de Imagens Médicas, etc.

Áreas de atuação 

O mercado de trabalho para o Bacharel em Física formado pela PUC-SP abrange, entre outras coisas, as empresas especializadas em controle de qualidade de equipamentos, o projeto e execução de programas de controle da radiação (transporte de material radioativo, proteção e segurança radiológica; auxílio no planejamento em Radioterapia, após completar o curso de aperfeiçoamento na área; atuação na pesquisa clínica e avaliação de novas tecnologias; atuação em programas de pesquisa e desenvolvimento com apoio da indústria e/ou de órgãos externos de financiamento; cálculo de barreira para proteção radiológica, etc. e a atuação em institutos que controlam e/ou regulam a utilização de radiação ionizante (CNEN, IRD, IPEN, CDTN, etc.), bem como na vigilância sanitária estadual e federal.

Poderá também, com o tempo e a experiência, ministrar cursos para a formação de técnicos qualificados em radiodiagnóstico, radioterapia, etc., bem como atuar junto à área de engenharia de ensaios não-destrutivos. A experiência efetiva de um físico nesta área envolve uma interação cotidiana com outros profissionais, como médicos, enfermeiros, técnicos e principalmente pacientes. Assim, a desejável iniciação e vivência prática da Física Médica começa já durante a graduação, o que será propiciado pelos estágios previstos para o final do curso.

Vagas turnos e campi 

Campus Consolação:
25 vagas / Noturno

Histórico 

Um projeto para a Reformulação do Currículo de Licenciatura e Bacharelado em Física foi elaborado baseando-se na identificação das diferenças de perfil entre o licenciado e o bacharel. Na proposta apresentada, os cursos de Licenciatura e Bacharelado foram planejados com características próprias, tendo um núcleo comum de disciplinas de formação básica.

O projeto de reformulação do Curso de Bacharelado em Física (ênfase em Física Médica) foi aprovado em setembro de 1997. Em novembro de 2004, foi aprovado pelo Conselho Universitário o Projeto Institucional para Formação de Professores da Educação Básica da PUC-SP, que elaborou projetos pedagógicos específicos das Licenciaturas existentes na Universidade e as bases para a vinculação dos cursos de Bacharelado e Licenciatura para os casos pertinentes.

Objetivos 

Objetivo Específico do Curso

  • Propiciar uma formação específica que os habilite a ingressar na área de Física (ênfase em Física Médica)", e contribuir para o desenvolvimento e a aplicação das atuais técnicas de diagnóstico e terapia, atuando de forma harmônica com profissionais e pesquisadores da área de saúde.

Os objetivos colimados para o curso devem permitir ao formando em Física (ênfase em Física Médica) o desenvolvimento das seguintes competências essenciais:

  • Compreender e dominar os princípios fundamentais da Física Clássica e Moderna, sendo capaz de explicar fenômenos naturais, processos e equipamentos tecnológicos.
  • Utilizar com desenvoltura instrumentos básicos de laboratório e a linguagem matemática apropriados para a solução de problemas físicos, experimentais e teóricos.
  • Compreender e aplicar com eficiência crescente os conhecimentos, métodos e técnicas físicas utilizadas na medicina
  • Ser proficiente no uso da Língua Portuguesa nas tarefas, atividades e situações sociais que forem relevantes para seu exercício profissional.
  • Desenvolver uma ética de atuação profissional e a conseqüente responsabilidade social, em todos os aspectos abordados pelos órgãos de legislação e representação.
Grau 
Bacharelado
Regime de matrícula 
Semestre
Campus 
<em>Campus</em> Consolação
Modalidade 
Presencial
Coordenação 
Contato 

Campus Consolação
Rua Marquês de Paranaguá, 111
Consolação - São Paulo - SP
CEP: 01303-050

Telefone: (0xx11) 3124-7212
Falar com Gislene

 

Monitoria 

Monitor é o estudante de graduação, regularmente matriculado e escolhido para exercer atividades didáticas junto à determinada disciplina, desde que tenha sido aprovado na disciplina ou em disciplina equivalente, sob a orientação de um da mesma. O papel da monitoria é capacitar os monitores a avaliar a disciplina a que estão vinculados, proporcionando ao professor um material rico de sugestões e apontando as dificuldades de aprendizagem dos alunos.

A cada semestre o Coordenador de Monitoria deve encaminhar a todos os professores ofício de solicitação de monitora. Os professores são orientados a preencher o formulário com o número de monitores necessários e devolvê-lo ao coordenador de Monitoria, juntamente com um Projeto de Monitoria contendo: justificativa, atividades a serem desenvolvidas e horário de atendimento.

O monitor deve elaborar mensalmente um relatório de atividades desenvolvidas e encaminhá-lo ao Coordenador de Monitoria após a assinatura do professor da disciplina. No final do semestre, deverá ser elaborado um relatório semestral de monitoria, conforme modelo do Coordenador, que deverá ser encaminhado juntamente com um parecer do professor da disciplina.

Iniciação Científica 

ncentivar talentos potenciais entre estudantes de graduação, na sessão de 29/06/1988, criou o Programa Institucional de Iniciação Científica na Universidade. Pela resolução Nº 05, de 27/09/1988, o Conselho de Ensino e Pesquisa regulamentou esse Programa, criando assim o Programa Institucional de Bolsas de Iniciação Científica, o PIBIC-CEPE.

O Programa de Bolsa de Iniciação Científica do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico, o PIBIC-CNPq, fora criado muito tempo antes do PIBIC-CEPE. Era, no entanto, destinado somente às universidades públicas, principalmente federais. Graças à demonstração, junto ao CNPq, da natureza pública das atividades da PUC-SP e de seu caráter comunitário, conseguiu-se que a partir de 1989 quotas do PIBIC-CNPq fossem destinadas também à nossa Universidade.

Assim, têm-se hoje na Universidade, bolsas de iniciação científica dos Programas Institucionais de Iniciação Científica da PUC-SP e do CNPq, ou seja, PIBIC-CEPE e PIBIC-CNPq. São também possíveis projetos de IC sem bolsa ou com bolsas de outras instituições, como a FAPESP.
O Departamento de Física incentiva a participação dos alunos em projetos de Iniciação Científica ligados tanto às áreas de conhecimento específico do curso, como às áreas básicas de conhecimento. Os trabalhos de IC possibilitam que os alunos tenham um contato com a área de pesquisa dos professores, os quais são orientadores, desenvolvendo uma metodologia científica que os prepara para uma possível carreira de pesquisador. Os resultados dos trabalhos são apresentados em congressos de Iniciação Científica.

O aluno de Iniciação Científica deverá ser acompanhado ao longo de toda a realização de sua pesquisa pelo professor orientador. Além disso, o aluno deverá encaminhar relatórios parcial e final, juntamente com parecer do orientador, os quais serão analisados por um professor parecerista do Departamento. Essa avaliação deverá ser circunstanciada, de modo a contribuir para a melhoria da pesquisa em questão. Os resultados das pesquisas deverão ser apresentados no Encontro de Iniciação científica da PUC-SP.

Estágio 

 O Estágio Supervisionado constitui um processo de transição profissional, que procura ligar duas lógicas (educação e trabalho) e que proporciona ao estudante a oportunidade de demonstrar conhecimentos e habilidades adquiridos e também desenvolver competências sob supervisão de um profissional da área.

O Estágio Supervisionado deve favorecer a descoberta, ser um processo dinâmico de aprendizagem em diferentes áreas de atuação no campo profissional, dentro de situações reais de forma que o aluno possa conhecer compreender e aplicar, na realidade escolhida, a união da teoria com a prática.

No caso da Física (ênfase em Física Médica), os conhecimentos específicos do curso não estarão completos se o cotidiano do futuro profissional da área médica restringir-se às salas de aula e laboratórios da Universidade. De fato, é importante que o aluno vivencie os problemas da rotina de um hospital e de laboratórios especializados, convivendo com os médicos, enfermeiros, técnicos e pacientes. Para fortalecer o elo entre o conhecimento adquirido e sua aplicação, com a maior amplitude possível, o aluno do Bacharelado deverá cumprir, pelo menos, 200 horas de estágio supervisionado. Entretanto o aluno será estimulado a cumprir uma carga horária maior de estágio visando seu aprimoramento profissional e melhor preparo para o mercado de trabalho. Tal estágio deverá ser realizado sob a orientação de profissionais da área da Física Médica, em instituições reconhecidas, que possam fornecer a possibilidade de contato com experiências práticas com qualidade nos níveis recomendados pela Associação Brasileira de Físicos em Medicina (ABFM), Comissão Nacional de Energia Nuclear (CNEN) e Colégio Brasileiro de Radiologia (CBR). Além disso, o Estágio será supervisionado através de duas disciplinas denominadas Supervisão de Estágio em Física Médica 1 e Supervisão de Estágio em Física Médica 2, constantes da organização/composição curricular do curso, totalizando 36 horas. Estas disciplinas serão de responsabilidade de um professor do departamento de Física. Cabe ressaltar que os alunos poderão fazer estágio e TCC conjuntamente, mas o tempo de cada um será contado separadamente.

Operacionalização do Estágio

O Estágio Curricular poderá ter início a partir do 5º período do curso, quando o aluno colocará em prática as abordagens teorizadas e vivenciadas ao longo do curso.

Os alunos que pretenderem completar a licenciatura, em um ano, após o término do bacharelado, deverão cursar também a disciplina eletiva “Supervisão de Estágio 1” (AEFP), oferecida no 4º período do curso, de acordo com a resolução 01/2002 CNE/CP que institui as Diretrizes Curriculares Nacionais da Educação Básica em Nível Superior, curso de Licenciatura de Graduação Plena.

Situação 
Matrículas encerradas

Conecte-se à PUC-SP