Engenharia Eletrônica

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Vestibular de Inverno 2017
Estarão abertas, de 15/5 a 5/6, as inscrições para o Vestibular de Inverno 2017. Serão...
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Apresentação 

O curso de Engenharia Eletrônica foi concebido como uma etapa da formação profissional básica, como requisito para o processo autônomo de educação continuada.

Propõe-se a formar um  profissional crítico da realidade nacional, capaz de elaborar diagnósticos e propor soluções aos desafios da ação profissional. Organiza-se por meio de um projeto pedagógico de formação (e não em currículos mínimos), com destaque ao perfil do profissional que se propõe formar: competências e habilidades, dimensões políticas, sociais e éticas.

Busca consolidar a articulação entre teoria e prática e o desenvolvimento de uma formação efetiva com base na realidade social.

Entende a avaliação como uma referência para mediação professor/aluno e a estende a diferentes contextos: plano de ensino da disciplina, interação entre disciplinas dos eixos e entre os eixos, plano de formação do curso e análise crítica do processo de ensino-aprendizagem do curso.

A formação humanista está permeada nos conteúdos das disciplinas que trabalham com o desenvolvimento de projetos que propiciam uma maior compreensão da realidade social brasileira.

Formas de Ingresso 

Vestibular Verão 2017
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Gestão 

As Faculdades são compostas por: Departamentos, Cursos de Graduação, Programas de  Pós-Graduação stricto sensu e lato sensu, Cursos e Atividades de Educação Continuada, Unidades Suplementares e Núcleos Extensionistas.

A Coordenação do curso é definida através de eleição entre os docentes candidatos que são pertencentes à carreira do magistério. A Coordenação eleita por dois anos de gestão, terá uma carga horária equivalente a 20 horas no qual serão dedicadas para as atividades didáticos/pedagógicos de coordenação, de atendimento aos alunos e professores e participação de comissões em reuniões com outras instâncias da universidade.

As atualizações e alterações realizadas no PPC (Projeto Pedagógico do Curso) são organizadas, acompanhadas e presididas pela Coordenação do curso, juntamente com o NDE (Núcleo Docente Estruturante) e o Colegiado do Curso de Engenharia Eletrônica.

Laboratórios 

Laboratórios de Informática: O curso conta com uma estrutura de laboratórios de informática administrada pela Divisão de Tecnologia da Informação (DTI) da PUC-SP. Com um total de 31 laboratórios de informática, divididos entre os campi Marques de Paranaguá (9), Monte Alegre (19) , Santana (2)  e Sorocaba (1), todos conectados em rede à uma velocidade de 100Mps.

Esses mais de 1000 computadores integram os cerca de 2300 computadores da grande rede PUCSPNet, totalmente conectada à Internet, onde utilizamos um link principal de acesso com velocidade de 1Gbps.

Contamos ainda com uma política de licenciamento de software através de programas educacionais e parcerias com empresas como IBM (IBM Rational), Microsoft (MSDN Academic Alliance), CorelDraw, Adobe (Flash, Dreamweaver, InDesign, Photoshop, Director),  além de softwares específicos como Vue, Cinema 4D, SPSS, SolidWorks, entre outros.

Laboratórios de Física e Engenharia: Os laboratórios de Física e Engenharia estão estruturados de modo a otimizar espaços e equipamentos.

Estão disponíveis para utilização do curso de Engenharia Eletrônica laboratórios de uso comum (L1, L2, L3, L5 e L6) e laboratórios de uso específico: Laboratório de Mecânica dos Fluídos; Laboratório de Física Radiológica e Laboratório de Manufatura Integrada.

Avaliação do aluno 

Partindo-se da premissa de que o curso foi concebido para formar Engenheiros Eletrônicos adaptáveis  aos constantes e cada vez mais frequentes avanços tecnológicos, tem-se que o sistema de avaliação do processo ensino-aprendizagem deverá refletir esta realidade. Para avaliar a base sólida de conhecimentos adquiridos nas disciplinas fundamentais e nas de formação geral e específica, serão aplicadas provas escritas e práticas que testarão a criatividade do  aluno  e o seu raciocínio lógico/crítico, em um contexto de resolução de problemas.

O Curso de Engenharia Eletrônica da PUC-SP estabeleceu que a avaliação deverá ocorrer por dois mecanismos diferentes, de maneira a se obter um julgamento abrangente, com um resultado mais real daquilo que foi efetivamente absorvido pelo  aluno. Os mecanismos em questão são provas (escritas e/ou práticas) e atividades tais como práticas de laboratório, seminários, projetos, trabalhos individuais ou em grupos.

O critério de avaliação das disciplinas levará em consideração uma nota “A” de Atividades Continuadas, desenvolvidas dentro de cada disciplina, e as provas P1 e P2, agendadas pelo professor salvo algumas exceções de outras formas de avaliação, mencionadas abaixo.

O critério adotado para o cálculo da Média Final (MF) será o da fórmula:

MF   =   0,3.A  +   0,2.P1   +   0,5.P2

em que P1 denota a nota obtida na prova aplicada na metade do semestre, P2 é a nota obtida na prova aplicada ao final do semestre e A representa a nota das atividades realizadas no semestre.

O critério de atribuição da nota “A” deverá estar bem caracterizado nos planos de ensino das disciplinas e será definido pelo professor, em conjunto com a Coordenação do Curso.

Nas disciplinas com laboratórios, além das notas dos relatórios/projetos (normalmente em grupo), uma nota individual deverá ser atribuída ao aluno como, por exemplo, uma prova prática, contabilizada dentro das Atividades Continuadas.
A aprovação do aluno  acontecerá na situação em que MF ³ 5,0, com 75% ou mais de presença nas aulas de cada disciplina.

O aluno poderá realizar uma Prova Substitutiva (PS), que substituirá a nota P1 ou P2, sempre maximizando a média final. A prova PS é uma prova aberta, ou seja, mesmo o  aluno que tenha sido aprovado  poderá realizá-la, sem prejuízo de nota.

TCC 

Os alunos receberão orientação para a elaboração do Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) a partir do nono período por meio das disciplinas “Trabalho de Conclusão de Curso 1” (TCC1) e “Trabalho de Conclusão de Curso 2” (TCC2), que totalizam a carga horária de 60 horas.

Haverá uma relação de temas, oferecida  pela Coordenação do Curso e/ou professores orientadores das disciplinas, permitindo aos alunos a escolha daqueles que mais lhes interessarem. No entanto, os  alunos  poderão sugerir  à Coordenação do Curso e/ou professores das disciplinas temas de seus interesses e que não constem da relação proposta. Caberá  a Coordenação e/ou professores orientadores das disciplinas  avaliarem as sugestões dos alunos, aceitando ou não os temas propostos.

Os alunos de TCC1 e TCC2 serão divididos em turmas de no mínimo 8 (oito) e máximo de 10 (dez) alunos. Cada professor orientador poderá dividir a sua turma em grupos, cujo número de alunos dependerá do tema do projeto escolhido, sendo recomendado no máximo 3 alunos por grupo. Como se trata de orientações, cujos projetos  serão finalizados e apresentados dentro da disciplina TCC2, os mesmos grupos que iniciraram TCC1 deverão se manter em TCC2, e com os mesmos professores orientadores (a não ser nos casos em que caberá uma reavaliação  por parte da Coordenação do Curso).

Objetivos

 

Objetivos Gerais

 

Os alunos deverão projetar, desenvolver e implementar um trabalho que envolva aspectos que estejam diretamente relacionados à área de Eletrônica. Inclui, mas não se restringe a: projeto, simulação e teste de sistemas eletrônicos embarcados, desenvolvimento de “software” para simulação de processos, desenvolvimento de dispositivos, instrumentação inteligente associada a sensores, sistemas e métodos de caracterização.

Os trabalhos serão desenvolvidos sob a orientação do professor da disciplina (TCC1, TCC2), o qual deverá dar assistência técnica aos seus grupos  por meio de reuniões semanais durante o horário da aula (TCC1, TCC2).

A presença do Trabalho de Conclusão de Curso na organização curricular atende ao disposto nos artigos 5º, §1º, e 7º, parágrafo único, da Resolução CNE/CES nº 11/2002, que prevêem: “Deverão existir trabalhos de síntese e integração dos conhecimentos adquiridos ao longo do curso, sendo que, pelo menos um deles deverá se constituir em atividade obrigatória como requisito para a graduação” e “É obrigatório o trabalho final de curso como atividade de síntese e integração de conhecimentos”, respectivamente.

Objetivos Específicos

  • Possibilitar aos alunos o desenvolvimento de um tema de projeto, onde os conhecimentos adquiridos no decorrer do curso possam ser aplicados.
  • Desenvolver o espírito de equipe para a solução e desenvolvimento de um projeto.
  • Possibilitar a parceria entre a indústria e a universidade no desenvolvimento de um projeto de interesse comum.
  • Apresentação dos trabalhos em eventos científicos, tais como Congresso Nacional de Iniciação Científica (CONIC), Simpósio Internacional de Iniciação Científica da Universidade de São Paulo (SIICUSP), outros.
Atividades de formação 

As atividades do Curso de Engenharia Eletrônica têm como objetivo proporcionar aos alunos a possibilidade de aprofundamento temático e interdisciplinar, com vistas à ampliação de conhecimento e o desenvolvimento de habilidades, de acordo com o perfil profissional desejado. Essas atividades são de responsabilidade da coordenação didática do curso que estipula os critérios de realização, a utilização da carga horária e as condições de aproveitamento pelos alunos junto aos professores.

Os alunos serão estimulados a participar de eventos científicos e culturais, de palestras, seminários e também a organizar eventos de Engenharia para a comunidade interna e externa. Podem fazer parte deste grupo de atividades: visitas técnicas com elaboração de relatórios supervisionados pelos professores; participação em palestras, minicursos, organizados ou não pela universidade e devidamente documentados. Os tipos de atividades estão apresentados na tabela abaixo, sendo que o aluno deverá integralizar, ao longo do curso, o mínimo de 100 pontos que correspondem a 20 horas.

Estágio curricular 

O Estágio constitui um processo de transição profissional, que procura ligar duas lógicas (educação e trabalho) e que proporciona ao estudante a oportunidade de demonstrar conhecimentos e habilidades adquiridos e também desenvolver competências sob supervisão de um profissional da área.

O Estágio deve favorecer a descoberta, ser um processo dinâmico de aprendizagem em diferentes áreas de atuação no campo profissional, dentro de situações reais de forma que o aluno possa conhecer compreender e aplicar, na realidade escolhida, a união da teoria com a prática.

Para fortalecer o elo entre o conhecimento adquirido e sua aplicação, com a maior amplitude possível, o aluno do curso de Engenharia Eletrônica deverá cumprir, pelo menos, 160 horas de estágio obrigatório (in loco). Entretanto o aluno será estimulado a cumprir uma carga horária maior de estágio visando seu aprimoramento profissional e melhor preparo para o mercado de trabalho. Tal estágio deverá ser realizado sob a orientação de profissionais da área da Engenharia Eletrônica, em instituições reconhecidas, que possam  fornecer a possibilidade de contato com experiências práticas, com qualidade nos níveis recomendados. Além disso, o Estágio será supervisionado através de uma disciplina denominada “Supervisão de Estágio”, constante da organização/composição curricular do curso, totalizando 30h horas. Esta disciplina será de responsabilidade de um professor do Curso de Engenharia Eletrônica.

Os alunos poderão desenvolver estágio não obrigatório, facultativo, a partir do segundo período, desde que a coordenação do curso considere o plano de atividades adequado ao desenvolvimento de conhecimentos e habilidades na área.

Grade Curricular 
Campus Consolação - Marquês de Paranaguá
Selecione o período:
Reconhecimento 

Deliberação do Consun nº 08/2016

Duração 

05 anos

Avaliação do curso 

A implantação deste PPC será acompanhada pelo Núcleo Docente Estruturante (NDE) do curso de Engenharia Eletrônica. Tal Núcleo, liderado pela Coordenação do Curso, terá a obrigação de acompanhar a implantação das disciplinas.

Os resultados apresentados pelo NDE servirão para orientar a elaboração dos conteúdos programáticos das disciplinas subsequentes. A implantação acontecerá a partir do primeiro semestre de 2017  (caso seja aprovada , em tempo habil, nos órgãos colegiados superiores da universidade) e será realizada semestre a semestre.

A avaliação do Projeto, como um todo, será orientada pelos trabalhos da Comissão Própria de Avaliação da PUC/SP, denominada CPA-PUC/SP, instituída em atendimento ao disposto no art. 11, inciso I da referida Lei Federal nº 10.861, de 14/04/2004, cujos procedimentos foram regulamentados pela Portaria do MEC nº 2.051, de 09/07/2004. A Universidade, por meio  dos Atos da Reitoria nº 12/2004, de 14/06/2004 e nº 03/2016, instituiu a comissão com as atribuições de condução dos processos de avaliação internos da instituição, de sistematização e de prestação das informações solicitadas pelo INEP, nos termos da lei. No mesmo ato, foram nomeados os componentes da Comissão, com representantes dos três segmentos da comunidade universitária, assim como da Sociedade Mecânico. As atividades serão desenvolvidas de acordo com as recentes Diretrizes da Comissão Nacional de Avaliação da Educação Superior (CONAES) para a Auto-Avaliação das Instituições e com as “Orientações Gerais para o Roteiro da Auto-Avaliação das Instituições”,promovendo a formação e constante atualização pedagógica e tecnológica do corpo docente, mantendo-o sempre atento às novas possibilidades de aprimoramento do curso.

Competência e habilidades 

O art. 4º da Resolução CNE/CES No 11/2002, que institui as diretrizes curriculares nacionais dos cursos de graduação em Engenharia, diz que “A formação do engenheiro tem por objetivo dotar o profissional dos conhecimentos requeridos para o exercício das seguintes competências e habilidades gerais: (...)”

A competência pode ser definida como a capacidadede um indivíduo realizar (coisas) a partir do conhecimento de técnicas, esquemas, assuntos, experiências princípios ou princípios análogos. A definição de competência sugere que conhecer é apenas uma parte do processo de aprendizado, em que o indivíduo conhece, compreende (treina), assimila e aplica, demonstrando capacidade para tal assunto.

Levando-se em conta o fato de que um currículo orientado por competências apresenta melhores resultados que currículos orientados por conteúdos, depreende-se que a elaboração de estratégias de ensino focadas no desenvolvimento de competências e habilidades, em detrimento do ensino conteudista é de suma importância para o bom aproveitamento do curso.

De acordo com o art. 5º da Resolução CNE/CES No 11/2002, Cada curso de Engenharia deve possuir um projeto pedagógico que demonstre claramente como o conjunto das atividades previstas garantirá o perfil desejado de seu egresso e o desenvolvimento das competências e habilidades esperadas.” O Accreditation Board for Engineering and Technology (ABET) também define um conjunto de competências como o centro do desenvolvimento de qualquer projeto pedagógico e da verdadeira formação profissional.


A partir da análise da Resolução CNE/CES Nº 11/2002 e das diretrizes da ABET, definiu-se que o  Engenheiro Eletrônico formado pela PUC-SP terá as seguintes competências e habilidades:

  • Capacidade para identificar e formular problemas de Engenharia;
  • Capacidade para resolver problemas de Engenharia Eletrônica com iniciativa, criatividade e tomada de decisão;
  • Capacidade para aplicar conhecimentos de matemática, ciência e engenharia na resolução de problemas;
  • Capacidade para projetar e conduzir experimentos, além de analisar e interpretar seus resultados;
  • Capacidade de projetar sistemas, componentes ou processos para atender necessidades reais dentro de restrições realistas;
  • Capacidade de trabalhar em equipes inter e multidisciplinares e também de forma autônoma;
  • Capacidade de liderar e entender o papel de gestão de recursos e pessoas;
  • Capacidade para trabalhar de maneira ética e com responsabilidade social;
  • Capacidade de reconhecer a necessidade e ter habilidade para manter uma aprendizagem continuada;
  • Capacidade de abstrair a realidade, utilizando-se de modelos físicos e matemáticos para descrevê-la e explicá-la;
  • Capacidade de reconhecer, compreender e desenvolver projetos de sistemas eletrônicos embarcados;
  • Capacidade para avaliar riscos de segurança de pessoal e equipamentos e propor soluções baseado nas normas vigentes;
  • Capacidade de avaliar, além dos aspectos técnicos e financeiros dos projetos, suas implicações sociais, ambientais, culturais e políticas.
  • Capacidade de compreender, projetar, desenvolver e analisar circuitos e sistemas analógicos e digitais;
  • Capacidade de absorver com facilidade e desenvolver novas tecnologias, ferramentas e métodos aplicáveis na Engenharia Eletrônica.
  • Capacidade de produzir e transmitir conhecimento através de artigos (acadêmicos ou não), palestras, livros, etc.
  • Capacidade de planejar, projetar, instalar e operar sistemas eletrônicos nas tecnologias modernas.
  • Comunicar-se eficientemente nas formas gráfica, simbólica, numérica, escrita e oral (na língua portuguesa), transitando com desenvoltura entre elas;
  • Empregar intensivamente a informática na solução numérica de problemas complexos, associados à modelagem de sistemas, permitindo sua avaliação e projeto;
Áreas de atuação 

O Engenheiro Eletrônico tem espaço em qualquer setor que necessite de especialistas em processamento de sinais e informação e no desenvolvimento de equipamentos eletroeletrônicos. Existem oportunidades nas áreas de tecnologia da informação e comunicação (TIC), empresas de telecomunicações, instrumentação, controle e automação, integradoras de sistemas, automobilística, alimentícia, agrícola, têxtil e de eletrodomésticos. Na área biomédica, o  Engenheiro  Eletrônico pode assessorar hospitais, clínicas e laboratórios em projetos de sistemas eletrônicos e no suporte e manutenção de equipamentos. Por fim, existe ainda a possibilidade de atuar como autônomo, na prestação de consultoria para projetos industriais. O Engenheiro  Eletrônico é um profissional que atua como liberal ou como empregado, em empresas de caráter privado ou em estatais. Há trabalho em todas as regiões do país, mas principalmente na Sul e Sudeste. Salário inicial é de 06 salários mínimos.

Vagas turnos e campi 
Histórico 

O curso de Engenharia Eletrônica foi concebido como uma etapa da formação profissional básica, como requisito para o processo autônomo de educação continuada.

Propõe-se a formar um  profissional crítico da realidade nacional, capaz de elaborar diagnósticos e propor soluções aos desafios da ação profissional. Organiza-se por meio de um projeto pedagógico de formação (e não em currículos mínimos), com destaque ao perfil do profissional que se propõe formar: competências e habilidades, dimensões políticas, sociais e éticas.

Busca consolidar a articulação entre teoria e prática e o desenvolvimento de uma formação efetiva com base na realidade social.

Entende a avaliação como uma referência para mediação professor/aluno e a estende a diferentes contextos: plano de ensino da disciplina, interação entre disciplinas dos eixos e entre os eixos, plano de formação do curso e análise crítica do processo de ensino-aprendizagem do curso.

A formação humanista está permeada nos conteúdos das disciplinas que trabalham com o desenvolvimento de projetos que propiciam uma maior compreensão da realidade social brasileira.

Objetivos 

Objetivos gerais

  • Proporcionar a aquisição de conhecimento técnico: por meio das competências e habilidades gerais e específicas, será trabalhado o conhecimento técnico em Engenharia Eletrônica (princípios e aplicações), em conjunto com os fundamentos científicos da matemática, computação, física, química, administração e ciências humanas.

  • Desenvolver habilidades laboratoriais e de projeto: por meio de competências e habilidades relacionadas à atuação prática e laboratorial, será desenvolvida a capacidade do aluno para projetar e conduzir experimentos, além de analisar seus dados. O poder de observação, formulação de problemas e planejamento são fundamentais no exercício profissional do Engenheiro.

  • Desenvolver habilidades de comunicação: desenvolver a capacidade de dissertar, organizar e apresentar informações.

  • Desenvolver habilidades de gestão.

  • Preparar o aluno para estudos avançados em nível de pós-graduação.

  • Preparar o aluno para o exercício da profissão.


Objetivos específicos

  • Fornecer uma sólida formação nos núcleos de conteúdos básicos, conteúdos profissionalizantes e conteúdos específicos.

  • Proporcionar, com a diversidade dos temas estudados no curso, uma formação generalista do futuro profissional em Engenharia Eletrônica, evitando-se a especialização precoce na graduação. Essa diversidade, associada à sólida formação nas disciplinas de conteúdo profissionalizante, visa dar ao aluno  uma maior flexibilidade na definição de sua carreira profissional.

  • Conhecer e dominar os processos envolvidos no desenvolvimento de projetos de sistemas embarcados (“embedded systems”) que envolvem circuitos eletrônicos, microprocessadores e sistemas de comunicação embutidos em equipamentos diversos.

  • Desenvolver a capacidade de abstrair a realidade, empregando-se para isto modelos físicos e matemáticos como ferramentas.

  • Fazer uso da Matemática e Física na descrição de modelos, permitindo a previsão do comportamento de sistemas e seu projeto, com foco na compreensão e aplicação dos conceitos aprendidos.

  • Empregar intensivamente a informática na solução numérica de problemas matemáticos complexos, associados ao modelamento de sistemas, permitindo a avaliação do seu comportamento e seu projeto; como forma de comunicação apropriando-se de representações gráficas e texto; como meio de busca e armazenamento de informações; na implementação de sistemas de coleta e análise de dados e de controle de equipamentos.

  • Promover, através das aulas práticas (laboratórios), a exploração de metodologias ativas para o envolvimento do  aluno  na resolução de problemas e para a compreensão do fenômeno ou processo, seu modelamento, sua simulação numérica, medidas experimentais, análise dos dados, descrição do fenômeno, explicação das discrepâncias, identificação do problema (modelo inadequado, uso do modelo fora das hipóteses utilizadas no seu desenvolvimento, erros de medida, erro de simulação, etc.), além de proposta de melhorias no modelo e procedimento de medida. Enfatizar sempre a relação do experimento visto com as demais disciplinas.

  • Implementar projetos de equipamentos e instrumentos de uso individual (fontes, placas didáticas, instrumentos, etc.) para utilização no decorrer do curso para novos desenvolvimentos. Esses projetos terão um caráter multidisciplinar e interdisciplinar requerendo uma forte interação entre os professores não apenas da Engenharia, mas também de outros departamentos e entre as disciplinas do curso.

  • Contextualizar a teoria vista, exemplificando suas aplicações práticas em projetos, os quais poderão ser desenvolvidos nas aulas práticas e de laboratório.
  • Levar em conta aspectos de segurança de trabalho, obedecendo às normas vigentes.

  • Incentivar o uso intensivo da leitura, compreensão e produção de textos na maioria das disciplinas.

  • Formar profissionais com competência e habilidades para atender às necessidades do país em áreas de conhecimento das ciências exatas e da terra, engenharias e multidisciplinar (deliberação 27/2009 do Regimento da Faculdade de Ciências Exatas e Tecnologia – FCET).

 

Grau 
Bacharelado
Regime de matrícula 
Semestre
Campus 
Campus Consolação - Marquês de Paranaguá
Modalidade 
Presencial
Coordenação 

 

 

 

Monitoria 

A atividade de Monitoria é regida na PUC-SP pela Deliberação do CEPE 02/2014, que diz:

Art. 2º - A monitoria, de natureza essencialmente pedagógica, é importante fator para a formação do estudante e para a sua iniciação à docência.
Art. 9º - Somente poderá exercer a monitoria na PUC-SP, o estudante regularmente matriculado em curso de Graduação, que tenha comprovado rendimento escolar.

Iniciação Científica 

A Iniciação Científica é uma atividade de pesquisa orientada por professores doutores para você vivenciar descobertas de respostas produzidas pela sua própria reflexão crítica, fundamentada por métodos e/ou técnicas de investigação científica.

Na PUC-SP, o incentivo a essa prática é um dos fatores capazes de assegurar a excelência acadêmica dos cursos que oferece e por isso ela tem um Programa de Iniciação Científica: PIBIC.

A PUC-SP oferece dois tipos de apoio às bolsas de iniciação científica: o PIBIC-CEPE e o PIBIC-CNPq. O PIBIC-CEPE é o programa da própria PUC-SP e significa Programa Institucional de Bolsas de Iniciação Científica do Conselho de Ensino e Pesquisa. Já o PIBIC-CNPq pertence ao Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico, uma fundação federal vinculada ao Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT).

Maiores informações acessar o site http://www.pucsp.br/iniciacaocientifica/

Eventos 

Durante todo o ano são realizados diversos eventos na Faculdade de Ciência Exatas e Tecnologia, por exemplo, Encontro de Ciências Exatas e Tecnologia e Virada Tecnológica.

Os alunos são estimulados a participarem uma vez que as atividades proporcionam desenvolvimento acadêmico e complementam o conhecimento obtido em sala de aula.

Situação 
Matrículas encerradas
ID Curso Totvs 
972
ID Filial Totvs 
2
Matriz Curricular 
Período Disciplinas
1 ADMINISTRAÇÃO
CIÊNCIAS DO AMBIENTE
CIÊNCIAS HUMANAS E SOCIAIS
COMUNICAÇÃO E EXPRESSÃO
ENGENHARIA ECONÔMICA
GESTÃO ENERGÉTICA
LEGISLAÇÃO E NOÇÕES DE DIREITO
QUÍMICA TECNOLÓGICA
2 CÁLCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL I
EXPRESSÃO GRÁFICA
FÍSICA I
GEOMETRIA ANALÍTICA E CÁLCULO VETORIAL
INFORMÁTICA
INTRODUÇÃO À ENGENHARIA
METODOLOGIA CIENTÍFICA E TECNOLOGIA
3 ÁLGEBRA LINEAR
CÁLCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL II
FÍSICA II
INTRODUÇÃO AO PENSAMENTO TEOLÓGICO I
PROJETO AUXILIADO POR COMPUTADOR
TERMODINÂMICA
4 CÁLCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL III
ELETRICIDADE BÁSICA
ELETROMAGNETISMO
FENÔMENOS DE TRANSPORTE I
INTRODUÇÃO AO PENSAMENTO TEOLÓGICO II
MECÂNICA DOS CORPOS RÍGIDOS
5 CIRCUITOS ELÉTRICOS I
DISPOSITIVOS E CIRCUITOS ELETRÔNICOS I
ELETROMAGNETISMO APLICADO A ENGENHARIA ELETRÔNICA
INTRODUÇÃO À CIÊNCIA DOS MATERIAIS PARA ENGENHARIA
PRINCÍPIOS DA FÍSICA MODERNA
SISTEMAS DIGITAIS I
SISTEMAS E SINAIS
6

CIRCUITOS ELÉTRICOS II
CONVERSÃO ELETROMECÂNICA DE ENERGIA I
DISPOSITIVOS E CIRCUITOS ELETRÔNICOS II
INSTALAÇÕES ELÉTRICAS
SISTEMAS DE CONTROLE I
SISTEMAS DIGITAIS II

7 CONVERSÃO ELETROMECÂNICA DE ENERGIA II
DISPOSITIVOS E CIRCUITOS ELETRÔNICOS III
ESTATÍSTICA
MICROCONTROLADORES I
PRINCÍPIOS DE COMUNICAÇÃO I
PROCESSAMENTO DIGITAL DE SINAIS I
SISTEMAS DE CONTROLE II
8 DISPOSITIVOS E CIRCUITOS ELETRÔNICOS IV
MICROCONTROLADORES II
MICROONDAS E ANTENAS
PRINCÍPIOS DE COMUNICAÇÃO II
PROCESSAMENTO DIGITAL DE SINAIS II
SISTEMAS DIGITAIS RECONFIGURÁVEIS
9 AUTOMAÇÃO E ROBÓTICA I
COMUNICAÇÕES DIGITAIS
ELETRÔNICA DE POTÊNCIA I
NANOELETRÔNICA
REDES DE COMPUTADORES
TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO I
10 AUTOMAÇÃO E ROBÓTICA II
COMUNICAÇÕES ÓPTICAS
ELETRÔNICA DE POTÊNCIA II
RÁDIO E TELEVISÃO DIGITAL
SUPERVISÃO DE ESTÁGIO
TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO II
Última atualização: 26/5/2017

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