Engenharia Elétrica

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Apresentação 

O Engenheiro Eletricista formado na PUC-SP é considerado um profissional generalista, que atua nos campos relacionados à energia elétrica, eletrônica e tecnologia da informação. O nosso curso está dividido em oito grandes eixos, entre específicos e básicos.

 

Eixo Sistemas Elétricos Analógicos  

Nesse eixo o aluno adquire conhecimentos relacionados a circuitos elétricos em corrente contínua, circuitos em corrente alternada, dispositivos eletrônicos como resistores, capacitores, indutores, diodos, transistores, amplificadores operacionais. É considerado um módulo básico e de formação sólida para promover o entendimento dos fenômenos da eletricidade e do projeto, análise e validação de circuitos.

Eixo sistemas digitais computacionais  

As disciplinas relacionadas a esse eixo abordam conteúdos como programação de computadores, linguagens de programação, circuitos digitais e sistemas microcontrolados. O engenheiro eletricista aprende como construir códigos e executá-los nos processos de automação de processos e aplicações.

Eixo Sistemas de energia e controle  

Questões como a conversão de energia (hidroelétrica, termoelétrica, eletromecânica), os sistemas de geração, transmissão e distribuição de energia elétrica e o controle e automação são estudados nesse eixo. Compreender o funcionamento dos sistemas energéticos, redes trifásicas, transformadores de tensão e as instalações elétricas residenciais é geralmente associado a profissão. Ainda, o aluno terá contato com técnicas matemáticas como a análise de malhas e o projeto de controladores para atuação em projetos das mais diversas áreas.

Eixo sistemas de telecomunicações  

As tecnologias de comunicação são essenciais em nosso mundo moderno. Conhecer a teoria do eletromagnetismo e sua aplicação em antenas e micro-ondas permite a inserção do engenheiro eletricista no mundo das grandes corporações de telefonia, radio e TV e as emissoras de TV a cabo. Nesse eixo o aluno ainda estuda os sistemas de comunicação de dados, teoria de redes e as técnica s de processamento de sinais.

Eixo Sistemas mecânicos, térmicos e hidráulicos 

Esse eixo discute temas básicos na formação de qualquer engenheiro como os princípios físicos dos sistemas mecânicos, térmicos e hidráulicos. São também abordados aspectos relacionados ao desenho técnico, simulação e análise por softwares tridimensionais de peças e dispositivos. O entendimento desses princípios ajuda o engenheiro a projetar e aplicar seus produtos e processos específicos no ambiente que nos rodeia.

Eixo Ciências Humanas, Sociais e Ambientais  

Todo profissional moderno deve ter além da formação técnica uma formação humana e de gestão. Nesse eixo o aluno conta com conhecimentos sobre meio ambiente e sua atuação ética e responsável até o caráter de empreendedorismo e administrativo. Dessa maneira, completa-se sua formação para que tenha condições plenas de ser inserido no mercado de trabalho, seja através de sua própria empresa, seja trabalhando em multinacionais dos mais diferentes setores.

Eixo Matemática  

Os engenheiros são notoriamente reconhecidos por suas habilidades matemáticas. Mais do que apenas realizar operações, esse eixo tem como meta ensinar o ferramental de cálculo, álgebra e estatística para auxiliar na resolução dos problemas de engenharia. A matemática vista nesse curso é também chamada de matemática aplicada, onde os teoremas, conceitos e formas são comumente necessários.

Eixo disciplinas associadas 

Há um conjunto de disciplinas como o trabalho de conclusão de curso (TCC), a orientação de estágio e os métodos científicos aplicados na engenharia que compõem esse eixo. São chamadas disciplinas associadas pois dão suporte a formação generalista e integral de nossos egressos.
Formas de Ingresso 
  • Processo seletivo por meio de exame vestibular aberto a candidatos que tenham concluído o ensino médio ou equivalente;
  • Processo seletivo específico para portadores de diploma de graduação, sob condição de existência de vagas abertas pela Faculdade, obedecendo ao calendário da Universidade;
  • Matrícula por transferência sob a condição de existência de vaga, obedecendo ao calendário da Universidade ;
  • Prouni, obedecendo ao calendário da Universidade;
  • Reopção de curso, aberta pela Faculdade, obedecendo ao calendário da Universidade.
Gestão 

As Faculdades são compostas por: Departamentos, Cursos de Graduação, Programas de  Pós-Graduação stricto sensu e lato sensu, Cursos e Atividades de Educação Continuada, Unidades Suplementares e Núcleos Extensionistas.

Compete à Câmara de Graduação:
I - desenvolver estudos que subsidiem o CEPE na elaboração ou alteração da política educacional da PUC-SP, a ser submetidos à apreciação e aprovação do CONSUN e CONSAD;
II - desenvolver estudos, no âmbito do ensino, de forma articulada com a Câmara de Pós-Graduação e Pesquisa, que subsidiem a elaboração dos Projetos Institucionais da PUC-SP, a ser submetidos à apreciação e aprovação do CEPE;
III - propor ao CEPE plano de implementação da política educacional e do desenvolvimento do ensino nas Faculdades, definindo as prioridades;
IV - propor ao CEPE as normas e as orientações técnicas para elaboração e tramitação de programas e projetos de ensino das Faculdades;
V - dar parecer sobre Projetos Pedagógicos de Cursos e propostas de alterações a serem submetidos à aprovação do CEPE;
VI - apreciar os relatórios das avaliações institucionais e de cursos;
VII - promover a auto-avaliação dos Cursos de Graduação das Faculdades, encaminhando ao CEPE relatórios;
VIII - promover estudos das demandas socio-ocupacionais e das transformações na esfera do conhecimento, orientando as Faculdades para a proposição de mudanças curriculares, ou de novas modalidades de Graduação;
IX - subsidiar e supervisionar o desenvolvimento dos Projetos Pedagógicos dos Cursos, zelando pela observância dos mesmos;
X - acompanhar a implementação de novos Projetos Pedagógicos de Cursos;
XI - subsidiar o CEPE nas políticas de extensão referentes à Graduação;
XII - emitir pareceres de mérito sobre projetos de extensão ligados à Graduação;
XIII - exercer outras atribuições previstas em normas ou decididas pelos Colegiados competentes e inerentes à natureza do órgão.

Laboratórios 
O curso conta com uma estrutura de laboratórios de informática administrada pela Divisão de Tecnologia da Informação (DTI) da PUC-SP. Com um total de 31 laboratórios de informática, divididos entre os campi Marques de Paranaguá (8), Monte Alegre (19) , Santana (2), Barueri (1) e Sorocaba (1), todos conectados em rede à uma velocidade de 100Mps.

Esses mais de 1000 computadores integram os cerca de 2300 computadores da grande rede PUCSPNet, totalmente conectada à Internet, onde utilizamos um link principal de acesso com velocidade de 1Gbps.

Contamos ainda com uma política de licenciamento de software através de programas educacionais e parcerias com empresas como IBM (IBM Rational), Microsoft (MSDN Academic Alliance), CorelDraw, Adobe (Flash, Dreamweaver, InDesign, Photoshop, Director),  além de softwares específicos como Vue, Cinema 4D, SPSS, SolidWorks, entre outros.
Avaliação do aluno 

Critérios Acadêmicos de Avaliação

O critério de avaliação levará em consideração a existência de Atividades Continuadas (AT), desenvolvidas em cada disciplina, uma Prova (P1) agendada pelo professor da disciplina aproximadamente na metade do semestre e uma Prova (P2) agendada pelo Departamento de Engenharia, obrigatória para todos os alunos, no final de cada semestre.
O critério adotado para o cálculo da Média Final (MF) será:

P1: – Prova marcada pelo professor da disciplina na metade do semestre.
P2: – Prova marcada pelo departamento, no final do semestre, para cada disciplina.
AT: – Nota referente às atividades continuadas realizadas no semestre, para cada disciplina.

Um cuidado adicional deverá ser tomado com a nota AT, que deverá estar bem caracterizada nos planos de atividades das disciplinas.

Nas disciplinas com laboratórios, além das notas dos relatórios/projetos (normalmente em grupo), pelo menos uma nota individual deverá ser atribuída ao aluno como, por exemplo, uma prova prática, contabilizada nas Atividades Continuadas.

A aprovação do aluno acontecerá na situação em que MF for menor ou igual a 5,0, com 75% ou mais de presença nas aulas de cada disciplina.

O aluno poderá realizar uma Prova Substitutiva (PS), que substituirá a nota P1 ou P2 com o objetivo de maximizar a média final, quando for o caso. A prova PS é uma prova aberta, ou seja, mesmo o aluno que tenha sido aprovado poderá realizá-la, sem prejuízo de nota, a não ser no caso de cola. Esses alunos deverão informar ao professor sua intenção para que uma sala adequada e um número suficiente de provas sejam providenciadas. O aluno já aprovado que não se manifestar não poderá realizar a PS.    

Avaliação do Corpo Discente pelo Corpo Docente
O Departamento, através da aplicação de questionário junto ao corpo docente, levantará informações sobre:

  • Participação dos alunos nas aulas;
  • Nível de conhecimento anterior, suficiente para o desenvolvimento da disciplina;
  • Relacionamento entre a classe e o professor.
TCC 

O Trabalho de Conclusão de Curso está associado às disciplinas OTCC1 e 2 (Orientação de Trabalho de Conclusão de Curso 1 e 2) Estas disciplinas tem como principal objetivo o desenvolvimento de um Trabalho de Conclusão de Curso, onde os alunos deverão projetar, desenvolver e montar um projeto relacionado com engenharia elétrica/eletrônica. Os trabalhos serão desenvolvidos sob a supervisão de um professor/orientador do departamento de Engenharia Elétrica, o qual deverá acompanhar e dar assistência técnica às equipes sob sua orientação, formadas com no máximo 4 (quatro) alunos, através de reuniões semanais. Cada grupo de 10 alunos, independente do número de equipes, terá um orientador, que disponibilizará duas horas-aula (remuneradas) por semana, definidas no quadro de horário do semestre. A realização do trabalho de forma individual poderá ser contemplada, desde que o orientador e o departamento estejam de acordo com a proposta.

Os objetivos específicos da disciplina são:

  • Possibilitar aos alunos o desenvolvimento de um tema de projeto, onde os conhecimentos adquiridos no decorrer do curso possam ser aplicados;
  • Definir claramente o produto a ser desenvolvido, sua aplicação, sua viabilidade técnica e econômica, as metas a serem alcançadas, a metodologia a ser empregada, o cronograma e os procedimentos de teste e validação do produto.
  • Preparar apresentações orais claras e eficientes, de acordo com o perfil do público ouvinte, fazendo uso de programas computacionais dedicados a apresentações (na avaliação ao final das disciplinas OTCC1 e OTCC2) e posters (na Semana Acadêmica da PUCSP).
  • Desenvolver o espírito de equipe para a solução e desenvolvimento de um projeto, trabalhando cooperativamente, negociando, compartilhando e delegando;
  • Gerenciar o projeto controlando custos, tempo, mão de obra, utilização de equipamentos e laboratórios, serviços terceirizados, etc;
  • Gerenciar conflitos;
  • Incentivar sempre que possível a parceria entre a indústria e a universidade no desenvolvimento de um projeto de interesse comum.
  • Incentivar os melhores trabalhos a divulgarem os resultados em Eventos da área;

Os trabalhos serão avaliados em duas fases:

Na primeira fase (final do 9o semestre do curso), dentro da disciplina Orientação de Trabalho de Conclusão de Curso 1 (OTCC 1), cada grupo fará uma apresentação do projeto, com duração máxima de 40 minutos, incluindo as discussões. No dia e hora da apresentação, uma banca formada por três professores, incluindo o orientador, fará a avaliação e atribuirá uma nota de 0 a 10. Caberá ao orientador convidar os dois professores que farão parte da banca, assim como o agendamento da apresentação (dia, hora, sala) e a reserva dos equipamentos necessários.

Com antecedência mínima de 07 dias, o grupo deverá entregar à banca uma cópia do relatório (conforme normas da ABNT) contendo os seguintes tópicos:

  • Título;
  • Identificação dos autores;
  • Introdução apresentado sucintamente o “estado da arte” sobre o assunto, devidamente referenciados à bibliografia consultada, dando subsídios à apresentação do projeto proposto. Justifica-se sua necessidade, mostram-se suas aplicações e discute-se sua viabilidade técnica e econômica.
  • Objetivos do trabalho
  • Metodologia a ser empregada
  • Fundamentos teóricos;
  • Descrição e especificação do projeto e das suas partes, incluindo diagramas de blocos do sistema e suas partes (software e hardware), diagramas esquemáticos dos circuitos projetados até o momento, “lay-outs” de circuitos impressos”, desenhos mecânicos, listagem de programas, etc.
  • Procedimento de testes (preliminar);
  • Cronograma e alterações feitas;
  • Conclusões parciais;
  • Bibliografia.

O relatório não deverá ultrapassar 50 páginas incluindo os anexos. Catálogos e manuais de fabricantes não devem ser incluídos no relatório.

A banca levará em consideração os seguintes tópicos na avaliação:

  • Apresentação oral e visual;
  • Relatório;
  • Clareza na definição do projeto e sua apresentação escrita e verbal;
  • Utilidade e relevância do Projeto. Aplicações e seu potencial de industrialização, comercialização ou aplicação na solução de problemas de engenharia.
  • Grau de inovação do projeto.
  • Gestão do projeto e cumprimento do cronograma;
  • Relevância e qualidade da Bibliografia, que deverá ser adequadamente referenciada no corpo do texto do relatório.

Na segunda fase da avaliação (final do 10o semestre), dentro da disciplina Orientação de Trabalho de Conclusão de Curso 2 (OTCC 2), os alunos deverão apresentar o trabalho e demonstrar o funcionamento do seu projeto para uma banca julgadora formada, preferencialmente, pelos mesmos professores da 1a avaliação. A apresentação terá duração máxima de 40 minutos, já incluída a apresentação experimental e discussões.

No segundo semestre, em meados de outubro, o grupo deverá apresentar o trabalho na Sessão de Posters da Semana Acadêmica da PUCSP, no campus CCET. O poster ficara afixado durante a semana, e o grupo deverá estar ao lado do poster durante a sessão de apresentação que terá duração de duas horas em horário a ser definido pela Comissão Organizadora.

A monografia (escrita conforme as normas da ABNT) deverá ser entregue à banca com antecedência mínima de 07 dias e, também nesta avaliação, caberá ao orientador providenciar o agendamento da apresentação, assim como os equipamentos necessários. Sugere-se que o limite de 50 páginas somente seja ultrapassado com a devida aceitação do orientador. A Monografia deverá incluir:

  • Título; Autores
  • Introdução apresentado sucintamente o “estado da arte” sobre o assunto, devidamente referenciados à bibliografia consultada, dando subsídios à apresentação do projeto proposto. Justifica-se sua necessidade, mostram-se suas aplicações e discute-se sua viabilidade técnica e econômica.
  • Objetivos do trabalho
  • Metodologia empregada
  • Fundamentos teóricos;
  • Descrição e especificação do projeto e das suas partes, incluindo diagramas de blocos do sistema e das suas partes(software e hardware). Diagramas esquemáticos dos circuitos projetados, “lay-outs” de circuitos impressos”, desenhos mecânicos, listagem de programas, etc., devem ser apresentados nos anexos, respeitando-se itens confidenciais associados a processos de patente.
  • Procedimento de testes
  • Resultados
  • Conclusões
  • Bibliografia

Na ocasião, a banca atribuirá uma nota de 0 a 10, que levará em consideração os seguintes tópicos:

  • Qualidade do trabalho e da monografia;
  • Atendimento dos objetivos propostos;
  • Apresentação do funcionamento do projeto;
  • Participação na “Sessão Poster” durante a Semana Acadêmica.

A média final será calculada conforme o seguinte critério de avaliação: (MF = 0,3.AG + 0,7.NB), sendo a Nota atribuída pela Banca substituída na nota NB e a Avaliação do Grupo, feita pelo professor orientador, será substituída na nota AG. Caso MF < 5,0, o grupo terá uma nova oportunidade de apresentar o projeto final, à mesma banca, em data marcada pelo orientador, antes do início do próximo semestre letivo.

Após a apresentação final e tendo sido aprovado o trabalho, caberá ao grupo providenciar a versão final da monografia (com as devidas correções dos tópicos apontados pela banca, caso haja) e a entrega dos documentos/materiais, listados abaixo, ao orientador, que posteriormente os encaminhará à coordenação.

  • Três cópias da monografia, em capa dura azul escuro e letras douradas, escrita conforme as normas da ABNT.
  • Cópia em CD (compact disc) da monografia e do conjunto de “slides” utilizados na apresentação.
    A não entrega dos documentos/materiais acima listados até a data limite de fechamento dos conceitos, implicará na reprovação do grupo, situação esta que se manterá até a regularização das pendências.
Atividades de formação 

As atividades complementares do Curso de Engenharia Elétrica têm como objetivo proporcionar aos alunos a possibilidade de aprofundamento temático e interdisciplinar, com vistas à ampliação de conhecimento e o desenvolvimento de habilidades, de acordo com o perfil profissional desejado. Essas atividades são de responsabilidade da coordenação didática do curso que estipula os critérios de realização, a utilização da carga horária e as condições de aproveitamento pelos alunos junto aos professores. O controle do cumprimento pelo aluno da carga de 150 horas-aula, referente às Atividades Complementares, será feito por uma comissão designada pelo coordenador. As atividades complementares organizar-se-ão conforme descrito nos itens abaixo:

Atividades Científicas

Os bacharelandos em Engenharia serão estimulados a participar de atividades de Monitoria e a desenvolver projetos de Iniciação Científica, tendo em vista a potencialidade dessas atividades para sua formação.

Atividades Sócio-Culturais

Os alunos serão estimulados a participar de eventos científicos e culturais, de palestras, seminários e também a organizar eventos de Engenharia para a comunidade interna e externa. Podem fazer parte deste grupo de atividades: visitas técnicas com elaboração de relatórios supervisionados pelos professores; participação em palestras, minicursos, organizados ou não pela universidade e devidamente documentados.

Disciplinas em outros Cursos da PUC-SP

Os alunos poderão cursar até 102 horas-aula em disciplinas de outros cursos da PUC-SP. Aqui poderão ser contempladas disciplinas como Comunicação e Expressão Verbal, Inglês Instrumental, Filosofia, e demais disciplinas das grandes áreas de Humanidades, Biológicas e Exatas. Estas 102 horas-aula ampliarão a articulação com outros cursos permitindo inclusive a integração efetiva entre os alunos da engenharia e os dos outros cursos.

Os tipos de atividades e respectivas pontuações estão apresentados abaixo, sendo que o aluno deverá integralizar, ao longo do curso, o mínimo de 150 pontos, que será equivalente às 150 horas-aula de Atividades Complementares exigidas.

Tipo de Atividades

Atividades Científicas e Pesquisa e Ensino; Pontuação por atividade; Pontuação máxima
Iniciação Científica com participação no Encontro de IC; 40 por IC; 80
Monitoria; 20 por semestre; 40
Apresentação de trabalho na Semana Acadêmica do CCET; 10 por trabalho; 50
Participação em Encontro de Iniciação Cientifica; 10 por participação; 30
Participação em Grupos de Pesquisa dentro ou fora da instituição; 10 por semestre; 40
Outras participações em Encontros, Palestras, Mini-cursos e Seminários; 10 por participação; 80
Disciplinas em outros cursos; Equivalente ao número de horas-aula da disciplina; 102
Publicação de Trabalhos em Anais de Conferência e Demais publicações com corpo editorial; 20 por publicação; 40

Atividades Sócio-culturais

Visitas Técnicas, com apresentação de relatório; Pontuação por atividade; Pontuação máxima

Instituições de caráter filantrópico e/ou prestadoras de Serviços; 5; 20
Instituições de caráter governamental; 5; 20
Instituições e/ou Organizações não governamentais ligadas a área de Engenharia.; 5; 20

Participação em projetos de intervenção social; Pontuação por atividade; Pontuação máxima

Participação de projetos desenvolvidos pela universidade ou pelo curso, dentro ou fora da grade curricular; 30 por projeto.

Estágio curricular 

O estágio curricular obrigatório de 160h atende as Diretrizes Curriculares da Engenharia. O aluno pode fazê-lo somente em Empresas conveniadas com a PUC-SP. Todos os contratos de estágio são avaliados e aprovados pelos coordenadores de estágio do CCET e do Departamento. Além disso mantém-se a disciplina Orientação de Estágio, com um total de 34horas-aula, para:

  • Criar um Fórum de discussões sobre questões de estágio, emprego e trabalho;
  • Permitir que cada aluno possa descrever oralmente suas atividades de estágio ao professor responsável e aos colegas;
  • Permitir que o Professor Responsável acompanhe a situação individual de cada aluno, orientando-o de modo que possa cumprir as exigências legais quanto a prazos e documentação.

O aluno será considerado aprovado na disciplina Orientação de Estágio e consequentemente terá cumprido suas obrigações com relação ao Estágio Curricular se:

- Fizer apresentação oral explicitando:

  • as áreas de atuação da Empresa, produtos e demais informações relevantes;
  • os critérios e estratégias de seleção;
  • política de incentivos e benefícios;
  • formação dos funcionários, incluindo cursos, incentivo a freqüentar curso superior, pós graduação;
  • organograma da empresa incluindo a posição do aluno;
  • grau de formação dos colaboradores da empresa;
  • missão da empresa;
  • existência de um código de ética;
  • atuação dentro da empresa, destacando sua capacitação e habilidades através da descrição de um ou mais projetos ou atividades em que tenha atuado.


- Tiver presença maior que 75%
- Tiver entregado ao professor os documentos:

  • Cópia do termo de compromisso de estágio.
  • Avaliação por parte do supervisor de estágio. (via formulário padronizado do CCET-PUCSP)
  • Relatório Final, feito pelo aluno, listando sucintamente:
    • as atividades realizadas pelo aluno na empresa;
    • a relação entre o conhecimento requerido pela empresa e o fornecido pela PUC;
    • cursos feitos durante o estágio e sua importância para o trabalho feito na empresa;
    • sugestões para se aprimorar a disciplina “Orientação de Estágio”;
    • críticas e sugestões para a melhora do curso de engenharia da PUCSP:
    • outras informações que julgar necessárias.

O Professor desta disciplina ficará responsável pela coleta, organização, verificação da validade dos documentos entregues e envio da pasta contendo os documentos à secretaria do CCET.

Condições especiais: Os alunos que exercem profissões correlatas à engenharia poderão requerer as suas atividades de trabalho como substituição à carga horária de cento e sessenta horas-aula externas do estágio supervisionado. Para tal caso, os alunos deverão cumprir os seguintes requisitos:

  • trazer comprovação do vínculo empregatício para empregados
  • trazer Razão Social da Empresa, para empresários;
  • comprovação da afinidade das atividades exercidas no trabalho com as atividades do curso de engenharia;
  • obter a aprovação do professor responsável pelo curso de estágio supervisionado da referida substituição.
Matriz e Componentes 
Mensalidades 

A Universidade adota o Regime Financeiro semestral ou anual de cobrança, de acordo com o Projeto Pedagógico do curso, sendo a semestralidade ou anuidade paga em até 06 (seis) ou em até 12 (doze) parcelas mensais sucessivas, conforme o caso.
 
O cálculo das mensalidades é feito com base em todas as atividades (disciplinas e outros componentes curriculares) relativas a cada período letivo do curso, de acordo com seu Projeto Pedagógico.

Valor da mensalidade

O Edital de Mensalidades é publicado nos quadros de aviso da Universidade e na página oficial eletrônica especifica os valores calculados para cada curso, com base nas atividades pedagógicas previstas.

Aproveitamento de Estudos
O estudante que ingressar através do processo de Transferência ou pelo processo de Portador de Diploma e tiver aproveitamento de estudos e/ou adaptação curricular, realizará a matricula nas atividades pedagógicas de acordo com o plano de estudos elaborado pela coordenação do curso.

Reajustes de mensalidades
Os valores das mensalidades estão sujeitos aos reajustes conforme Contrato de Prestação de Serviços Educacionais.

Data do vencimento
A data de vencimento de cada mensalidade ocorrerá sempre no dia 5 (cinco) de cada mês.

Pagamento
Os pagamentos efetuados até o dia 1º do mês serão - por mera liberalidade - objetos de um desconto por antecipação, conforme discriminado no boleto. Este desconto pode ser suspenso sem prévio aviso.

Reconhecimento 

Renovação:
Bacharelado - Portaria nº 286, de 21/12/2012

Duração 

5 anos

Avaliação do curso 
Sistema de Avaliação do PPC:

A autoavaliação do curso tem como propósito o aprimoramento de seu Projeto Pedagógico (PPC).

Trata-se de um processo contínuo que, por meio de diferentes fontes de informação, analisa a coerência e a efetividade entre princípios da proposta pedagógica e sua dinâmica de funcionamento.

Sua realização está a cargo do Núcleo Docente Estruturante (NDE), da Coordenação Didática do Curso, do Conselho de Faculdade e da Câmara de Graduação.

Por meio da autoavaliação, esses colegiados monitoram a implantação do PPC dialogando com as demandas advindas do cotidiano e com as informações construídas por meio de escutas periódicas. Para tanto são utilizados instrumentos específicos:

a) avaliação contínua do aluno;

b) avaliação das condições de ensino (infraestrutura, equipamentos e gestão acadêmico-administrativa);

c) avaliação dos aspectos didático-pedagógicos do corpo docente, realizada por meio da autoavaliação do professor e da docência pelo aluno.

Envolve também diferentes parcerias da universidade que, direta ou indiretamente, contribuem para a qualidade da formação dos alunos, especialmente os departamentos.

Esse processo articula-se internamente à Autoavaliação Institucional, coordenada pela Comissão Própria de Avaliação (CPA), situando o curso no contexto da Universidade e, externamente, com o Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior (SINAES). Essa articulação externa leva em conta os resultados do Enade, as Avaliações in loco e os indicadores de qualidade do MEC, como o Conceito Preliminar de Curso (CPC).
Competência e habilidades 

  • Ter experiência e desenvoltura nas etapas do projeto de sistemas, produtos e processos, que incluem: concepção, modelamento, equacionamento matemático, simulação numérica, projeto, elaboração de protótipo, planejamento e execução de medidas experimentais, análise dos resultados, proposta de alterações.
  • Ter capacidade de planejar, supervisionar, elaborar e coordenar projetos e serviços de engenharia, zelando pela dignidade profissional, pela segurança e pela qualidade do trabalho sob sua responsabilidade.
  • Ser capaz de avaliar, além dos aspectos técnicos e financeiros dos projetos, suas implicações sociais, ambientais, culturais e políticas.
  • Estar apto a comunicar-se eficientemente nas formas gráfica, simbólica, numérica, escrita e oral (na língua portuguesa), transitando com desenvoltura entre elas.
  • Ter capacidade de atuação em equipes multidisciplinares, cooperando, negociando, delegando, compartilhando e relacionando-se adequadamente com os colegas.
  • Avaliar e supervisionar a operação e a manutenção de sistemas.
  • Avaliar riscos de segurança de pessoal e equipamentos e propor soluções baseado nas normas vigentes.
  • Compreender e aplicar a ética e responsabilidades profissionais.
  • Ser capaz de absorver com facilidade e desenvolver novas tecnologias, ferramentas e métodos aplicáveis na Engenharia Elétrica.
  • Produzir e transmitir conhecimento através de artigos (acadêmicos ou não), palestras, livros, etc.
  • Ter noções sobre a dinâmica do mercado de trabalho, e sobre empreendedorismo.
  • Empregar habilmente o computador e tecnologias da informação como: forma de comunicação, ferramenta para realização de cálculos, ferramenta para simulação numérica, equipamento destinado à aquisição e análise de dados, ao controle de sistemas, etc.

 

Áreas de atuação 

O Engenheiro Eletricista é um profissional de formação generalista, nos campos relacionados à energia elétrica, eletrônica e tecnologia da informação. Poderá atuar em áreas multidisciplinares que envolvam conhecimentos de eletricidade, eletrônica, controle, computação e engenharia biomédica.

Pode projetar, analisar e operar sistemas: de geração, transmissão, distribuição, conversão e uso final de energia elétrica; de telecomunicações; eletrônicos analógicos e digitais; de processamento de informação; e de redes de computadores. Coordena e supervisiona equipes de trabalho, realiza estudos de viabilidade técnico-econômica, executa e fiscaliza obras e serviços técnicos e efetua vistorias, perícias e avaliações, emitindo laudos e pareceres, considerando a ética, a segurança, a legislação e o meio ambiente.

Vagas turnos e campi 

Campus Consolação:
50 vagas / noturno

Histórico 

A primeira turma iniciou em 1992 e formou-se em 1997. Em 1998 o curso foi reconhecido pelo MEC, e obteve registro junto ao CREA. Em 1999 submeteu-se à Avaliação das Condições de Oferta do curso realizada pelo MEC. Em 2000 foi aprovado o  Projeto de Reforma Curricular alterando a nomenclatura do curso de “Engenharia Elétrica com ênfase em Eletrônica” para “Engenharia Elétrica”.

Em maio de 2004 obteve a renovação do reconhecimento do curso. Em 2007, iniciou-se a terceira reforma curricular, alterando sua duração para 5 anos, sem alteração da carga horária. Em 2009, terá a renovação automática do reconhecimento, por ter obtido conceito CPC igual a 4 (numa escala de 0 a 5) no (ENADE)  em 2008. Melhor curso de Engenharia Grupo II (elétricas) do estado de São Paulo. Fonte INEP http://www.inep.gov.br/superior/ENADE/.

Objetivos 

Gerais

  • Formar um engenheiro elétrico de caráter generalista com sólida base de conhecimentos tanto nos conteúdos básicos, quanto nos de formação específica, visando a sua adaptação aos constantes avanços tecnológicos que ocorrem na área de Engenharia Elétrica.
     
  • Desenvolver a capacidade crítica do aluno durante o curso com a utilização intensiva de metodologias ativas no desenvolvimento dos conteúdos. A aprendizagem só se processa efetivamente quando o aluno participa do processo, estudando, lendo, escrevendo, descrevendo, explicando, resolvendo exercícios, desenvolvendo projetos e discutindo-os com seus colegas e professores.
     
  • Enfatizar que a formação do engenheiro não se completa na graduação, caracterizando a importância da formação continuada para o aperfeiçoamento da formação profissional, não só para atender às exigências profissionais que vão se apresentando ao longo de sua carreira, mas também para se manter atualizado sobre as rápidas transformações tecnológicas.
     
  • Promover a formação e constante atualização pedagógica e tecnológica do corpo docente, mantendo-o sempre atento às novas possibilidades de aprimoramento do curso.

Específicos

  • Dar uma sólida formação nos núcleos de conteúdos: básico na área de ciências exatas (matemática, física, química, mecânica, computação, materiais, etc.); básico na área de Ciências Humanas e Biológicas (desenvolvimento científico e tecnológico, metodologia científica, administração, empreendedorismo, Ciências do Ambiente); profissionalizantes (circuitos elétricos, sistemas digitais, eletromagnetismo, eletrônica, controle de sistemas, conversão de energia, telecomunicações, etc.) e de conteúdo específico (processamento de sinais, engenharia de software, microprocessadores, automação industrial e robótica, antenas, microondas e comunicação móvel, sistemas de áudio e vídeo, redes de computadores, geração transmissão e distribuição, eletrônica de potência, etc.).
     
  • Propiciar, com a diversidade dos temas estudados no curso, uma formação generalista do futuro profissional, evitando-se a especialização precoce na graduação. Essa diversidade, associada à sólida formação nas disciplinas de conteúdo profissionalizante, visa dar ao aluno uma maior flexibilidade na definição de sua carreira profissional.
     
  • Conhecer e dominar os processos envolvidos no desenvolvimento de projetos de sistemas embarcados (embedded systems) que envolvem circuitos eletrônicos, microprocessadores e sistemas de comunicação embutidos em equipamentos diversos.
     
  • Desenvolver no aluno a capacidade de abstrair a realidade, utilizando-se de modelos físicos e matemáticos para descrevê-la e explicá-la.
     
  • Fazer uso da Matemática como ferramenta e linguagem, empregada na descrição de modelos, permitindo a previsão do comportamento de sistemas e seu projeto. O foco será concentrado na compreensão e aplicação dos conceitos aprendidos.
     
  •  Empregar intensivamente a informática na solução numérica de problemas matemáticos complexos, associados ao modelamento de sistemas, permitindo a avaliação do seu comportamento e seu projeto; como forma de comunicação apropriando-se de representações gráficas e texto; como meio de busca e armazenamento de informações; na implementação de sistemas de coleta e análise de dados e de controle de equipamentos.
     
  • Promover, através das aulas práticas (laboratórios), a exploração de metodologias ativas para o envolvimento do aluno na resolução de problemas e para a compreensão do fenômeno ou processo, seu modelamento, sua simulação numérica, medidas experimentais, análise dos dados, descrição do fenômeno, explicação das discrepâncias, identificação do problema (modelo inadequado, uso do modelo fora das hipóteses utilizadas no seu desenvolvimento, erros de medida, erro de simulação, etc.), além de proposta de melhorias no modelo e procedimento de medida. Enfatizar sempre a relação do experimento visto com as demais disciplinas.
     
  • Implementar projetos de equipamentos e instrumentos de uso individual (fontes, placas didáticas, instrumentos, etc.) para utilização no decorrer do curso para novos desenvolvimentos. Esses projetos terão um caráter multidisciplinar e interdisciplinar requerendo uma forte interação entre os professores não apenas da Engenharia, mas também de outros departamentos e entre as disciplinas do curso. Pretende-se, assim, dar os primeiros passos no desenvolvimento de estratégias de ensino baseadas em projetos e em problemas, visando avaliar a possibilidade de mudanças mais radicais na próxima reforma.
     
  • Contextualizar a teoria vista, mostrando algumas de suas aplicações práticas. Os projetos desenvolvidos em disciplinas e aulas de laboratório cumprirão esse papel, muitas vezes antecipando temas a serem tratados em aulas de teoria.
     
  • Levar em conta aspectos de segurança de trabalho, obedecendo às normas vigentes.
     
  •  Incentivar o uso intensivo da leitura, compreensão e produção de textos na maioria das disciplinas.
Grau 
Bacharelado
Regime de matrícula 
Semestre
Campus 
<em>Campus</em> Consolação
Modalidade 
Presencial
Coordenação 
Contato 

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Endereço: Rua Marquês de Paranaguá, 111
Bairro: Consolação
Cidade: São Paulo – SP
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Situação 
Matrículas encerradas

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