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Acompanhe as principais notícias referentes à PUC-SP e sua comunidade de alunos formados.

A Pastoral Universitária celebra missas semanais na Capela do campus Monte Alegre (quartas, 12h; quintas, 18h).
Na Marquês, a missa acontece na última quarta-feira do mês (18h), e em Santana, às segundas, quartas e quintas (18h30).

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  • Duas ex-alunas e uma professora do Pós em Fonoaudiologia são premiadas

    Duas ex-alunas e uma professora do Pós em Fonoaudiologia são premiadas durante o 23º Congresso Brasileiro e 9º Congresso Internacional de Fonoaudiologia, realizados em Salvador, de 14 a 16/10. Sob a orientação da professora Maria Claudia Cunha, Janaina Alencar Nunes e Mabile Francine Ferreira, recém doutoras pelo Pós, receberam Prêmios em Excelência em Fonoaudiologia. A tese de Janaina também foi escolhida para receber o Prêmio tese de doutorado 2015.

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  • O Ex-Aluno de doutorado, Heleno Torres é único brasileiro destacado pela Who's Who no Contencioso Tributário.

    O Ex-Aluno de doutorado, Heleno Torres é único brasileiro destacado pela Who's Who no Contencioso Tributário.

    O tributarista e colunista da ConJur Heleno Taveira Torres foi o único brasileiro reconhecido como destaque na área de Contencioso pela publicação internacional Who’s Who Legal 2015. O periódico nomeia profissionais de destaque de todos os continentes nas mais diversas áreas do Direito por meio de uma pesquisa feita junto ao mercado de trabalho e representantes do setor. Ao premiar Torres, que é professor da USP, a organização da Who's Who apontou que ele é um dos principais nomes no ranking elaborado na área de Contencioso Tributário, tendo sido elogiado por diversos clientes. O texto também destaca sua "vasta experiência" e "reputação ilibada". Recentemente, o tributarista prestou assessoria técnica ao Senado na elaboração do projeto substitutivo à Lei de Crimes contra o Sistema Financeiro (Lei 7.492/1986), recomendando a regularização de dinheiro no exterior não declarado ao Fisco. Torres é mestre pela Universidade Federal de Pernambuco, doutor pela PUC-SP e especialista pela Università di Roma em Direito Tributário. Ele integra o Comitê Executivo da International Fiscal Association (IFA) e o Conselho Executivo do Instituto Latino Americano de Derecho Tributario (ILADT), além de outras entidades internacionais. É autor dos livros Direito Constitucional Tributário e Segurança Jurídica; Direito Tributário e Direito Privado: Autonomia Privada, Simulação e Elusão Tributária; e Direito Tributário das Telecomunicações e Satélites – Estudos e Pareceres.

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  • XXII CBM: O Ex-Aluno Marcos Alaor participará do painel sobre o novo CPC / Tudo Rondônia 2015

    XXII CBM: O Ex-Aluno Marcos Alaor participará do painel sobre o novo CPC / Tudo Rondônia 2015

    O XXII Congresso Brasileiro de Magistrados, que acontecerá de 29 a 31 de outubro, em Rio Quente (GO) receberá o desembargador Marcos Alaor. Ele fará parte do painel IV: O magistrado e o novo Código de Processo Civil, no dia 30 de outubro, ao lado dos juízes Fernando da Fonseca Gajardoni (TJSP), Thiago Brandão(TJPI) e José Igreja Matos (Portugal). Marcos Alaor adianta que o tema tem como ponto central a necessidade de o magistrado e das partes dos processos observarem os precedentes, as súmulas, os julgamentos submetidos aos sistemas de casos repetitivos e repercussão geral.

    Ninguém escapa a este desafio, nem mesmo os tribunais superiores. Há um consenso parcial na comunidade jurídica de que os magistrados e tribunais atuam em função de uma jurisprudência lotérica. As partes, por sua vez, acabam por aproveitar-se dessa confusão para retardar a prestação jurisdicional, tornando os litígios morosos e caros, explica.

    Espero contribuir com um momento de reflexão da magistratura nacional em seu encontro maior, ante a vigência do novo CPC. Esse novo Código é um instrumento poderoso para a solução de conflitos, desde que sua implantação se dê de forma adequada e haja a necessária boa vontade daqueles que, em suma, possuem o dever de dizer a última palavra sobre o direito controvertido pelas partes, relata o desembargador.

    O magistrado explica ainda a importância do assunto abordado para a magistratura brasileira. Penso que a jurisprudência lotérica existente, no cenário jurídico nacional, contribui sobremaneira para o descrédito do Poder Judiciário. Existem processos semelhantes ou rigorosamente iguais que, ao final do jogo processual, recebem soluções diversas. Como explicar isso para as partes?, conta.

    Currículo

    Formado pela Faculdade de Direito da Fundação Eurípides Soares da Rocha (Univem), Marcos Alaor é pós-graduado, especialista em Direito Civil e Processo Civil pela PUC/SP e mestre em Poder Judiciário pela Fundação Getulio Vargas (FGV) Direito Rio. É desembargador do Tribunal de Justiça do Estado de Rondônia (TJRO), membro do Conselho Superior da Escola da Magistratura do Estado de Rondônia (Emeron) e professor adjunto da Universidade Federal de Rondônia (UNIR) na área de Direito Público. Ex-conselheiro da Escola Nacional de Formação e Aperfeiçoamento de Magistrados (ENFAM), na AMB, coordena a Comissão de Estudos para o Novo CPC.

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  • A Ex-Aluna Luciana Farias é eleita "advogada do ano" na OAB de Suzano/SP

    A entrega da homenagem será realizada na Câmara Municipal de Suzano, em dezembro.

    A presidente da diretoria do Conselho Federal do Instituto dos Advogados Previdenciários (IAPE), Luciana Moraes de Farias, foi eleita "Advogada do Ano" pela 55ª subsecção da OAB - Suzano/SP. Primeira mulher a presidir o IAPE e primeira profissional de Direito do Alto Tietê a ser conduzida ao cargo, a suzanense foi escolhida por seu órgão de classe pelos relevantes serviços prestados e pela representatividade nacional que conquistou desde que foi empossada, em junho deste ano, para o mandato 2015/2017. A entrega da homenagem será realizada na Câmara Municipal de Suzano (Rua Paraná, 127, Centro), em dezembro, durante sessão solene que vai reconhecer os melhores do ano em diversos segmentos.

    A linha de frente da OAB Suzano indicou os advogados de Suzano que se destacaram no decorrer de 2015 em suas atuações para concorrem ao título. A votação por parte dos associados ocorreu a poucos dias, favorecendo Luciana, que, apesar de há tempos ter vasto currículo e expressivo trânsito nas subsecções de toda a região e de outros estados brasileiros, há quatro meses despontou como presidente do IAPE, entidade de Direito Social que tem 12 anos de existência e mais de 3 mil membros. Com a definição "Advogada do Ano", a OAB comunicou Luciana e a Casa de Leis suzanense, que ainda vai agendar a data e o horário para a outorga do título.

    Filha dos advogados aposentados Luiz Augusto de Farias e Ana Maria Moraes de Farias e irmã do advogado Luiz Augusto Moraes de Farias, Luciana trabalha na área há 15 anos. Graduou-se em Direito, pela Universidade Braz Cubas (UBC), em 1999, e tem especialização em Processo Civil, pela PUC/SP, bem como em Previdência, pela Escola Superior de Direito (ESP).

    Ainda na PUC, a profissional cursou Mestrado em Direito Previdenciário e, na Associação dos Diplomados da Escola Superior de Guerra (Adesg), frequentou o curso Política e Estratégia. Luciana ainda é professora de graduação na União das Instituições de Ensino de São Paulo (Uniesp) de Suzano e de pós-graduação, palestrante do Departamento de Cultura e Eventos da OAB São Paulo e coordenadora de pós-graduação e do curso de extensão em Direito Previdenciário e do Trabalho em vários estados brasileiros. Autora do livro "Auxílio-Acidente" e de diversos artigos jurídicos, a profissional diz que ser escolhida por sua categoria como "Advogada do Ano" é uma honra:

    "Desde que me tornei presidente do IAPE, não tenho parado um só segundo. Estou em constante visita às unidades descentralizadas da entidade espalhadas por todo o País, ministro cursos, palestras e workshops. Ainda tem o trabalho que desenvolvo no escritório de Advocacia da minha família e as aulas que dou em faculdades. Com esse reconhecido por parte da OAB, que me representa legitimamente, me sinto orgulhosa. Sem contar que trata-se de uma homenagem na minha cidade, oferecida pela minha subsecção e que será abrigada na Câmara Municipal. Estou muito feliz", observa Luciana.

    Todos os anos, o Poder Legislativo suzanense promove a sessão solene de outorga do título de Honra ao Mérito aos profissionais que se destacaram em seus segmentos. Várias categorias são contempladas, incluindo as que abarcam médico, cirurgião-dentista, advogado, engenheiro, servidor público, parlamentar, professor, artista, jornalista, entre outros.Os homenageados são indicados à Casa de Leis por suas entidades de classe, que levam em consideração os serviços desenvolvidos e a representatividade.

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  • Professor e filósofo Mario Sergio Cortella recebe título de Cidadão Paulistano
    Sessão Solene para entrega da comenda será precedida por palestra do homenageado na Câmara Municipal de São Paulo, no dia 19 de outubro a partir das 18h.

    Mario Sergio Cortella nasceu em Londrina (PR), em 05 de março de 1954. É graduado pela Faculdade de Filosofia Nossa Senhora Medianeira, possui Mestrado em Educação pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC – SP) sob a orientação do Prof. Dr. Moacir Gadotti e Doutorado pela mesma instituição sob a orientação do Prof. Dr. Paulo Freire. É professor titular do Departamento de Fundamentos da Educação e da Pós-Graduação em Educação da PUC - SP, na qual atuou por 35 anos (1977-2012), sendo que, em 30 deles, também no Departamento de Teologia e Ciências da Religião.

    Cortella é professor convidado da Fundação Dom Cabral (desde 1997) e ensinou no GVpec da FGV – SP (1998-2010). Foi secretário municipal de Educação de São Paulo (1991/1992) e Membro-conselheiro do Conselho Técnico Científico Educação Básica da CAPES/MEC (2008/2010). Apresentou o programa “Diálogos Impertinentes” na TV PUC, no Canal Universitário (1995-2007) e, atualmente, atua como comentarista do Jornal da Cultura 2ª edição, da Fundação Padre Anchieta (TV Cultura-SP) e da rádio CBN, na Academia CBN e Escola da Vida.

    É autor de mais de 20 livros, entre eles, Educação, escola e docência (Cortez Editora); A Escola e o Conhecimento: fundamentos epistemológicos e políticos (Cortez Editora); Nos labirintos da moral, com Yves de La Taille (Papirus Editora); Não espere pelo epitáfio: provocações filosóficas (Editora Vozes); Sobre a esperança: diálogo, com Frei Betto (Papirus Editora); O que é a Pergunta?, com Silmara Casadei (Cortez Editora); Liderança em foco, com Eugenio Mussak (Papirus Editora); Filosofia e ensino médio: certos porquês, alguns senões, uma proposta (Editora Vozes); Viver em paz para morrer em paz: paixão, sentido e felicidade (Versar/Saraiva); Política para não ser idiota, com Renato Janine Ribeiro (Papirus Editora); Vida e carreira: um equilíbrio possível?, com Pedro Mandelli (Papirus Editora); Educação e esperança: sete reflexões breves para recusar o biocídio (PoliSaber); Escola e preconceito: docência, discência e decência, com Janete Leão Ferraz (Ática); Vivemos mais! Vivemos bem? ,com Terezinha Rios (Papirus Editora); Ética e Vergonha na cara!, com Clóvis de Barros Filho (Papirus); e A era da curadoria: o que importa é saber o que importa (Papirus Editora).

    Segundo o professor Mario Sergio Cortella, receber essa homenagem “É muito gratificante, pois a cidade de São Paulo me acolheu. Essa cidade é cenário de boa parte da história de minha vida”.

    Sessão Solene de entrega do Título de Cidadão Paulistano ao Professor Mario Sergio Cortella:

    Câmara Municipal de São Paulo - Viaduto Jacareí, 100 – 1º andar – Bela Vista

    Dia 19 de outubro – Plenário 1º de maio
    18h - Palestra Docência e Decência!
    19h - Sessão Solene

    Evento gratuito

    Derdic-se: Novo Programa

    Derdic-se: Novo Programa

    A Divisão de Educação e Reabilitação dos Distúrbios da Comunicação (Derdic) acaba de lançar o Programa Derdic-se. Serão palestras, encontros e workshops mensais com o intuito de demonstrar o papel e o posicionamento da instituição, suas iniciativas, além de promover a interação e envolvimento de seus públicos interno e externo. A primeira palestra com o professor João Saraiva acontece em 22/10, às 10h45. Tem como tema o Marketing Social como Instrumento de Inclusão e será realizada na Derdic (R. Estado de Israel, 1056). Os interessados em participar devem levar 1kg de arroz ou feijão, que será revertido para os alunos da Escola de Educação Básica de Surdos da unidade.

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  • José Alberto Tozzi, Ex-Aluno da PUC-SP

    Por José Alberto Tozzi, Ex-Aluno da PUC-SP

    As entidades sem fins lucrativos que fazem parte do Terceiro Setor vêm sendo constantemente desafiadas na medida em que sofrem uma forte regulação e devem melhorar a cada dia para manterem-se sustentáveis. A mobilização de recursos para a execução da sua missão e pagamento de suas despesas está cada vez mais competitiva, exigindo sempre “fazer mais com menos”.   Estes desafios nos levam a perguntar: Qual será o futuro do Terceiro Setor? O modelo de captação de recursos deve continuar a se submeter a uma reengenharia, repensando estrategicamente suas operações?   O termo reengenharia já está totalmente fora de moda, mas acho que pode expressar muito bem o que penso sobre o momento do Terceiro Setor no Brasil. Apesar de antigo na sua origem, mas muito jovem como uma atividade econômica, o Terceiro Setor vem sendo colocado à prova no sentido de reinventar-se nos últimos tempos, principalmente pela competitividade imposta às entidades.   O processo de regulação tem sido muito intenso, seja em fixação de regras, no volume, na inovação e na responsabilização dos gestores.

    Muito se tem falado sobre profissionalização da gestão e com isto também vem evoluindo a legislação, permitindo a remuneração dos seus dirigentes, o que é ótimo, na medida em que remunerados poderão ser cobrados e, assim, teremos uma rápida e consistente organização do setor.   A Lei 13.019 de 31/07/14, cuja vigência já foi prorrogada algumas vezes (agora deve valer a partir de janeiro de 2016), deverá regular as transferências voluntárias de recursos de entes federados (Federação, Estados e Municípios) para as organizações do Terceiro Setor. A lei traz muitas novidades positivas, tais como: Chamamento público, atuação em rede, medição do resultado social e transparência. Por outro lado, tenho criticado a obrigatoriedade de implantação simultânea em todos os municípios e organizações, e a adoção de procedimentos iguais para qualquer volume de recursos. Dever-se-ia considerar uma implantação paulatina conforme o tamanho dos municípios (número de habitantes, por exemplo), e uma simplificação das exigências para valores de transferências abaixo de um mínimo. 

    Em vista de tudo que vem acontecendo, é essencial repensar estrategicamente a atuação de cada entidade, principalmente no tocante à gestão profissionalizada.  Atualmente, as entidades já competem para a captação de recursos privados de projetos, agora, com esta nova lei, deverão também competir na captação dos recursos públicos. Competição pressupõe fazer mais (qualidade e quantidade) com menos (custos). Para que isto aconteça, a gestão das entidades deve ser revista e adaptada aos novos tempos.   Acompanhando toda esta evolução, há mais de 15 anos no Terceiro Setor, resolvi colocar a experiência acumulada em consultorias, auditorias, aulas, artigos, e seminários em um livro que procura retratar este repensar da área, numa visão clara de planejamento, controles e governança, propondo metodologias de trabalho. 

    O livro SOS da ONG, que chega às livrarias em outubro, foca a solução dos problemas do Terceiro Setor com a aplicação de uma metodologia que permite um diagnóstico, uma visão integrada de processo, a implantação da solução e o acompanhamento dos resultados, integrando toda a organização por meio de uma visão de planejamento e governança. Entendo que a operação de uma ONG deve ser vislumbrada dentro de uma metodologia de processos, onde todas suas áreas estejam integradas e os resultados econômicos e sociais apurados automaticamente neste processo.   Somente com essa visão será possível a cada ONG deixar sua marca como instituição voltada para a melhoria social e do mundo e alcançar de vez a realização do seu propósito, da sua missão.   Tem sido uma experiência fascinante participar da geração e disseminação de conhecimento para o Terceiro Setor, sua regulação e peculiaridades. Sabemos que temos um longo caminho pela frente, mas precisamos começar logo e não esmorecer, porque tudo deve ser melhorado sempre de acordo com a evolução dos tempos.

    *José Alberto Tozzi - Formado em Administração de Empresas pela FGV, graduado em Ciências Contábeis e MBA Executivo Internacional na FIA. Mestre em Administração com ênfase no Terceiro Setor pela PUC – SP. Consultor, professor, palestrante, pesquisador e articulista de temos voltados ao Terceiro Setor. Autor de vários artigos e do livro SOS da ONG.

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  • 5 dicas para você se tornar seu próprio Relações Públicas

    5 dicas para você se tornar seu próprio Relações Públicas
    Raquel Serafim, Ex-Aluna da PUC-SP.

    É bastante comum, e recomendável, que empresas contratem uma agência de Relações Públicas para melhor se relacionarem com seus públicos: os seus steakholders. Os principais motivos que os levam a buscar esse tipo de serviço são ampliar as possibilidades de negócios com os mercados, e, é claro, manter um bom relacionamento com eles na maior parte do tempo. Mas pensando bem, quem é que não precisa saber se relacionar com seus variados ‘públicos’? Quem é que não quer aumentar suas chances de uma indicação de emprego ou de ser chamado para determinado projeto?

    Qualquer pessoa, ao longo da vida, vai passando por diferentes fases, seja por um novo trabalho, mudança de residência e qualquer outro motivo que o faça deixar para trás pessoas e o coloque diante de novas possibilidades. Conheça cinco dicas de ouro para que você aproveite melhor desses antigos e novos relacionamentos que se estabelecem, e possa criar para você mesmo novas oportunidades.

    Organize-se: Se você não tiver tempo de se dedicar um pouco a essa tarefa, ninguém mais o fará. Por isso, é recomendável que este seja um compromisso semanal (ou quinzenal) na sua agenda. Com dia e hora para acontecer. Caso contrário, esta será apenas mais uma das suas tarefas que um dia, quem sabe, serão feitas.

    Entenda seus objetivos: Quer fazer um mestrado? Abrir uma empresa? O que você quer? Entender, nos diferentes campos da sua vida, quais são seus objetivos e em quanto tempo gostaria de alcançá-los, será parte essencial para que você consiga criar uma boa estratégia. Cuidado para não ser muito ousado com as suas metas, pois se ao longo do processo você as sentir distantes demais, acabará desistindo!

    Defina prioridades: Depois de definir seus principais objetivos, faça um mapeamento de todas as pessoas que passaram e que estão na sua vida atualmente. Entenda quais delas podem, de alguma forma, te auxiliar a dar um passo a mais em direção aos seus objetivos. Veja como está seu grau de relacionamento com ela (crie uma escala própria, de 0 a 5, por exemplo, e entenda quais estão mais próximas e quais estão mais distantes).

    Defina temas e assuntos que os conectem, e se mantenha a par deles sempre que possível, dessa forma você poderá retomar os contatos de forma natural. Agora será a vez de estabelecer prioridades. Cabe a você definir se vai começar a lutar por um objetivo que está mais distante, mas as pessoas mais próximas, ou o contrário.

    Estratégia: Assim como as pessoas que você mapeou acima, existem outras, que talvez você ainda não conheça que podem ser uma ‘peça’ essencial para que seu objetivo seja concluído. Será necessário criar uma estratégia para que vocês se conheçam e para que, a partir desse encontro, possam seguir conversando.

    Imagine que seu objetivo seja um mestrado em uma faculdade x, e que dentro da sua área de pretensão, exista um professor que você considera ‘ô’ cara. O primeiro passo da sua estratégia será se informar sobre a trajetória que ele trilhou, materiais que ele escreveu/publicou e eventos (palestras, workshops, etc.) que ele participará. Com essas informações, você se programa para frequentar esses eventos, e aos poucos, vai provocando uma aproximação. Em um possível encontro você pode, por exemplo, citar algo que leu e que gostou que ele escreveu e dizer que gostaria de ampliar esse debate com ele, e verifica se há abertura para um novo canal de comunicação. A mesma lógica serve para o seu círculo de pessoas.

    Entenda o que você tem para oferecer: Agora que você já sabe quem são as pessoas que precisam fazer parte do seu caminho até seus objetivos, que já conhece os interesses de cada uma delas e já iniciou ou retomou o contato com elas, é hora de verificar que você pode oferecer para ajudá-las em algo. Doar seu tempo é sempre uma boa forma de aproximar pessoas. Faça pelos outros aquilo que você gostaria que fosse feito por você.

    Não se pode garantir que todas as pessoas que você ajudar irão ajudá-lo em retorno, mas, é bem possível que você descubra gratas surpresas nesse processo, e que pouco a pouco você consiga gerenciar melhor seu grupo de relacionamento e fiquei cada vez mais perto de seus objetivos.

    (*) Jornalista e Diretora de Estratégias da Anunciattho Comunicação. Formada em Comunicação Social pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP), tem pós-graduação em Gestão de Negócios – com ênfase em Marketing – pela Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM).

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  • João Biazzo

    O advogado e ex-aluno João Biazzo, que vai concorrer à presidência da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) em nível estadual, esteve na última sexta-feira na redação do Cruzeiro do Sul para falar sobre suas propostas. As eleições acontecem na segunda quinzena de novembro. Biazzo é mestre em direito civil pela Pontifícia Universidade Católica (PUC-SP), compõe a chapa de oposição, e defende o respeito à transparência e ações políticas para o que chama de "núcleos de advocacia". "Teremos ações para o jovem advogado, a mulher advogada, os advogados de assistência judiciária e os advogados dos escritórios", exemplificou. Além disso, ele disse ter o objetivo de aumentar o valor dos honorários recebidos pela classe. 

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  • Outubro Rosa: conheça os direitos das mulheres com câncer de mama

    Outubro Rosa: conheça os direitos das mulheres com câncer de mama
    Gabriela Cardoso Guerra Ferreira, Ex-Aluna da PUC-SP.

    Lidar com uma doença tão complexa como o câncer é uma tarefa árdua que exige equilíbrio físico e mental da mulher. Ao receberem o diagnóstico, poucas correm atrás de uma série de direitos assegurados pelas leis brasileiras para ajudar as pacientes a enfrentar esta batalha.
    Abaixo segue uma lista dos direitos dessas mulheres:

    CIRURGIA RECONSTRUÇÃO MAMÁRIA: Todo paciente com câncer de mama que teve a mama retirada total ou parcialmente em decorrência do tratamento tem o direito de realizar cirurgia plástica reparadora. Por lei, tanto o Sistema Único de Saúde (SUS) como o plano de saúde são obrigados a realizar essa cirurgia.Quando existirem condições técnicas e clínicas, a reconstrução mamária deverá ocorrer no mesmo ato cirúrgico de retirada da mama (mastectomia).

    AMPARO ASSISTENCIAL AO IDOSO E AO DEFICIENTE (LOAS – LEI ORGÂNICA DE ASSISTÊNCIA SOCIAL): A Lei Orgânica de Assistência Social (Loas) garante um benefício de um salário mínimo mensal ao portador de deficiência incapacitado para o trabalho e para uma vida independente. Para ter direito ao benefício, o critério fundamental é de que a renda familiar seja inferior a ¼ (um quarto) do salário mínimo. A mulher portadora de câncer de mama quando retirada integralmente ou parte da mama, poderá usufruir desse beneficio.

    APOSENTADORIA POR INVALIDEZ: é concedida à paciente de câncer desde que sua incapacidade para o trabalho seja considerada definitiva pela perícia médica do INSS. A portadora de câncer terá direito ao benefício, independente do pagamento de 12 contribuições, desde que esteja na qualidade de segurada, isto é, que seja inscrito no Regime Geral de Previdência Social (INSS).

    AUXÍLIO-DOENÇA: é o benefício mensal a que tem direito a segurada, inscrita no INSS, quando fica temporariamente incapaz para o trabalho em virtude de doença por mais de 15 dias consecutivos. A portadora da moléstia terá direito desde que seja considerada incapacitada temporariamente para o trabalho. Não há carência para a doente receber o benefício. A incapacidade para o trabalho deve ser comprovada através de exame realizado pela perícia médica do INSS.

    FGTS: pacientes com câncer podem sacar o Fundo de Garantia por Tempo de Serviço. Na fase sintomática da doença, o trabalhador cadastrado no FGTS que tiver neoplasia maligna (câncer) ou que tenha dependente portador de câncer poderá fazer esse saque. O valor recebido será o saldo de todas as contas pertencentes ao trabalhador, inclusive a conta do atual contrato de trabalho.

    ISENÇÃO DE IMPOSTO DE RENDA NA APOSENTADORIA: os portadores de câncer (neoplasia maligna) estão isentos do Imposto de Renda relativo aos rendimentos de aposentadoria, reforma e pensão, inclusive as complementações. Mesmo os rendimentos de aposentadoria ou pensão recebidos acumuladamente não sofrem tributação, ficando isenta a pessoa acometida de câncer que recebeu os referidos rendimentos. A isenção do Imposto de Renda aplica-se nos proventos de aposentadoria ou reforma aos portadores de doenças graves, mesmo quando a doença tenha sido identificada após a aposentadoria.

    ISENÇÃO DE IMPOSTOS COMO ICMS, IPI E IPVA NA COMPRA DE VEÍCULOS ADAPTADOS: os pacientes com câncer são isentos destes impostos quando apresentarem deficiência física (nos membros superiores ou inferiores), que o impeça de dirigir veículos comuns. Também podem pedir baixa de isenção para o IPVA.

    PIS: podem realizar saque do PIS, na Caixa Econômica Federal (CEF), o trabalhador cadastrado que tiver câncer ou pessoas cujo dependente seja portador da doença. O trabalhador receberá o saldo total de quotas e rendimentos.

    QUITAÇÃO DO FINANCIAMENTO DA CASA PRÓPRIA: pacientes com invalidez total e permanente por conta do câncer possuem direito à quitação, desde que estejam inaptos para o trabalho e que a doença tenha sido adquirida após a assinatura do contrato de compra do imóvel. Em caso de invalidez, o seguro quita o valor correspondente ao que o interessado se comprometeu a pagar por meio do financiamento.

    TRANSPORTE COLETIVO GRATUITO: alguns municípios dão direito à passagem livre nos transportes coletivos. Para maiores informações acesse o site do: Inca.

    Gabriela Cardoso Guerra Ferreira é Bacharel em Direito pela Faculdades Metropolitanas Unidas - FMU. É advogada sócia do escritório Porto Guerra & Bitetti, especializada em Direito à Saúde e Pós graduanda em Processo Civil pela Escola Paulista de Magistratura do Estado de São Paulo, especializada em Direito do Consumidor pela Fundação Getúlio Vargas - GV-SP, especializada em Contratos de Consumo pela Pontificia Universidade Católica – PUCSP.

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  • Carlos Eduardo Dantas Costa acaba de ser promovido a sócio do Peixoto & Cury Advogados

    Carlos Eduardo Dantas Costa acaba de ser promovido a sócio do Peixoto & Cury Advogados

    O advogado e ex-aluno, Carlos Eduardo Dantas Costa acaba de ser promovido a sócio do Peixoto & Cury Advogados, passando a integrar as equipes de Direito Trabalhista/Sindical.

    Mestre e especialista em Direito do Trabalho pela Pontifícia Universidade Católica (PUC) de São Paulo e especialista em Administração de Empresas pela Fundação Getúlio Vargas, Carlos Eduardo integra a Comissão de Direito Sindical da OAB/SP e coordena o Grupo de Relações Sindicais mantido pelo escritório.

    Já o advogado Gustavo Perez Tavares é o mais novo integrante da área tributária do escritório. Ele é especialista em Direito Processual Tributário pelo COGEAE da PUC de São Paulo e mestrando em Direito Constitucional e Processual Tributário pela PUC de São Paulo.

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  • José Ricardo Noronha - Livro: Vendas - Como eu faço?

    José Ricardo Noronha

    Vender é da natureza humana. Todos nós somos vendedores, pois precisamos, a todo o momento, vender nossos produtos, soluções, serviços e, principalmente, a nós mesmos. Por isso é tão importante que saibamos nos posicionar bem diante dos nossos clientes. Essa é uma das premissas do Ex-Aluno, vendedor, palestrante, professor e consultor, José Ricardo Noronha quando o assunto é vendas.

    Zé, como gosta de ser chamado, é também autor do livro “Vendas – Como eu Faço – As 50 questões que mais intrigam a vida de quem vende”, publicado pela Editora Évora, e afirma que “é importante que a gente desmistifique essa ideia de que não somos vendedores e, mais importante do que isso, que saibamos nos vender, que nos entendamos, claro, entre aspas, como produtos. E quanto melhor for a nossa competência por vender o melhor produto do mundo, que somos nós mesmos, maiores são as chances de a gente atingir o tão sonhado sucesso”.

    Vendas - Como eu faço? - As 50 questões que mais intrigam a vida de quem vende é uma publicação da Editora Évora, disponível pelo site www.editoraevora.com.br ou em todas as livrarias do Brasil.

    SOBRE O AUTOR

    JOSÉ RICARDO NORONHA é vendedor, palestrante e escritor. Bacharel em Direito pela PUC/SP, MBA pela FIA/USP, especialização em Marketing, Empreendedorismo, Empreendedorismo Social e Vendas pela Vanderbilt University (Owen Graduate School of Management). É professor convidado dos programas de MBA da FIA. Foi vendedor e executivo de grandes empresas, tais como English Town e Pearson English. Atualmente dirige a Boutique de Treinamentos e Consultoria Paixão por Vendas, atendendo gigantes como Alphaville, Amcham, Brasil Foods (BRF), British Telecom, Caixa Econômica Federal, CIEE, CRECI, Gafisa, Johnson & Johnson, Natura, Oracle, Perdigão, Pizza Hut, PwC Brasil, Sadia, Starbucks, Terex e Unimed, dentre outras. Seus cursos em vídeo estão disponíveis no portal UOL Educação.

    SOBRE O LIVRO

    Título: Vendas! Como eu faço?
    Subtítulo: As 50 questões que mais intrigam a vida de quem vende
    Autor: José Ricardo Noronha

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  • Arnaldo Tibyriçá

    Arnaldo Tibyriçá

    Formado em Direito pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP), Arnaldo Tibyriçá começou sua carreira em escritórios de advocacia. Porém, logo percebeu que tinha afinidade com o mundo dos negócios e se abriu para novas possibilidades. "Eu descobri que o Direito não é um fim em si mesmo, mas, sim, uma ferramenta disponível para diversos setores da sociedade”, diz. Desde então, vem acumulando vasta experiência corporativa em grandes empresas: passou pelos departamentos jurídicos do Grupo Itaú Unibanco, da antiga BCP Telecomunicações (hoje, a Claro) e da C&A, até ingressar no Grupo Abril em 2003, onde hoje é vice-presidente jurídico corporativo e faz parte do conselho. Em bate-papo com o portal Na Prática, ele conta por que tomou a decisão de sair do escritório para se aventurar em grandes empresas e o que aprendeu com a experiência. “Se no escritório de advocacia você é o ator principal - por fazer parte do ‘core business’ da organização -, numa empresa de outro setor você vai ser um ator coadjuvante”.

    No Grupo Abril, está entre as tarefas de sua equipe ajudar os jornalistas a entender todas as questões jurídicas relacionadas à profissão e dar uma espécie de consultoria interna caso haja alguma dúvida. No entanto, Arnaldo chama atenção para o fato de que o jurídico jamais interfere no editorial. "A relação do jurídico com a área de publicidade é muito diferente da sua relação com a área editorial. O advogado não lê matérias antes que elas sejam publicadas. O que fazemos é treinar os jornalistas para que eles saibam identificar potenciais riscos. A iniciativa de procurar os advogados vem deles. A decisão final de publicar ou não tem que ser do editor, não do advogado”, assegura.

    Aos jovens que estão iniciando sua trajetória profissional na área de Direito, Arnaldo dá dicas de como se destacar na carreira. "Pessoas que são muito rígidas em 'soft skills' - ou seja, são inflexíveis, não conseguem entender e se colocar no lugar do outro, não são capazes de dar um passo para trás para depois dar dois para frente -, por mais competentes tecnicamente que elas sejam não chegarão a posições de liderança. Aqueles que desenvolvem essas facetas conseguem criar confiança e empatia em suas relações pessoais, o que é essencial em qualquer ambiente de trabalho”, diz.

    11/09 a 13/12: Antonio Fagundes em TRIBOS

    Antonio Fagundes em TRIBOS:

    Antonio e Bruno Fagundes encontram-se na produção e no palco do teatro, pela segunda vez. O motivo agora é ainda mais especial, já que formam uma dedicada equipe de produção com os atores Arieta Correa, Eliete Cigaarini, Guilherme Magon e Maíra Dvorek, em uma premiada comédia perversa, com sacadas inteligentes e uma questão polêmica - que promete criar uma inusitada relação com a platéia - entreter, provocar questionamentos e entregar um bom produto aos amantes das artes.

    Nina Raine, autora do texto, usa a figura de um deficiente auditivo para questionar os diversos tipos de limitação do ser humano e, de uma maneira perversamente divertida e politicamente incorreta, revive as típicas questões familiares e reforça as dificuldades de convivência - como em toda tribo.

    Data da temporada:

    11 de Setembro a 13 de Dezembro

    Dias:

    Sextas e sábados às 21h30 e domingo às 18h00

    Local:

    TUCA – Teatro da PUC-SP
    Rua Monte Alegre, 1024 – Perdizes - São Paulo – SP.

    Mais informações:

    http://www.teatrotuca.com.br/espetaculos/tribos.html

    Conecte-se à PUC-SP